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Agronegócio

Expoagri de Irecê reúne inovação, tradição e reforça força do agronegócio no Centro-Norte baiano

Em sua 25ª edição, maior feira agropecuária da região deve atrair 80 mil visitantes e contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues

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A força do campo e as inovações tecnológicas se encontram na 25ª edição da Expoagri, consolidada como a maior feira de agronegócio
Fotos: Amanda Ercília/GOVBA

A força do campo e as inovações tecnológicas se encontram na 25ª edição da Expoagri, consolidada como a maior feira de agronegócio da região de Irecê, no Centro-Norte baiano. O evento, que segue até domingo (26), no Parque de Exposições do município, tem a expectativa de atrair cerca de 80 mil pessoas ao longo dos quatro dias de programação.

Na noite desta sexta-feira (24), o governador Jerônimo Rodrigues prestigiou a feira, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento do setor agropecuário, contemplando desde o pequeno produtor rural até os grandes investidores do agronegócio.

“Fico feliz em estar aqui nesta exposição, que é um grande evento econômico e cultural, ao lado de autoridades e companheiros, para valorizar e fortalecer as agendas turística e cultural desta região, além dos produtores rurais”, afirmou o governador.

O secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, Vivaldo Góis, destacou a presença do governo e o apoio institucional à feira. “Estamos aqui, por meio da Secretaria da Agricultura, da Adab e da Bahia Pesca, incentivando este grande evento com apoio logístico, financeiro e técnico. A Expoagri deixou de ser apenas regional e se tornou uma feira de dimensão estadual. O governador, mais uma vez, faz questão de prestigiar os produtores rurais e a agricultura familiar”, ressaltou.

Entre os espaços mais visitados do parque, os estandes de artesanato e o pavilhão dos animais chamaram a atenção do público. Para Alcione Santos, 47 anos, administradora e frequentadora da Expoagri desde as primeiras edições, é difícil sair da feira sem levar algum produto ou sem registrar fotos. “A feira traz uma contribuição significativa para a nossa agropecuária e para a agricultura da região, além de apresentar novidades em equipamentos e tecnologias para o campo”, destacou.

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Já a empreendedora Lucy dos Santos, 49 anos, levou à feira seus produtos de couro. Vinda de São Gabriel, ela participa da Expoagri há uma década. “Há dez anos exponho aqui. A feira é um espaço onde conseguimos divulgar e vender nosso trabalho, além de fazer contatos importantes. É uma grande oportunidade para quem empreende”, afirmou.

Com programação diversificada, a Expoagri segue como vitrine do potencial agropecuário da região e como um dos principais eventos econômicos e culturais do interior da Bahia.

Agronegócio

Milho impulsiona safra baiana de grãos e projeta novo recorde em 2026

Produção do grão cresce mais de 8% na primeira safra e consolida papel estratégico da cultura para o agronegócio e a economia do estado

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Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Internacional do Milho reforça a importância estratégica do grão para o agronegócio baiano
Foto: Divulgação/Seagri

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Internacional do Milho reforça a importância estratégica do grão para o agronegócio baiano. Em 2026, a cultura desponta como uma das principais alavancas para que a Bahia alcance novamente uma safra recorde e mantenha a sétima posição no ranking nacional de produção de grãos.

De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao mês de março, a primeira safra de milho no estado está estimada em 2,088 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 8,1% em relação a 2025, o equivalente a um acréscimo de 156 mil toneladas — o maior avanço absoluto entre as culturas agrícolas baianas no período.

“O milho tem papel fundamental no desempenho recorde da produção de grãos da Bahia, fortalecendo a economia do campo e diversas cadeias produtivas. Esse resultado reflete o esforço dos produtores e o trabalho da Seagri em apoiar o setor com políticas públicas, incentivo à inovação, assistência técnica e ações que ampliam a competitividade da agricultura baiana”, destacou o secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Vivaldo Gois.

Considerando também a segunda safra, a produção total de milho deve atingir 2,74 milhões de toneladas em 2026, alta de 18,2% na comparação anual, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária da Bahia, divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A área plantada avançou 5%, alcançando 630 mil hectares, com produtividade média estimada em 4 mil quilos por hectare.

As regiões Oeste e Nordeste concentram os principais municípios produtores do grão no estado. Em 2024, Correntina liderou o ranking, com 40 mil toneladas, seguida por São Desidério (35,2 mil toneladas), Jeremoabo (34,3 mil toneladas), Adustina (31,7 mil toneladas) e Paripiranga (28,5 mil toneladas).

