Saúde
Programação especial leva arte e diversão a hospital de Salvador
Oficinas, música e brincadeiras marcam a Semana das Crianças e ajudam a tornar o ambiente hospitalar mais leve
Passar a Semana das Crianças em um hospital não é o que nenhuma criança deseja. Pensando nisso, o setor de Pediatria do Hospital de Brotas preparou uma programação lúdica e acolhedora para tornar o período de internação mais leve e divertido para seus pequenos pacientes e acompanhantes.
Na brinquedoteca da unidade, o clima foi de festa. As crianças internadas e seus acompanhantes participaram de oficinas de arte com pintura em telas, camisetas e papéis, além de sessões de filmes e um animado bailinho musical com fantasias e adereços festivos que ultrapassou as fronteiras da brinquedoteca e percorreu os corredores da enfermaria pediátrica. Oferecer momentos de alegria, socialização e ludicidade aos pacientes hospitalizados no setor, em alusão ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, no Brasil, foi o objetivo das ações. A data foi criada na década de 1950 pelo setor do comércio nacional.
“Com essas ações, tiramos a criança do foco da patologia e a reconectamos com o seu universo lúdico, trazendo o colorido da vida para dentro do hospital. Durante a Semana das Crianças, enquanto as escolas realizam atividades comemorativas, nossos pacientes em idade escolar ficam longe disso. Então, proporcionamos experiências que remetem a esse ambiente festivo e saudável”, explicou Francine Barros, coordenadora de Enfermagem da Pediatria do Hospital de Brotas e responsável pela organização das atividades. Francine, que atua na pediatria desde a implantação do serviço, há um ano, participou ativamente das brincadeiras: sentou-se no chão com as crianças, pintou, deixou-se pintar e ajudou a transformar a rotina hospitalar das tardes dessa semana, em um cenário de brincadeiras.
A iniciativa reflete o olhar humanizado do Hospital de Brotas, que enxerga o paciente além do diagnóstico, acolhendo também suas emoções e necessidades afetivas. O trabalho conjunto das equipes multiprofissionais fortalece essa abordagem integral, ampliando a qualidade da assistência prestada.
A equipe de Nutrição também entrou no clima. De perucas coloridas, óculos divertidos e muitos sorrisos, as copeiras levaram as refeições aos leitos com doses extras de carinho. Muitas delas, mães de crianças, demonstram empatia e acolhimento com as famílias internadas.
Todas as atividades fora da rotina hospitalar foram previamente validadas pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), garantindo segurança para todos.
Brincadeira de criança, como é bom… mesmo em hospital
A psicóloga Caroline Richelli, que integra a equipe do hospital há um ano, destacou a importância das ações para o bem-estar emocional dos pacientes e seus familiares: “Essas atividades tiram o paciente e o acompanhante da zona de estresse e transformam o ambiente em um espaço de ludicidade, fortalecendo o vínculo da família com a equipe assistencial. Transformamos momentos de dor em alegria, colocando a criança novamente no seu lugar de brincar”, afirmou ela.
Entre os participantes, o pequeno Washington Luís, seis anos, mostrou talento e criatividade nas oficinas de arte. “Eu sou um artista!”, declarou orgulhoso, enquanto pintava. Internado, após chegar de “abulância” — como ele mesmo disse —, Washington contou que já esteve em outros hospitais, mas nunca participou de atividades tão divertidas como no Hospital de Brotas. A pequena Liz, de dois anos, começou tímida, mas logo se soltou e usou até a boca para segurar o pincel, já que uma das suas mãozinhas estava com acesso venoso. Ao terminar de pintar a camiseta branca que se tornou colorida, declarou: “Essa é a minha mamãe que eu pintei na camisa”.
Já Maria Cecília, de quatro anos, abandonou o pincel e preferiu usar os dedos para pintar. Enquanto Artur, de um ano e dez meses, aproveitou o dia em que recebeu alta da UTI para “pintar o sete” na brinquedoteca. “Artur tem asma, e já passamos por vários hospitais, mas nunca vimos um acolhimento como o daqui. O carinho e a qualidade da assistência das equipes e essa programação especial, não encontrei em hospital algum”, contou emocionada a mãe de Artur, Luciana Ferreira Santos que tem uma filha mais velha de 21 anos e sabe, há mais de duas décadas, como mãe, o que é peregrinar por hospitais.
