Cultura
MGB continua com horário de funcionamento estendido
Em fevereiro, o Museu Geológico da Bahia funciona de terça a sexta, das 10h às 18h, nos finais de semana, das 13h às 17h
O Museu Geológico da Bahia (MGB), órgão administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), continuará com o funcionamento estendido em fevereiro, de terça a sexta-feira, abrindo às 10 horas e encerrando às 18 horas. Aos finais de semana, o funcionamento será mantido das 13h às 17h. O MGB está localizado na Avenida Sete de Setembro, nº 2195, Corredor da Vitória e a entrada é gratuita.
Com um dos maiores acervos de rochas, minerais, pedras preciosas e fósseis da Bahia, o MGB, que completa meio século este ano, proporciona aos seus visitantes uma viagem no tempo geológico através das suas exposições temáticas: Meteoritos, Universo/Sistema Solar, Minerais, Rochas, Recursos Minerais, Minerais e Rochas Industriais, Artesanato Mineral, Garimpo, Minerais Radioativos, Energia dos Cristais, Gemas, Petróleo, Otto Billian, Rochas Ornamentais e Fósseis.
Inaugurado em 1975, o museu é um centro de pesquisa, divulgação e preservação do patrimônio geológico da Bahia, que desenvolve projetos de cunho científico, educativo e cultural, completando meio século de funcionamento neste ano. O espaço conta ainda com um cinema e um café, de onde se pode apreciar o mural Flor de Pedras do artista plástico Juarez Paraíso.
Entretenimento
Parque Miraculous é opção de lazer para as férias escolares
Espaço inspirado na animação oferece atividades lúdicas para crianças de 2 a 14 anos até 28 de fevereiro
Durante o período de férias, o Shopping Piedade recebe o Parque Miraculous, atração infantil inspirada no universo da animação Miraculous, que segue em funcionamento até o dia 28 de fevereiro de 2026. O espaço é voltado para crianças e famílias que buscam opções de lazer durante o recesso.
O Parque Miraculous funciona de segunda a sábado, das 9h às 20h, e é indicado para crianças de 2 a 14 anos. Entre as atrações disponíveis estão brinquedão, piscina de bolinhas, escorregador e jogo da memória, proporcionando atividades lúdicas e interativas ao público infantil.
O ingresso custa R$ 40,00, com tempo mínimo de permanência de 25 minutos. O tempo excedente é cobrado à parte, no valor de R$ 1,00 por minuto adicional. O controle do tempo de permanência no espaço é de responsabilidade do cliente.
Os ingressos são individuais e devem ser adquiridos diretamente na bilheteria do parque. São aceitas as formas de pagamento em dinheiro, cartões de débito e crédito, além de Pix.
Por questões de segurança, crianças de 2 a 5 anos e pessoas com deficiência (PNE) devem estar acompanhadas por um responsável maior de 18 anos.
A atração integra a programação especial do Shopping Piedade para o período de férias, ampliando as opções de entretenimento infantil e oferecendo uma alternativa de lazer para toda a família.
Cultura
Cachoeira e Aného podem se tornar cidades-irmãs em projeto que fortalece laços afro-diaspóricos
Proposta apresentada à prefeita Eliana Gonzaga prevê intercâmbio cultural, educacional e comercial entre Bahia e Togo
Integrantes do Fórum de Entidades Negras da Bahia (FENEBA) participaram, em dezembro, da 9ª Conferência Pan-africana, no Togo, e voltaram com a ideia de um intercâmbio entre Aného, antiga capital togolesa, e Cachoeira, uma das principais portas do Recôncavo Baiano. A proposta evoluiu para um projeto de cidades-irmãs, apresentado nesta quinta-feira (8) à prefeita Eliana Gonzaga, em reunião com secretários municipais e lideranças do movimento negro, como Raimundo Bujão (Feneba), Antônio Carlos Vovô (Ilê Aiyê), Gutierres Barbosa (PT), Samuel Azevedo (África900) e Ivan Alex (assessor do governador Jerônimo Rodrigues).
