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Cultura

Palacete Tira Chapéu recebe passagem de cruz usada na primeira missa no Brasil 

A cerimônia, nesta sexta-feira, 25, reforça o papel do Palacete como espaço de valorização da memória e do patrimônio cultural brasileiro 

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O Palacete Tira Chapéu, no Centro Histórico de Salvador, receberá, nesta sexta-feira, 25, a passagem simbólica da cruz da primeira missa
Foto: Betto Jr. / Divulgação 

O Palacete Tira Chapéu, no Centro Histórico de Salvador, receberá, nesta sexta-feira, 25, a passagem simbólica da cruz da primeira missa celebrada no Brasil. A cerimônia, que será realizada em um jantar para convidados, às 20h, na Sala Institucional, destaca a importância histórica do objeto que representa o início da presença do cristianismo no país, e reforça o papel do Palacete como espaço de valorização da memória e do patrimônio cultural brasileiro. 

A cruz, originalmente fincada em 1500 na primeira cerimônia religiosa ocorrida em solo brasileiro, em Santa Cruz Cabrália, no extremo sul da Bahia, ganha relevância em um contexto de resgate histórico e reflexão. 

Sobre o Palacete Tira Chapéu 

O Palacete Tira Chapéu é um centro cultural enogastronômico que abriga três restaurantes (Pala 7, Preta Tirachapéu, Casaria), um pub (Pub 1549), além da Galeria Usina de Arte e as lojas Acqua Aroma, Chocolat Du Jour e Jamm Cigar. Situado no centro histórico de Salvador, na Rua Chile – considerada a rua mais antiga do Brasil – o Palacete, concebido em 1914 pelo arquiteto italiano Rossi Baptista, ressurge, após restauro, como um elo entre passado e futuro, em que a história ganha novo fôlego e a modernidade encontra espaço para prosperar. O complexo dispõe de um café-teatro para a realização de festas e espetáculos, biblioteca, espaços corporativos para eventos e, ainda, de um maravilhoso rooftop de onde é possível apreciar o pôr do sol na Baía de Todos-os-Santos. 

Agricultura

Bahia celebra avanços na produção de queijos no Dia Mundial do Queijo

Estado conquista reconhecimento nacional e internacional com políticas públicas que fortalecem agricultura familiar e cadeia do leite

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A produção de queijos na Bahia vive um momento de destaque e reconhecimento. Neste Dia Mundial do Queijo, celebrado nesta terça-feira
Fotos: Acervo Coopag

A produção de queijos na Bahia vive um momento de destaque e reconhecimento. Neste Dia Mundial do Queijo, celebrado nesta terça-feira (20/02), o estado comemora avanços expressivos no setor, impulsionados por políticas públicas estratégicas voltadas à agricultura familiar e ao sistema produtivo do leite, executadas pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Nos últimos anos, mais de 90 empreendimentos familiares receberam apoio direto para fortalecer a produção de queijos e outros derivados do leite.

Os queijos baianos vêm conquistando novos mercados e reconhecimento nacional e internacional, com premiações em concursos como o Mondial du Fromage de Tours, na França, e o Concurso Mundial do Queijo, realizado no Brasil. A produção inclui uma ampla variedade: requeijão, queijo coalho de vaca e de cabra, queijos fermentados e maturados, além de receitas autorais e tipos inspirados na tradição europeia, como muçarela, ricota, parmesão e emmental.

Os investimentos do Governo do Estado abrangem assistência técnica, entrega de insumos e equipamentos, implantação e requalificação de agroindústrias familiares, além de ações de comercialização, como feiras e o Festival do Queijo Artesanal da Bahia, realizado em Salvador desde 2024.

Entre os resultados, destaca-se a Cooperativa de Produção Agropecuária de Giló e Região (Coopag), em Várzea Nova, que processa 30 mil litros de leite por dia e beneficia cerca de 400 famílias com a produção de queijos, iogurtes e manteiga. “Apesar dos desafios, a produção de derivados tem gerado renda e fortalecido a economia local”, afirma Fred Jordão, diretor comercial da Coopag.

O Festival do Queijo Artesanal da Bahia, em sua segunda edição em 2025, reuniu mais de 40 expositores, atraiu 25 mil visitantes e registrou recorde de vendas: 12 toneladas de queijos comercializadas e cerca de R$ 2 milhões em negócios. Para João Campos, presidente da Associação Queijo Baiano, “o apoio do Estado é essencial para o crescimento da cadeia produtiva”.

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Outra iniciativa estratégica é a certificação pelos Serviços de Inspeção Municipal (SIM) e pelo Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar (SUSAF-BA), que ampliam o acesso ao mercado e garantem a segurança dos produtos.

