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Política

Revista Nova Bahia traz histórias de transformação e protagonismo popular em nova edição

O lançamento da publicação aconteceu nesta terça (17), em evento de celebração da identidade, das conquistas e da força do povo baiano

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no bairro da Federação, em Salvador, recebeu histórias emocionantes que integram a nova edição da Revista Nova Bahia, publicação
Foto: Gabriela Silva

O palco do Cineteatro 2 de Julho, no bairro da Federação, em Salvador, recebeu histórias emocionantes que integram a nova edição da Revista Nova Bahia, publicação institucional que destaca o impacto das políticas públicas do Governo do Estado na vida de baianos e baianas. Com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, o lançamento da publicação aconteceu nesta terça-feira (17), em evento de celebração da identidade, das conquistas e da força do povo baiano.

Jerônimo destacou os impactos das ações do Governo do Estado na vida dos baianos. “A política pública faz parte do dia a dia da gente, para transformar a vida de quem dela se utiliza. É por isso que esse governo tem que registrar o legado que nós aprendemos, mas nós, a cada dia, somos chamados a melhorar, a trazer o novo”, disse o governador.

A publicação, produzida e organizada pela Secretaria de Comunicação do Estado (Secom), com a colaboração das demais secretarias e órgãos estaduais, tem uma tiragem de 5 mil exemplares, que estarão disponíveis em prédios públicos, como escolas, bibliotecas e comunidades, acessível a todos. A revista também pode ser lida de forma virtual, através de um QR Code.

“É mais um passo que o governo dá na transparência e na oferta de informação para a população da Bahia, no momento em que não só aqui, mas no mundo inteiro, no país, a gente é vítima de notícias falsas, de fake news. Então a existência de um mecanismo como essa revista para ajudar a informar a população, levar a informação, levar os serviços que o Estado presta para o cidadão, é muito importante”, explicou o secretário de Comunicação, Marcus di Flora.

Com um formato moderno e linguagem acessível, a revista traz reportagens que revelam histórias reais de pessoas beneficiadas por ações do governo em áreas como educação, cultura, saúde, mobilidade e desenvolvimento social. O objetivo é fortalecer o diálogo entre governo e população, dando visibilidade aos rostos por trás dos dados e aos resultados concretos que transformam vidas.

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A secretária da Educação, Rowenna Brito pontua que a revista tem ações do governo como todo, incluindo as da Secretaria da Educação, com resultados concretos, “São histórias de vidas de estudantes, desde os contemplados com bolsa presença, como aprovados no Enem, que estão na universidade através das políticas públicas e do investimento do Governo do Estado”, disse.

Uma dessas histórias inspiradoras é de Maria Teresa Cataá Tuxá, da cidade de Rodelas, estudou em escola pública e atualmente cursa medicina na Universidade Estadual de Feira de Santana. O objetivo é cuidar dos indígenas.

“É muito gratificante porque eu consigo trazer visibilidade para os povos indígenas e também, de certa forma, mostrar que a gente consegue ocupar todos os espaços que a gente quiser, porque somos fortes e eu quero que a minha história sirva de inspiração para outros indígenas”, disse ela.

A Revista Nova Bahia reforça o papel da comunicação pública como ferramenta de escuta, valorização e visibilidade das transformações sociais. Com depoimentos, imagens e dados, a publicação se consolida como um canal direto entre o governo e o cidadão. “É um balanço sui generis, a leveza com que ela traz, é a leveza de quem trata do povo, de quem está com a população. E ela, se por um lado, tem essa leveza, por outro também traz realizações muito importantes. Eu acho que as conquistas que foram feitas nos últimos anos na Bahia são marcos nacionais”, disse o secretário da Fazenda, Manoel Vitório.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) também teve a divulgação de ações e dados em prol das mulheres da Bahia publicada nesta edição. “A nossa secretaria também está contemplada com registros dessa transformação na vida das pessoas, principalmente na questão das mulheres, a gente tem ali o registro da inclusão socioprodutiva, que é tão importante para a construção da autonomia, para que a mulher também possa ter o seu protagonismo”, disse a titular da SPM, Neusa Cadore.

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Opinião

Em artigo, secretário Manoel Vitório rebate “negacionismo” oposicionista

Ao contrário das insinuações oposicionistas, Vitório afirma que “o caixa estadual demonstra solidez ao bancar a maior parte das obras”.

