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Cultura

MGB continua com horário de funcionamento estendido

Em fevereiro, o Museu Geológico da Bahia funciona de terça a sexta, das 10h às 18h, nos finais de semana, das 13h às 17h

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O Museu Geológico da Bahia (MGB), órgão administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), continuará com o
Foto: Mário Marques/Ascom SDE

O Museu Geológico da Bahia (MGB), órgão administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), continuará com o funcionamento estendido em fevereiro, de terça a sexta-feira, abrindo às 10 horas e encerrando às 18 horas. Aos finais de semana, o funcionamento será mantido das 13h às 17h. O MGB está localizado na Avenida Sete de Setembro, nº 2195, Corredor da Vitória e a entrada é gratuita.

Com um dos maiores acervos de rochas, minerais, pedras preciosas e fósseis da Bahia, o MGB, que completa meio século este ano, proporciona aos seus visitantes uma viagem no tempo geológico através das suas exposições temáticas: Meteoritos, Universo/Sistema Solar, Minerais, Rochas, Recursos Minerais, Minerais e Rochas Industriais, Artesanato Mineral, Garimpo, Minerais Radioativos, Energia dos Cristais, Gemas, Petróleo, Otto Billian, Rochas Ornamentais e Fósseis.

Inaugurado em 1975, o museu é um centro de pesquisa, divulgação e preservação do patrimônio geológico da Bahia, que desenvolve projetos de cunho científico, educativo e cultural, completando meio século de funcionamento neste ano. O espaço conta ainda com um cinema e um café, de onde se pode apreciar o mural Flor de Pedras do artista plástico Juarez Paraíso.

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Mês da Mulher

Shopping Piedade homenageia Banda Didá no Mês das Mulheres

Exposição fotográfica celebra o protagonismo feminino e a força da cultura negra baiana

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No mês dedicado à valorização das mulheres, o Shopping Piedade, em Salvador, presta homenagem à Banda Didá, um dos maiores
Foto: Divulgação

No mês dedicado à valorização das mulheres, o Shopping Piedade, em Salvador, presta homenagem à Banda Didá, um dos maiores símbolos da força feminina na cultura baiana. A celebração acontece entre 9 e 31 de março, no piso L3, por meio de uma exposição fotográfica que retrata a trajetória, a arte e o protagonismo das mulheres que constroem a história do grupo.

A mostra reúne registros assinados pelos fotógrafos Diógenes Neghet e Célia Santos, que apresentam imagens sensíveis e potentes sobre a identidade, a musicalidade e o impacto social da Didá, referência nacional e internacional em arte, educação e transformação social.

Com sede em um casarão histórico no Pelourinho, a Banda Didá desenvolve há décadas ações educativas e culturais voltadas principalmente para mulheres e crianças, promovendo autoestima, valorização da negritude e igualdade de gênero por meio da música e da educação. O próprio nome do grupo, de origem iorubá, significa “o poder da criação”, essência que traduz sua missão e atuação.

Para o gerente de marketing do Shopping Piedade, Maurício Mendes, a homenagem reforça a importância de reconhecer iniciativas que transformam vidas. “O Mês das Mulheres é um momento de reconhecimento. Homenagear a Didá, a partir do olhar sensível de fotógrafos que registram essa história, é celebrar a força, a arte e o impacto social de um projeto que valoriza o protagonismo feminino na cultura baiana”, destacou.

📅 Período: 9 a 31 de março
📍 Local: Shopping Piedade – Piso L3

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Cultura

Caminhada Penitencial reúne cerca de 300 mil fiéis em Salvador

Evento integrou o Jubileu da Arquidiocese e contou com apoio do Governo da Bahia como incentivo ao turismo religioso

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Nossa Senhora das Dores, no Lobato; e da Paróquia Nossa Senhora dos Mares, no Largo dos Mares, a tradicional reuniu cerca de 300 mil fiéis
Foto: Tatiana Azeviche/Ascom Setur

Com saídas do Santuário Nossa Senhora da Conceição da Praia, no Comércio; da Paróquia Nossa Senhora das Dores, no Lobato; e da Paróquia Nossa Senhora dos Mares, no Largo dos Mares, a tradicional Caminhada Penitencial reuniu cerca de 300 mil fiéis no último domingo (8), em Salvador. O percurso teve como destino o Santuário Senhor do Bonfim, na Cidade Baixa.

