Economia
Cesta Básica em Salvador fecha 2025 com queda anual, apesar de alta em dezembro
Preço subiu 2,69% no último mês do ano, puxado pela cebola, mas acumulado de 2025 registrou recuo de 0,41%
A Cesta Básica de Salvador, calculada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) com base em 3.513 cotações realizadas em 92 estabelecimentos comerciais, passou a custar R$ 557,62 em novembro de 2025. O valor representa uma elevação de 2,69% em relação ao mês anterior, um aumento nominal de R$ 14,98.
Apesar da alta em novembro, no acumulado de 2025 a Cesta Básica apresentou redução de 0,41%, após registrar aumento em sete dos doze meses do ano.
Dos 25 produtos que compõem a cesta, 16 tiveram alta, com destaque para a cebola (66,17%), seguida por banana prata (9,25%), flocão de milho (8,47%) e macarrão (5,15%). Por outro lado, oito itens caíram, como cenxoura (-4,73%), linguiça calabresa (-4,20%) e feijão (-2,20%). O ovo manteve-se estável.
Segundo o economista Denilson Lima, fatores climáticos e a redução da oferta foram determinantes para a alta em dezembro, especialmente da cebola, cuja produção foi afetada pelas chuvas em Irecê (BA) e no Vale do São Francisco (BA/PE).
O subconjunto dos ingredientes do almoço soteropolitano (feijão, arroz, carnes, farinha, tomate e cebola) subiu 3,31% e respondeu por 33,16% do valor da cesta. Já os itens do café da manhã (café, leite, açúcar, pão, manteiga, queijos e flocão) aumentaram 1,09%, representando 35,52% do total.
Por fim, um trabalhador precisou de 89 horas e 42 minutos para adquirir a cesta, comprometendo 40,78% do salário mínimo líquido (R$ 1.404,15), já descontada a contribuição previdenciária.
Economia
Desconto de 15% já está disponível para o IPVA 2026 na Bahia
Contribuintes têm até 10 de fevereiro para pagamento à vista; parcelamento em até cinco vezes também é opção
Já está valendo o desconto de 15% para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 em parcela única até o dia 10 de fevereiro. Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA), o abatimento — um dos maiores do país — é aplicado automaticamente no momento do pagamento, que pode ser feito via Pix, de forma rápida e prática, pelo portal http://www.ba.gov.br.
Para isso, basta acessar a página, entrar com usuário e senha, escolher o serviço “Pagar Licenciamento Cota Única”, informar o número do Renavam e gerar o Documento de Arrecadação Estadual (DAE), que já vem com código de barras e QR Code para pagamento via Pix.
Outra alternativa é quitar o imposto pelos canais das instituições parceiras da Sefaz-BA: Banco do Brasil, Bradesco e Bancoob. O calendário completo está disponível em http://www.sefaz.ba.gov.br. Há também a opção de pagar com 8% de desconto, em datas que variam conforme o final da placa do veículo.
Além disso, é possível parcelar o imposto em cinco vezes mensais, sem desconto, desde que o valor mínimo seja de R$ 120,00. Os débitos referentes à taxa de licenciamento e multas devem ser quitados até a última parcela.
Em 2026, os valores utilizados para cálculo do IPVA tiveram variação média abaixo da inflação, conforme dados da Fipe, responsável pela Tabela de Valores Venais.
Economia
Regras para aposentadoria mudam em 2026; veja o que fica diferente
Pontuação e idade mínima sobem para trabalhadores e professores; INSS oferece simulação online
Quem está perto de se aposentar precisa ficar atento às mudanças nas regras em 2026. A Reforma da Previdência, aprovada em 2019 pela Emenda Constitucional (EC) 103/2019, prevê alterações anuais nas chamadas regras de transição. Essas regras valem para quem já contribuía para o INSS antes de novembro de 2019.
Uma das regras é a da idade mínima progressiva. Nela, o tempo de contribuição não muda, mas a idade mínima aumenta seis meses a cada ano. Em 2026, será necessário ter 59 anos e seis meses de idade para mulheres e 64 anos e seis meses para homens. O tempo mínimo de contribuição continua sendo de 30 anos para mulheres e 35 anos para homens.
Outra regra que muda é a regra dos pontos, que soma a idade com o tempo de contribuição. A pontuação exigida aumenta um ponto por ano. Em 2026, será preciso atingir 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens, além do tempo mínimo de contribuição de 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens).
Existem ainda duas regras de transição que não mudam. A primeira é o pedágio de 50%, válido para quem, em novembro de 2019, estava a até dois anos de se aposentar por tempo de contribuição. Nesse caso, a pessoa precisa contribuir pelo tempo que faltava, mais 50% desse período. Não há idade mínima. A segunda é o pedágio de 100%, em que é necessário trabalhar o dobro do tempo que faltava para se aposentar em 2019. Nessa regra, a idade mínima é de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.
A regra geral de aposentadoria também continua a mesma. As mulheres precisam ter 62 anos de idade e 15 anos de contribuição. Os homens precisam ter 65 anos de idade e 20 anos de contribuição. Para homens que começaram a contribuir antes de novembro de 2019, o tempo mínimo é de 15 anos.
Simulador de aposentadoria
O INSS oferece um simulador online que ajuda a calcular quanto tempo falta para se aposentar, considerando todas as regras. O serviço é gratuito e não exige ida a uma agência. Para usar, basta acessar o Meu INSS, entrar com CPF e senha, escolher a opção “Simular Aposentadoria” e conferir o resultado. A simulação é apenas uma referência e não garante o direito ao benefício.
Economia
Desemprego cai para 5,2% e atinge menor nível desde 2012, aponta IBGE
Número de desocupados recua para 5,6 milhões e ocupação bate recorde histórico, com 103,2 milhões de pessoas trabalhando no país
A taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro ficou em 5,2%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Trata-se da menor taxa de desocupação desde 2012, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua.
Segundo o IBGE, de setembro a novembro, 5,6 milhões de pessoas estavam desempregadas, o menor número de desocupados já registrado pela pesquisa.
Ao longo da série histórica, o maior contingente de desocupados ocorreu no trimestre encerrado em março de 2021, auge da pandemia de covid-19, quando esse o indicador registrou 14,9 milhões de pessoas sem emprego formal.
Ocupação
A menor desocupação da série histórica foi também, de acordo com o IBGE, acompanhada por um novo recorde no número de pessoas ocupadas no país: 103,2 milhões.
O nível de ocupação, isto é, a proporção de pessoas com 14 anos ou mais de idade que estavam trabalhando, chegou ao maior percentual da série histórica da PNAD Contínua: 59,0%.
Fonte: Agência Brasil
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