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Saúde

Mais casos de varíola são detectados no Reino Unido

As autoridades de saúde pública ainda estão trabalhando para identificar a fonte do surto

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Mais casos de varíola estão sendo detectados na Grã-Bretanha “diariamente”, alertou um médico sênior, em meio a relatos de que uma criança

Mais casos de varíola estão sendo detectados na Grã-Bretanha “diariamente”, alertou um médico sênior, em meio a relatos de que uma criança foi internada em terapia intensiva com a doença.

Susan Hopkins, consultora médica chefe da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA), disse que uma atualização sobre os casos confirmados será divulgada na segunda-feira, à medida que os esforços continuam para conter o surto usando rastreamento de contatos, testes e vacinação.

O número de casos confirmados no Reino Unido subiu para 20 na sexta-feira (20) e deve aumentar significativamente nas próximas semanas, à medida que mais pessoas são rastreadas e outras se apresentam para testes. As autoridades de saúde pública ainda estão trabalhando para identificar a fonte do surto, pois muitos dos pacientes não têm ligações conhecidas com outros casos.

Monkeypox (varíola dos macacos) é uma doença leve na maioria das pessoas e resolve sem tratamento em duas a quatro semanas. Mas pode ser mais perigoso em pessoas vulneráveis, como aquelas com sistema imunológico enfraquecido, mulheres grávidas e crianças pequenas.

De acordo com o Sunday Telegraph, os casos do Reino Unido incluem uma criança que está sendo tratada em terapia intensiva em um hospital de Londres. A UKHSA disse que não confirmou ou discutiu informações no nível do paciente.

A agência confirmou o primeiro caso de varíola em 7 de maio, três dias depois que um passageiro com sintomas retornou a Londres da Nigéria, um país que teve um grande número de casos desde 2017.

Mais de 180 casos confirmados ou suspeitos estão sendo investigados em pelo menos 14 países. Mais da metade estão em Espanha e Portugal.

“Estamos detectando mais casos diariamente e gostaria de agradecer a todas as pessoas que estão se apresentando para testes em clínicas de saúde sexual, médicos de família e departamento de emergência”, disse Hopkins ao programa Sunday Morning da BBC One. Questionada se o vírus estava se espalhando na comunidade no Reino Unido, ela disse: “Absolutamente. Estamos encontrando casos que não têm contato identificado com um indivíduo da África Ocidental, que é o que vimos anteriormente neste país”.

Monkeypox foi descoberto pela primeira vez em macacos usados ​​para pesquisa em 1958, mas acredita-se que o reservatório natural da doença sejam os roedores. O vírus é endêmico em partes da África Ocidental e Central. Até este ano, apenas sete casos haviam sido detectados no Reino Unido, em 2018, 2019 e 2021, e todos estavam relacionados a viagens para a Nigéria.

Monkeypox não é uma doença altamente infecciosa e acredita-se que a maioria dos casos na África rural surge quando as pessoas entram em contato com animais infectados. Mas a doença pode se espalhar de pessoa para pessoa através do contato próximo com úlceras e bolhas, que geralmente aparecem ao redor da boca e genitais; gotículas respiratórias e materiais contaminados como roupas de cama, toalhas e utensílios de cozinha.

O período de incubação pode durar até 21 dias, o que significa que os sintomas podem levar três semanas para aparecer após a exposição ao vírus, mas no surto mais recente, muitos pacientes estão desenvolvendo uma erupção cutânea em poucos dias. Os pacientes podem desenvolver febre antes que outros sintomas apareçam.

Para ajudar a conter a propagação do vírus, contatos de alto risco de casos confirmados, incluindo alguns profissionais de saúde, receberam injeções de uma vacina contra a varíola, Imvanex, que pode proteger contra a varíola.

“Estamos usando-o em indivíduos que acreditamos estar em alto risco de desenvolver sintomas e usá-lo precocemente, particularmente dentro de quatro ou cinco dias após o caso desenvolver sintomas”, disse Hopkins.

Saúde

Bahia registra 1.315 casos de Covid-19 e mais 1 óbito

Do público de 5 a 11 anos, 966.159 crianças já foram imunizadas com a primeira dose

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Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.315 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,08%), 853 recuperados (+0,06%)
Foto: Jefferson Peixoto/SecomPMS

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.315 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,08%), 853 recuperados (+0,06%) e um óbito. Dos 1.566.215 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.529.571 já são considerados recuperados, 6.633 encontram-se ativos e 30.011 tiveram óbito confirmado.

Os dados ainda podem sofrer alterações devido à instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas.

boletim epidemiológico desta sexta-feira (24) contabiliza ainda 1.905.278 casos descartados e 340.964 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta sexta-feira. Na Bahia, 64.266 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Vacinação

Até o momento temos 11.628.902 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.679.916 com a segunda dose ou dose única, 6.240.694 com a dose de reforço e 595.491 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 966.159 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 545.973 já tomaram também a segunda dose.

