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Segurança

Desaparecido é localizado pelo Sistema de Reconhecimento Facial da SSP

A pasta instituiu protocolo estratégico de localização de pessoas desaparecidas com emprego da ferramenta

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Um homem de 51 anos, que estava desaparecido há quase 20 dias, foi localizado no município de Serrinha, no Nordeste do estado, com o apoio
Foto: Maiara Giudice/Ascom SSP

Um homem de 51 anos, que estava desaparecido há quase 20 dias, foi localizado no município de Serrinha, no Nordeste do estado, com o apoio do Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública. A pasta instituiu, em dezembro do ano passado, um processo estratégico de localização de pessoas desaparecidas com uso da ferramenta.

O homem desapareceu no dia 15 de janeiro, após sair da cidade de Cabaceiras do Paraguaçu, passou pelo município de Candeias, na Região Metropolitana, onde deixou o veículo, e foi visto em diversos pontos da capital baiana. Dias depois foi abordado pelas equipes policiais em Serrinha.

De acordo com a delegada Ana Cristina de Carvalho, titular da Delegacia de Proteção à Pessoa (DPP), a família registrou o desaparecimento em Salvador e apresentou laudo indicando transtornos mentais.

O protocolo

Qualquer pessoa desaparecida pode ser inserida no Banco para localização através do Sistema de Reconhecimento Facial, conforme explica o major Moisés Travessa, superintendente de Telecomunicações da Secretaria da Segurança Pública. “Basta que a família procure a unidade da Polícia Civil e registre uma ocorrência apresentando documentos, laudos e imagens para inserção no sistema e auxílio do trabalho das equipes na rua”, enfatizou.

Na capital e Região Metropolitana, o registro deve ser realizado na DPP. Já no interior, o desaparecimento pode ser informado em qualquer Delegacia Territorial. A solicitação para inserção no sistema é realizada pela unidade policial.

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Quando o sistema capta o desaparecido, ele emite um alerta e as equipes policiais realizam a abordagem e condução para a delegacia. Após localização, a família deve voltar a unidade policial para o fechamento da ocorrência.

Segurança

Final do Baianão vira palco de mobilização contra a violência de gênero

Campanha Laço Branco marcou decisão entre Bahia e Vitória e convidou torcedores a assumirem compromisso público de respeito às mulheres

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Arena Fonte Nova, torcedores foram convidados a assumir um compromisso simbólico contra a violência de gênero.
Foto: Matheus Landim/GOVBA

Antes da bola rolar para a final do Campeonato Baiano, neste sábado (7), entre Bahia e Vitória, na Arena Fonte Nova, torcedores foram convidados a assumir um compromisso simbólico contra a violência de gênero. Na entrada do estádio, equipes da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM) distribuíram pulseiras da campanha Laço Branco, convocando principalmente os homens a declarar publicamente que não praticam, não silenciam e não aceitam a violência contra as mulheres.

A ação marcou o encerramento de uma mobilização realizada ao longo de todo o campeonato, utilizando o futebol — espaço de grande visibilidade e alcance popular — como instrumento de conscientização.

Entre os torcedores que chegaram para acompanhar a decisão, a iniciativa foi vista como um lembrete de que o esporte também pode promover responsabilidade social. O professor Caio Cerqueira destacou a importância de envolver os homens no debate. “O estádio precisa ser um lugar onde todo mundo se sinta seguro. A gente vem para torcer e celebrar o futebol, e é importante que os homens também assumam essa responsabilidade”, afirmou.

Para as mulheres presentes, a campanha representa um passo importante para fortalecer o respeito dentro das arquibancadas. A engenheira Camila Ribeiro ressaltou que ações como essa ajudam a reafirmar o futebol como um espaço de convivência segura. “Muitas mulheres gostam de futebol e querem viver esse momento com tranquilidade. Quando vemos campanhas assim, sentimos que o assunto está sendo levado a sério”, disse.

A mobilização foi resultado de uma carta-compromisso firmada entre o Governo da Bahia, por meio da SPM e do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), e os dez clubes participantes do Baianão. A iniciativa contou ainda com a parceria da Federação Baiana de Futebol, da Defensoria Pública do Estado e da Polícia Civil da Bahia.

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Segundo a secretária da SPM, Neusa Cadore, utilizar o futebol como espaço de diálogo amplia o alcance da mensagem. “O Campeonato Baiano reúne milhares de torcedores e tem grande visibilidade. Levar o enfrentamento à violência contra as mulheres para esse ambiente é fundamental para sensibilizar a sociedade e reforçar que essa é uma responsabilidade de todos”, afirmou.

