Economia
Dunlop lança garantia vitalícia para pneus fabricados no Brasil
Iniciativa inédita no mercado nacional reforça confiança na engenharia brasileira e amplia proteção ao consumidor durante toda a vida útil do produto
A Dunlop Pneus anuncia uma iniciativa inédita no Brasil ao se tornar a primeira fabricante nacional a oferecer garantia vitalícia para seus pneus. A decisão reflete a confiança da marca na qualidade de seus produtos e na engenharia desenvolvida no país, reforçando o compromisso com segurança, durabilidade e tranquilidade do consumidor ao longo de toda a vida útil do pneu.
A garantia vitalícia é complementar às coberturas legais, de 90 dias, e contratuais, que podem chegar a cinco anos. Na prática, após esses prazos, o pneu Dunlop continua protegido contra defeitos de fabricação, desde que sejam respeitados os critérios de uso e manutenção. A cobertura acompanha o consumidor enquanto o produto estiver em condições seguras de utilização.
“Esta iniciativa reforça nosso compromisso inabalável com o consumidor brasileiro. Com a Garantia Vitalícia, celebramos a excelência e a durabilidade dos pneus que produzimos aqui, no Brasil, para o Brasil. É o resultado, na prática, da nossa engenharia brasileira de ponta e da confiança que depositamos na qualidade da nossa manufatura local, seguindo o legado de inovação de John Boyd Dunlop. Queremos que cada motorista desfrute da qualidade, da segurança e da performance que só a Dunlop oferece”, afirma Fabio Torres Klabacher, gerente de Marketing e Vendas da Dunlop Pneus.
A cobertura é válida para pneus Dunlop fabricados no Brasil, identificados pela marcação “Made in Brazil” e pela etiqueta de desempenho, destinados a automóveis, SUVs e picapes com aro de até 18 polegadas. A elegibilidade está condicionada à apresentação da nota fiscal de compra — seja do pneu adquirido no mercado de reposição ou do veículo novo equipado com produtos da marca — e é exclusiva ao titular do documento, não sendo transferível em caso de venda do veículo ou do produto.
A garantia vitalícia contempla exclusivamente situações em que sejam identificados vícios ou falhas oriundos do processo de fabricação. Ficam fora da cobertura ocorrências relacionadas ao desgaste natural da banda de rodagem, ao fim da vida útil do pneu — caracterizado pelo limite legal de 1,6 milímetro de profundidade —, além de danos decorrentes de uso inadequado, falta de manutenção ou condições externas.
Com a novidade, a Dunlop amplia sua proposta de valor ao consumidor ao oferecer uma das coberturas mais completas do mercado, reforçando seu posicionamento em custo-benefício, durabilidade e confiabilidade.
A iniciativa também evidencia o investimento contínuo da companhia em tecnologia e processos produtivos no país, consolidando a operação brasileira como referência em qualidade dentro do grupo.
Economia
CAR e Senai/Cimatec iniciam curso de eletromecânica voltado às agroindústrias familiares
Formação vai qualificar profissionais da agricultura familiar para manutenção preventiva e corretiva de equipamentos agroindustriais e fortalecer a produção no meio rural baiano
A Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com o Senai/Cimatec, realizou nesta segunda-feira (11) a aula inaugural do Curso de Eletromecânico para Manutenção de Equipamentos Agroindustriais. A iniciativa tem como objetivo capacitar profissionais que atuam em empreendimentos da agricultura familiar para realizar diagnósticos e executar ações preventivas e corretivas na manutenção de máquinas e equipamentos de pequeno porte utilizados nas agroindústrias familiares.
Para o diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, a formação e a qualificação profissional representam um passo estratégico para o fortalecimento das agroindústrias da Bahia. “A formação profissional é fundamental para o avanço das agroindústrias baianas. Muitas unidades enfrentavam dificuldades quando máquinas e equipamentos apresentavam falhas, comprometendo a produção. Diante disso, foi construída, de forma coletiva, uma agenda pensada a várias mãos para mudar essa realidade e garantir mais eficiência ao setor”, afirmou.
Ainda segundo Jeandro Ribeiro, o Senai/Cimatec atua como parceiro estratégico nesse processo, ampliando a capacidade técnica de operação e manutenção dos equipamentos. “A Bahia vive um momento singular, com o desafio de colocar em pleno funcionamento estruturas importantes, como classificadoras de ovos e unidades de processamento de mel e leite, fortalecendo a produção de alimentos no estado”, destacou.
Com carga horária total de 200 horas, sendo 120 horas na modalidade remota e 80 horas presenciais, o curso tem início previsto para o dia 25 de maio.
O diretor de Relações Corporativas e Governamentais do Senai/Cimatec, Walter Pinheiro, ressaltou a relevância da iniciativa para o desenvolvimento regional. “O objetivo é fazer florescer a indústria onde as pessoas vivem, fortalecendo a geração de renda, criando oportunidades e levando capacitação para todas as regiões da Bahia. A formação profissional é essencial para garantir desenvolvimento, inclusão e mais qualidade de vida em todo o estado”, afirmou.
Investimentos nas agroindústrias familiares
O Governo da Bahia, por meio da CAR/SDR, vem realizando investimentos contínuos para fortalecer as agroindústrias familiares, promovendo geração de renda, inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável no meio rural.