Para a médica coordenadora da Pediatria, Dra. Mônica Santos, um dos diferenciais do Hospital de Brotas, está justamente na forma de acolher: “Desde a formação da equipe, nosso objetivo é trazer o verdadeiro conceito de humanização. Treinamos nossas equipes para atender com técnica, empatia, assertividade e calor humano. O usuário do Planserv precisava desse tipo de acolhimento, e hoje estamos oferecendo-lhes esse benefício”.
O Hospital de Brotas, gerido pelo Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), é a única unidade de atendimento exclusiva para beneficiários do Planserv. O serviço de Pediatria conta com Emergência 24 horas e equipe multiprofissional especializada, comprometida em cuidar com técnica, empatia, afeto e alegria — especialmente na Semana das Crianças.
Saúde
Salvador conta com mais um hospital habilitado para a doação de órgãos
Hospital de Brotas passa a contar com equipe multiprofissional especializada no processo de doação de órgãos e tecidos para transplantes
O Hospital de Brotas, em Salvador, acaba de conquistar a habilitação de sua Equipe de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (e-DOT), ampliando sua participação na rede estadual de transplantes. A equipe é responsável por organizar e acompanhar todas as etapas do processo de doação de órgãos e tecidos de pacientes com diagnóstico de morte encefálica.
Primeiro hospital privado com atendimento exclusivo aos beneficiários do Planserv, que reúne mais de 500 mil usuários, a unidade é administrada pelo Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS). Com a nova habilitação, o hospital fortalece sua contribuição para a rede de doação de órgãos da Bahia e amplia os serviços oferecidos aos servidores públicos estaduais e seus dependentes.
O coordenador da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Brotas e integrante da e-DOT, Dr. Leonardo Azevedo, destacou a relevância da iniciativa.
“Para mim, é uma imensa satisfação fazer parte da equipe de doação de órgãos e tecidos do hospital. Acredito que o transplante envolve um ato de generosidade e é fundamental que a gente incorpore, na cultura do nosso hospital, essa prática, para que ela se torne cada vez mais difundida no nosso Estado”, afirmou.
A habilitação ocorreu em setembro deste ano, após um processo acompanhado pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), por meio da Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (COSET). O procedimento incluiu análise documental e capacitação dos profissionais que atuarão no processo de doação, em conformidade com as normas do Sistema Nacional de Transplantes.
A enfermeira e coordenadora de Educação Permanente da COSET/Sesab, Carolina Sodré, explicou que hospitais com perfil assistencial de alta complexidade e leitos de terapia intensiva são os mais indicados para a implantação da equipe, desde que atendam aos critérios técnicos exigidos.
O que é uma e-DOT?
A Equipe de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes é formada por profissionais de diferentes áreas e atua na organização e no acompanhamento de todas as fases do processo de doação dentro da unidade hospitalar.
Sua atuação começa na identificação de potenciais doadores e inclui:
- Notificação às centrais de transplantes;
- Acompanhamento do diagnóstico de morte encefálica;
- Apoio à manutenção clínica do potencial doador;
- Orientação e acolhimento dos familiares;
- Participação na entrevista para autorização da doação.
No Hospital de Brotas, a equipe é composta por médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais que trabalham de forma integrada para assegurar acolhimento, segurança e respeito às famílias.
A enfermeira Gilca Cirne, integrante da e-DOT, destacou a importância da atuação da enfermagem.
“O enfermeiro pode participar de todas as etapas do processo de doação de órgãos e tecidos. Entre suas atribuições estão a identificação de potenciais doadores, a realização das notificações aos órgãos responsáveis pela regulação de transplantes, o acompanhamento do processo de diagnóstico de morte encefálica e o acolhimento à família”, explicou.
Segundo ela, o suporte emocional é uma dimensão essencial desse trabalho.
“O apoio emocional precisa respeitar o sofrimento do momento, as crenças, os valores e o tempo de cada família”, ressaltou.
Brasil bate recorde de transplantes
Em 2025, o Brasil registrou 31.745 transplantes de órgãos, córneas e tecidos, alcançando o maior número da história, segundo dados do Ministério da Saúde.
No mesmo período, foram contabilizados 4.335 doadores efetivos, de acordo com o Registro Brasileiro de Transplantes da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Entre os órgãos sólidos, o rim foi o mais transplantado, com 6.697 procedimentos realizados.
Apesar dos avanços, a recusa familiar ainda representa um dos principais desafios para a ampliação das doações. Dados da ABTO apontam que, em 2025, 45% das entrevistas familiares resultaram em negativa para a doação.
“Podemos assegurar que o Brasil tem o maior programa público de transplantes do mundo. É um programa ético, seguro e transparente, que realiza transplantes de coração, fígado, rim, medula, córnea, ossos e pele. Porém, para que haja transplante, precisa haver doação. Por isso, as unidades hospitalares devem estar habilitadas para oferecer às famílias a oportunidade de doar e salvar vidas”, afirmou Carolina Sodré.
