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Cultura

MGB continua com horário de funcionamento estendido

Em fevereiro, o Museu Geológico da Bahia funciona de terça a sexta, das 10h às 18h, nos finais de semana, das 13h às 17h

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O Museu Geológico da Bahia (MGB), órgão administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), continuará com o
Foto: Mário Marques/Ascom SDE

O Museu Geológico da Bahia (MGB), órgão administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), continuará com o funcionamento estendido em fevereiro, de terça a sexta-feira, abrindo às 10 horas e encerrando às 18 horas. Aos finais de semana, o funcionamento será mantido das 13h às 17h. O MGB está localizado na Avenida Sete de Setembro, nº 2195, Corredor da Vitória e a entrada é gratuita.

Com um dos maiores acervos de rochas, minerais, pedras preciosas e fósseis da Bahia, o MGB, que completa meio século este ano, proporciona aos seus visitantes uma viagem no tempo geológico através das suas exposições temáticas: Meteoritos, Universo/Sistema Solar, Minerais, Rochas, Recursos Minerais, Minerais e Rochas Industriais, Artesanato Mineral, Garimpo, Minerais Radioativos, Energia dos Cristais, Gemas, Petróleo, Otto Billian, Rochas Ornamentais e Fósseis.

Inaugurado em 1975, o museu é um centro de pesquisa, divulgação e preservação do patrimônio geológico da Bahia, que desenvolve projetos de cunho científico, educativo e cultural, completando meio século de funcionamento neste ano. O espaço conta ainda com um cinema e um café, de onde se pode apreciar o mural Flor de Pedras do artista plástico Juarez Paraíso.

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Carnaval 2026

Bahia abre oficialmente a festa em Salvador e celebra o estado da alegria

Entrega das chaves ao Rei Momo marca início da festa, que movimenta economia, reforça serviços públicos e leva programação a todo o estado

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A partir desta quinta-feira (12), a Bahia se torna oficialmente “um estado de alegria” com a entrega simbólica das chaves do Carnaval 2026
Foto: Wuiga Rubini/GOVBA

A partir desta quinta-feira (12), a Bahia se torna oficialmente “um estado de alegria” com a entrega simbólica das chaves do Carnaval 2026 ao Rei Momo Neto Rodrigues. A cerimônia, realizada no Campo Grande — Circuito Osmar —, reuniu o governador Jerônimo Rodrigues, o vice-governador e coordenador-geral da festa, Geraldo Júnior, além de secretários estaduais, autoridades e artistas.

“O Carnaval da Bahia é, antes de tudo, um carnaval do cuidado com todos aqueles que fazem a festa acontecer. Precisamos realizar uma folia de paz, inclusão e alegria, com responsabilidade, segurança e organização”, afirmou o governador.

Jerônimo destacou ainda o impacto da folia no fortalecimento econômico da capital e de mais de 150 municípios baianos, impulsionando turismo, serviços, economia criativa e geração de emprego e renda. “Na capital e no interior, a ocupação hoteleira chega a cerca de 90% em diversas regiões turísticas, como o Litoral, a Chapada Diamantina e o Oeste do estado”, disse.

No circuito, Jerônimo Rodrigues e Geraldo Júnior acompanharam as apresentações de Luiz Caldas e Daniela Mercury, atrações apoiadas pelo Governo do Estado. Também integravam a programação Escandurras e Sambaiana. Já no Barra-Ondina, o público prestigiou Thiago Aquino, Ludmilla, Carlinhos Brown, Os Mascarados, Tatau, Cheiro de Amor e Hiago Danadinho.

Estrutura reforçada para os foliões

O Carnaval de Salvador 2026 conta com um volume histórico de serviços do Governo do Estado, em uma operação integrada que beneficia baianos e turistas. Entre os destaques está o Programa Ouro Negro, que recebe o maior investimento de sua história: R$ 17 milhões destinados ao apoio de 134 blocos afro, afoxés, blocos de samba, indígenas e de reggae, nos circuitos da capital e do interior. No Pelourinho, o edital “Carnaval do Pelô” destina mais de R$ 3 milhões para a contratação de 87 atrações.

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“O Carnaval é o momento em que a Bahia demonstra ao Brasil e ao mundo sua capacidade de reunir pessoas e promover desenvolvimento a partir da cultura”, afirmou o secretário de Cultura, Bruno Monteiro.