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Saúde

Brasil confirma 11º caso de varíola dos macacos

São três casos a mais do que dois dias atrás e outras possibilidades estão sendo investigadas

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O Brasil confirmou na quarta-feira (22) o 11º caso de varíola dos macacos, segundo informações do Ministério da Saúde. São três casos a mais do que dois dias atrás e outras possibilidades estão sendo investigadas.

O Brasil confirmou na quarta-feira (22) o 11º caso de varíola dos macacos, segundo informações do Ministério da Saúde. São três casos a mais do que dois dias atrás e outras possibilidades estão sendo investigadas.

“O Ministério da Saúde informa que, até o momento, 11 casos de monkeypox foram confirmados no Brasil, sendo sete no Estado de São Paulo, dois no Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul”, explicou a Pasta, que não forneceu mais detalhes sobre os novos casos.

Entre as confirmações anteriores, todos tiveram contato com pessoas na Europa, continente que teve o primeiro caso detectado em maio, de uma pessoa que retornava à Inglaterra após uma viagem à Nigéria. A doença é endêmica na África Ocidental e Central e raramente se espalhava para outros locais. Desde então, países da Europa, assim como Estados Unidos, Canadá e Austrália, confirmaram casos.

“SP tem sete casos confirmados da monkeypox, sendo três em São Paulo, dois em Indaiatuba, um em Santo André e outro em Vinhedo. Todos os casos são importados, com histórico de viagem para a Europa. Os pacientes estão com boa evolução do quadro, em isolamento residencial e estão são acompanhados pelas vigilâncias epidemiológicas dos seus respectivos municípios, com o apoio do Estado”, explicou a Secretaria de Estado da Saúde.

Na cidade de São Paulo, os casos de varíola dos macacos confirmados incluem um homem de 31 anos, com passagem recente pela Europa, e outro homem, de 41 anos, que esteve em Portugal e na Espanha. Outro episódio ocorreu com um morador de Vinhedo, de 29 anos, que também havia viajado para a Europa.

“O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação e CIEVS Nacional, segue em articulação direta com os Estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes. Outros dez casos seguem em investigação nos Estados do Ceará (2), Rio de Janeiro (4), Santa Catarina (1), Acre (1) e Rio Grande do Sul (2)”, afirmou.

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Saúde

Pessoas com 40+ recebem 4ª dose da vacina

Para garantir maior segurança durante os festejos juninos, houve uma grande procura do público elegível a fim de receber o imunizante

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Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciou a aplicação da 4ª dose da vacina contra
Foto: Bruno Concha/SecomPMS

A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciou a aplicação da 4ª dose da vacina contra Covid-19 para pessoas com 40 anos ou mais, nesta quarta-feira (22). Para garantir maior segurança durante os festejos juninos, houve uma grande procura do público elegível a fim de receber o imunizante, nos postos de atendimento, que funcionaram das 8h às 16h.

Durante o dia, foram vacinadas cerca de 2,5 mil pessoas, no drive-thru e no ponto fixo do 5º Centro de Saúde, nos Barris. A gerente da unidade, Jamile Oliveira destacou a importância da vacinação. “A completude da carteira vacinal é a medida de proteção mais ativa que nós temos. Por perceber que as pessoas de 30 a 40 anos são as que menos procuram a vacina, houve essa iniciativa da SMS para atendimento deste público. Nesse momento, há uma grande demanda, inclusive de pessoas que não tomaram a 2ª e 3ª doses”, afirmou.

Ao receber a 4a dose da vacina contra a Covid-19, Joelma Ribeiro, de 45 anos, relembrou as mortes causadas pelo vírus. “Acho muito importante receber a dose de reforço, sobretudo nesse momento, em que há o crescimento dos casos. A pandemia não acabou, as pessoas devem procurar os postos de saúde e completar o ciclo vacinal para evitar a gravidade da doença. Infelizmente, já perdemos muitas vidas para o coronavírus, e somente a vacinação pode barrar esses dados lastimáveis.”

A cuidadora de idoso, Adriana Gomes, de 48 anos, afirmou que foi tomar o reforço da vacina antes do São João, para garantir maior segurança durante os festejos. “Eu vou viajar para curtir as festas juninas no interior e nada melhor do que se prevenir contra a Covid. A gente sabe que a vacina salva vidas, é uma proteção eficaz. Todos os habilitados procurem os postos e se blindem contra esse vírus maldito”, alertou.

A estratégia desta quarta também contemplou a 1ª, 2ª e 3ª doses para os demais públicos elegíveis para a vacinação. Devido ao feriado prolongado de São João, a campanha terá uma pausa nesta quinta-feira (23), sendo retomada na segunda-feira (27).

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