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Social

Cidadania Rural leva inclusão e direitos a comunidades indígenas da Bahia

A iniciativa da SDR vai acontecer entre os dias 8 e 12 de julho, nos municípios de Abaré e Rodelas

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O Cidadania Rural inicia nova etapa com atendimento à comunidades indígenas do interior da Bahia. A iniciativa da Secretaria de
Foto: ASCOM/SDR/GOVBA 

O Cidadania Rural inicia nova etapa com atendimento à comunidades indígenas do interior da Bahia. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) vai acontecer entre os dias 8 e 12 de julho, nos municípios de Abaré e Rodelas, e tem o objetivo de garantir o acesso à documentação básica, promovendo inclusão social, segurança jurídica e fortalecendo a agricultura familiar no estado. 

 Ao longo dos quatro dias, serão ofertados serviços de emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) e orientações sobre o programa ID Jovem, com atendimentos realizados das 8h30 às 17h. A expectativa é de que sejam emitidos cerca de 100 documentos por dia, atendendo diretamente às populações indígenas das etnias Tumbalalá, Tuxi, Atikum, Kambiwá, Tuxá e Pankararé, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com a inclusão e a dignidade dos povos originários. 

Em Abaré, os atendimentos vão acontecer na Escola Indígena Santo Antônio do Pambú, nos dias 8 e 9 de julho. Já em Rodelas, a ação será realizada nos dias 11 e 12, na Coordenação Técnica Local da Funai, situada na aldeia Tuxá. A ação é coordenada pela Superintendência da Agricultura Familiar (SUAF), vinculada à SDR, com apoio da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e do programa Bahia Sem Fome. 

 “A gente está falando de garantir direitos fundamentais para comunidades que, historicamente, tiveram acesso negado. Levar documentação para os povos originários da Bahia é mais do que entregar um papel, é reconhecer identidades, proteger culturas e abrir caminhos para inclusão nas políticas públicas”, afirmou Osni Cardoso, titular da SDR. 

 Ao levar cidadania às comunidades indígenas, o Cidadania Rural mostra que o campo é, acima de tudo, um lugar de direito, de reconhecimento e de futuro. 

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 O Cidadania Rural até agora 

Com pouco mais de um ano de estrada, o projeto já percorreu mais de 23 mil quilômetros pela Bahia, passou por mais de 30 municípios e ultrapassou a marca de 6 mil carteiras de identidade emitidas, além de mais de mil CAFs entregues. Em cidades como Itabuna, Ubatã e Teofilândia, mais de 500 famílias foram beneficiadas diretamente com os serviços do projeto. 

Social

Dia Nacional da Construção Social valoriza trabalhadores com serviços gratuitos em Salvador 

Haverá uma programação especial para as crianças, com atividades recreativas e brinquedos, e uma atenção voltada ao público feminino

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No próximo sábado (23), das 8h às 13h, Salvador recebe a 18ª edição do Dia Nacional da Construção Social (DNCS), no SESI Piatã.
Foto: Caio Herlon

No próximo sábado (23), das 8h às 13h, Salvador recebe a 18ª edição do Dia Nacional da Construção Social (DNCS), no SESI Piatã. A ação é promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado da Bahia (Sinduscon-BA) e tem como objetivo celebrar e valorizar os trabalhadores da construção civil e seus familiares. 

Com o tema “Heróis que constroem o Brasil”, o evento oferecerá uma ampla programação gratuita de serviços e atividades voltadas para toda a família, reforçando o caráter inclusivo da iniciativa. 

Entre os atendimentos disponíveis estarão aferição de pressão e glicemia e emissão do novo modelo de RG. Além disso, haverá uma programação especial para as crianças, com atividades recreativas e brinquedos, e uma atenção voltada ao público feminino, com serviços de tranças, unhas e sobrancelhas. 