Como manifestar a vontade de ser doador
No Brasil, a doação de órgãos e tecidos depende da autorização da família, mesmo quando a pessoa declara em vida o desejo de ser doadora. Por isso, conversar com familiares e deixar clara essa decisão é fundamental.
Uma das formas de registrar formalmente essa intenção é por meio da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO), disponibilizada gratuitamente pelo Colégio Notarial do Brasil em parceria com o Sistema Nacional de Transplantes.
O registro pode ser realizado pela internet, utilizando os sistemas AEDO ou e-Notariado. No entanto, a manifestação eletrônica não substitui a autorização familiar exigida pela legislação brasileira.
Além disso, nem toda pessoa com diagnóstico de morte encefálica poderá se tornar doadora. A viabilidade da doação depende de avaliação médica criteriosa, que leva em consideração o histórico clínico, as condições dos órgãos e tecidos e possíveis contraindicações.
Um único doador pode beneficiar diversas pessoas e contribuir para salvar vidas, reforçando a importância da conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos.
Saúde
Hemoba promove ação educativa sobre doença falciforme em Salvador
Atividades marcam o Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doença Falciforme
O Centro Estadual de Referência às Pessoas com Doença Falciforme Rilza Valentim (CERPDF/Hemoba) realizará, nesta terça-feira (27), em Salvador, uma ação educativa em alusão ao Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doença Falciforme. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à informação, conscientizar a população e fortalecer o cuidado integral às pessoas que convivem com a enfermidade.
A atividade será desenvolvida no formato de sala de espera, nos turnos da manhã e da tarde, com a participação de profissionais das áreas de Enfermagem, Psicologia, Nutrição e Serviço Social. As palestras terão duração entre 15 e 20 minutos e abordarão orientações relacionadas às respectivas áreas de atuação, contribuindo para o esclarecimento de dúvidas e para a promoção do autocuidado.
Pela manhã, a programação terá início às 8h30 com a equipe de Enfermagem, seguida pela Psicologia, às 8h50, e pela Nutrição, às 9h20. No período da tarde, as atividades começam às 14h, com Enfermagem, seguida da Psicologia, às 14h20, e do Serviço Social, às 14h40.
No Hemocentro Regional de Vitória da Conquista, também em alusão à data, foi realizada nesta segunda-feira (26) a roda de conversa “Diagnóstico e Tratamento da Doença Falciforme”. Com a ampliação do atendimento ambulatorial no estado, a unidade passou a oferecer assistência especializada aos pacientes com a enfermidade.
Atendimento especializado
O Centro de Referência conta com uma equipe multiprofissional formada por hematologistas, pediatras, clínicos gerais, ortopedistas, cardiologistas, oftalmologistas, neurologistas, hepatologistas, fisioterapeutas, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas, odontólogos, enfermeiros e farmacêuticos. Os profissionais realizam consultas, exames, dispensação de medicamentos e procedimentos especializados para pacientes da capital e do interior da Bahia.
Como parte das ações de fortalecimento da rede de atenção básica, o CERPDF também promove capacitações a distância para profissionais de saúde de municípios baianos. A iniciativa busca qualificar o atendimento às pessoas com doença falciforme e fortalecer o cuidado multiprofissional integrado e humanizado. Até o momento, foram realizadas capacitações voltadas para profissionais de 27 municípios, dois hospitais municipais e 22 unidades do sistema prisional da Bahia, totalizando 565 inscritos.
De janeiro a setembro de 2026, a Fundação Hemoba registrou 28.223 atendimentos ambulatoriais especializados voltados para pessoas com doença falciforme, de acordo com o último balanço consolidado. Em 2025, esse número chegou a 30.049 atendimentos.
Doença falciforme na Bahia
Segundo dados do Ministério da Saúde, a Bahia apresenta a maior incidência de doença falciforme do país, com cerca de 10 mil pessoas diagnosticadas. Em todo o Brasil, estima-se que aproximadamente 60 mil pessoas convivam com a enfermidade.
No estado, um a cada 650 nascidos vivos apresenta a doença, enquanto a média nacional é de um caso para cada mil nascimentos. Para fortalecer o conhecimento sobre o perfil dos pacientes e a rede de atendimento, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), em parceria com a Fundação Hemoba, lançou em junho de 2024 o Censo das Pessoas com Doença Falciforme.