Momento de reflexão da Quaresma, período de 40 dias que antecede a Páscoa, a caminhada contou com a participação de baianos e turistas e integrou a programação do Jubileu dos 475 anos de criação da diocese de Salvador e dos 350 anos de sua elevação à condição de arquidiocese. O evento teve apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA), dentro das ações de incentivo ao turismo religioso associado ao calendário da Igreja Católica.

“É um evento de grande importância para a fé dos baianos e também para o incremento do fluxo turístico, contribuindo para prolongar a permanência dos visitantes na capital. Atento às manifestações católicas, o Estado dá a sua contribuição nas celebrações do Jubileu”, declarou o secretário de Turismo, Maurício Bacelar, durante a missa campal presidida pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Sérgio da Rocha, na Conceição da Praia, antes da saída em direção ao Bonfim.

O arcebispo destacou o caráter espiritual da caminhada. “É uma ocasião de conversão e renovação da própria vida. Nós nos unimos como Igreja Arquidiocesana, acolhendo também os irmãos que visitam a cidade. Queremos ser um povo fraterno, acolhedor, que caminha unido”, afirmou.

Realizada em um trajeto de oito quilômetros, com orações e cânticos amplificados por seis trios elétricos, a Caminhada Penitencial foi encerrada com a bênção de dom Sérgio da Rocha, na Basílica do Senhor do Bonfim. Para a professora sergipana Anelisa Souza, que participou do evento, a peregrinação tem forte significado. “Sempre que posso venho participar, pelo sentido de reavaliação dos nossos atos e da própria vida. É mais um grande evento da rica tradição religiosa da Bahia”, disse.

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Outros eventos apoiados

No último fim de semana, a Setur-BA também apoiou outras iniciativas que movimentaram diferentes zonas turísticas do estado. Na Baía de Todos-os-Santos, a segunda edição do Salvador em Adoração, evento de música gospel organizado pela Ame Brasil, movimentou a Praça de Piatã. Ainda na capital, a Feira de São Joaquim promoveu uma roda de samba em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

Na Costa dos Coqueiros, o Festival Camaçari Mulher, realizado na Cidade do Saber, reuniu atividades nas áreas de saúde, empreendedorismo e cultura. Já na Chapada Diamantina, o Dia do Evangélico foi celebrado no município de Boquira, com atrações gospel no Parque Narciso Pessoa de Araújo.

Na Costa do Descobrimento, o Festival Música em Trancoso, que começa oficialmente nesta quarta-feira (11), foi antecedido por apresentações gratuitas do concerto “Ecos do Amor”, da Camerata Jovem Ecoar, nas localidades de Caraíva, Itaporanga, Vale Verde e Arraial d’Ajuda.

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Dia da Mulher

Mulheres transformam o Parque Zoobotânico da Bahia com cuidado, liderança e dedicação

Presença feminina marca o manejo da fauna, a educação ambiental e a gestão de um dos principais espaços de conservação do estado

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Parque Zoobotânico da Bahia, existe uma força silenciosa, atenta e essencial: o trabalho das mulheres que atuam no cuidado, na gestão e na
Foto: Ludmille Bispo

Por trás dos recintos que abrigam espécies da fauna brasileira e encantam centenas de visitantes diariamente no Parque Zoobotânico da Bahia, existe uma força silenciosa, atenta e essencial: o trabalho das mulheres que atuam no cuidado, na gestão e na educação ambiental do espaço.

Entre elas está Valdirene Santos, tratadora há um ano e meio e, atualmente, a única mulher na equipe de tratadores do Parque. A rotina começa antes mesmo da abertura dos portões ao público. A primeira missão do dia é garantir que os recintos estejam limpos, organizados e preparados para o bem-estar dos animais. “Eles precisam encontrar o ambiente adequado. Isso é fundamental para que se sintam seguros e tranquilos”, explica.