“É fundamental mostrar que o Dia Nacional da Construção Social não é apenas um evento para o trabalhador homem do setor, mas sim uma oportunidade para toda a família. Nosso objetivo é proporcionar um dia de integração, lazer e cuidados para todos os públicos”, destaca Alexandre Landim, presidente do Sinduscon-BA. 

Promovido pela Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com correalização do SESI Nacional, o DNCS se consolida, em sua 18ª edição, como a maior ação social voltada aos trabalhadores do setor da construção no Brasil. 

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Em Salvador, a realização é do Sinduscon-BA, em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI Bahia). Nesta edição, o evento também conta com o apoio de empresas associadas ao Sindicato, que contribuíram com doações. São elas: Sertenge, BRF, Concreta, Vertical, Ghia, Kubo, Pelir, Elos, Tecnosonda, Coopercon, IBPC e Dec Engenharia. 

“O DNCS é mais do que um dia de serviços: é um gesto de reconhecimento ao esforço diário de milhares de trabalhadores que constroem nossas cidades e contribuem diretamente para o desenvolvimento da Bahia e do Brasil. É também uma oportunidade de cuidado, integração e pertencimento para esses profissionais e suas famílias”, reforça Landim. 

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Cultura

Bispos da Bahia e Sergipe celebram jubileu do mundo da política

A celebração acontece na Paróquia Ascensão do Senhor, nesta segunda (18), às 18h, e marcará um momento de oração e reflexão com políticos

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O Regional Nordeste 3 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que abrange os estados da Bahia e Sergipe,
Foto: Arley Prates

O Regional Nordeste 3 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que abrange os estados da Bahia e Sergipe, convida todos os políticos, como prefeitos, senadores, deputados e vereadores, para um momento de oração no dia 18 de agosto, às 18h, na Paróquia Ascensão do Senhor, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

Os 26 Bispos dos dois estados farão a abertura da Assembleia Pastoral do Regional com a missa que celebra o Jubileu da Esperança, proclamado pelo Papa Francisco. É uma comemoração pelos 2025 anos do nascimento de Jesus Cristo. Um momento de fé e união entre a igreja e os políticos, que são responsáveis por representar os interesses de toda a população.

Serviço
  • Missa Jubileu do mundo da política
  • 18 de agosto, às 18h
  • Paróquia Ascensão do Senhor, no CAB
  • Contato (71) 99999-0098 Padre Manoel de Oliveira Filho
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Social

Relatório da ONU diz que Brasil saiu do Mapa da Fome

O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente

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Relatório apresentado nesta segunda-feira (28) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

Relatório apresentado nesta segunda-feira (28) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.

Os dados constam do estudo O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU).

O Mapa da Fome é um indicador global da FAO que identifica países em que mais de 2,5% da população sofre de subalimentação grave (insegurança alimentar crônica).

Estar no Mapa da Fome significa que uma parcela significativa da população do país não tem acesso regular a alimentos suficientes para uma vida saudável. O relatório SOFI divulga esse indicador sempre na forma de médias trienais, considerando as informações dos últimos três anos.

O Brasil alcançou esse patamar em 2014, mas tinha retornado ao Mapa da Fome no triênio 2018/2020. Agora, no triênio 2022/2024, voltou a ficar abaixo de 2,5%.

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Nota divulgada, em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome destaca que “a conquista foi alcançada em apenas dois anos, tendo em vista que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil”.

“A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e o acesso à alimentação saudável”, explica a nota.

Como é calculado o Mapa da Fome

A FAO adota alguns indicadores para monitorar a situação alimentar nos países. O principal deles é a Prevalência de Subnutrição (Prevalence of undernourishment – PoU), utilizado na construção do Mapa da Fome. Esse indicador identifica, em cada país, o percentual da população em risco de subnutrição.

O PoU é calculado a partir de três variáveis: quantidade de alimentos disponíveis no país, considerando produção interna, importação e exportação; o consumo de alimentos pela população, considerando as diferenças de capacidade de aquisição (a renda) e a quantidade adequada de calorias/dia, definida para um indivíduo médio representativo da população.

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