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Economia

Coopercon BA fecha 2025 com crescimento recorde de 136%

Com 113 cooperados, entidade se consolida como maior cooperativa de compras da construção civil no Brasil

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A Coopercon BA encerrou 2025 com um crescimento histórico de 136% em relação ao ano anterior, o maior já registrado
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A Coopercon BA encerrou 2025 com um crescimento histórico de 136% em relação ao ano anterior, o maior já registrado desde sua fundação. O resultado superou em 39% as expectativas para o período, impulsionado pela adesão de 85% dos cooperados às compras intermediadas pela cooperativa. Atualmente, a entidade reúne 113 associados, reforçando a força do associativismo na construção civil baiana.

Nos últimos dois anos, a Coopercon movimentou cifras expressivas na cadeia da construção: mais de R$ 40 milhões em cimento (Intercement), R$ 56 milhões em esquadrias de alumínio (ESAF), R$ 24 milhões em pisos (Biancogres e Pointer), R$ 16 milhões em fios e cabos (Conduscabos) e R$ 21 milhões em elevadores (OTIS). Apenas em 2025, as negociações de portas ultrapassaram R$ 12 milhões. Ao longo do ano, a cooperativa esteve presente em mais de 700 canteiros de obras.

Para celebrar os resultados, a Coopercon BA reuniu seus associados em um almoço no Restaurante Amado, em Salvador, marcando o encerramento do ano com confraternização e reconhecimento aos parceiros que contribuíram para o crescimento da instituição.

No campo social, a cooperativa ampliou sua atuação com doações para a Organização do Auxílio Fraterno (OAF) e para o Projeto Tangará, no Dia das Crianças. A entidade também participou do Encontro Estadual do Cooperativismo, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do setor no estado.

Com desempenho recorde, a Coopercon projeta um 2026 ainda mais robusto e alinhado aos princípios cooperativistas.

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Economia

Bahia apresenta potencial industrial à Minth Group para atrair novos investimentos

Encontro em São Paulo destacou oportunidades no setor automotivo e na cadeia de eletromobilidade no estado

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O potencial econômico, logístico e industrial da Bahia foi apresentado a representantes da Minth Group Limited, uma das maiores fabricantes de componentes automotivos do mundo, durante reunião realizada em São Paulo. O encontro contou com a participação do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico em exercício, Aécio Moreira, do diretor de Estratégia Global da empresa, William Chin, do diretor de Novos Negócios da BYD, Alexandre Liu, e do deputado estadual Angelo Almeida. 

A agenda integra as ações do Governo do Estado voltadas à atração de investimentos e ao fortalecimento da cadeia automotiva, especialmente diante da implantação da BYD em Camaçari e do crescimento do setor de eletromobilidade. 

Durante a reunião, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) destacou os diferenciais competitivos da Bahia, como infraestrutura logística, localização estratégica, disponibilidade de áreas industriais e políticas de incentivo à instalação de novos empreendimentos. 

Segundo Aécio Moreira, o estado tem atuado de forma estratégica para se consolidar como um dos principais polos industriais do país. Ele ressaltou que a chegada da BYD amplia as oportunidades para atrair fornecedores e fortalecer a cadeia produtiva local. 

A Minth Group, que atua nos segmentos de metais, plásticos, sistemas de vedação e componentes automotivos, possui operações em 15 países e atende grandes montadoras na América do Norte, Europa e Ásia. Durante o encontro, William Chin destacou o processo de expansão internacional da empresa e indicou o Brasil como um possível novo destino de investimentos. 

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De acordo com Alexandre Liu, da BYD, municípios do entorno de Camaçari vêm sendo avaliados para a instalação de fornecedores, com destaque para Feira de Santana, devido à sua localização estratégica e proximidade com a planta industrial. 

As tratativas entre o Governo da Bahia e a Minth Group devem avançar com novos estudos técnicos, voltados à avaliação da viabilidade de instalação da empresa no estado. 

