Eleições 2026
Band Bahia transmite debate ao Governo da Bahia neste domingo (9)
Cobertura especial terá pré e pós-debate, além de transmissão para mais de 300 municípios
A Band Bahia promove neste domingo (9) um dos momentos mais relevantes do calendário eleitoral de 2026: o tradicional debate entre os candidatos ao Governo da Bahia. Neste ano, além da transmissão pela TV Band Bahia e pelo canal oficial da emissora no YouTube, o encontro será veiculado em cadeia de rádios com cobertura em mais de 300 municípios baianos, alcançando potencialmente mais de 12 milhões de pessoas.
O debate terá início às 20h e será mediado pela jornalista Carolina Rosa. Participam do encontro os candidatos ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT) e Ronaldo Mansur (PSOL), que apresentarão propostas e discutirão temas considerados prioritários para o futuro do estado.
A participação dos candidatos segue os critérios estabelecidos pela legislação eleitoral para debates realizados por emissoras de rádio e televisão, que assegura presença aos representantes de partidos ou federações com, no mínimo, cinco parlamentares no Congresso Nacional. Os demais concorrentes ao cargo também terão espaço na programação da emissora por meio de sabatinas que serão realizadas posteriormente.
A cobertura especial da Band Bahia terá início às 17h, com um pré-debate apresentado pelos jornalistas Maria Lorena Alves, Victor Pinto e Luís Filipe Veloso. A programação acompanhará a movimentação nos estúdios, a chegada dos candidatos e suas equipes, além dos bastidores da preparação para o confronto e análises sobre o cenário político baiano.
Entre os destaques da transmissão está a Sala Digital, projeto desenvolvido em parceria entre o Grupo Bandeirantes e o Google. A ferramenta permitirá acompanhar, em tempo real, os assuntos mais pesquisados pelos baianos relacionados ao debate, aos candidatos e às propostas apresentadas ao longo do programa. A iniciativa busca oferecer uma leitura instantânea dos temas que despertam maior interesse da população e contribuir para o aprofundamento da cobertura jornalística.
Após o encerramento do debate, a programação especial continuará com uma análise dos principais momentos do encontro. Victor Pinto e Luís Filipe Veloso conduzirão o pós-debate, destacando o desempenho dos candidatos, os temas que dominaram as discussões e a repercussão do evento nas plataformas digitais, com o suporte dos dados coletados pela Sala Digital.
Reconhecido como um dos eventos mais tradicionais das disputas eleitorais brasileiras, o debate da Band Bahia, sob direção de Zuleica Andrade, oferece aos eleitores a oportunidade de comparar propostas e posicionamentos em um ambiente de confronto direto de ideias, fortalecendo o processo democrático e contribuindo para uma decisão mais consciente nas urnas.
Onde assistir
A transmissão ao vivo estará disponível no canal oficial da Band Bahia no YouTube: Band Bahia Oficial – Transmissões ao Vivo
Serviço
Debate Band Bahia – Eleições 2026
- Data: Domingo, 9 de agosto
- 17h – Pré-debate exclusivo no YouTube Oficial da Band Bahia, com Maria Lorena Alves e Luís Filipe Veloso
- 18h – Pré-debate no rádio e no YouTube Oficial da Band Bahia, com Victor Pinto e Luís Filipe Veloso
- 19h45 – Pré-debate na TV, no rádio e no YouTube Oficial da Band Bahia, com Victor Pinto e Luís Filipe Veloso
- 20h – Debate entre os candidatos ao Governo da Bahia, mediado por Carolina Rosa
- Após o confronto – Pós-debate com análises, bastidores e repercussão da Sala Digital.
Eleições 2026
Documentos contestam associação de helicóptero de campanha a empresário
Jerônimo Rodrigues afirma que a aeronave foi fretada por R$ 207,5 mil junto à RG8 Táxi Aéreo e que a despesa foi declarada à Justiça Eleitoral
A utilização de um helicóptero durante a campanha do governador Jerônimo Rodrigues voltou ao centro do debate após questionamentos sobre a abordagem adotada por uma reportagem da Folha de S.Paulo. Segundo documentos da contratação, a aeronave foi fretada da empresa RG8 Táxi Aéreo pelo valor de R$ 207,5 mil, despesa que foi declarada à Justiça Eleitoral.
De acordo com as informações apresentadas, a documentação referente ao contrato teria sido encaminhada à repórter responsável antes da publicação da matéria. Os registros apontariam que a RG8 era a proprietária da aeronave e que houve pagamento pelo serviço de fretamento.
Ainda assim, críticos da reportagem argumentam que o título publicado induz o leitor a associar o uso do helicóptero a um empresário, sem que haja comprovação, na própria reportagem, de que ele tenha cedido, custeado ou disponibilizado a aeronave para a campanha. O empresário citado também negou participação na contratação.
As críticas destacam que os elementos apresentados na apuração indicariam uma relação comercial formal entre a campanha e a empresa proprietária da aeronave. Para os questionadores, a forma como o tema foi apresentado no título contrasta com os dados expostos ao longo do texto.
