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Política

Jerônimo Rodrigues lamenta morte do Papa Francisco

Em suas redes sociais, o governador lembrou o estilo simples e o legado marcado pela defesa dos pobres que o Papa Francisco deixa ao mundo

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O governador Jerônimo Rodrigues manifestou pesar, por meio das redes sociais, na manhã desta segunda-feira (21), após anúncio
Foto: Pixabay

“Que a gente siga honrando sua memória com atitudes concretas, construindo uma sociedade mais justa, humana e solidária”,

afirma Jerônimo após anúncio da morte do Papa Francisco.

O governador Jerônimo Rodrigues manifestou pesar, por meio das redes sociais, na manhã desta segunda-feira (21), após anúncio da morte do Papa Francisco, aos 88 anos. “O mundo se despede hoje de uma das maiores referências de fé, humanidade e coragem do nosso tempo. Sinto com tristeza sua partida e peço a Deus que conforte os corações de todos que hoje choram essa perda”, registrou o governador.

Ainda na mensagem, Jerônimo lembrou o estilo simples e o legado marcado pela defesa dos pobres que o Papa Francisco deixa ao mundo. “Papa Francisco foi a voz dos pobres, dos esquecidos, dos que mais precisavam de justiça e dignidade. Seu exemplo deixa um rastro de esperança e compromisso com o bem comum. Que a gente siga honrando sua memória com atitudes concretas, construindo uma sociedade mais justa, humana e solidária”, finalizou.

Política

A matemática da ilusão: o que a pesquisa Quaest realmente diz sobre as eleições de 2026 na Bahia

Leitura crítica dos dados desmonta a tese de ruptura propagada pela oposição e aponta continuidade do atual projeto político no estado

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A recente divulgação da pesquisa Genial/Quaest, realizada em abril de 2026 com eleitores baianos, gerou uma onda de análises
Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

Yuri Almeida é professor, estrategista político e especialista em campanhas eleitorais

A recente divulgação da pesquisa Genial/Quaest, realizada em abril de 2026 com eleitores baianos, gerou uma onda de análises apressadas e posicionamentos, no mínimo, equivocados por parte de alguns setores da oposição. Apegando-se a uma leitura superficial dos dados, criou-se a narrativa de que existiria um sentimento radical e majoritário de ruptura no estado, cravando que “74% dos baianos querem mudança”.

No entanto, quando dissecamos os números e fazemos os cruzamentos corretos que uma pesquisa densa como essa exige, o cenário que se desenha não é o de uma guinada oposicionista, mas, sim, o de uma sólida continuidade. O dado dos “74%” é, na verdade, fruto de um erro metodológico grosseiro e de uma forçação de barra ideológica.

O equívoco central da oposição está na forma como interpreta a pergunta sobre o que o próximo governador deve fazer. A pesquisa aponta que 34% dos eleitores desejam que o próximo gestor decida “mudar totalmente”. A esse número, estrategistas da oposição somaram os 40% que defendem “mudar apenas o que não está bom”, criando o falso bloco dos 74% (outros 22% defendem “continuar o trabalho que vem sendo feito”).

Somar quem quer uma ruptura total com quem reconhece os méritos da gestão, mas pede ajustes, é um erro primário de leitura do comportamento do eleitor. Aqueles 34% que exigem mudança total representam, de forma muito clara, a média histórica da votação do carlismo (antigo PFL e atual União Brasil) nos últimos 20 anos. Ou seja, quem deseja a mudança radical são, majoritariamente, os eleitores que historicamente já votam contra o PT na Bahia. Trata-se do teto da oposição, não de uma nova onda.

Cenário de reeleição

Para entender a real intenção do eleitor baiano, é preciso olhar para os indicadores de avaliação e projeção futura, que apontam para a estabilidade do atual projeto político:

Aprovação consolidada: o governo de Jerônimo Rodrigues mantém a aprovação da maioria do eleitorado, registrando 56% de aprovação, contra 33% de desaprovação. Em termos de avaliação, 37% consideram a gestão positiva (ótimo/bom) e 33% a avaliam como regular.

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Potencial de reeleição: quando a pesquisa pergunta de forma direta se Jerônimo Rodrigues merece ser reeleito, a maioria é clara: 51% dizem que sim, ele merece, contra 42% que dizem que não. Ao analisar as séries históricas do Brasil, gestores que disputam a reeleição com aprovação e desejo de permanência acima da margem dos 50% têm altíssima probabilidade de vitória.

O fator Lula: o alinhamento nacional continua sendo um motor decisivo na Bahia. A pesquisa mostra que 47% do eleitorado gostaria que o próximo governador fosse um aliado do presidente Lula, número quase três vezes maior do que os 16% que preferem um aliado de Bolsonaro.

A hegemonia no Senado

Se o cenário para o governo do estado indica continuidade, a disputa para o Senado reforça essa tese de forma ainda mais contundente. Nas eleições em que os baianos elegerão dois senadores, os candidatos do grupo governista demonstram força hegemônica.

