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Yanomamis que estavam desaparecidos são encontrados

Os indígenas, que residiam na comunidade de Aracaçá, se mudaram para outros locais da terra indígena

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Os indígenas Yanomamis, que estavam desaparecidos há mais de uma semana após confronto com garimpeiros, foram encontrados, segundo o líder indígena Júnior Hekurari, em depoimento à Polícia Federal. Segundo ele, o grupo foi localizado em uma área de floresta.
Foto: Adriano Machado/REUTERS

Os indígenas Yanomamis, que estavam desaparecidos há mais de uma semana após confronto com garimpeiros, foram encontrados, segundo o líder indígena Júnior Hekurari, em depoimento à Polícia Federal. Segundo ele, o grupo foi localizado em uma área de floresta.

Os indígenas, que residiam na comunidade de Aracaçá, se mudaram para outros locais da terra indígena, dentro da comunidade Palimiú. A informação foi dada inicialmente pela Folha de S. Paulo.

O sumiço na terra Yanomami em Roraima foi denunciado pelo conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami Ye’kwana (Condisi-YY). A Hutukara Associação Yanomami reiterou nesta sexta-feira (6) que a comunidade de Aracaçá vive um cenário de violência sexual em série, iniciado em 2017.

O pronunciamento ocorreu após a Polícia Federal reforçar em coletiva realizada hoje que não encontrou indícios de crimes relatados contra os Yanomami, entre eles o de que uma menina teria sido estuprada e morta por garimpeiros, além de uma criança que teria sido jogada em um rio da região.

A PF informou que, em incursão no território indígena, os agentes cavaram nas proximidades da aldeia na busca por restos mortais, mas nada foi encontrado. A suspeita da corporação é que o deslocamento de indígenas para a comunidade de Palimiú se deve supostamente à morte de algum familiar por causas naturais, e não por homicídio.

O aumento da exploração da Terra Indígena Yanomami pelo garimpo ilegal tem criado um cenário de terror e medo nas mais de 350 comunidades existentes no território, que sofrem com fome, exaustão, doenças e violência, incluindo abuso sexual de mulheres e crianças em troca de comida. Em apenas um ano, a destruição provocada pelos invasores cresceu 46% em relação a 2020, um incremento de 1.038 hectares, atingindo um total acumulado de mais de 3 mil campos de futebol devastados, a maior taxa anual desde a demarcação da área, em 1992.

Em abril, lideranças Yanomamis denunciaram o assassinato de uma menina indígena de 12 anos que teria sido estuprada antes de morrer. Os indígenas também relataram que uma criança de 3 anos foi jogada no rio e estava desaparecida. O caso ocorreu após suposto ataque e tentativa de sequestro de indígenas por garimpeiros.

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Terremoto mata mais de 1 mil pessoas no Afeganistão

O terremoto aconteceu no início da madrugada, por volta de 1h30, a 44 km da cidade de Khost, perto da fronteira com o Paquistão

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Um terremoto de magnitude 5,9 matou mais de 1.000 pessoas e outras 1.500 pessoas ficaram feridas no leste do Afeganistão nesta quarta-feira (22), segundo autoridades locais. As informações são do G1.
Foto: Bakhtar News Agency via Reuters

Um terremoto de magnitude 5,9 matou mais de 1.000 pessoas e outras 1.500 pessoas ficaram feridas no leste do Afeganistão nesta quarta-feira (22), segundo autoridades locais. As informações são do G1.

O terremoto aconteceu no início da madrugada, por volta de 1h30, a 44 km da cidade de Khost, perto da fronteira com o Paquistão, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O tremor ocorreu a 10 km de profundidade, às 1h30, em uma área de difícil acesso perto da fronteira com o Paquistão, e foi sentido na capital Cabul e nos vizinhos Índia e Paquistão.

O USGS, que monitora tremores em todo o mundo em tempo real, registrou magnitude 5,9. Já o Departamento Meteorológico do vizinho Paquistão afirmou que o tremor atingiu magnitude 6,1. Em ambos os casos, a magnitude não é considerada muito alta, e o que explica o grande número de mortos é a região onde o tremor ocorreu, uma área extremamente montanhosa e com muitas aldeias em condições precárias.

Também por isso, houve um salto no número de mortos entre o primeiro balanço, quando se falava de 280 mortos, e no segundo, quando as autoridades já registravam 920 vítimas fatais.

“O número de mortos provavelmente aumentará, pois algumas das aldeias estão em áreas remotas nas montanhas e levará algum tempo para coletar detalhes”, disse um porta-voz do Ministério do Interior.

O governo do Afeganistão já fala em risco de desastre humanitário. O desastre ocorre em um momento em que o Afeganistão enfrenta uma grave crise econômica, desde que o Talibã assumiu o poder em agosto do ano passado quando as forças internacionais lideradas pelos EUA estavam se retirando após duas décadas de guerra.

“Pedimos às agências de ajuda que proporcionem assistência imediata às vítimas do terremoto para evitar um desastre humanitário”, afirmou o vice-porta-voz do governo, Bilal Karimi. Ele indicou que várias casas foram destruídas e muitas pessoas estão presas nos destroços.

