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Esporte

Djokovic culpa agente por ‘erro’ em formulário de entrada

O tenista admitiu que houve um erro ao declarar que não viajou nas duas semanas anteriores ao seu voo para a Austrália

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Novak Djokovic culpou seu agente por um "erro administrativo" ao declarar que não viajou nas duas semanas anteriores ao seu voo para a Austrália

Novak Djokovic culpou seu agente por um “erro administrativo” ao declarar que não viajou nas duas semanas anteriores ao seu voo para a Austrália e reconheceu um “erro de julgamento” ao não se isolar depois de testar positivo para Covid.

O número 1 do mundo divulgou um comunicado nesta quarta-feira (12) em uma tentativa de abordar o que chamou de “desinformação contínua” sobre suas atividades em dezembro, antes de vir para o país em uma tentativa de manter sua coroa no Aberto da Austrália.

Mas a declaração de Djokovic, postada no Instagram, não abordou os relatórios do Der Spiegel alegando aparentes anomalias com o resultado do teste PCR de 16 de dezembro. A imprensa local levantou questões sobre o diagnóstico positivo de Covid que constitui a base de sua isenção de viajar para a Austrália.

A declaração desta quarta afirma que ele não foi notificado de seu resultado positivo até 17 de dezembro, apesar da declaração de Djokovic ao tribunal federal de que ele foi “testado e diagnosticado” em 16 de dezembro.

O ministro da Imigração da Austrália, Alex Hawke, confirmou que ainda está considerando re-cancelar o visto de Djokovic, citando “longas submissões e documentação de apoio” dos advogados do jogador como a causa do atraso.

Djokovic teve seu visto restaurado pelo tribunal federal na segunda-feira (10), mas sua capacidade de permanecer na Austrália foi posta em dúvida pela revisão ministerial.

Na terça-feira, foi revelado que a Força de Fronteira Australiana estava investigando sua declaração pré-voo depois que surgiram imagens sugerindo que ele estava em Belgrado menos de duas semanas antes de seu voo da Espanha para a Austrália em 4 de janeiro.

Esporte

Isaquias Queiroz é campeão pan-americano de canoagem

Isaquias venceu o torneio continental na prova do C1 1000m e disputará, nesta sexta-feira (12), o C1 500m

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Isaquias Queiroz conquistou nesta quinta-feira (11) a medalha de ouro no Campeonato Pan-Americano de canoagem, em Halifax, Canadá, no mesmo local em que, no último fim de semana, o baiano levou duas medalhas, um ouro e uma prata no Campeonato Mundial.
Foto: Divulgação/Confederação Brasileira de Canoagem

Isaquias Queiroz conquistou nesta quinta-feira (11) a medalha de ouro no Campeonato Pan-Americano de canoagem, em Halifax, Canadá, no mesmo local em que, no último fim de semana, o baiano levou duas medalhas, um ouro e uma prata no Campeonato Mundial.

Isaquias venceu o torneio continental na prova do C1 1000m e disputará, nesta sexta-feira (12), o C1 500m.

“Não estava tão preparado quanto para o Mundial, mas eu não competia um Pan-Americano desde 2014, então ganhar mais um título para o currículo é importante. Agora é curtir o campeonato, o Mundial estava mais tenso, aqui é mais para curtir mesmo”, disse Isaquias, que deixou o cubano Serguey Torres com a prata e o canadense Connor Fitzpatrick com o bronze.

O Campeonato Pan-Americano de canoagem é disputado todo ano e, nesta temporada, é qualificatorio para os Jogos Pan-Americanos, evento que reúne mais de 40 modalidades e acontecerá no ano que vem, em Santiago, no qual Isaquias é atual bicampeão no C1 1000m. Existe uma diferença entre o Pan-Americano, evento só da canoagem e que Isaquias não remava desde 2014, e Jogos Pan-Americanos, mais conhecido do público brasileiro, que reúne diversas modalidades de quatro em quatro anos.

Ainda no Pan, a dupla formada por Erlon Souza e Filipe Vieira ficaram com o título no C2 500m, prova na qual eles foram décimo colocado no Mundial na semana passada.

Na paracanoagem, o Brasil manteve a tradição de ganhar medalhas. Dias depois de fazer uma dobradinha no Campeonato Mundial, com ouro e prata, Igor Tofalini e Fernando Rufino repetiram a dose no Pan na categoria VL2M200m. No KL1 200m, Luís Carlos Cardoso, prata no Mundial na semana passada, foi campeão do Pan.

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Esporte

Após anúncio de aposentadoria, Serena é reverenciada

A ex-número 1 do mundo, Billie Jean King, prestou homenagens descreveu Serena como a “maior jogadora”

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Billie Jean King, a tenista ex-número 1 do mundo, prestou homenagens a Serena Williams, descrevendo-a como a “maior jogadora”

Billie Jean King, a tenista ex-número 1 do mundo, prestou homenagens a Serena Williams, descrevendo-a como a “maior jogadora” do esporte após o anúncio da 23 vezes campeã de Grand Slams de que está se aposentando.

