Segurança
Bahia e Pernambuco deflagram operação Vale do São Francisco Seguro
Ação foi deflagrada durante reunião da Segurança Pública, na manhã desta sexta-feira (14), na cidade de Petrolina, em Pernambuco
Cerca de 800 integrantes das forças de segurança dos estados da Bahia e de Pernambuco reforçam o policiamento nas cidades de Juazeiro e Petrolina, durante a ‘Vale do São Francisco Seguro’, deflagrada pelas secretarias da Segurança Pública (SSP-BA) e de Defesa Social (SDS–PE). A ação foi lançada na madrugada desta sexta-feira (14), na cidade de Petrolina, que faz limite com a cidade de Juazeiro.
Para o secretário da SSP, Marcelo Werner, os resultados da integração entre policiais dos dois estados tem sido positivo. “Uma operação que se repete de forma periódica. Durante uma semana policiais militares e civis da Bahia e do estado de Pernambuco, que se margeiam, realizam operações integradas em nome dos estados, voltados em especial ao combate dos crimes violentos e homicídios contra a pessoa, mas também frente a criminalidade organizada e gerando muitos resultados de sucesso com apreensões de armas de fogo, apreensões de drogas e apreensão de envolvidos em crimes violentos”, disse.
Até o próximo domingo (16), os integrantes das polícias intensificarão o patrulhamento em bairros com atuação de grupos criminosos, ocorrência de homicídios, tráfico de entorpecentes e crimes contra o patrimônio. A delegada-geral da Polícia Civil, Heloísa Brito, também comentou o objetivo da operação, “cumprimento de mandados, principalmente, voltados para combater o tráfico de drogas”, pontuou a gestora.
Da Bahia, equipes do Comando de Policiamento da Região Norte (CPR-N), das 73ª, 74ª, 75ª e 76ª Companhias Independentes da Polícia Militar (CIPMs/Juazeiro), Rondesp Norte, Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Caatinga, com apoio do Grupamento Aéreo da PM, além de prepostos da 17ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Juazeiro), das Delegacias Territoriais (DTs) de Juazeiro e Casa Nova, além da DH, DTE, Deam, DRFR, participam da ação.
Segurança
Polícia Militar confronta facção e quatro suspeitos são baleados no Nordeste de Amaralina
Ação ocorreu durante patrulhamento de rotina; armas, munições e drogas foram apreendidas
Guarnições da Polícia Militar alcançaram, na tarde desta quinta-feira (5), quatro integrantes de uma facção criminosa com atuação na região do Nordeste de Amaralina, em Salvador.
As equipes realizavam patrulhamento de rotina quando avistaram cerca de dez homens armados. Durante a tentativa de cerco, os suspeitos atiraram contra as viaturas, dando início a um confronto. Após a troca de tiros, quatro suspeitos ficaram feridos.
Com o grupo, foram apreendidas armas de fogo, munições, carregadores e drogas. Os feridos foram socorridos para o Hospital Geral do Estado (HGE). Os demais integrantes do bando conseguiram fugir.
O policiamento permanece reforçado em todo o Complexo do Nordeste de Amaralina. Informações que possam auxiliar na localização dos demais suspeitos podem ser repassadas, de forma anônima e sigilosa, pelo Disque Denúncia 181. O anonimato é garantido por lei.
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Segurança
Operação Ágora investiga sonegação fiscal de mais de R$ 10 milhões na Bahia
Força-tarefa cumpre mandados em Salvador e Alagoinhas contra grupo suspeito de fraudar o recolhimento de ICMS no comércio varejista de alimentos
A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Ágora, que investiga a prática de sonegação fiscal por empresários do setor de comércio varejista de alimentos. Segundo as apurações, o grupo teria sonegado mais de R$ 10 milhões em ICMS aos cofres do Estado da Bahia.
Foram cumpridos um mandado de prisão e dez mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas. Neste último município, houve tentativa de fuga por parte de um dos investigados, mas as equipes policiais realizaram diligências e efetuaram a prisão.