A maioria das mortes confirmadas ocorreu na província afegã oriental de Paktika, onde 255 pessoas foram mortas e mais de 200 ficaram feridas, disse Salahuddin Ayubi, funcionário do Ministério do Interior.

Na província de Khost, 25 pessoas morreram e 90 foram levadas ao hospital.

As autoridades lançaram uma operação de resgate e helicópteros estão sendo usados ​​para alcançar os feridos e levar suprimentos médicos e alimentos.

Em audiência semanal do Vaticano, o Papa Francisco se manifestou sobre o terremoto.

“Nas últimas horas, um terremoto causou danos extensivos no Afeganistão. Eu expresso minha simpatia com os feridos e os afetados pelo tremor, e rezo em particular para aqueles que perderam suas vidas e suas famílias. Espero que, com a ajuda de todos, o sofrimento do povo afegão seja aliviado”, declarou o pontífice.

 

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Operação fiscaliza venda de fogos de artifício em Salvador e RMS

A operação é realizada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC) da Polícia Civil, com outros órgãos fiscalizadores

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Pontos de vendas de fogos de artifícios em Salvador e Região Metropolitana (RMS) são alvo de mais uma fase da ‘Operação Em Chamas’, nesta segunda-feira (20), para o controle do mercado destes produtos. Deflagrada nas cidades de Santo Antônio de Jesus, Sapeaçu e Cruz das Almas, no dia 13 de junho, depois do período de ações educativas, a operação é realizada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC) da Polícia Civil, com outros órgãos fiscalizadores.
Foto: Divulgação

Pontos de vendas de fogos de artifícios em Salvador e Região Metropolitana (RMS) são alvo de mais uma fase da ‘Operação Em Chamas’, nesta segunda-feira (20), para o controle do mercado destes produtos. Deflagrada nas cidades de Santo Antônio de Jesus, Sapeaçu e Cruz das Almas, no dia 13 de junho, depois do período de ações educativas, a operação é realizada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC) da Polícia Civil, com outros órgãos fiscalizadores.

Uma van lotada de fogos foi interceptada por policiais da CFPC quando tentava sair de um dos pontos de venda, na Avenida Luiz Viana Filho, na capital. Foi constatado transporte de fogos – produzidos artesanalmente – de maneira irregular, além da venda clandestina. Durante as ações, são verificados certificados e outros documentos relativos às condições de produção, armazenamento, transporte e venda dos fogos de artifício e outros artefatos explosivos.

De acordo com o coordenador da CFPC, delegado Cleandro Pimenta, a maioria dos comerciantes já foi notificada em anos anteriores e tem conhecimento das sanções legais. “Estamos reforçando a responsabilização dos que descumprirem com as normas para este mercado, uma vez que as irregularidades podem resultar em riscos para todos que manuseiam estes produtos, clientes e toda a sociedade”, informou.

As ações seguirão até novembro, durante as eleições e a Copa do Mundo. Atuam em conjunto a CFPC, o Exército Brasileiro, a Delegacia do Consumidor (Decon), o Departamento de Polícia Técnica (DPT), o Corpo de Bombeiros Militar (CBMBA), a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), a Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), o Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA).

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Cuidados com os pets no período de São João

O momento, que é de diversão para as pessoas, têm consequências adversas para os bichos, devido ao barulho e aos clarões

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fogueiras se tornam protagonistas dos festejos. Mas para que a festa não perca o brilho, é preciso ter cuidado com os pets, para que os
Foto: Pixabay

O clima de São João já está no ar e, nesta época, os fogos de artifício, as bombas e as fogueiras se tornam protagonistas dos festejos. Mas para que a festa não perca o brilho, é preciso ter cuidado com os pets, para que os acidentes sejam evitados.

O momento, que é de diversão para as pessoas, têm consequências adversas para os bichos, devido ao barulho e aos clarões. Um dos sintomas comuns é a taquicardia, potencializada devido ao fato de que a audição dos pets é quatro vezes mais aguçada que a dos humanos. A depender da intensidade, pode causar até o falecimento do animal, especialmente os cães de pequeno porte.

De acordo com Fabrício Porto, médico veterinário da Diretoria de Promoção à Saúde e Proteção Animal (Dipa) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), tanto este período quanto o fim de ano são estressantes para os companheiros de estimação. “O recomendável é diminuir os passeios e usar sempre as guias (coleiras), porque eles podem se assustar e acontecer algum acidente grave”, declarou. Ele exemplificou que bombas com estrondo alto podem fazer com que os animais se soltem da guia e se escondam embaixo do carro e o tutor, sem perceber, dar a partida e causar um atropelamento.

Além disso, os explosivos podem provocar um outro problema. “Os cães pensam que é algum outro animal que foi lutar pelo território, e acabam abocanhando a bomba. Por isso, é sempre bom prendê-los ou evitar locais onde tenham esse comportamento de avançar em direção ao objeto”, destacou o veterinário.

O profissional lembrou que essa é uma época na qual muitas pessoas não respeitam o espaço alheio e não há legislação que impeça que soltem fogos. “Por isso, para evitar bombas de alto potencial que são um temor enorme para os animais, o que podemos fazer é ter cautela, para que todos possam aproveitar os festejos com tranquilidade”, finalizou Porto.

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