Política
Santa Brígida recebeu pacote de obras neste sábado (5)
Os investimentos do Governo do Estado foram nas áreas de educação, segurança, saúde e desenvolvimento rural
Na manhã deste sábado (5), o governador Jerônimo Rodrigues visitou o município de Santa Brígida, no Sertão baiano, para uma série de entregas que fortalecem diferentes áreas essenciais para a melhoria da qualidade de vida da população. Entre as ações, estão a inauguração da primeira etapa das obras de ampliação com modernização do Colégio Estadual Madrinha Dodô, a nova sede da Delegacia Territorial e do Pelotão da Polícia Militar, nove passagens molhadas em comunidades rurais, além da entrega de equipamentos para a saúde e um ônibus escolar rural.
Durante a visita, o governador destacou o compromisso do Estado com o desenvolvimento regional e da população. “Essas entregas representam nosso esforço em garantir dignidade, oportunidades e mais segurança para o povo de Santa Brígida. Estamos olhando para todas as áreas, da educação à saúde, da infraestrutura à segurança, porque sabemos que o cuidado com as pessoas precisa ser completo”, enfatizou Jerônimo.
Durante a inauguração da nova unidade de ensino da rede pública estadual, o governador assinou ordem de serviço para a segunda etapa das obras, com aplicação de mais R$ 2 milhões de recursos, que abrange reforma civil e elétrica. A secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, ressaltou a importância da entrega para o fortalecimento da rede estadual no interior. “A nova estrutura oferece um ambiente mais acolhedor e estimulante para alunos e professores. Investir em educação é garantir que cada jovem tenha as ferramentas necessárias para construir seu futuro com dignidade e autonomia”, explicou.
Para o estudante Felipe Moisés, de 15 anos, a mudança já pode ser sentida no dia a dia. “A escola ficou mais bonita, com salas mais arejadas e laboratórios novos. A gente se sente mais motivado a vir estudar e aproveitar tudo o que a escola está oferecendo agora”, contou o jovem.
Outras Ações
Outro destaque da agenda foi a inauguração da nova Unidade Integrada da Polícia Civil e do Pelotão da Polícia Militar, com investimento superior a R$ 2,4 milhões, incluindo obra, mobiliário e equipamentos.
A saúde também foi contemplada com uma série de entregas: uma ambulância, um veículo para Tratamento Fora do Domicílio (TFD), sete kits para Unidades Básicas de Saúde, um kit odontológico e novos equipamentos para atendimento na rede pública. Foi autorizada também a construção de uma UPA na sede do município.
Nas comunidades Riacho 1 e 2, Bandeira, Barra, Engazeira 1 e 2, Espinheiro, Riacho Fundo e Salinas, foram inauguradas nove passagens molhadas, com investimento de mais de R$ 2 milhões. Além disso, foi autorizado convênio entre o município e o Governo do Estado para a construção do canteiro central da Avenida Rui Barbosa, em que serão investidos mais R$ 650 mil. O governador autorizou ainda a construção do estádio municipal de Santa Brígida.
Política
Governo anuncia pacote para conter alta dos combustíveis após guerra no Oriente Médio
Medidas incluem subsídios ao diesel e ao gás de cozinha, redução de impostos, apoio ao setor aéreo e punições mais duras contra aumentos abusivos de preços
Após semanas de discussão, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. As ações incluem uma medida provisória (MP), um projeto de lei e decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O conjunto de iniciativas prevê subsídios para o diesel e o gás de cozinha, além da redução de impostos e de apoio financeiro ao setor aéreo. A expectativa do governo é aliviar os custos para consumidores e setores produtivos, ao mesmo tempo em que assegura o abastecimento no país.
Subsídios ao diesel e ao gás
Entre as principais medidas está a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para a importação de diesel, com divisão igual dos custos entre a União e os estados. O benefício terá validade inicial de dois meses e pode alcançar R$ 4 bilhões. Inicialmente, o Ministério da Fazenda havia estimado um custo de R$ 3 bilhões.
Também foi anunciada uma subvenção adicional de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado em R$ 3 bilhões por mês. Em ambos os casos, as empresas beneficiadas deverão repassar integralmente a redução ao consumidor final.
Além disso, o governo decidiu zerar os impostos federais sobre o biodiesel — que compõe parte do diesel comercializado nos postos — e sobre o querosene de aviação.
