SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS

Social

Arretadas: cinco baianas que fazem história

Neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, o Bahia Pra Você faz uma homenagem às guerreiras que fazem história

Publicado

em

Elas têm um poder diferenciado: além de mulheres, são baianas, nordestinas, arretadas! E para enfrentar os obstáculos na sociedade é preciso

Elas têm um poder diferenciado: além de mulheres, são baianas, nordestinas, arretadas! E para enfrentar os obstáculos na sociedade é preciso muita coragem e muita ‘força na peruca’. Para elas, ainda é necessário reforçar as energias para mostrar que podem e devem. Todas as mulheres são incrivelmente fortes e insubstituíveis, e neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, o Bahia Pra Você faz uma homenagem a todas mulheres e em especial a essas guerreiras que fazem história.

Margareth Menezes
Elas têm um poder diferenciado: além de mulheres, são baianas, nordestinas, arretadas! E para enfrentar os obstáculos na sociedade é preciso

Foto: Divulgação

A rainha dos blocos de carnavais tem um espaço especial em nossa lista de mulheres ‘porretas’. Popularmente conhecida pelo seu single ‘Faraó’, a cantora, compositora e atriz, brilha desde 1962 quando veio ao mundo na cidade de Salvador. Dona de uma voz potente e marcante, Margareth já rodou o mundo levando seu talento e divulgando a Bahia, em turnês nacionais e internacionais. Margareth Menezes não pode deixar de estar registrada aqui, não é mesmo?

Amanda Nunes
Elas têm um poder diferenciado: além de mulheres, são baianas, nordestinas, arretadas! E para enfrentar os obstáculos na sociedade é preciso

Foto: Divulgação UFC

Pojucana, campeã peso galo e peso pena do UFC, gay, mãe, uma verdadeira ‘Leoa’ como é conhecida dentro e fora do octógono. Amanda é mais uma baiana arretada que alucinou seus fãs neste último sábado (6), ao manter o cinturão e garantir a 12ª vitória consecutiva. Criada pela mãe, junto com suas irmãs, na cidade de Pojuca (BA), há cerca de 90 km de Salvador, Amanda ganhou espaço no esporte e desde então carrega o título com talento e garra. A lutadora também se destaca por ser a primeira campeã homossexual, quebrando preconceitos e injustiça em sua jornada.

Alana Rocha
Elas têm um poder diferenciado: além de mulheres, são baianas, nordestinas, arretadas! E para enfrentar os obstáculos na sociedade é preciso

Foto: Instagram pessoal

Alana tem daquelas manias de deixar a gente crente de esperança e superação. A repórter, nascida em Riachão de Jacuípe, é a primeira mulher trans num programa policial de televisão em todo o Brasil e sempre mostra que pode. Já enfrentou preconceitos e repreensões no ambiente de trabalho, mas sempre com garra, ela não para, por isso, tem um lugar mais que reservado em nosso ranking de mulheres arretadas.

Manuela Dias

Foto: Leo Martins/Agência O Globo

Autora de obras renomadas como a novela “Amor de Mãe” e a série Justiça (2016), na qual ganhou indicação ao Emmy Internacional, a escritora soteropolitana, além de atriz, roteirista, dando enormes contribuições a novelas e seriados, como Cordel Encantado e Ligações Perigosas, ela ainda carrega o título de supermãe. Formada em jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba) e em cinema pela Escola de Santo Antônio de los Baños, em Cuba, onde foi aluna do grande escritor colombiano Gabriel García Márquez e carrega nas costas o peso de mulherão arretada.

Lívia Maria e Sant’Anna Vaz

Foto: Instagram pessoal

Pensa numa mulher retada? É a promotora Lívia Maria, que junto com o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), promoveu um trabalho contra o racismo e a intolerância religiosa. Lívia foi reconhecida como uma das 100 pessoas com descendência africana mais influentes do mundo, pelo Mais Influente Afrodescendente (Mipad). Não é para menos, não é verdade? Formada em Relações Públicas e em Direito, Lívia tem mestrado e é doutoranda. Atualmente a promotora é coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (GEDHDIS/MP-BA) e do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e da População LGBT (GEDEM/MP-BA). Tem que está nessa lista das arretadas, não é verdade?

 

Gostou? Compartilhe e comente qual a mulher mais arretada você conhece.

 

ANÚNCIO

Social

Aulas de boxe leva esporte e inclusão social a bairros de Salvador

As aulas acontecem há dois anos, às terças, quintas e sábados, na praça do final linha do Alto do Cabrito, às 18h

Publicado

em

disso é o projeto social 'Sonhar é Viver', coordenado pelo professor de boxe Ailton Viana que traz a juventude para perto do esporte,
Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Iniciativas de ‘responsabilidade social’ podem ser tomadas não só por empresas, mas também por cidadãos comuns e têm potencial de fazer grande diferença no ambiente em que elas acontecem. Um exemplo disso é o projeto social ‘Sonhar é Viver’, coordenado pelo professor de boxe Ailton Viana que traz a juventude para perto do esporte, afastando-os da criminalidade. Ele ministra aulas gratuitas para 40 jovens e crianças, na região do Subúrbio de Salvador, no bairro do Lobato. Professor Ito, como é conhecido na comunidade, conta que tudo começou com o sonho de apresentar, aos jovens da região, o esporte como uma oportunidade de crescimento e uma opção ao ócio negativo oferecido pelas ruas.