A doença falciforme é uma condição genética e hereditária caracterizada pela alteração na forma das hemácias, que se tornam rígidas e assumem formato semelhante ao de uma foice. Essa deformação dificulta o transporte adequado de oxigênio pelo organismo e pode comprometer o funcionamento de órgãos como cérebro, pulmões e rins. Entre as principais manifestações clínicas estão a anemia hemolítica crônica e as crises dolorosas recorrentes. Embora seja mais frequente entre pessoas negras, a doença também pode ocorrer em indivíduos de outros grupos étnicos.
Saúde
Saúde amplia rede no sudoeste baiano com investimentos em hospitais, UTIs e atendimento especializado
Obras em Vitória da Conquista e Itapetinga fortalecem a regionalização da saúde e ampliam o acesso a serviços de média e alta complexidade
A expansão da rede pública de saúde no sudoeste da Bahia avança com novos investimentos voltados ao fortalecimento da assistência especializada e à ampliação da capacidade de atendimento no interior do estado. Nesta sexta-feira (23), a secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana, vistoriou obras em Vitória da Conquista e Itapetinga, acompanhando intervenções realizadas em parceria entre os governos estadual e federal.
Em Vitória da Conquista, a agenda incluiu as obras de ampliação do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), que têm como primeira etapa a implantação do Super Centro de Anatomia Patológica, atualmente em fase final de estruturação. Já em Itapetinga, a secretária acompanhou o andamento das obras do novo Hospital Regional e da Policlínica Regional de Saúde, equipamentos que devem ampliar a oferta de serviços especializados e reduzir a necessidade de deslocamento dos pacientes para outros municípios.
“O trabalho em parceria com o Governo Federal tem possibilitado a ampliação da assistência especializada. Seguimos firmes regionalizando a média e alta complexidade. Todo este investimento garante a assistência mais perto para a população. Além de Vitória da Conquista e Itapetinga, estamos ampliando também o Hospital Geral de Guanambi”, destacou Roberta Santana.
Centro de diagnóstico especializado
No HGVC, o Super Centro de Anatomia Patológica representa um avanço na oferta de diagnósticos especializados, especialmente para pacientes em investigação de doenças como o câncer.
A iniciativa é desenvolvida pelo A.C. Camargo Câncer Center, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), em parceria com a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Ministério da Saúde. O investimento previsto para a implantação do laboratório é de R$ 5,6 milhões.
A unidade contará com serviço de telepatologia, permitindo que amostras coletadas em diversos municípios sejam processadas, digitalizadas e enviadas para análise especializada, garantindo maior agilidade e precisão na emissão dos laudos.
A expectativa é que o centro processe cerca de 14,9 mil amostras por ano, atendendo pacientes das macrorregiões de saúde Sudoeste e Sul, incluindo municípios como Vitória da Conquista, Brumado, Guanambi, Itapetinga, Jequié, Ilhéus e Itabuna.
Ampliação do Hospital Geral de Vitória da Conquista
Durante a visita, a secretária também acompanhou as obras de expansão do HGVC, que contam com investimento de R$ 81 milhões.
O projeto prevê:
- Implantação de 40 novos leitos de UTI;
- Construção de uma nova emergência;
- Ampliação do ambulatório com 14 consultórios;
- Sala de pequenos procedimentos;
- Sala de coleta;
- Expansão do centro cirúrgico com 11 novas salas, incluindo uma destinada à hemodinâmica.
As obras integram a estratégia estadual de fortalecimento da assistência de média e alta complexidade no interior da Bahia.
Hospital Regional de Itapetinga
Em Itapetinga, a secretária vistoriou as obras do novo Hospital Regional, que terá 130 leitos, incluindo 14 leitos de UTI adulto e neonatal.
A unidade será referência para 12 municípios da região e oferecerá atendimentos nas áreas clínica, cirúrgica, obstétrica e pediátrica, além de serviços de urgência, internações, procedimentos eletivos e consultas ambulatoriais.
O investimento na obra é de aproximadamente R$ 120 milhões, com previsão de entrega em agosto de 2027.
Policlínica Regional ampliará atendimento especializado
No mesmo complexo onde está sendo construído o Hospital Regional, avança também a implantação da Policlínica Regional de Saúde de Itapetinga, financiada por meio do Novo PAC.
Com investimento de R$ 30 milhões, a unidade contará com:
- 25 consultórios;
- 4 salas de ultrassonografia;
- Capacidade para cerca de 9,7 mil atendimentos mensais.
A nova estrutura deverá ampliar o acesso a consultas e exames especializados, reduzindo filas e fortalecendo a regionalização da assistência à saúde na região.
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