Para o gás liquefeito de petróleo (GLP), será concedido subsídio de R$ 850 por tonelada ao produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.
Compensações fiscais
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, detalhou as fontes de receita que irão compensar o custo das medidas. Entre elas estão o Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo, anunciado em março; o aumento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas que comercializam petróleo; e a elevação das receitas provenientes de leilões de petróleo, que cresceram após o início do conflito no Oriente Médio.
No caso da isenção do querosene de aviação e do biodiesel, Durigan anunciou o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cigarros. Segundo o ministro, a medida deverá gerar arrecadação adicional de R$ 1,2 bilhão em 2026.
Apoio ao setor aéreo
O pacote também prevê a liberação de até R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil.
Outra iniciativa é a isenção das contribuições do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o querosene de aviação, além do adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea.
De acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, os subsídios e as isenções serão compensados pelo aumento das receitas de royalties do petróleo, que se intensificaram desde o início da guerra.
Reforço na fiscalização e punições
O governo também anunciou o fortalecimento da fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para coibir aumentos abusivos de preços em momentos de crise, como conflitos geopolíticos e situações de calamidade pública.
O projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso em regime de urgência constitucional prevê pena de dois a cinco anos de prisão para esse tipo de prática. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, não apenas as empresas, mas também pessoas físicas que infringirem a Lei da Economia Popular poderão ser punidas, incluindo os sócios dos estabelecimentos.
A medida provisória também passa a permitir a interdição de postos de combustíveis que elevarem preços de forma abusiva. Até então, esses estabelecimentos estavam sujeitos apenas a multas administrativas. Silveira informou ainda que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) será obrigatoriamente comunicado em casos de suspeita de violação da ordem econômica.
As multas, acrescentou o ministro, serão agravadas de acordo com o ganho indevido e o grau de usura do agente econômico.
Controle das oscilações
A MP estabelece ainda que os agentes econômicos que receberem subvenções deverão adotar mecanismos para suavizar as oscilações dos preços internacionais.
Segundo o governo federal, o objetivo do pacote é reduzir os efeitos da crise internacional sobre os preços internos e manter o Brasil menos exposto às variações do mercado global de energia.
Fonte: Agência Brasil
Política
Bahia reduz dívida e mantém investimento em ritmo elevado
Com contas equilibradas, Estado investiu mais de R$ 24 bilhões desde 2023 e reduziu endividamento em termos reais, destaca secretário da Fazenda
O governo da Bahia manteve, em 2025, o ritmo elevado de investimentos registrado desde o início da gestão do governador Jerônimo Rodrigues, com média anual em torno de R$ 8 bilhões, ao mesmo tempo em que reduziu sua dívida total em 6%, já descontada a inflação do período. Com as contas em dia, o Estado alcançou avanços significativos na ampliação e na melhoria dos serviços públicos, por meio da entrega de novos equipamentos nas áreas de saúde, educação, segurança e infraestrutura. Desde 2023, os investimentos somam R$ 24,04 bilhões, destaca artigo do secretário da Fazenda, Manoel Vitório, publicado na imprensa baiana.
Intitulado “Bahia: dívida em queda, investimento sustentável”, o artigo reúne dados objetivos sobre a condução responsável das finanças estaduais. Segundo o secretário, um dos principais marcos da atual gestão é o cumprimento da diretriz do governador de conciliar, de forma permanente, o equilíbrio fiscal com a garantia de recursos suficientes para ampliar e qualificar os serviços prestados à população baiana.
Como resultado desse esforço, ressalta Vitório, o governo já entregou aos baianos dez novos hospitais, incluindo unidades com inovações como centros de cuidados paliativos e de ortopedia. Também houve avanços na área de segurança pública, com uma polícia mais bem equipada; na educação, com a expansão de uma rede de escolas de tempo integral altamente qualificada; e na infraestrutura, com milhares de quilômetros de rodovias asfaltadas e recuperadas, novos sistemas de saneamento e abastecimento de água, além das obras de implantação do VLT e de ampliação do metrô, entre outras iniciativas. Trata-se de “conquistas que só um Estado com as contas em dia é capaz de assegurar”, afirma o secretário.
