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Economia

Fábrica da Dragão é inaugurada em Mata de São João nesta terça (15)

Instalação da unidade reforça compromisso do Estado com o desenvolvimento e a geração de empregos

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integrante do Grupo Interlândia, foi inaugurada no município de Mata de São João, a 63 quilômetros de Salvador. Com um investimento
Foto: Joá Souza/GOVBA

O Governo do Estado segue colhendo os frutos de uma política de incentivo à atração de investimentos para o interior da Bahia. Nesta terça-feira (15), a nova unidade da Dragão, marca integrante do Grupo Interlândia, foi inaugurada no município de Mata de São João, a 63 quilômetros de Salvador. Com um investimento de R$ 100 milhões, a fábrica vai produzir água sanitária, desinfetante e alvejante multiuso, com expectativa de gerar cerca de 300 postos de empregos diretos e indiretos.

Presente ao ato, o governador Jerônimo Rodrigues destacou o esforço do Estado em incentivar novos negócios para o desenvolvimento econômico e social de municípios baianos. “Nós temos, por exemplo, no Oeste, no Extremo Sul, as idas nossas para fora do país buscar empresas para se instalarem, como uma empresa forte de tecnologia, como foi o caso da BYD; no agro, nos serviços, na indústria e no comércio. O papel do Estado forte é esse. Os incentivos nossos continuarão sendo disponibilizados, para que indústrias e serviços possam se instalar na Bahia”, afirmou o governador.

Reconhecida como líder de seu segmento no Nordeste, a Dragão já gerou 70 empregos diretos, sendo 90% dessa mão-de-obra residente em Mata de São João. A previsão é dobrar o número de contratações até o final de 2025. A capacidade produtiva ultrapassa os 200 milhões de litros por ano, o que não apenas garante o abastecimento do mercado baiano com maior eficiência, como também permite a ampliação da distribuição para outras regiões do país, como o Sudeste e Centro-Oeste.

O executivo de Desenvolvimento de Novos Projetos do Grupo Interlândia, João Abreu e Lima, ressaltou os impactos positivos da iniciativa para a cidade. “Em toda cidade onde nós fixamos a nossa indústria, a gente procura desenvolver a região como um todo, ter um bom relacionamento com a sociedade que está ao redor, gerando emprego, trazendo tecnologia e procurando desenvolver a economia local”, explicou.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, indicam que no mês de fevereiro de 2025 a Bahia apresentou um saldo positivo de 20.132 postos de trabalho formais. O resultado colocou o estado na liderança na geração de empregos com carteira assinada no Nordeste. Esse desempenho é reflexo da estratégia adotada pelo governo baiano na atração de novos investimentos, o que tem impulsionado a criação de empregos.

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São ações e projetos que ampliam as oportunidades, posicionando a Bahia como um polo de crescimento no cenário nordestino. Outro exemplo da política de industrialização e atração de novos empreendimentos, executada pelo Governo do Estado, foi a inauguração, no último dia 28 de março, da Indústria de Alimentos São Braz, localizada no município de Conceição do Jacuípe.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Angelo Almeida, explicou os impactos positivos na economia e na geração de novos empregos com a atração de novas empresas, principalmente para o interior do estado. “Estamos avançando e dando consistência a essa marca de 75% de novos investimentos no estado serem feitos no interior, contemplando uma população de 15 milhões de habitantes, desconcentrando a distribuição de renda”, disse.

Economia

Planejamento funerário impulsiona mercado bilionário e moderniza o setor no Brasil 

Com tecnologia, novos serviços e mudança cultural, segmento movimenta R$ 13 bilhões por ano e amplia atuação além dos momentos de perda 

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financeira e pela ampliação dos serviços oferecidos, o setor funerário brasileiro atravessa uma fase de forte expansão econômica
Foto: Pixabay

Planejar o próprio funeral já não é mais um assunto restrito aos momentos de perda ou às conversas evitadas dentro de casa. Impulsionado pelo envelhecimento da população, pela busca por segurança financeira e pela ampliação dos serviços oferecidos, o setor funerário brasileiro atravessa uma fase de forte expansão econômica e modernização. Hoje, o segmento movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano no país, segundo levantamento da Zurik Advisors para o Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep). 

O mercado passou a incorporar estratégias de relacionamento, tecnologia, benefícios assistenciais e serviços personalizados, aproximando-se de áreas como seguros, saúde suplementar e assistência familiar. O que antes era visto apenas como um serviço emergencial tornou-se um modelo de negócio contínuo, baseado em acolhimento, planejamento e conveniência. 

