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Cultura

Bom Jesus da Lapa celebra a tradicional Festa de São Pedro

A programação reuniu diferentes estilos musicais e atraiu uma multidão à Praça do Cruzeiro 

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Às margens do Velho Chico e com um santuário cravado numa gruta centenária, o município de Bom Jesus da Lapa não é chamado de
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

Às margens do Velho Chico e com um santuário cravado numa gruta centenária, o município de Bom Jesus da Lapa não é chamado de “Capital Baiana da Fé” à toa. Com aproximadamente 70 mil habitantes e cerca de 2 milhões de visitantes por ano, a cidade é destino certo de quem busca renovar a fé e aproveitar os festejos juninos. Nesta segunda-feira (30), a cidade recebeu a visita do governador Jerônimo Rodrigues, na tradicional Festa de São Pedro, na Praça do Cruzeiro. Antes dos festejos, Jerônimo entregou equipamentos e participou da missa em homenagem ao fundador do santuário, Pe. Francisco da Soledade no Santuário Bom Jesus da Lapa. 

Durante sua participação, Jerônimo destacou a importância do apoio do Governo do Estado por meio da Secretaria de Turismo (Setur) na realização da festa e o fortalecimento do turismo. “Tivemos agora, por exemplo, o Pedrão em Eunápolis, o Itapedro em Itabuna, eventos em Ipiaú e, hoje, estamos aqui em Bom Jesus da Lapa, com muita alegria. As pessoas costumam associar a cidade apenas à Romaria, que é um marco, mas Bom Jesus da Lapa é muito mais do que isso. O Estado está aqui para garantir que elas continuem fortes, movimentando a economia e reforçando a cultura popular do nosso estado”, disse o governador. 

A programação da noite do “São Pedro na Lapa” reuniu diferentes estilos musicais e atraiu uma multidão à Praça do Cruzeiro. Entre os destaques, o cantor Wesley Safadão agitou o público com seus principais sucessos, enquanto a dupla Hugo e Guilherme trouxe romantismo ao palco com o repertório de sertanejo universitário.  

“Bom Jesus da Lapa já é uma referência nacional no turismo religioso católico, por conta de ser um dos maiores destinos do país de Romaria. Mas agora, com as ações desenvolvidas pela Prefeitura e o Governo do Estado, nós também tornamos a cidade uma referência nos festejos culturais, reverenciando São Pedro. É na Bahia que nós temos os maiores festejos juninos”, pontuou o secretário de Turismo, Mauricio Bacelar. 

A Festa de São Pedro é uma das muitas celebrações que colocam Bom Jesus da Lapa no mapa do turismo baiano o ano inteiro. “Muito feliz de ter aqui o governador Jerônimo, o governador que tem compromisso com os baianos, com as baianas e em duas pautas importantes. Primeiro visitando o Santuário de Bom Jesus da Lapa que é símbolo de fé e devoção em todo o estado da Bahia. Recebemos muitos turistas e a vinda do governador, do secretário de turismo aqui, reforça essa nossa liderança no setor turístico que gera emprego e renda para a nossa cidade”, falou o prefeito da cidade, Eures Ribeiro. 

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“Estava bem ansiosa para ver Safadão. Festa bastante organizada, atrações maravilhosas e o prefeito de parabéns. Sem falar no nosso governador que esteve aqui e ficamos felizes”, acrescentou a moradora de Bom Jesus da Lapa, Mariana Dias. 

Entretenimento

Parque Miraculous é opção de lazer para as férias escolares 

Espaço inspirado na animação oferece atividades lúdicas para crianças de 2 a 14 anos até 28 de fevereiro

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Durante o período de férias, o Shopping Piedade recebe o Parque Miraculous, atração infantil inspirada no universo da animação Miraculous,
Foto: Divulgação

Durante o período de férias, o Shopping Piedade recebe o Parque Miraculous, atração infantil inspirada no universo da animação Miraculous, que segue em funcionamento até o dia 28 de fevereiro de 2026. O espaço é voltado para crianças e famílias que buscam opções de lazer durante o recesso. 

O Parque Miraculous funciona de segunda a sábado, das 9h às 20h, e é indicado para crianças de 2 a 14 anos. Entre as atrações disponíveis estão brinquedão, piscina de bolinhas, escorregador e jogo da memória, proporcionando atividades lúdicas e interativas ao público infantil. 

O ingresso custa R$ 40,00, com tempo mínimo de permanência de 25 minutos. O tempo excedente é cobrado à parte, no valor de R$ 1,00 por minuto adicional. O controle do tempo de permanência no espaço é de responsabilidade do cliente. 

Os ingressos são individuais e devem ser adquiridos diretamente na bilheteria do parque. São aceitas as formas de pagamento em dinheiro, cartões de débito e crédito, além de Pix. 