Sem recursos financeiros, mas contando com a parceria e o apoio dos moradores locais, Ito diz que nas aulas aplica a técnica do boxe baiano. Técnica que já fez muitos campeões nacionais e internacionais, a exemplo de Popó Freitas e de Hebert Conceição, que conquistou uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2021.

“Nós aqui na comunidade fazemos um trabalho voltado para a inclusão de crianças e jovens no mundo esportivo, com o desejo de ajudar na educação e desenvolvimento. Eu fui seis vezes campeão baiano, também fui campeão norte/nordeste na categoria amadora. É essa a expectativa que tenho na vida desses jovens, além de evitar que eles sejam abraçados pelo mundo da criminalidade”, explica.

As aulas acontecem há dois anos, às terças, quintas e sábados, na praça do final linha do Alto do Cabrito, às 18h. Os treinos aprimoram velocidade, equilíbrio e força. Isso somado à garra de melhorar e se tornar um atleta profissional garante bom desempenho aos praticantes, que já colhem resultados na parte física e na vida social.

ANÚNCIO

Para o aprendiz, Luisarque Mendes Filho, que faz parte do projeto, a prática esportiva foi uma oportunidade de aprender o boxe, condicionar o corpo e ainda botar a cabeça em um bom caminho. “Antes aqui na comunidade os meninos brigavam nas ruas por qualquer motivo, hoje ninguém briga mais. Luta aqui só em cima do ringue”, relata.

Conforme o Policial Militar, Ricardo Bruno Santos, um dos apoiadores do ‘Sonhar é Viver’, o objetivo de transformar vidas com bases no respeito à família e cuidado com a vida tem sido alcançado durante o processo. “Estamos fazendo a nossa parte e esperamos que mais jovens se interessem pelo esporte e venham participar”.

Base Comunitária

Em São Caetano, não muito longe do projeto de Ito, a Base Comunitária de Segurança (BCS) realiza um trabalho parecido. No local,  crianças e adolescentes assistidos praticam, de segunda a sábado, diversas modalidades de artes marciais como: karatê, aikidô, judô, além de boxe.

Para o comandante da BCS, Tenente Lessa, o número de participantes é expressivo, mesmo em período pós pandemia. A expectativa é que alunos da base continuem se destacando. “Aqui já revelamos campeões baianos, nacionais e um atleta que conquistou o sul-americano no Paraguai. Então podemos preparar novos campeões”, vislumbra o Tenente.

O projeto da BCS de São Caetano é uma realização da Polícia Militar que tem como objetivo impactar a vida comunitária de maneira benéfica e estreitar as relações com os moradores da região. “A nossa preocupação é captar jovens para que eles percebam que o esporte é uma porta, capaz de proporcionar novas oportunidades por caminhos mais saudáveis”, resume o professor de boxe da BCS, Angelito.

ANÚNCIO

Para a moradora do bairro, Adriana Matos, a atividade realizada na base ajudou a melhorar seu condicionamento físico e psicológico. “Há mais ou menos um ano e meio iniciei os treinos de boxe, por causa do sobrepeso, açúcar e pressão alta e, foi também uma das formas que eu encontrei para extravasar a rotina que a pandemia nos impôs”.

Atualmente, cerca de 140 participantes têm acesso às modalidades na BCS. Ainda estão disponíveis vagas para crianças, a partir de cinco anos, jovens e adultos interessados. Para participar é necessário apresentar uma cópia do documento de identidade e comprovante de residência. Em caso de menores de idade é necessário estar acompanhado dos pais ou responsáveis e apresentar comprovante de matrícula escolar e um atestado médico liberando a prática de atividade física.

Continue Lendo

Social

Brasil reduz subnotificação de nascimentos e mortes, indica IBGE

Os sub-registros e as subnotificações são os nascimentos e os óbitos que não são registrados no prazo legal previsto

Publicado

em

O Brasil reduziu as taxas de sub-registro e subnotificação de nascimentos e de mortes no país, segundo o Estudo de Captura e Recaptura: Estimativas desagregadas dos totais de nascidos vivos e óbitos 2016-2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (06)
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

O Brasil reduziu as taxas de sub-registro e subnotificação de nascimentos e de mortes no país, segundo o Estudo de Captura e Recaptura: Estimativas desagregadas dos totais de nascidos vivos e óbitos 2016-2019, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (06)

Os sub-registros e as subnotificações são os nascimentos e os óbitos que não são registrados no prazo legal previsto. Embora as certidões sejam gratuitas, as vulnerabilidades sociais e econômicas, os gastos com transporte, e as grandes distâncias entre as comunidades locais e os Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, normalmente presentes em áreas mais populosas, acabam dificultando o acesso de alguns segmentos populacionais a tais serviços.