Expansão 

Dados do Sincep apontam que o Brasil possui mais de 11 mil empresas ligadas ao setor funerário, incluindo funerárias, cemitérios, crematórios e administradoras de planos funerários. A expansão acompanha uma mudança cultural no comportamento dos consumidores, que passaram a enxergar o planejamento funerário como parte da organização financeira da família. 

A cremação é um dos exemplos mais visíveis dessa transformação. Levantamentos do setor indicam aumento significativo da procura pelo serviço nos últimos anos, impulsionado pela praticidade, pela redução de custos de manutenção e por questões ambientais. Em paralelo, empresas investem em memoriais digitais, velórios transmitidos on-line, homenagens virtuais e plataformas de atendimento remoto. 

Modernização 

Na Bahia, o movimento também ganha força. Em Salvador, o plano funerário Campo Santo Familiar vem se consolidando como um dos principais casos de crescimento do segmento ao ultrapassar recentemente a marca de 20 mil vidas assistidas. Com a chancela da Santa Casa da Bahia, o serviço ampliou sua atuação ao apostar em benefícios em vida, atendimento humanizado e parcerias na área de saúde. 

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Segundo o gestor de projetos do Campo Santo Familiar, Eduardo Fernandes, o setor passou a ocupar um espaço mais estratégico no orçamento familiar. “As pessoas começaram a compreender que o plano funerário não atende apenas ao momento de despedida. Ele oferece proteção financeira, acolhimento e tranquilidade para toda a família”, afirma. 

Ele ressalta, ainda, que a profissionalização ajudou a transformar a imagem do setor perante a sociedade. “Hoje há investimento em tecnologia, experiência do cliente, qualificação de equipes e melhoria dos serviços. O segmento deixou de atuar apenas na urgência para construir um relacionamento permanente com as famílias”, diz. 

Benefícios 

A coordenadora de marketing do Campo Santo Familiar, Samara Bastos, destaca que os benefícios agregados vêm aproximando novos públicos do setor funerário. “Os serviços em vida fizeram muita diferença nessa transformação. Muitas famílias chegam inicialmente interessadas em descontos em consultas, exames, farmácias e outros parceiros e acabam entendendo a importância do planejamento”, explica. 

Segundo ela, a comunicação do segmento também precisou evoluir. “As pessoas querem acolhimento, praticidade e transparência. O setor funerário precisou se humanizar ainda mais e adaptar sua linguagem a um consumidor mais informado e conectado”, afirma. 

Tecnologia 

A digitalização tornou-se uma das principais apostas do mercado funerário brasileiro. QR codes em lápides, sistemas on-line de atendimento, cerimônias híbridas e plataformas digitais de homenagem já fazem parte da rotina de muitas empresas do setor. A tendência é que a personalização dos serviços continue crescendo nos próximos anos. 

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Especialistas apontam que a chamada “economia da despedida” se consolidou como um dos segmentos mais resilientes do país, mantendo crescimento mesmo em períodos de instabilidade econômica. A regulamentação nacional dos planos funerários e a ampliação do acesso aos serviços contribuíram para atrair novos investimentos e acelerar a profissionalização do mercado. 

Mais do que lidar com o luto, o setor funerário brasileiro passou a atuar em áreas como assistência familiar, experiência do cliente, tecnologia e planejamento financeiro — uma transformação que ajuda a explicar por que um tema historicamente tratado como tabu passou a movimentar bilhões de reais no país. 

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Economia

Bahia reforça papel estratégico na indústria do petróleo durante congresso de petroleiros

Evento em Salvador reúne lideranças e destaca geração de empregos, royalties e retomada de investimentos no setor energético

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“Petroleiros na luta por um Brasil soberano e democrático”, o congresso promoveu debates sobre os desafios da indústria de petróleo e gás,
Foto: Eduardo Andrade/Ascom SDE

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) participou, nesta sexta-feira (29), da abertura do XV Congresso das Petroleiras e Petroleiros da Bahia, realizado em Salvador pelo Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA). Com o tema “Petroleiros na luta por um Brasil soberano e democrático”, o congresso promoveu debates sobre os desafios da indústria de petróleo e gás, a defesa da soberania energética nacional, os investimentos no setor e a valorização dos trabalhadores.

Representando o Governo do Estado, o diretor de Interiorização do Desenvolvimento e Fomento à Indústria de Energias Renováveis da SDE, Tarcísio Branco, levou aos participantes uma mensagem em nome da gestão estadual.