Segundo Samuel Azevedo, assessor de relações internacionais do Feneba, a ideia surgiu em Lomé, durante conversa com o prefeito de Aného, Alexis Coffi Aquereburu. “Eles fizeram a proposta, mas evoluímos para o projeto de irmanamento, porque promove desenvolvimento mútuo, acordos em educação, cultura, ciência, artes e comércio, além de facilitar transações como emissão de vistos”, explicou.
A prefeita Eliana Gonzaga demonstrou receptividade e estabeleceu prazo até o fim do mês para que o setor jurídico providencie a documentação necessária. “Esse é um trabalho que pode ser o começo de um novo conceito de relações entre os dois países e as duas cidades”, avaliou Azevedo.
Situada no Golfo da Guiné, Aného tem cerca de 30 mil habitantes e sobrevive da agricultura e pesca artesanal. Para Raimundo Bujão, presidente do Feneba, o projeto marca “o início de uma nova era”, justamente no ano em que a entidade celebra 25 anos de fundação.
Cultura
Itaparica celebra 203 anos da Independência da Bahia com ritos e tradições
Evento reafirma protagonismo popular na luta contra forças portuguesas e mantém viva a memória histórica do estado
A Ilha de Itaparica voltou a ocupar o centro da história baiana nesta quarta-feira (7), ao dar início às celebrações pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia. Ruas, praças e espaços sagrados foram tomados por ritos, manifestações culturais e encenações que reafirmam a importância do território itaparicano na luta que garantiu a expulsão das forças portuguesas da Baía de Todos-os-Santos.
O governador Jerônimo Rodrigues destacou o caráter pedagógico e simbólico da celebração. “Itaparica ensina que a Independência não foi um gesto isolado, mas o resultado da mobilização popular, da coragem e da ancestralidade. Celebrar aqui é reafirmar que a história da Bahia foi escrita pelo povo”, afirmou.
A programação começou com a recepção das autoridades pelo prefeito Zezinho, seguida pelo ato simbólico de entrega da imagem do Caboclo aos Guaranis, após permanecer um ano na prefeitura. Carregado pelo cacique Emanuel Pita, o Caboclo iniciou o cortejo até a Fonte da Bica e, depois, seguiu em carro aberto até a Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, onde foi realizada a cerimônia do Te Deum. Em seguida, o cortejo percorreu ruas do Centro Histórico até o Campo Formoso, encerrando na aldeia Guarani com o espetáculo cultural “Auto da Roubada da Rainha”.
Para quem acompanhou, a experiência foi marcante. A arquiteta pernambucana Luiza Moraes, visitante na ilha, se emocionou: “É uma história que não fica distante. A gente caminha junto, escuta, participa. Dá para sentir que essa Independência ainda pulsa”, relatou.
Segundo o secretário estadual de Cultura, Bruno Monteiro, a força da celebração está na permanência da tradição aliada à participação popular. “A Independência da Bahia se mantém viva porque é celebrada nos territórios onde ela aconteceu. Em Itaparica, cultura não é espetáculo: é pertencimento, memória e transmissão entre gerações”, avaliou.
As atividades seguem até sábado (11), com uma programação que reafirma Itaparica como território de memória viva, onde passado e presente se encontram para celebrar identidade, resistência e cultura do povo baiano.
-
Turismohá 2 diasBahia bate recorde de turistas estrangeiros em 2025 e lidera crescimento no Nordeste
-
Cidadehá 3 diasPlano Inclinado Liberdade-Calçada terá operação suspensa neste fim de semana
-
Economiahá 3 diasMercosul e União Europeia aprovam acordo histórico de livre comércio
-
Serviçoshá 3 diasBahia avança no reconhecimento da Indicação Geográfica da Esmeralda de Carnaíba