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O secretário estadual da fazenda, Manoel Vitório, escreveu um didático artigo sobre as finanças públicas. No texto, ele expõe
Manoel Vitório, secretário estadual da Fazenda. Foto: Ascom/Sefaz

O secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, escreveu um didático artigo sobre as finanças públicas. No texto, ele expõe a insistência do “negacionismo” diante da realidade dos investimentos públicos para o desenvolvimento e a qualidade de vida do povo baiano.

Vitório assinala que o setor público investe com recursos próprios ou com empréstimos, caso tenha crédito na praça. Aponta a tranquila condição baiana: “o Estado da Bahia deve apenas 33% de sua receita corrente líquida, em contraste com os maiores estados brasileiros, que passam dos 100%”.

Ainda ressalta: “Com histórico de bom pagador e o estoque da dívida em queda, a Bahia conta com o aval da União para novas operações de crédito”.  E explica: “o endividamento do governo baiano correspondia a 182% da receita em 2002. Chegou a 37% em 2024 e continua decrescendo”.

Vitório ratifica a responsabilidade fiscal da Bahia no comparativo com o endividamento dos grandes estados brasileiros: “Já a dívida do Rio de Janeiro equivale hoje a 202% da receita, a do Rio Grande do Sul a 176%, a de Minas Gerais a 150%, e a de São Paulo, a 121%.

O secretário da Fazenda lembra ainda que a Bahia “deve à União R$ 5,9 bilhões, enquanto São Paulo deve R$ 295,6 bilhões. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul devem mais de R$ 100 bilhões cada. Somos a sétima economia do país, mas nossa dívida é muito menor”.

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Ao contrário das insinuações oposicionistas, Vitório afirma que “o caixa estadual demonstra solidez ao bancar a maior parte das obras. A Bahia cumpre com folga a regra de ouro para finanças públicas, segundo a qual um governo não pode investir menos que o obtido via empréstimos. Dos investimentos já realizados, 74% contaram com recursos próprios”.

O governo de Jerônimo Rodrigues, informa o secretário, soma R$ 20,2 bilhões em investimentos. “Tornou-se líder nacional ao desbancar São Paulo e somar R$ 4,17 bilhões investidos em 2025”. Observa: “As 18 operações efetivamente contratadas desde 2023 somam R$ 9,01 bilhões. Destes, R$ 5,4 bilhões já foram aplicados nos investimentos da atual gestão, restando R$ 3,7 bilhões a serem desembolsados pelas instituições financeiras”.

Vitório destaca: “São empréstimos que, conforme a lei, destinam-se exclusivamente para investimentos ou melhoria do perfil da dívida”. E acrescenta: “Outras operações aprovadas pela Assembleia Legislativa aguardam etapas como a aprovação do Tesouro Nacional para o aval da União. Uma dessas operações financia o pagamento de precatórios, e outra substituirá empréstimos em vigor cobrando juros menores”.

O secretário Manoel Vitório lista os efeitos positivos dos investimentos públicos: “sem a presença do Estado, não haveria BYD em Camaçari. Os investimentos estaduais estão em todo o território baiano: VLT em Salvador, escolas de tempo integral, hospitais, policlínicas, milhares de quilômetros de rodovias, equipamentos para as polícias, infraestrutura hídrica. Tais projetos mantêm a Bahia na trilha do desenvolvimento e estão à vista de todos. É preciso ser negacionista para não enxergar”.

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Política

Bahia sedia conferência nacional sobre estatísticas e geociências

Evento reúne especialistas e gestores para definir plano estratégico de dados até 2030; governador anuncia novos convênios de cooperação 

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Até o dia 5 de dezembro, Salvador se torna o centro nacional das discussões sobre estatísticas e geociências ao sediar a Conferência
Foto: Amanda Ercília/GOVBA

Até o dia 5 de dezembro, Salvador se torna o centro nacional das discussões sobre estatísticas e geociências ao sediar a Conferência Nacional dos Agentes Produtores e Usuários de Dados (CONFEST/CONFEGE) 2025, no Senai Cimatec. Organizado pelo IBGE, com apoio do Governo do Estado e da FIEB, o encontro marca a retomada da principal conferência brasileira dedicada à integração e modernização de dados e, pela primeira vez, ocorre fora do Rio de Janeiro. Na manhã desta quarta-feira (3), o governador Jerônimo Rodrigues participou da abertura. 