Por questões de segurança, crianças de 2 a 5 anos e pessoas com deficiência (PNE) devem estar acompanhadas por um responsável maior de 18 anos. 

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A atração integra a programação especial do Shopping Piedade para o período de férias, ampliando as opções de entretenimento infantil e oferecendo uma alternativa de lazer para toda a família. 

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Cultura

Cachoeira e Aného podem se tornar cidades-irmãs em projeto que fortalece laços afro-diaspóricos

Proposta apresentada à prefeita Eliana Gonzaga prevê intercâmbio cultural, educacional e comercial entre Bahia e Togo

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ideia de um intercâmbio entre Aného, antiga capital togolesa, e Cachoeira, uma das principais portas do Recôncavo Baiano.
Foto: Divulgação

Integrantes do Fórum de Entidades Negras da Bahia (FENEBA) participaram, em dezembro, da 9ª Conferência Pan-africana, no Togo, e voltaram com a ideia de um intercâmbio entre Aného, antiga capital togolesa, e Cachoeira, uma das principais portas do Recôncavo Baiano. A proposta evoluiu para um projeto de cidades-irmãs, apresentado nesta quinta-feira (8) à prefeita Eliana Gonzaga, em reunião com secretários municipais e lideranças do movimento negro, como Raimundo Bujão (Feneba), Antônio Carlos Vovô (Ilê Aiyê), Gutierres Barbosa (PT), Samuel Azevedo (África900) e Ivan Alex (assessor do governador Jerônimo Rodrigues).

Segundo Samuel Azevedo, assessor de relações internacionais do Feneba, a ideia surgiu em Lomé, durante conversa com o prefeito de Aného, Alexis Coffi Aquereburu. “Eles fizeram a proposta, mas evoluímos para o projeto de irmanamento, porque promove desenvolvimento mútuo, acordos em educação, cultura, ciência, artes e comércio, além de facilitar transações como emissão de vistos”, explicou.

A prefeita Eliana Gonzaga demonstrou receptividade e estabeleceu prazo até o fim do mês para que o setor jurídico providencie a documentação necessária. “Esse é um trabalho que pode ser o começo de um novo conceito de relações entre os dois países e as duas cidades”, avaliou Azevedo.

Situada no Golfo da Guiné, Aného tem cerca de 30 mil habitantes e sobrevive da agricultura e pesca artesanal. Para Raimundo Bujão, presidente do Feneba, o projeto marca “o início de uma nova era”, justamente no ano em que a entidade celebra 25 anos de fundação.

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Cultura

Itaparica celebra 203 anos da Independência da Bahia com ritos e tradições

Evento reafirma protagonismo popular na luta contra forças portuguesas e mantém viva a memória histórica do estado

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A Ilha de Itaparica voltou a ocupar o centro da história baiana nesta quarta-feira (7), ao dar início às celebrações pelos 203 anos
Foto: Joá Souza/GOVBA

A Ilha de Itaparica voltou a ocupar o centro da história baiana nesta quarta-feira (7), ao dar início às celebrações pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia. Ruas, praças e espaços sagrados foram tomados por ritos, manifestações culturais e encenações que reafirmam a importância do território itaparicano na luta que garantiu a expulsão das forças portuguesas da Baía de Todos-os-Santos.

O governador Jerônimo Rodrigues destacou o caráter pedagógico e simbólico da celebração. “Itaparica ensina que a Independência não foi um gesto isolado, mas o resultado da mobilização popular, da coragem e da ancestralidade. Celebrar aqui é reafirmar que a história da Bahia foi escrita pelo povo”, afirmou.

A programação começou com a recepção das autoridades pelo prefeito Zezinho, seguida pelo ato simbólico de entrega da imagem do Caboclo aos Guaranis, após permanecer um ano na prefeitura. Carregado pelo cacique Emanuel Pita, o Caboclo iniciou o cortejo até a Fonte da Bica e, depois, seguiu em carro aberto até a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, onde foi realizada a cerimônia do Te Deum. Em seguida, o cortejo percorreu ruas do Centro Histórico até o Campo Formoso, encerrando na aldeia Guarani com o espetáculo cultural “Auto da Roubada da Rainha”.

Para quem acompanhou, a experiência foi marcante. A arquiteta pernambucana Luiza Moraes, visitante na ilha, se emocionou: “É uma história que não fica distante. A gente caminha junto, escuta, participa. Dá para sentir que essa Independência ainda pulsa”, relatou.

Segundo o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, a força da celebração está na permanência da tradição aliada à participação popular. “A Independência da Bahia se mantém viva porque é celebrada nos territórios onde ela aconteceu. Em Itaparica, cultura não é espetáculo: é pertencimento, memória e transmissão entre gerações”, avaliou.

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As atividades seguem até sábado (11), com uma programação que reafirma Itaparica como território de memória viva, onde passado e presente se encontram para celebrar identidade, resistência e cultura do povo baiano.

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