Durante sua fala, Tarcísio destacou a relevância histórica da Bahia para a indústria do petróleo e para o desenvolvimento energético brasileiro. Segundo ele, o estado mantém uma relação profunda com a trajetória do setor, desde a descoberta do primeiro poço comercial de petróleo do país, em Lobato, passando pela implantação da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), até a consolidação de uma das mais importantes organizações sindicais da categoria.

“Olhando para esta plenária, vemos a própria história da soberania energética brasileira. A Bahia foi o berço da produção comercial de petróleo no país e continua sendo uma referência na formação de profissionais, na geração de conhecimento técnico e na capacidade produtiva que impulsiona o desenvolvimento nacional”, afirmou.

O setor encerrou 2025 sustentando mais de 225 mil empregos no estado. Além disso, a atividade gerou a distribuição de R$ 603,4 milhões em royalties para 269 municípios baianos, contribuindo para investimentos em infraestrutura, educação, saúde e saneamento.

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Outro ponto destacado foi a importância da ampliação da capacidade nacional de refino e do fortalecimento da produção de fertilizantes. Nesse contexto, a retomada gradual das operações da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA) foi apontada como uma iniciativa estratégica para reduzir a dependência externa do país, fortalecer o agronegócio, impulsionar o Polo Industrial de Camaçari e gerar empregos qualificados.

Ao encerrar sua participação, Tarcísio reafirmou o compromisso do Governo da Bahia com o fortalecimento da indústria, a atração de investimentos e a valorização dos trabalhadores. “Não existe desenvolvimento sustentável sem respeito a quem constrói essa indústria todos os dias. O fortalecimento da atividade petrolífera precisa caminhar ao lado da qualificação profissional, da proteção trabalhista, da inovação tecnológica e da geração de oportunidades para o povo baiano”, destacou.

O evento reuniu lideranças sindicais, políticas e sociais, entre elas Elizabete Sacramento, coordenadora-geral do Sindipetro Bahia; Deyvid Bacelar, da Federação Única dos Petroleiros (FUP); o ex-deputado estadual Radiovaldo Costa; Lucimar Vita Machado, presidente da CUT Bahia e diretor do Sindipetro; Bárbara Bezerra, coordenadora do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP; Josué Pereira, representante da Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ); e Edivagno Matos, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).

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Economia

Bahia gera 8,4 mil empregos formais em abril e mantém sequência de crescimento

Estado registra quarto mês seguido de saldo positivo e lidera geração de vagas no Nordeste

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A Bahia gerou 8.461 postos de trabalho com carteira assinada em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

A Bahia gerou 8.461 postos de trabalho com carteira assinada em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado marca o quarto mês consecutivo de saldo positivo em 2026. As informações foram sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado.

No mês, três dos cinco grandes setores da economia apresentaram crescimento no estado. O segmento de serviços liderou a geração de empregos, com a criação de 4.788 vagas. Na sequência, apareceram a construção civil, com 3.124 novos postos, e a indústria geral, que registrou 2.098 vínculos formais.

Em âmbito nacional, o Brasil contabilizou saldo positivo de 85.888 vagas em abril, enquanto o Nordeste registrou a abertura líquida de 18.714 postos de trabalho. A Bahia apresentou crescimento relativo de 0,39%, índice superior ao observado tanto na região nordestina quanto no país.

Entre as 27 unidades federativas, 24 registraram saldo positivo no período. A Bahia alcançou o quarto maior resultado nacional em termos absolutos e liderou a geração de empregos no Nordeste, tanto em números totais quanto em crescimento proporcional.

Acumulado do ano

De janeiro a abril, o estado baiano acumulou 37.959 novos empregos formais, o que representa uma alta de 1,78% em relação ao estoque de vínculos no início do ano.

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O setor de serviços também lidera o crescimento no acumulado anual, com 23.595 vagas criadas. Em seguida estão a construção civil (11.021 postos), a indústria geral (5.880 vínculos) e o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 612 empregos gerados.

No mesmo período, o Brasil registrou 699.762 novas vagas formais, enquanto o Nordeste contabilizou 70.137 postos. A Bahia, novamente, apresentou desempenho superior, com crescimento proporcional acima das médias nacional e regional.

No acumulado de 2026, 26 estados apresentaram expansão do emprego com carteira assinada. A Bahia figura com o sétimo maior saldo absoluto do país e mantém a liderança no Nordeste. Em termos relativos, ocupa a décima posição nacional e a primeira colocação entre os estados nordestinos.

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