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Política

Jerônimo Rodrigues lamenta morte do Papa Francisco

Em suas redes sociais, o governador lembrou o estilo simples e o legado marcado pela defesa dos pobres que o Papa Francisco deixa ao mundo

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O governador Jerônimo Rodrigues manifestou pesar, por meio das redes sociais, na manhã desta segunda-feira (21), após anúncio
Foto: Pixabay

“Que a gente siga honrando sua memória com atitudes concretas, construindo uma sociedade mais justa, humana e solidária”,

afirma Jerônimo após anúncio da morte do Papa Francisco.

O governador Jerônimo Rodrigues manifestou pesar, por meio das redes sociais, na manhã desta segunda-feira (21), após anúncio da morte do Papa Francisco, aos 88 anos. “O mundo se despede hoje de uma das maiores referências de fé, humanidade e coragem do nosso tempo. Sinto com tristeza sua partida e peço a Deus que conforte os corações de todos que hoje choram essa perda”, registrou o governador.

Ainda na mensagem, Jerônimo lembrou o estilo simples e o legado marcado pela defesa dos pobres que o Papa Francisco deixa ao mundo. “Papa Francisco foi a voz dos pobres, dos esquecidos, dos que mais precisavam de justiça e dignidade. Seu exemplo deixa um rastro de esperança e compromisso com o bem comum. Que a gente siga honrando sua memória com atitudes concretas, construindo uma sociedade mais justa, humana e solidária”, finalizou.

Política

Empresa investigada pelo MP-BA liga ACM Neto e Zé Cocá a contratos milionários na Bahia

G3 Polaris, apontada em supostas fraudes licitatórias, acumulou R$ 124,8 milhões em contratos com a Prefeitura de Salvador e recebeu R$ 11 milhões da gestão de Jequié

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a campanha de ACM Neto (União Brasil) ao governo do estado. Segundo o MP-BA, a empresa integra um grupo econômico que teria
Foto: Elias Dantas

A G3 Polaris, alvo de investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) por supostas fraudes em licitações, está no centro de um caso que pode gerar desgastes para a campanha de ACM Neto (União Brasil) ao governo do estado. Segundo o MP-BA, a empresa integra um grupo econômico que teria provocado prejuízo de R$ 38,3 milhões aos cofres públicos. Apenas em Salvador, a G3 Polaris faturou R$ 124,8 milhões entre 2015 e 2026, período que abrange as gestões de ACM Neto e de seu aliado e sucessor, o atual prefeito Bruno Reis.

A relação com o ex-prefeito é direta. Em 2018, a empresa prestou serviços ao gabinete de ACM Neto. Desde então, o faturamento da G3 Polaris junto ao município cresceu significativamente, passando de menos de R$ 1 milhão no primeiro ano para cerca de R$ 25 milhões anuais. Os contratos foram distribuídos entre diversas secretarias da capital baiana. O crescimento expressivo da empresa durante as administrações ligadas ao ex-prefeito levanta questionamentos sobre a condução dos processos licitatórios e a compatibilidade dos valores contratados.

A conexão com o interior do estado amplia o alcance político do caso e atinge diretamente a chapa oposicionista. Atual candidato a vice-governador na coligação encabeçada por ACM Neto, Zé Cocá (PP) contratou a G3 Polaris durante sua gestão como prefeito de Jequié. Entre 2023 e 2025, o município destinou R$ 11 milhões à empresa para serviços de pavimentação asfáltica, revitalização de vias públicas e instalação de mobiliário escolar com recursos do Fundeb.

Com contratos ainda em execução ou sem conclusão integral, a relação entre a prefeitura de Jequié e a G3 Polaris também passa a ser alvo de questionamentos. A investigação envolvendo a empresa projeta novos desafios para ACM Neto e seus aliados, ao colocar sob escrutínio contratos firmados tanto na capital quanto no interior do estado, em um momento de forte movimentação política rumo ao Palácio de Ondina.

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Eleições 2026

Bobô acusa oposição de tentar associar Lula a ACM Neto e chama ação de “farsa política” 

Deputado afirma que presidente mantém aliança com Jerônimo Rodrigues na Bahia e diz que publicação de aliados da oposição tenta confundir eleitores 

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O deputado estadual Bobô (PCdoB) classificou como uma “farsa política” a divulgação, por aliados de ACM Neto (União Brasil),
Foto: Reprodução

O deputado estadual Bobô (PCdoB) classificou como uma “farsa política” a divulgação, por aliados de ACM Neto (União Brasil), de postagens nas redes sociais que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao grupo de oposição na Bahia. A publicação foi compartilhada pelo ex-prefeito de Jacobina, Tiago Dias, e inclui também o ex-ministro João Roma (PL), adversário histórico do presidente. 

Segundo Bobô, a estratégia busca confundir o eleitorado ao sugerir uma aliança que não existe. “Lula está fechado na Bahia com o governador Jerônimo Rodrigues. É uma vergonha que ACM Neto e o bolsonarista João Roma, que vivem atacando o presidente da República, agora queiram enganar os eleitores de Lula”, afirmou. 