O episódio reacende o debate sobre a responsabilidade editorial em períodos eleitorais, quando informações relacionadas a campanhas e agentes públicos costumam ter elevado impacto político. Especialistas em comunicação defendem que a precisão entre manchete e conteúdo é um dos princípios fundamentais da atividade jornalística, especialmente em temas de interesse público.
Para os críticos da publicação, quando o título não reflete de forma fiel as informações efetivamente comprovadas na reportagem, pode haver prejuízo à compreensão dos fatos pelo leitor e ao acesso da sociedade a informações contextualizadas e precisas.
Eleições 2026
Voto nas eleições valerá como Prova de Vida para beneficiários do INSS
Dados da Justiça Eleitoral serão utilizados automaticamente pelo INSS, dispensando a verificação anual para quem comparecer às urnas
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem às urnas nas eleições de outubro não precisarão realizar a Prova de Vida em 2026.
De acordo com o Ministério da Previdência Social, a comprovação ocorrerá de forma automática por meio do cruzamento de dados da Justiça Eleitoral com a base de informações do INSS.
A Prova de Vida é um procedimento anual que tem como objetivo confirmar que o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo, garantindo a continuidade dos pagamentos.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, destacou que a medida busca facilitar a vida dos beneficiários.
“A Prova de Vida pode ser realizada por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, sua Prova de Vida já estará feita. O INSS recebe essas informações e as computa automaticamente”, explicou.
Segundo o ministério, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentados, pensionistas e pessoas que recebem benefícios assistenciais.
Desde 2019, o comparecimento presencial deixou de ser a principal forma de comprovação, como parte das medidas para reduzir filas e custos. Desde então, o INSS passou a buscar, de forma proativa, informações em bases governamentais para confirmar a condição de vida dos beneficiários.
Fonte: Agência Brasil
Eleições 2026
PF aponta ACM Neto como elo central em investigação da Operação Overclean, dizem CNN e Folha
Investigação apura supostas fraudes em contratos da área de educação em Belo Horizonte; Polícia Federal chegou a pedir busca e apreensão contra o ex-prefeito de Salvador, mas medida foi negada pelo ministro Nunes Marques
O ex-prefeito de Salvador e candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), é apontado pela Polícia Federal como peça central em uma das frentes investigadas pela Operação Overclean, segundo reportagem da CNN Brasil. A apuração envolve contratos da área de educação da Prefeitura de Belo Horizonte que somam cerca de R$ 80 milhões.
De acordo com a emissora, a suspeita dos investigadores é de que ACM Neto tenha atuado na indicação de Bruno Barral, ex-secretário municipal de Educação de Salvador, para assumir o comando da mesma pasta na capital mineira. A partir dessa nomeação, empresários ligados ao grupo investigado teriam sido favorecidos em processos licitatórios.
Segundo a investigação, durante a gestão de Barral em Belo Horizonte, foram firmados três contratos com empresas ligadas ao empresário Alex Parente, apontado como integrante do esquema investigado. As negociações teriam ocorrido por intermédio do empresário José Marcos de Moura, conhecido nacionalmente como “Rei do Lixo”. Outros contratos também estão sob análise da Polícia Federal.
A reportagem da Folha de S.Paulo acrescenta que a PF identificou mais de 200 contatos telefônicos entre ACM Neto e José Marcos de Moura entre agosto e dezembro de 2024. Conforme a investigação, houve comunicação entre os dois inclusive em uma data na qual integrantes do grupo empresarial teriam transportado malas contendo aproximadamente R$ 5 milhões em Salvador.
Ainda segundo os veículos, a Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para realizar busca e apreensão contra ACM Neto no âmbito das investigações. O pedido recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas foi negado pelo ministro Nunes Marques, relator do caso no STF.
Reportagem publicada pelo Estadão e reproduzida pelo portal UOL informa que o pedido foi formulado em janeiro deste ano e que a autorização para a nova fase da operação ocorreu apenas semanas depois. Já a Folha destacou que o posicionamento da PGR foi apresentado em fevereiro, antes do período eleitoral.
De acordo com informações divulgadas pelo portal Brasil 247, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumentou que as buscas seriam importantes para aprofundar as investigações, identificar eventuais outros envolvidos e delimitar a participação dos investigados nos fatos apurados.
A CNN Brasil informou ainda que a decisão de Nunes Marques segue sob sigilo e que o gabinete do ministro foi procurado pela emissora, mas não havia se manifestado até a última atualização da reportagem.
Deflagrada na quinta-feira (17), a 10ª fase da Operação Overclean cumpriu 24 mandados judiciais em seis estados brasileiros, incluindo Bahia e Minas Gerais. Entre os alvos estavam Bruno Barral, José Marcos de Moura e Alex Parente.
A investigação apura suspeitas de fraude em licitações, direcionamento de contratos públicos, organização criminosa e lavagem de dinheiro relacionadas a contratações de serviços e fornecimento de material didático realizadas nos anos de 2024 e 2025.
Até o momento, não há condenação judicial dos investigados, e as apurações permanecem em andamento nos órgãos competentes.
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