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Economia

Planejamento funerário impulsiona mercado bilionário e moderniza o setor no Brasil 

Com tecnologia, novos serviços e mudança cultural, segmento movimenta R$ 13 bilhões por ano e amplia atuação além dos momentos de perda 

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financeira e pela ampliação dos serviços oferecidos, o setor funerário brasileiro atravessa uma fase de forte expansão econômica
Foto: Pixabay

Planejar o próprio funeral já não é mais um assunto restrito aos momentos de perda ou às conversas evitadas dentro de casa. Impulsionado pelo envelhecimento da população, pela busca por segurança financeira e pela ampliação dos serviços oferecidos, o setor funerário brasileiro atravessa uma fase de forte expansão econômica e modernização. Hoje, o segmento movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano no país, segundo levantamento da Zurik Advisors para o Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep). 

O mercado passou a incorporar estratégias de relacionamento, tecnologia, benefícios assistenciais e serviços personalizados, aproximando-se de áreas como seguros, saúde suplementar e assistência familiar. O que antes era visto apenas como um serviço emergencial tornou-se um modelo de negócio contínuo, baseado em acolhimento, planejamento e conveniência. 

Expansão 

Dados do Sincep apontam que o Brasil possui mais de 11 mil empresas ligadas ao setor funerário, incluindo funerárias, cemitérios, crematórios e administradoras de planos funerários. A expansão acompanha uma mudança cultural no comportamento dos consumidores, que passaram a enxergar o planejamento funerário como parte da organização financeira da família. 

A cremação é um dos exemplos mais visíveis dessa transformação. Levantamentos do setor indicam aumento significativo da procura pelo serviço nos últimos anos, impulsionado pela praticidade, pela redução de custos de manutenção e por questões ambientais. Em paralelo, empresas investem em memoriais digitais, velórios transmitidos on-line, homenagens virtuais e plataformas de atendimento remoto. 

Modernização 

Na Bahia, o movimento também ganha força. Em Salvador, o plano funerário Campo Santo Familiar vem se consolidando como um dos principais casos de crescimento do segmento ao ultrapassar recentemente a marca de 20 mil vidas assistidas. Com a chancela da Santa Casa da Bahia, o serviço ampliou sua atuação ao apostar em benefícios em vida, atendimento humanizado e parcerias na área de saúde. 

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Segundo o gestor de projetos do Campo Santo Familiar, Eduardo Fernandes, o setor passou a ocupar um espaço mais estratégico no orçamento familiar. “As pessoas começaram a compreender que o plano funerário não atende apenas ao momento de despedida. Ele oferece proteção financeira, acolhimento e tranquilidade para toda a família”, afirma. 

Ele ressalta, ainda, que a profissionalização ajudou a transformar a imagem do setor perante a sociedade. “Hoje há investimento em tecnologia, experiência do cliente, qualificação de equipes e melhoria dos serviços. O segmento deixou de atuar apenas na urgência para construir um relacionamento permanente com as famílias”, diz. 

Benefícios 

A coordenadora de marketing do Campo Santo Familiar, Samara Bastos, destaca que os benefícios agregados vêm aproximando novos públicos do setor funerário. “Os serviços em vida fizeram muita diferença nessa transformação. Muitas famílias chegam inicialmente interessadas em descontos em consultas, exames, farmácias e outros parceiros e acabam entendendo a importância do planejamento”, explica. 

Segundo ela, a comunicação do segmento também precisou evoluir. “As pessoas querem acolhimento, praticidade e transparência. O setor funerário precisou se humanizar ainda mais e adaptar sua linguagem a um consumidor mais informado e conectado”, afirma. 

Tecnologia 

A digitalização tornou-se uma das principais apostas do mercado funerário brasileiro. QR codes em lápides, sistemas on-line de atendimento, cerimônias híbridas e plataformas digitais de homenagem já fazem parte da rotina de muitas empresas do setor. A tendência é que a personalização dos serviços continue crescendo nos próximos anos. 