Transmissão e alcance

A final do Campeonato Baiano foi transmitida ao vivo pela TVE, emissora pública responsável pela cobertura de toda a competição. A transmissão começou às 16h, com o pré-jogo, que incluiu conteúdos informativos e mensagens de conscientização sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres.

Ao longo do campeonato, os jogos exibidos pela emissora registraram alta audiência, ampliando o alcance da campanha para torcedores em todo o estado, tanto pela televisão quanto pelas plataformas digitais da TVE, como YouTube e TV Brasil.

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Segurança

Polícia Militar confronta facção e quatro suspeitos são baleados no Nordeste de Amaralina

Ação ocorreu durante patrulhamento de rotina; armas, munições e drogas foram apreendidas

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Guarnições da Polícia Militar alcançaram, na tarde desta quinta-feira (5), quatro integrantes de uma facção criminosa com atuação
Foto: Ascom/PMBA

Guarnições da Polícia Militar alcançaram, na tarde desta quinta-feira (5), quatro integrantes de uma facção criminosa com atuação na região do Nordeste de Amaralina, em Salvador.

As equipes realizavam patrulhamento de rotina quando avistaram cerca de dez homens armados. Durante a tentativa de cerco, os suspeitos atiraram contra as viaturas, dando início a um confronto. Após a troca de tiros, quatro suspeitos ficaram feridos.

Com o grupo, foram apreendidas armas de fogo, munições, carregadores e drogas. Os feridos foram socorridos para o Hospital Geral do Estado (HGE). Os demais integrantes do bando conseguiram fugir.

O policiamento permanece reforçado em todo o Complexo do Nordeste de Amaralina. Informações que possam auxiliar na localização dos demais suspeitos podem ser repassadas, de forma anônima e sigilosa, pelo Disque Denúncia 181. O anonimato é garantido por lei.

Se quiser, posso encurtar para nota policial, ajustar para boletim institucional ou adaptar para redes sociais.

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Segurança

Operação Ágora investiga sonegação fiscal de mais de R$ 10 milhões na Bahia

Força-tarefa cumpre mandados em Salvador e Alagoinhas contra grupo suspeito de fraudar o recolhimento de ICMS no comércio varejista de alimentos

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A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Ágora, que investiga
Foto: Ascom/Sefaz-BA

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Ágora, que investiga a prática de sonegação fiscal por empresários do setor de comércio varejista de alimentos. Segundo as apurações, o grupo teria sonegado mais de R$ 10 milhões em ICMS aos cofres do Estado da Bahia.

Foram cumpridos um mandado de prisão e dez mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas. Neste último município, houve tentativa de fuga por parte de um dos investigados, mas as equipes policiais realizaram diligências e efetuaram a prisão.

De acordo com a investigação, o grupo estruturou um esquema baseado na constituição e encerramento simulados de empresas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, dificultar a cobrança de créditos de ICMS e blindar o patrimônio dos reais beneficiários.

As apurações conduzidas pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), em conjunto com o Ministério Público da Bahia (MPBa) e a Polícia Civil, apontam que os investigados deixavam de recolher, de forma contínua, o ICMS declarado, utilizando manobras como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas em nome de interpostas pessoas sem capacidade econômico-financeira, com o objetivo de ocultar os verdadeiros proprietários e manter a atividade empresarial.

O grupo também teria criado uma holding patrimonial após o ajuizamento de execuções fiscais, com a finalidade de dissimular a estrutura empresarial ilícita e proteger bens contra a cobrança judicial.

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Segundo a Força-Tarefa, a operação é resultado da intensificação do combate às fraudes tributárias, especialmente à prática de declarar o ICMS e não repassar o imposto à Fazenda Estadual, conduta que configura crime contra a ordem tributária. Essas práticas causam prejuízos significativos à coletividade, uma vez que o imposto é pago pelo consumidor final, mas não é destinado aos cofres públicos, comprometendo o financiamento de políticas públicas e serviços essenciais.

A Operação Ágora contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 14 delegados de Polícia, 60 policiais do Necot/Draco, 10 servidores do Fisco Estadual, 10 servidores do MPBa e 16 policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).

Força-Tarefa

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip) da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) e pelo Núcleo Especializado no Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco) da Polícia Civil da Bahia.

Se quiser, posso reduzir para nota curta, adaptar para release institucional, versão para rádio ou texto para redes sociais.

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