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No mercado internacional, o milho baiano também apresentou desempenho positivo. No primeiro trimestre de 2026, as exportações alcançaram US$ 378,1 mil, com 1,735 milhão de toneladas embarcadas, tendo como principais destinos a China e países do Oriente Médio, segundo dados do sistema Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

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Agronegócio

Expoagri chega à 25ª edição e reúne negócios, tecnologia e entretenimento em Irecê

Maior feira do agronegócio da região será realizada de 23 a 26 de abril e deve atrair cerca de 80 mil visitantes

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A maior feira do agronegócio da região de Irecê, a Expoagri, chega à sua 25ª edição com uma programação que integra negócios,
Foto: Ascom/Seagri

A maior feira do agronegócio da região de Irecê, a Expoagri, chega à sua 25ª edição com uma programação que integra negócios, inovação tecnológica e entretenimento. O evento será realizado de 23 a 26 de abril, no Parque de Exposições do município, e contará com a participação da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), por meio do Centro Tecnológico Agropecuário (Cetab) e da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

Organizada pela Associação dos Pecuaristas da Região de Irecê, a Expoagri deve atrair cerca de 80 mil visitantes ao longo dos quatro dias. A programação inclui julgamentos de animais de alta genética, lançamento de máquinas e tecnologias agrícolas, além de palestras técnicas, oficinas de capacitação e atrações culturais.

No espaço da Seagri, produtores rurais terão acesso a orientações técnicas e informações sobre programas e serviços voltados ao fortalecimento do setor agropecuário, disponibilizados pelo Cetab e pela Adab.

Na quinta-feira (24), das 8h às 13h, a Adab promove um seminário sobre a formalização de agroindústrias de pequeno porte. A atividade será realizada no estande do Centro de Capacitação Regional do Senar e é voltada a produtores interessados em regularizar seus empreendimentos e ampliar a inserção no mercado formal.

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Agronegócio

Algodão branco do Oeste baiano avança rumo à Indicação Geográfica

Reconhecimento da pluma, considerada única no país, deve valorizar produtores e impulsionar o desenvolvimento regional

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A busca pelo reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) da pluma de algodão branco produzida no Oeste da Bahia avançou
Foto: Mateus Pereira/Seagri

A busca pelo reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) da pluma de algodão branco produzida no Oeste da Bahia avançou mais um passo nesta terça-feira (7), durante reunião promovida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). A tonalidade branca da pluma, considerada única no país, está diretamente relacionada às características do solo da região, associadas a um conjunto de técnicas produtivas aprimoradas ao longo dos anos, como mecanização, irrigação e controle sanitário.

Durante o encontro, o secretário da Agricultura da Bahia, Vivaldo Góis, destacou a importância da articulação entre o governo e os produtores — a Seagri coordena o Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas. “Estamos trabalhando para reconhecer e valorizar aquilo que o nosso produtor já construiu com excelência. A Indicação Geográfica do algodão do Oeste é mais do que um selo; é o reconhecimento da identidade, da qualidade e da força do agro baiano. Nosso papel é conectar, apoiar e garantir que esse processo avance, gerando mais competitividade, renda e oportunidades para a região”, afirmou.

A chefe da Unidade Regional do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Viviane Almeida, apresentou as etapas necessárias para a obtenção do selo de Indicação Geográfica e ressaltou o potencial da Bahia, que pode alcançar até 50 registros. Atualmente, o estado já conta com oito IGs reconhecidas, entre elas a banana de Bom Jesus da Lapa e o café do Oeste baiano.

Segundo Viviane Almeida, o selo garante não apenas a valorização comercial do produto, mas também a proteção da sua origem. “Com a IG, apenas os produtores da região poderão utilizar a identificação ‘Oeste da Bahia’, assegurando procedência, qualidade e ampliando o reconhecimento nos mercados nacional e internacional”, explicou.

Além do impacto econômico, o reconhecimento da Indicação Geográfica pode impulsionar o desenvolvimento regional. A certificação abre espaço para novas oportunidades, como o fortalecimento do turismo, da gastronomia local e de experiências ligadas ao campo, ampliando a visibilidade da região e de suas produções.

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Participaram da agenda técnicos da Seagri e representantes da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e do INPI, fortalecendo o diálogo em torno de um produto que se destaca nacionalmente por sua singularidade.

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