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Especialistas apontam que a chamada “economia da despedida” se consolidou como um dos segmentos mais resilientes do país, mantendo crescimento mesmo em períodos de instabilidade econômica. A regulamentação nacional dos planos funerários e a ampliação do acesso aos serviços contribuíram para atrair novos investimentos e acelerar a profissionalização do mercado. 

Mais do que lidar com o luto, o setor funerário brasileiro passou a atuar em áreas como assistência familiar, experiência do cliente, tecnologia e planejamento financeiro — uma transformação que ajuda a explicar por que um tema historicamente tratado como tabu passou a movimentar bilhões de reais no país. 

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Economia

Bahia reforça papel estratégico na indústria do petróleo durante congresso de petroleiros

Evento em Salvador reúne lideranças e destaca geração de empregos, royalties e retomada de investimentos no setor energético

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“Petroleiros na luta por um Brasil soberano e democrático”, o congresso promoveu debates sobre os desafios da indústria de petróleo e gás,
Foto: Eduardo Andrade/Ascom SDE

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE) participou, nesta sexta-feira (29), da abertura do XV Congresso das Petroleiras e Petroleiros da Bahia, realizado em Salvador pelo Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA). Com o tema “Petroleiros na luta por um Brasil soberano e democrático”, o congresso promoveu debates sobre os desafios da indústria de petróleo e gás, a defesa da soberania energética nacional, os investimentos no setor e a valorização dos trabalhadores.

Representando o Governo do Estado, o diretor de Interiorização do Desenvolvimento e Fomento à Indústria de Energias Renováveis da SDE, Tarcísio Branco, levou aos participantes uma mensagem em nome da gestão estadual.

Durante sua fala, Tarcísio destacou a relevância histórica da Bahia para a indústria do petróleo e para o desenvolvimento energético brasileiro. Segundo ele, o estado mantém uma relação profunda com a trajetória do setor, desde a descoberta do primeiro poço comercial de petróleo do país, em Lobato, passando pela implantação da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), até a consolidação de uma das mais importantes organizações sindicais da categoria.

“Olhando para esta plenária, vemos a própria história da soberania energética brasileira. A Bahia foi o berço da produção comercial de petróleo no país e continua sendo uma referência na formação de profissionais, na geração de conhecimento técnico e na capacidade produtiva que impulsiona o desenvolvimento nacional”, afirmou.

O setor encerrou 2025 sustentando mais de 225 mil empregos no estado. Além disso, a atividade gerou a distribuição de R$ 603,4 milhões em royalties para 269 municípios baianos, contribuindo para investimentos em infraestrutura, educação, saúde e saneamento.

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Outro ponto destacado foi a importância da ampliação da capacidade nacional de refino e do fortalecimento da produção de fertilizantes. Nesse contexto, a retomada gradual das operações da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA) foi apontada como uma iniciativa estratégica para reduzir a dependência externa do país, fortalecer o agronegócio, impulsionar o Polo Industrial de Camaçari e gerar empregos qualificados.

Ao encerrar sua participação, Tarcísio reafirmou o compromisso do Governo da Bahia com o fortalecimento da indústria, a atração de investimentos e a valorização dos trabalhadores. “Não existe desenvolvimento sustentável sem respeito a quem constrói essa indústria todos os dias. O fortalecimento da atividade petrolífera precisa caminhar ao lado da qualificação profissional, da proteção trabalhista, da inovação tecnológica e da geração de oportunidades para o povo baiano”, destacou.

O evento reuniu lideranças sindicais, políticas e sociais, entre elas Elizabete Sacramento, coordenadora-geral do Sindipetro Bahia; Deyvid Bacelar, da Federação Única dos Petroleiros (FUP); o ex-deputado estadual Radiovaldo Costa; Lucimar Vita Machado, presidente da CUT Bahia e diretor do Sindipetro; Bárbara Bezerra, coordenadora do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP; Josué Pereira, representante da Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ); e Edivagno Matos, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).

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