Em uma coluna para a Vogue, Williams, de 40 anos, descreveu sua intenção de encerrar sua carreira de jogadora como uma “evolução” longe do tênis e indicou que poderia se afastar após o próximo US Open.

“Quando Serena se afastar do tênis, ela sairá como a maior jogadora do esporte”, disse King, vencedora de 12 títulos de Grand Slam de simples, incluindo seis em Wimbledon. “Depois de uma carreira que inspirou uma nova geração de jogadores e fãs, ela será para sempre conhecida como uma campeã que venceu em quadra e elevou o perfil global do esporte a partir disso.”

Falando ao USA Today, o ex-número 1 do mundo, John McEnroe, disse sobre Williams: “Ela deve fazer o que quiser. Ela é um ícone. Seu lugar na sociedade americana foi para um lugar onde ela merece depois de tudo o que realizou, tudo o que fez.

“Não sei a resposta se ela quer jogar de novo, não acho que ela precise jogar de novo. Ela está nesse nível onde Michael Jordan, LeBron James e Tom Brady estão. Ela é como uma das maiores atletas de todos os tempos na história de qualquer esporte – homem ou mulher. Parece ser um ótimo lugar em sua vida. Ela agregou muito.

“Qualquer um que viu o filme [King Richard] percebe de onde eles vieram e onde ela está agora é inacreditável, então ela pode passar o resto de sua vida pensando ‘nada mal, hein?’”

Enquanto isso, Coco Gauff, a atual número 11 do mundo, saudou Williams como a razão pela qual assumiu o esporte em primeiro lugar. “Eu cresci assistindo-a. Essa é a razão pela qual eu jogo tênis”, disse Gauff após sua vitória na primeira rodada no Aberto do Canadá em Toronto na terça-feira (9). “O tênis sendo um esporte predominantemente branco, definitivamente ajudou muito. Porque eu vi alguém parecida comigo dominando o jogo. Isso me fez acreditar que eu poderia dominar também.”

Prestando sua própria homenagem a Williams, Emma Raducanu, campeã do US Open, disse: “Ela definitivamente mudou o jogo. Não houve realmente alguém que tenha dominado como ela no jogo feminino. Então eu acho que ela mudou muito o jogo a esse respeito.”

Pam Shriver, a ex-número 3 do mundo, acrescentou: “Ela, Serena, impactou o tênis dentro e fora da quadra. Ela tirou o tênis das páginas de esportes e entrou na cultura pop. Ela conecta pessoas de todas as gerações, diversidade de origens. Ela se tornou uma grande porta-voz, uma filantropa e amadureceu diante de nossos olhos”.

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Esporte

Isaquias fatura mais um ouro no Mundial de Canoagem

Esta é a 13ª medalha de Isaquias em Mundiais, a sétima de ouro, o quarto na prova C1 500m

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É mais um ouro pra Bahia, mais um ouro pro Brasil. Isaquias Queiroz conquistou o título do C1 500m no Campeonato
Foto: Reprodução

É mais um ouro pra Bahia, mais um ouro pro Brasil. Isaquias Queiroz conquistou o título do C1 500m no Campeonato Mundial de canoagem velocidade, em Halifax, no Canadá, neste sábado (6). Em uma prova dominante, o brasileiro ganhou com mais de dois segundos de vantagem para o segundo colocado, o romeno Catalin Chirila. Esta é a 13ª medalha de Isaquias em Mundiais, a sétima de ouro, o quarto nesta prova.

Justamente no final de semana que completa um ano de seu ouro olímpico em Tóquio-2020, Isaquias Queiroz sagra-se campeão mundial. E sua conquista não poderia ter sido melhor. O polonês Aleksander Kitewski até saiu na frente, mas Isaquias tomou a dianteira ainda nos primeiros 50 metros, para não sair mais. Chirila encostou no brasileiro nos 250 metros, mas Isaquias disparou na metade final da prova para vencer com folga.

Ele sagra-se tetracampeão mundial no C1 500m, depois de ter faturado o título na prova em 2013, em 2014 e em 2018. Seus outros títulos mundiais são no C2 1000m (2015) e no C1 1000m (2019) – prova em que é também o atual campeão olímpico e que disputará a final em Halifax neste domingo (7).

Além das medalhas em Mundiais, Isaquias Queiroz possui quatro pódios olímpicos. Ele foi prata no C2 1000m, ao lado de Erlon Souza, e no C1 1000m e bronze no C1 200m na Rio-2016, e ouro no C1 1000m em Tóquio-2020. As provas que estão no programa olímpico de Paris-2024 são o C1 1000m e o C2 500m (Isaquias não disputou esta prova no Mundial de Halifax).

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