Por meio de programas como o Bahia que Produz e Alimenta, associações e cooperativas têm sido apoiadas com recursos destinados à infraestrutura, ao beneficiamento, à comercialização e à qualificação da gestão das agroindústrias. Nos últimos anos, as ações possibilitaram a implantação e a requalificação de mais de 400 unidades de beneficiamento em diferentes regiões do estado.
Além disso, novos editais e linhas de apoio preveem a ampliação da competitividade das agroindústrias familiares, fortalecendo cadeias produtivas e ampliando o acesso de agricultoras e agricultores familiares aos mercados consumidores.
Economia
Bahia mantém liderança na geração de empregos no Nordeste e cria 14 mil vagas em março
Estado acumula mais de 90 mil postos de trabalho em 12 meses e ocupa a sexta posição no ranking nacional do Caged
A Bahia registrou saldo positivo de 14.008 novos empregos com carteira assinada em março de 2026, mantendo a liderança na geração de vagas no Nordeste. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta quarta-feira (29). Com o resultado, o estado acumula 90.722 novos postos de trabalho nos últimos 12 meses, entre março de 2025 e março de 2026.
Nos três primeiros meses deste ano, a Bahia já contabiliza mais de 27 mil novos empregos formais. No comparativo regional, o estado lidera com ampla vantagem, à frente do Ceará (6.629), Piauí (3.308) e Pernambuco (3.287).
Em março, o setor de Serviços foi o principal responsável pela geração de empregos, com a abertura de 8.872 vagas. Em seguida, aparecem a Construção Civil (2.831), a Indústria (2.183) e a Agropecuária (156). O Comércio foi o único setor a registrar saldo negativo no período, com fechamento de 33 postos de trabalho.
O secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Augusto Vasconcelos, destacou a consistência dos resultados e o papel das políticas públicas na dinamização da economia estadual. “A Bahia, sob a liderança do governador Jerônimo Rodrigues, vem mantendo um ritmo sólido de geração de empregos, fruto de investimentos públicos e privados, além de políticas que estimulam a atividade econômica e ampliam as oportunidades para a população. Esse resultado reafirma a liderança do estado no Nordeste e aponta para um cenário positivo ao longo de 2026”, afirmou.
Segundo o secretário, a tendência é de expansão das vagas formais ao longo do ano, especialmente em setores estratégicos. “Observamos uma perspectiva de crescimento ainda maior na Indústria e na Construção Civil, impulsionada por grandes projetos estruturantes, como a Ponte Salvador-Itaparica, o Estaleiro Enseada e a fábrica da BYD. Esses empreendimentos vão gerar emprego, renda e desenvolvimento para a Bahia”, completou.
No ranking nacional, a Bahia ocupa a sexta posição entre os estados que mais geraram empregos em março de 2026, atrás apenas de São Paulo (67.876), Minas Gerais (38.845), Rio de Janeiro (23.914), Santa Catarina (16.868) e Paraná (15.823).
Economia
Recurso suspende decisão da Anvisa, mas alerta sobre produtos da Ypê é mantido
Fabricante pode seguir produzindo e vendendo itens afetados, porém agência sanitária reforça recomendação para que consumidores não utilizem lotes com final 1
A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que determinava a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de produtos da marca Ypê foi temporariamente suspensa após a empresa apresentar recurso administrativo ao órgão regulador. Com isso, os efeitos da medida ficam interrompidos até novo posicionamento da Diretoria Colegiada da agência.
Apesar do efeito suspensivo, a Anvisa mantém o alerta de risco sanitário e orienta que os consumidores não utilizem os 23 produtos afetados, todos com lotes terminados no número 1, por razões de segurança.
Segundo a Ypê, o simples protocolo do recurso suspende automaticamente os efeitos da decisão, conforme previsto no artigo 17 da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 266/2019. Em nota, a empresa informou que a iniciativa busca reforçar os compromissos assumidos em seu plano de ação e conformidade, além de apresentar novos esclarecimentos técnicos à Anvisa.
Com o recurso em tramitação, os produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes podem continuar sendo fabricados e comercializados até que haja uma decisão definitiva da agência reguladora. A fabricante também afirmou que seguirá em diálogo permanente com a Anvisa para buscar uma solução conclusiva.
Alerta sanitário permanece
Mesmo com a suspensão temporária da penalidade, a Anvisa informou que não houve revisão do entendimento técnico sobre os riscos identificados na linha de produção da unidade da Química Amparo, localizada em Amparo, no interior de São Paulo. O julgamento definitivo do recurso deve ocorrer nos próximos dias.
A decisão inicial da agência foi motivada por uma inspeção realizada no fim de abril de 2026, que identificou falhas graves nas Boas Práticas de Fabricação, incluindo problemas no controle de qualidade, descumprimento de etapas críticas da produção e fragilidades nos sistemas de garantia sanitária, com risco potencial de contaminação microbiológica.
Além disso, a Anvisa levou em consideração o histórico recente da empresa. Em novembro de 2025, a própria Ypê realizou um recolhimento voluntário de lotes de lava-roupas líquidos após a detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa, fator que pesou na avaliação de risco sanitário atual.
Orientação aos consumidores
A Anvisa reforça que, enquanto o recurso não for julgado, os consumidores devem evitar o uso dos produtos envolvidos e procurar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da fabricante para obter informações sobre:
- recolhimento;
- troca;
- devolução;
- ressarcimento;
- demais providências necessárias.
A agência também orientou as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais a intensificarem a fiscalização para evitar a circulação dos lotes afetados no mercado.
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