A segurança da festa conta com a atuação especial da Secretaria da Segurança Pública (SSP), que mobiliza mais de 37 mil policiais e bombeiros, com investimento superior a R$ 110 milhões. O monitoramento será feito por cinco mil câmeras — parte delas com tecnologia de reconhecimento facial — e mais de 2,5 mil estruturas de observação e atendimento. O titular da SSP, Marcelo Werner, destacou ainda o uso de mais de 60 drones com imagens de alta resolução integrados ao Centro de Comando e Controle.

A Secretaria da Saúde (Sesab) reforça o atendimento com plantões emergenciais em hospitais estratégicos, ampliação de UPAs, unidades móveis de saúde nos circuitos e testagem rápida para HIV, sífilis e hepatites virais. O Hospital da Mulher funcionará 24 horas para atendimento a vítimas de violência sexual. Segundo a secretária Roberta Santana, o investimento supera R$ 14 milhões, incluindo mais de 4,2 mil plantões emergenciais e ações de prevenção de ISTs em Salvador, Itabuna, Juazeiro, Brumado e Porto Seguro.

Além disso, o evento conta com Plantão Integrado de Direitos Humanos, ações de combate ao racismo e à intolerância religiosa, enfrentamento à violência contra as mulheres e apoio superior a R$ 5 milhões para catadores de materiais recicláveis, garantindo segurança alimentar e equipamentos de proteção.

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Carnaval 2026

Folia na Bahia aumenta geração de resíduos e exige atenção aos recursos hídricos 

Grande circulação de pessoas amplia desafios ambientais em cidades do litoral e do interior 

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segundo dados da Secretaria de Turismo do Estado, ampliando a geração de resíduos, o consumo de água e a pressão sobre os
Foto: SecomBA

O Carnaval da Bahia, um dos maiores eventos populares do país, vai além da dimensão cultural e turística e impõe desafios ambientais relevantes. Em 2025, a festa reuniu cerca de 3,5 milhões de visitantes em Salvador e cidades do interior, segundo dados da Secretaria de Turismo do Estado, ampliando a geração de resíduos, o consumo de água e a pressão sobre os sistemas de drenagem e saneamento. 

A dimensão da celebração tem impacto direto sobre rios, lagoas e praias do estado, especialmente em um período marcado por chuvas de verão, quando resíduos descartados inadequadamente nas ruas podem ser levados para canais de drenagem e alcançar corpos d’água. 

Em Salvador, ações de coleta seletiva e triagem ambiental recolheram mais de 169 toneladas de materiais recicláveis durante os dias de folia, de acordo com o balanço final do projeto EcoFolia Solidária, coordenado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema). Sem destinação adequada, parte desse material pode contribuir para a poluição hídrica e o comprometimento de ecossistemas aquáticos. 

Para Ana Odália Sena, coordenadora do Fórum Baiano de Comitês de Bacias Hidrográficas e professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), o Carnaval evidencia a relação direta entre comportamento urbano e preservação dos recursos hídricos. “O Carnaval é um momento de celebração coletiva, mas também exige atenção aos impactos ambientais. Atitudes simples, como descartar corretamente o lixo e evitar desperdício de água, fazem diferença concreta na proteção de rios, lagoas e praias”, afirma. 

Outro ponto de atenção é o aumento temporário da população em áreas urbanas e turísticas, que eleva a demanda por abastecimento. Durante o Carnaval de 2025, a Embasa distribuiu 82 mil litros de água para hidratação de foliões em pontos da capital e do interior, como parte das ações emergenciais de apoio ao evento. 

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Especialistas alertam que líquidos descartados em vias públicas, restos de alimentos e embalagens abandonadas em ruas e praias podem prejudicar a drenagem urbana e intensificar a poluição da água, especialmente em áreas naturais, onde a vegetação atua como proteção dos sistemas hídricos. 

A Bahia conta com dezenas de Comitês de Bacias Hidrográficas responsáveis pela gestão participativa dos recursos hídricos em todo o estado. Segundo Ana Odália Sena, que coordena o fórum que articula esses colegiados, grandes eventos como o Carnaval reforçam a necessidade de integrar planejamento urbano, educação ambiental e participação da população. 