Investimento com recursos próprios
Em paralelo à redução da dívida, o volume de investimentos realizados pelo governo baiano em 2025 alcançou R$ 7,97 bilhões, em linha com a média observada ao longo da gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total investido desde 2023, observa Vitório, apenas R$ 5,07 bilhões foram provenientes de operações de crédito, enquanto a maior parte — cerca de R$ 18,97 bilhões — foi financiada com recursos do próprio caixa estadual.
“Os números contrastam com especulações de feitio terraplanista que, ao buscar criar um alarme falso em torno da recente contratação de novas operações de crédito, optaram pela desinformação, ignorando indicadores objetivos que demonstram, ao contrário, o controle da dívida, a administração responsável das finanças estaduais e a sustentabilidade dos investimentos”, afirma o texto.
Dívida em trajetória de queda
A dívida total do Estado, lembra Manoel Vitório, reúne compromissos financeiros assumidos por sucessivas gestões ao longo de décadas, cujos prazos de pagamento ainda estão em vigor. Além da redução em valores absolutos, outro dado considerado fundamental pelo secretário é a trajetória consistente de queda do grau de endividamento do governo baiano, que recuou de 103% da receita corrente líquida, em 2006, para os atuais 37%.
“O teto máximo de 200% para a dívida dos estados, conforme estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal, está hoje muito mais distante sob o grupo político que governa a Bahia do que na época de seus adversários”, ressalta Vitório.
Segundo o artigo, a fórmula para manter a dívida em patamar significativamente abaixo do sinal vermelho é simples, porém eficaz: o pagamento rigoroso, ano após ano, das parcelas de amortização, incluindo juros e principal. “Trata-se de uma conduta inserida em uma agenda mais ampla, que inclui o combate à sonegação, a modernização do fisco e a qualificação do gasto público”, conclui o secretário.
Política
Governo da Bahia firma convênio pioneiro para regulação de resíduos sólidos urbanos
Parceria entre Agersa e consórcio do Baixo Sul amplia atuação do Estado no saneamento básico e cria novo modelo regulatório
O Governo do Estado formalizou, nesta segunda-feira (6), um convênio para a regulação dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos e limpeza urbana, ampliando a atuação estadual na área de saneamento básico na Bahia. A parceria pioneira foi firmada entre a Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa) e o Consórcio Intermunicipal do Mosaico das Áreas de Proteção Ambiental do Baixo Sul (Ciapra), em ato realizado na Governadoria, em Salvador.
Presente à solenidade, o governador Jerônimo Rodrigues destacou que a iniciativa marca o início de uma nova modelagem regulatória no estado, com potencial de expansão para outros consórcios e municípios baianos. “Estamos dando um passo histórico para garantir mais eficiência, transparência e qualidade na gestão dos resíduos sólidos na Bahia. Esse modelo fortalece os consórcios públicos, que atuam de forma regionalizada, e assegura que a população tenha acesso a serviços mais adequados, com responsabilidade ambiental e social”, afirmou.
O convênio prevê a delegação das competências de regulação e fiscalização à Agersa, abrangendo todas as etapas do manejo de resíduos sólidos urbanos, como coleta, transporte, transbordo, triagem, tratamento e destinação final. A medida inclui resíduos domiciliares, públicos urbanos, da construção civil e dos serviços de saúde, além da coleta seletiva e de atividades correlatas.
Para o diretor-geral da Agersa, Juvenal Maynart Cunha, a iniciativa representa um avanço institucional significativo para o estado. “Esse convênio consolida o papel da regulação como instrumento essencial para garantir a qualidade dos serviços prestados, promover segurança jurídica, estimular investimentos no setor de saneamento e fortalecer a organização socioprodutiva dos catadores”, destacou.
Selecionado como projeto piloto, o Ciapra reúne 15 municípios do território do Baixo Sul, entre eles Valença, Camamu, Ituberá e Gandu, e já atua na gestão integrada e sustentável dos resíduos sólidos, com foco em políticas públicas ambientais, desenvolvimento rural, inclusão social e geração de emprego e renda.
O presidente do consórcio, Manoel Ribeiro, ressaltou o caráter inovador da parceria. “O Ciapra se orgulha de ser o primeiro consórcio a integrar esse novo modelo regulatório. Trata-se de um grande avanço, que fortalece nossa atuação e amplia a capacidade de oferecer soluções modernas e sustentáveis para os municípios consorciados”, afirmou.
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