O parlamentar lembrou que ACM Neto fez reiteradas críticas ao presidente durante as últimas eleições, chegando, segundo ele, a prometer uma “surra” em Lula. “Agora querem posar de aliados de quem sempre combateram. O povo baiano sabe quem esteve ao lado de Lula e quem fez campanha contra ele”, declarou. 

Bobô também destacou que a tentativa de vincular a imagem do presidente ao grupo oposicionista não é inédita. “Só pode ser o desespero batendo mais uma vez. Em 2022, ACM Neto fez a mesma coisa. A surpresa desta vez é João Roma, que certamente não será perdoado pelos bolsonaristas por participar dessa farsa”, disse. 

O deputado reforçou que o palanque de Lula na Bahia segue ao lado de Jerônimo Rodrigues e dos partidos que compõem a base governista. “Não adianta recorrer a montagens e peças de propaganda para reescrever a história. A posição de Lula é pública, conhecida e consolidada no estado”, concluiu. 

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Justiça

Justiça determina afastamento de secretário ligado a ACM Neto e Bruno Reis em investigação sobre desvio de R$ 38,3 milhões

Decisão judicial atende pedido do MP-BA e aponta risco de interferência nas investigações sobre suposto esquema de fraudes em contratos públicos de Salvador

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Luciano Sandes, teve o afastamento do cargo determinado pela Justiça após ser apontado pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA)

Figura presente na estrutura da Prefeitura de Salvador desde a gestão de ACM Neto, o atual secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, teve o afastamento do cargo determinado pela Justiça após ser apontado pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) como integrante de uma organização criminosa investigada por fraudes em licitações, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a investigação, o grupo teria provocado prejuízos estimados em R$ 38,3 milhões aos cofres públicos municipais.

Na decisão, a juíza Martha Carneiro Terrin e Souza afirma que a permanência de Sandes em função com poder para autorizar despesas, ordenar pagamentos e influenciar procedimentos administrativos representa risco às investigações. A magistrada destacou a possibilidade de interferência na produção de provas, manipulação de documentos e constrangimento de servidores que possam colaborar com as apurações. Para a Justiça, o afastamento é necessário para impedir que a estrutura pública seja utilizada para comprometer a coleta de evidências e o andamento das investigações.

Decisão do Tribunal de Justiça da Bahia

A operação foi deflagrada nesta segunda-feira (13) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia. Além de Sandes, a Justiça também determinou o afastamento cautelar do mandato do vereador George Gordinho da Favela (PP), integrante do grupo político liderado por ACM Neto e pré-candidato a deputado estadual.

Segundo a decisão, a permanência do parlamentar no cargo preservaria a influência política que, em tese, teria sido utilizada para favorecer os interesses do grupo investigado. Ambos são apontados como integrantes do núcleo público que, de acordo com o Ministério Público, teria garantido sustentação institucional aos interesses do grupo empresarial investigado dentro da administração municipal.

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De acordo com os investigadores, a organização criminosa teria atuado por cerca de uma década em contratos da Secretaria Municipal de Manutenção da Cidade (Seman) e da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), utilizando aditivos contratuais, pagamentos suspeitos e mecanismos de direcionamento para beneficiar empresas ligadas ao esquema.

Um dos casos destacados pelo Ministério Público envolve o Pregão Eletrônico nº 25/2018. Conforme os autos, contratos e aditivos totalizavam inicialmente R$ 8,9 milhões, mas os pagamentos efetivamente realizados alcançaram R$ 15,2 milhões. A investigação aponta um aumento superior a 60% sem justificativa técnica considerada suficiente, circunstância que levou a Justiça a citar expressamente a atuação de Luciano Sandes como ordenador de despesas e gestor responsável pela pasta no período analisado.

Quem é Luciano Sandes

Homem de confiança de ACM Neto e posteriormente mantido na gestão de Bruno Reis, Luciano Ricardo Gomes Sandes ocupa cargos estratégicos na administração municipal de Salvador há mais de uma década. Engenheiro sanitarista e mestre em Engenharia Ambiental e Urbana pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), construiu sua trajetória na área de infraestrutura, manutenção urbana e gestão de contratos públicos, passando por postos-chave responsáveis pela execução de obras e serviços da Prefeitura.

Durante a gestão de ACM Neto (2013–2020), Sandes atuou como diretor de Manutenção da Secretaria Municipal de Manutenção da Cidade (Seman) entre janeiro de 2013 e dezembro de 2020, período em que acompanhou toda a administração do então prefeito. Nos últimos meses do mandato, foi promovido a secretário municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), cargo que exerceu entre junho de 2020 e janeiro de 2021.

Já na gestão de Bruno Reis (2021–2026), Luciano Sandes assumiu a Secretaria Municipal de Manutenção da Cidade (Seman), onde permaneceu entre janeiro de 2021 e janeiro de 2023. Em seguida, foi nomeado secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro (SACPB), função que ocupa desde 2023 e da qual foi afastado por decisão judicial no âmbito da investigação conduzida pelo Ministério Público da Bahia.

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