De acordo com a investigação, o grupo estruturou um esquema baseado na constituição e encerramento simulados de empresas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, dificultar a cobrança de créditos de ICMS e blindar o patrimônio dos reais beneficiários.
As apurações conduzidas pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), em conjunto com o Ministério Público da Bahia (MPBa) e a Polícia Civil, apontam que os investigados deixavam de recolher, de forma contínua, o ICMS declarado, utilizando manobras como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas em nome de interpostas pessoas sem capacidade econômico-financeira, com o objetivo de ocultar os verdadeiros proprietários e manter a atividade empresarial.
O grupo também teria criado uma holding patrimonial após o ajuizamento de execuções fiscais, com a finalidade de dissimular a estrutura empresarial ilícita e proteger bens contra a cobrança judicial.
Segundo a Força-Tarefa, a operação é resultado da intensificação do combate às fraudes tributárias, especialmente à prática de declarar o ICMS e não repassar o imposto à Fazenda Estadual, conduta que configura crime contra a ordem tributária. Essas práticas causam prejuízos significativos à coletividade, uma vez que o imposto é pago pelo consumidor final, mas não é destinado aos cofres públicos, comprometendo o financiamento de políticas públicas e serviços essenciais.
A Operação Ágora contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 14 delegados de Polícia, 60 policiais do Necot/Draco, 10 servidores do Fisco Estadual, 10 servidores do MPBa e 16 policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).
Força-Tarefa
A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip) da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) e pelo Núcleo Especializado no Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco) da Polícia Civil da Bahia.
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Segurança
Bahia registra queda nas mortes violentas e projeta expansão do Bahia Pela Paz
Programa apresenta redução dos índices em 2025 e define metas de ampliação das ações territoriais até 2026
A redução dos índices de mortes violentas na Bahia e as metas para 2026 no âmbito do programa Bahia Pela Paz foram apresentadas nesta terça-feira (3), durante a primeira reunião do ano do Comitê de Governança da iniciativa. Os dados consolidados de 2025 apontam queda nos principais indicadores de violência no estado e indicam a ampliação das ações nos territórios mais vulneráveis.
Em 2025, a Bahia registrou redução de 13% nos crimes violentos letais intencionais e de 9,5% no total de mortes violentas intencionais, além de estabilidade nas mortes por intervenção de agentes do Estado. Já na comparação entre janeiro e fevereiro de 2026 e o mesmo período de 2025, houve queda de 13,7% nas mortes por intervenção policial, índice superior à meta de redução de 10% por semestre estabelecida pelo programa.
O governador Jerônimo Rodrigues destacou o caráter estruturante do Bahia Pela Paz. Segundo ele, a iniciativa fortalece a atuação integrada do governo no enfrentamento à violência, com acompanhamento permanente dos resultados e ampliação das ações que apresentam impacto positivo nos territórios.
O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, ressaltou que os números refletem o monitoramento contínuo das políticas públicas. Para ele, os resultados iniciais de 2026 indicam que a estratégia adotada vem produzindo efeitos concretos na redução da letalidade.
A importância da articulação institucional também foi enfatizada durante a reunião. O procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, e o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador José Rotondano, destacaram que a integração entre Executivo, Ministério Público e Judiciário é fundamental para a efetividade das ações e para a prevenção da violência.
Expansão nos territórios
Atualmente, o Bahia Pela Paz conta com 150 profissionais atuando de forma permanente nos bairros, com agenda semanal de atividades e articulação com o sistema de Justiça. Em 2025, os dois Coletivos já implantados realizaram mais de 22 mil atendimentos, incluindo acompanhamento psicossocial, encaminhamentos à rede pública e ações formativas.
A meta do governo é chegar a 24 Coletivos implantados até o final de 2026, consolidando a presença contínua do programa nos territórios e o monitoramento sistemático dos indicadores de violência.
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