O estudo, de caráter experimental, considerou os dados das Estatísticas do Registro Civil, do próprio IBGE, do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ambos do Ministério da Saúde. Esses dados são importantes para saber características de uma população e também para planejar e executar políticas públicas.

No que diz respeito aos nascidos vivos, em 2019, o IBGE apresentou um percentual de sub-registro abaixo de 2%, quando se considera a faixa etária de 24 a 45 anos da mãe na ocasião do parto, e o Ministério da Saúde, uma subnotificação inferior a 1%, considerando-se a faixa etária de 15 a 44 anos. Em 2016, o percentual de sub-registro era acima de 2% e a subnotificação acima de 1%, exceto para as mães com 35 anos, cuja taxa era 0,99%.

ANÚNCIO

Em relação aos óbitos, em 2019, o maior percentual de sub-registro por faixa etária estava presente nos primeiros 27 dias de vida, 12,78%, segundo dados do IBGE. Levando em consideração os dados do Ministério da Saúde, o maior percentual de subnotificação ocorreu no grupo de 1 a 4 anos de idade, com 2,02%. Esses percentuais eram, em 2016, respectivamente, 15,64% e 2,04%.

De acordo com o IBGE, foi possível observar uma evolução e melhora do indicador de sub-registro e subnotificação em todas as desagregações.

“Com o passar do tempo, o indicador vem apresentando tendência de queda, evidenciando o desenvolvimento e evolução das bases de dados, seja em relação à cobertura, seja no que diz respeito à qualidade das informações”, diz o tecnologista da gerência de Estatística e Tecnologia do IBGE, Luiz Fernando Costa.

ANÚNCIO
Continue Lendo

Social

Ação combate preconceito contra pessoas com Síndrome de Down

O Projeto Pegue Leve promoveu a conscientização sobre o assunto neste sábado (12), no Parque Costa Azul

Publicado

em

Para combater o preconceito contra pessoas com Síndrome de Down e promover a conscientização sobre o assunto, foi realizada, na manhã deste sábado

Para combater o preconceito contra pessoas com Síndrome de Down e promover a conscientização sobre o assunto, foi realizada, na manhã deste sábado (12), mais uma ação do projeto Pegue Leve, com o apoio do Governo do Estado. Com cerca de 500 pessoas, o evento contou com a participação de crianças e adultos em aulas de dança, capoeira e boxe, além de diversas palestras que debateram, entre outros assuntos, a importância da visibilidade social das pessoas com Síndrome de Down.

Participaram das palestras a assistente social Lívia Borges, coordenadora SerDown Bahia e diretora Nordeste da FBASD; o estudante de educação física Álvaro Borges Neto, que nasceu com a síndrome e é faixa roxa em jiu-jitsu, praticante de boxe há dez anos, diretor de relações públicas da SerDown e autodefensor pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down; e a médica geneticista Tatiana Amorim, professora de medicina da Uneb, coordenadora do Núcleo de Pesquisa Científica e coordenadora do Serviço de Referência em Doenças Raras da APAE Salvador.

O evento também teve a participação do DJ Telefunksoul nos intervalos das palestras, animando os convidados. Em suas apresentações, a médica e a assistente social destacaram que a atividade esportiva é qualidade de vida e deveria ser obrigatória para todos. Tatiana Amorim ressaltou que quem tem Down não deve ser chamado de portador, porque não é uma doença e sim uma condição de vida. O evento contou, ainda, com roda de capoeira do mestre Valmir, e aulas de dança e de boxe, esta última ministrada pelo professor Jailson Santos.

Conscientização

21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida porque a síndrome é uma alteração genética no cromossomo “21”, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a síndrome, aparece com “3” exemplares (trissomia). Em Salvador, um evento chamará atenção ao dia. Oficialmente estabelecido em 2006, o dia 21 de março tem a finalidade de dar visibilidade ao tema, reduzindo a origem do preconceito, que é a falta de informação correta.

ANÚNCIO

Descoberta em 1862 pelo médico britânico John Langdon Down, a Síndrome de Down não é uma doença e não impede que o indivíduo tenha uma vida social normal. Por um decreto de lei nacional, a criança com Síndrome de Down deve ser matriculada em escola regular. O Pegue Leve chamou atenção especialmente das pessoas pouco informadas sobre as capacidades das pessoas com a síndrome.

No Brasil, existem aproximadamente 300 mil pessoas com Síndrome de Down, segundo dados do IBGE. A inclusão dessas pessoas na vida escolar e profissional aumenta sua possibilidade de desenvolvimento, além de reforçar para sociedade a necessidade de respeito às diferenças, quaisquer que sejam.

O Projeto Pegue Leve é uma iniciativa da Mais Ações Integradas e tem o objetivo de elevar temas como as campanhas da OMS (Organização Mundial da Saúde) para a sociedade como um todo, levando informação, conscientização e principalmente prevenção.

ANÚNCIO
Continue Lendo

Mais Lidas