“O cuidado com a água não se limita aos dias de festa. O Carnaval passa, mas os impactos ambientais podem permanecer por mais tempo”, conclui. 

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Carnaval 2026

Bahia realiza a maior ação de reciclagem e fortalece política de valorização de catadores

O Governo do Estado amplia ações de economia circular e prevê atender 4 mil coletores de materiais recicláveis em 2026 

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O Governo da Bahia consolidou um dos maiores programas públicos de apoio à reciclagem do Brasil e uma das maiores iniciativas
Foto: GovBA

O Governo da Bahia consolidou um dos maiores programas públicos de apoio à reciclagem do Brasil e uma das maiores iniciativas do mundo dedicadas à valorização de catadores e catadoras de materiais recicláveis. No Carnaval da Bahia, essa política chega a uma escala inédita: o Estado realizará a maior ação de reciclagem já promovida na história da festa, articulando inclusão social, geração de renda, fortalecimento da economia circular, preservação ambiental e eficiência energética — tudo baseado em resultados concretos e mensuráveis. 

Sob a liderança do governador Jerônimo Rodrigues, a política estadual reconhece o papel estratégico dos catadores e catadoras na gestão de resíduos sólidos, na mitigação de impactos ambientais e na promoção do trabalho decente. Trata-se de uma iniciativa que combina justiça social, sustentabilidade e desenvolvimento econômico, reafirmando o compromisso do Estado com a inovação e a proteção ambiental. 

O secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, ressalta que o Carnaval será palco da maior operação de reciclagem já realizada pelo Estado. “Fazemos a maior ação em apoio à reciclagem do Brasil e uma das maiores do mundo. Este ano será ainda maior. O Governo do Estado investe no apoio aos catadores de materiais recicláveis, por entendermos que essa categoria de trabalhadores é fundamental para o meio ambiente e para gerar renda às famílias. Valorizar a ação desses profissionais e promover o trabalho decente é uma das marcas da gestão do governador Jerônimo”, afirmou. 

O conjunto de ações contempla a implantação e o fortalecimento das Centrais de Apoio ao Catador, iniciativas de segurança alimentar, a frente Cuidar de Quem Cuida, além da oferta de espaços estruturados de higiene pessoal. Até agora, já foram investidos R$ 4,7 milhões, com previsão de ampliação para R$ 5,7 milhões. 

O programa fortalece cadeias produtivas sustentáveis, reduz a quantidade de resíduos destinados a aterros e amplia a eficiência do sistema estadual de gestão de resíduos. Ao reconhecer catadores e catadoras como agentes centrais da economia circular, a Bahia promove geração de renda, melhora as condições de trabalho e reforça sua agenda ambiental, impactando positivamente milhares de famílias e a dinâmica urbana. 

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Resultados consolidados 

Em 2026, a política entra em um novo patamar de alcance e integração com as grandes agendas estratégicas do Estado. A meta é chegar a 4 mil catadores e catadoras atendidos, ampliando ações de valorização do trabalho, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. 

Durante o Carnaval da Bahia 2026, dentro do conceito de “um estado de alegria”, a política de reciclagem estará integrada a uma ampla rede de cuidado com quem faz a festa acontecer. Pelo eixo trabalho do programa Meu Corre Decente, são mais de R$ 8,5 milhões destinados ao cuidado de cerca de 8 mil trabalhadores e trabalhadoras da folia, incluindo catadores, ambulantes, cordeiros e músicos. 

A festa deve atrair 3,7 milhões de turistas e movimentar cerca de R$ 8 bilhões, fortalecendo a reciclagem como vetor de inclusão produtiva, eficiência energética e sustentabilidade ambiental no maior evento popular do país. 

Evolução dos resultados 

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2025
• 3.479 catadores atendidos
• 170 toneladas de resíduos coletados
• Implantação de dois espaços de convivência, cinco de segurança alimentar e três de higienização
• Investimento: R$ 4,7 milhões 

2024
• 2.437 catadores atendidos
• 174 toneladas de resíduos coletados
• Implantação do primeiro espaço de convivência para catadores
• Investimento: R$ 2,3 milhões 

2023
• 1.840 catadores atendidos
• 149 toneladas de resíduos coletados
• Ainda sem espaços estruturados de convivência, segurança alimentar ou higienização
• Investimento: R$ 1,4 milhão 

 

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