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Cultura

Pelourinho recebe programação especial do projeto “Verão na Bahia” neste domingo

Iniciativa do Governo do Estado movimenta o Centro Histórico com música, cultura e diversão para toda a família

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O projeto “Verão na Bahia. Um estado de alegria” anima este domingo (18) no Pelourinho com atrações para todas as idades.
Foto: Lucas Santa Bárbara

O projeto “Verão na Bahia. Um estado de alegria” anima este domingo (18) no Pelourinho com atrações para todas as idades. Desenvolvida pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), a iniciativa reafirma o compromisso com a dinamização do Centro Histórico, valorizando a arte e as diversas expressões culturais.

A programação começa às 14h30 com atividades voltadas para o público infantil e segue com apresentações musicais. No Largo Pedro Archanjo, Tio Paulinho comanda a festa para as crianças, com brincadeiras, ludicidade e muita criatividade. Já no Largo Tereza Batista, às 15h, a Banda Didá reafirma a força e o protagonismo feminino na percussão, em um espetáculo reconhecido nacional e internacionalmente, com participação de convidados especiais.

Às 16h, no Largo Quincas Berro D’Água, o grupo Afrosambah promove um diálogo entre o samba e ritmos de matriz africana. À noite, às 19h, no Largo Pedro Archanjo, tradição e modernidade se encontram na apresentação de O Gringo, representante da nova geração da música nordestina.

E tem mais: o Olodum vai ecoar pelos quatro cantos do Centro Histórico, reunindo fãs, baianos e turistas para celebrar o samba-reggae. Fundado no Pelô pelo Mestre Neguinho do Samba, o bloco afro se apresenta gratuitamente no Largo do Pelourinho, às 15h, com um repertório que inclui clássicos como “Nossa Gente”, “Rosa”, “Requebra” e “Vem Meu Amor”.

Programação completa deste domingo (18):
Largo Pedro Archanjo
  • Tio Paulinho – 14h30 – Gratuito
  • O Gringo – 19h – Gratuito
Largo Tereza Batista
  • Banda Didá e convidados – 15h – Gratuito
Largo Pelourinho
  • Olodum – 15h – Gratuito
Largo Quincas Berro D’Água
  • Afrosambah e convidados – 16h – Gratuito
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Carnaval 2026

“O Samba Nasceu Aqui” será o tema da maior festa de rua do planeta

Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, o gênero musical será o protagonista da maior festa de rua do planeta

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originário do Recôncavo Baiano, o samba será o fio condutor do Carnaval de Salvador em 2026. Com o tema “O Samba Nasceu Aqui”,
Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e originário do Recôncavo Baiano, o samba será o fio condutor do Carnaval de Salvador em 2026. Com o tema “O Samba Nasceu Aqui”, a próxima edição da folia celebra a Bahia como berço de um dos ritmos mais emblemáticos da música brasileira.

A identidade visual do Carnaval 2026 aposta em cores intensas e grafismos que evocam alegria, dinamismo e ancestralidade, criando um diálogo entre tradição e a força dos trios elétricos, blocos afro, afoxés e escolas de samba. A proposta é valorizar a memória coletiva e ampliar a conexão entre o ritmo e as múltiplas expressões musicais que consolidam Salvador como referência mundial do Carnaval.

História

Surgido no século XIX a partir da fusão de ritmos africanos, como o semba, com manifestações culturais já presentes no Brasil, o samba de roda tornou-se a base do gênero no país. No Recôncavo Baiano, em cidades como Santo Amaro, Cachoeira e São Félix, nasceram expressões fundamentais que unem música, dança e poesia, com forte presença de atabaques, pandeiros e palmas. Em 2005, o samba de roda foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.

O samba na Bahia

Na cena local, o ritmo dialoga com outras sonoridades, como ijexá, afoxé e, mais tarde, o samba-reggae. Blocos afro como Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy e Olodum contribuíram para sua renovação. Atualmente, artistas como Ivete Sangalo, Xanddy e iniciativas como Banjo Novo e Samba Saboeiro mantêm a tradição viva em diferentes pontos da cidade.

Nomes como Riachão, Batatinha, Edil Pacheco, Walmir Lima, Roberto Mendes, Mariene de Castro, Nelson Rufino e o Grupo Botequim são referências essenciais para compreender o samba feito na Bahia — cotidiano, ancestral e profundamente popular.

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Carnaval 2026

A festa começa oficialmente na quinta-feira (12), antecedida pelo Furdunço, no sábado (7), e pelo Fuzuê, no domingo (8), além das apresentações de fanfarras na quarta-feira (11), na Barra. Blocos como Camaleão (Bell Marques), Coruja (Ivete Sangalo), Largadinho (Claudia Leitte), Timbalada, Crocodilo (Daniela Mercury) e Me Abraça (Durval Lélys) já confirmaram presença.

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