Durante três dias, especialistas, representantes de instituições nacionais e internacionais, gestores públicos e usuários de informações oficiais contribuem para a elaboração do Plano Geral de Informações Estatísticas e Geográficas (PGIEG) 2026–2030, que vai orientar a produção, integração e uso estratégico de dados no país. 

“Os dados produzidos pelo IBGE e por outras instituições públicas são o que nos permitem planejar com precisão, identificar desigualdades, antecipar demandas e construir políticas mais justas. A Bahia vem investindo fortemente no uso de bases oficiais para organizar iniciativas nas áreas estratégicas do Estado”, afirmou Jerônimo Rodrigues. 

O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, destacou que trazer o evento para Salvador simboliza uma nova fase do instituto, voltada à descentralização e democratização do acesso às informações: 

“Estados como a Bahia tendem a se beneficiar das novas estratégias que o IBGE vem implementando para ampliar a disponibilidade de estatísticas e geodados para gestores, pesquisadores e sociedade”, disse. 

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Para Cláudio Peixoto, superintendente da SEI, a conferência reforça o papel estratégico das estatísticas e geodados: 

“São ativos essenciais para decisões de governo, pois permitem compreender realidades sociais e territoriais com precisão”, pontuou. 

Novas iniciativas de cooperação 

Durante o evento, o governador autorizou a adesão do IBGE ao Convênio de Cooperação Técnica nº 82/2025, que prevê a implantação de uma unidade do Projeto CASA BRASIL IBGE no Posto SAC Comércio, em Salvador. O espaço será dedicado à memória institucional, disseminação de dados oficiais e educação estatística e cartográfica. 

Além disso, foi assinado um Acordo de Cooperação Técnica entre IBGE, SENAI CIMATEC e FIEB para fortalecer competências analíticas, ampliar o uso integrado de bases de dados e promover qualificação técnica em análises socioeconômicas, ambientais e territoriais. 

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Política

Conselheiro baiano é eleito presidente do IRB com unanimidade histórica

Inaldo Araújo assume comando do Instituto Rui Barbosa para o biênio 2026/2027 após receber votos dos 33 Tribunais de Contas do país

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do Estado da Bahia (TCE-BA), foi escolhido por unanimidade para presidir o Instituto Rui Barbosa (IRB) no biênio 2026/2027.

Em uma eleição inédita na história do controle externo brasileiro, Inaldo Araújo, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), foi escolhido por unanimidade para presidir o Instituto Rui Barbosa (IRB) no biênio 2026/2027. A homologação ocorreu nesta terça-feira (2), durante a Assembleia Geral do Instituto, realizada no IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (IV CITC), em Florianópolis (SC).

A escolha marca um feito histórico: é a primeira vez que um conselheiro baiano assume a presidência do IRB, entidade que leva o nome do jurista Ruy Barbosa, ícone nacional e cidadão baiano. Inaldo recebeu os votos dos 33 Tribunais de Contas brasileiros, algo nunca visto nos 52 anos da instituição.

“Considero esta eleição diferenciada, porque, pela primeira vez, todos os Tribunais de Contas votaram. Isso mostra que precisamos estar unidos, pois juntos podemos fazer muito mais”, afirmou Inaldo, emocionado. “Essa vitória também representa a aprovação de um projeto construído ao longo dos últimos 15 anos.”

O novo presidente fez questão de reconhecer o legado do atual dirigente, Edilberto Pontes, destacando sua contribuição para o fortalecimento institucional do IRB:

“Vossa excelência plantou sementes que durarão por mais 50 anos.”

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Inaldo também agradeceu à equipe técnica do Instituto e ao TCE do Ceará, pelo apoio na subsede e na cessão de especialistas. Em suas palavras finais, reforçou o compromisso de levar a Bahia ao centro do sistema de controle externo:

eleição“Da Bahia para o IRB, o meu coração emocionado vai estar sempre pulsante.”

A eleição unânime de Inaldo Araújo simboliza cooperação e continuidade no fortalecimento do controle externo brasileiro, em um momento estratégico para a governança e a melhoria das políticas públicas.

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