Mais do que limpeza e alimentação, a função exige observação constante e sensibilidade. Valdirene, conhecida como Val, destaca que os tratadores são os primeiros a identificar qualquer alteração no comportamento dos animais. “Somos os olhos do técnico. Antes mesmo da avaliação especializada, somos nós que percebemos qualquer mudança. Cada detalhe importa”, afirma.

Esse olhar atento contribui diretamente para a saúde e o manejo adequado das espécies. Para Valdirene, a motivação vem do amor pela profissão. “Eu amo o que faço. Trabalhar aqui é especial. Cuidar de animais é algo lindo e faz bem até para a saúde mental. É gratificante fazer o que a gente gosta”, diz.

No Dia Internacional da Mulher, ela deixa uma mensagem para outras mulheres que desejam ocupar espaços ainda pouco representados. “Acredite no seu potencial. Não deixe ninguém dizer que esse lugar não é seu. A gente não pede espaço, a gente conquista. No meio de tantos homens, aprendi que não preciso ser mais forte que ninguém, preciso ser competente, dedicada e verdadeira com o que faço”, ressalta.

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Liderança feminina na gestão

A força feminina no Parque Zoobotânico também se reflete na gestão da instituição, conduzida pela bióloga Ana Celly Lima, que iniciou sua trajetória no local como estagiária e hoje ocupa uma posição de liderança.

Ana ingressou no Parque em outubro de 2006, durante o estágio supervisionado da graduação em Biologia. Nesse período, passou por setores como ornitologia, nutrição e quarentena, experiências que ajudaram a consolidar seu olhar técnico no cuidado com a fauna silvestre.

Foi ainda nessa fase que começou a atuar no manejo de neonatos e filhotes de animais silvestres, trabalho que deu origem ao berçário do zoológico. “Quando finalizei o estágio, fui convidada a continuar no projeto de manejo de filhotes. Foi assim que consolidamos o trabalho de recria de animais”, relembra.

Entre os resultados mais expressivos dessa trajetória está o sucesso na recria de um filhote de harpia, feito considerado raro entre instituições que atuam com fauna silvestre sob cuidados humanos.

Em 2021, Ana Celly assumiu a gestão técnica do Parque, ampliando suas responsabilidades. “Hoje, o trabalho envolve o bem-estar de mais de mil animais e a gestão de quase 200 colaboradores. Não cuidamos apenas da fauna, mas também das pessoas”, explica.

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Segundo ela, o maior desafio está justamente na condução das equipes. “Gerir fauna é algo que a experiência nos ensina com segurança. O grande desafio é lidar com pessoas, com suas diferentes realidades e necessidades. Isso exige sensibilidade, escuta e equilíbrio”, destaca.

Ana também ressalta o orgulho de integrar uma instituição com forte presença feminina em cargos estratégicos. “Nossa diretora é uma mulher, temos coordenadoras técnicas, lideranças femininas em diversos setores e uma participação muito expressiva das mulheres no corpo técnico do Parque”, afirma.

Presença que transforma

Entre os quase 200 colaboradores do Parque Zoobotânico da Bahia, a presença feminina é marcante. As mulheres atuam em áreas estratégicas como medicina veterinária, biologia, museologia, engenharia agronômica, vigilância, gestão administrativa, educação ambiental, manejo animal, nutrição, conservação da fauna e serviços gerais.

São elas que ajudam a garantir que o Parque permaneça organizado, acolhedor e preparado para receber famílias, estudantes e visitantes de todas as idades.

Neste Dia Internacional da Mulher, o Parque Zoobotânico da Bahia celebra não apenas uma data simbólica, mas a atuação cotidiana, competente e transformadora das mulheres que dedicam seu trabalho à preservação da fauna e do meio ambiente. Porque, quando mulheres ocupam espaços, elas não apenas trabalham — elas transformam.

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