Na simulação de combinação de votos totais para as duas vagas, Rui Costa (PT) lidera com 24% das intenções, seguido de perto por Jaques Wagner (PT), com 22%. Quando se soma o capital político de ambos, o resultado é mais que o dobro das intenções de voto dos principais nomes da oposição testados, como João Roma (PL), que aparece com 9%, e Angelo Coronel (Republicanos), com 6%.

Uma estratégia de marketing político baseada em uma premissa falsa caminha a passos largos para a derrota. Ao cruzar todas essas variáveis — a aprovação positiva do governador, o forte desejo de reeleição, o peso decisivo do alinhamento com Lula e o favoritismo acachapante para o Senado —, a realidade se impõe.

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A matemática da pesquisa Quaest na Bahia não mente: o estado não respira ares de ruptura. O cenário projetado para as eleições de 2026 é, inegavelmente, um cenário de continuidade. Quem ignorar os dados e preferir a ilusão dos números somados artificialmente, provavelmente terá que lidar com o amargor das urnas.

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Política

Vídeo de ACM Neto com secretário de SP acende alerta sobre intenção de privatizar educação pública na Bahia

O deputado estadual Angelo Almeida aponta risco de avanço do modelo empresarial sobre a educação pública baiana

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Na gravação, Neto aparece ao lado do secretário Renato Feder, que também comandou a educação do Paraná e tem origem no setor empresarial.

Na gravação, Neto aparece ao lado do secretário Renato Feder, que também comandou a educação do Paraná e tem origem no setor empresarial. Feder foi CEO da Multilaser e atualmente é acionista da empresa, acumulando uma trajetória que mistura gestão pública e interesses privados.

Para Angelo Almeida, o simbolismo do vídeo é evidente. “Não é uma visita institucional. É a apresentação de um modelo que trata a educação como produto e a escola como negócio”, criticou.

O deputado afirma que o roteiro já é conhecido: avanço de indicadores, discurso de eficiência e, na sequência, terceirização da gestão escolar. “O problema é quando o interesse público se mistura com o privado. A conta nunca fecha para quem mais precisa”, disse.

Ele ressalta que a lógica defendida no vídeo ignora um princípio básico. “Educação pública não pode ser tratada como mercadoria. Não é ativo financeiro, é direito constitucional”, afirmou.

Na avaliação do parlamentar, Salvador já vive as consequências desse modelo. O programa Pé na Escola, criado na gestão de ACM Neto, transferiu mais de R$ 800 milhões para instituições privadas, enquanto escolas públicas foram fechadas.

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O caso mais emblemático, segundo ele, é o encerramento da escola do Rio Sena, ao mesmo tempo em que vagas privadas foram ampliadas. “Fecha-se o público para alimentar o privado. Isso não é gestão, é escolha política”, criticou.

As investigações do Ministério Público Federal sobre o programa reforçam as suspeitas. Há apuração sobre possível uso irregular de recursos da educação e desvio de finalidade na política pública.

Para Angelo Almeida, o cenário expõe uma contradição grave: Salvador lidera negativamente os índices de alfabetização infantil entre as capitais. “O modelo já fracassou aqui. E agora querem vender isso como solução para toda a Bahia”, concluiu.

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Política

Governador recebe prefeita de Poções e anuncia reforço para a saúde do município

Encontro na Governadoria resultou na entrega de ambulância, veículo para TFD, equipamentos e sala de estabilização

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Nesta terça-feira (28), o governador Jerônimo Rodrigues recebeu, na Governadoria, em Salvador, a prefeita de Poções, Irenilda
Foto: Matheus Landim/GOVBA

Nesta terça-feira (28), o governador Jerônimo Rodrigues recebeu, na Governadoria, em Salvador, a prefeita de Poções, Irenilda Cunha de Magalhães, conhecida como Dona Nilda, para discutir demandas consideradas fundamentais para o avanço do município, localizado no Sudoeste baiano. Durante o encontro, Poções foi contemplada com um veículo para Tratamento Fora do Domicílio (TFD), uma ambulância, equipamentos de saúde e uma sala de estabilização.

Convidado para a tradicional Festa do Divino Espírito Santo, celebrada no município desde 1880, o governador agradeceu o convite e destacou a parceria entre o Governo do Estado e a gestão municipal. “Quando a gente entrega esses equipamentos destinados à saúde, estamos investindo na agilidade do atendimento à população e na qualidade de vida do povo de Poções”, afirmou Jerônimo Rodrigues.

O encontro também serviu para alinhar pautas prioritárias voltadas a um município com mais de 50 mil habitantes, incluindo projetos nas áreas de saúde e infraestrutura. A prefeita destacou o apoio recebido do Governo do Estado. “Quero parabenizar o nosso governador Jerônimo, que tem nos ajudado muito. Fui muito bem atendida aqui e tudo o que viemos buscar estamos levando. É uma gestão que vai deixar legado em Poções”, declarou Dona Nilda.

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