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Economia

Shopping Piedade tem horário diferenciado durante o Carnaval

A mudança de horário já começa nesta quinta (27), com a abertura oficial da folia, com a entrega da Chave da Cidade ao Rei Momo

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No período do Carnaval o Shopping Piedade terá horário de funcionamento diferenciado. Nesta quinta-feira (27),
Foto: Divulgação

No período do Carnaval o Shopping Piedade terá horário de funcionamento diferenciado. Nesta quinta-feira (27), acontece a abertura oficial da folia, no Campo Grande e o funcionamento será das 9h às 18h. Na sexta-feira (28) shopping também abre das 9h às 18h, fechando duas horas mais cedo. De sábado a terça-feira, 1° a 4/3, o empreendimento estará fechado. Na Quarta-Feira de Cinzas, 5/3, o funcionamento será a partir das 12h até às 20h, voltando a funcionar normalmente na quinta-feira, 6/3, das 9h às 20h.

SERVIÇO
Horário de Funcionamento no Carnaval | Shopping Piedade
  • 27 e 28/02: Aberto das 9h às 18h
  • 1° a 04/03: Fechado
  • 05/03 (quarta de cinzas): Aberto das 12h às 20h
  • 06/03: funcionamento normal

Economia

PIB cresce 2,3% em 2025 e soma R$ 12,7 trilhões

Agropecuária lidera avanço, enquanto consumo das famílias desacelera; economia fecha o ano com estabilidade no 4º trimestre

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O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3% em 2025 na comparação com 2024 e totalizou R$ 12,7 trilhões em valores correntes,
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3% em 2025 na comparação com 2024 e totalizou R$ 12,7 trilhões em valores correntes, segundo as Contas Nacionais Trimestrais. O PIB per capita alcançou R$ 59.687,49, com avanço real de 1,9% frente ao ano anterior.

Pela ótica da oferta, o resultado foi puxado pela Agropecuária (11,7%), com crescimento associado à agricultura — com destaque para milho (23,6%) e soja (14,6%), que registraram recordes de produção — além de contribuição positiva da pecuária. A Indústria avançou 1,4%, impulsionada pelas Indústrias Extrativas (8,6%) com alta na extração de petróleo e gás, enquanto as Indústrias de Transformação recuaram 0,2%. No setor de Serviços, houve alta de 1,8%, com crescimento em todas as atividades, lideradas por Informação e comunicação (6,5%) e Atividades financeiras (2,9%).

Pela ótica da demanda, a Formação Bruta de Capital Fixo (investimentos) cresceu 2,9%, com influência da importação de bens de capital e do desenvolvimento de software. O consumo das famílias avançou 1,3%, mas desacelerou em relação a 2024, enquanto o consumo do governo subiu 2,1%. No setor externo, as exportações cresceram 6,2% e as importações, 4,5%.

No 4º trimestre de 2025, o PIB teve variação de 0,1% ante o 3º trimestre (série com ajuste sazonal), com alta em Serviços (0,8%) e Agropecuária (0,5%), e queda na Indústria (-0,7%). Na comparação com o 4º trimestre de 2024, a economia avançou 1,8%. Em 2025, a taxa de investimento ficou em 16,8% do PIB e a taxa de poupança, em 14,4%.

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Economia

Governo da Bahia articula suspensão de importações de cacau da Costa do Marfim

Decisão do Ministério da Agricultura atende a demandas de produtores baianos e visa proteger a sanidade e a estabilidade econômica da cacauicultura nacional 

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importações de amêndoas de cacau da República da Costa do Marfim. A decisão, publicada no Despacho Decisório nº 456/2026,
Foto: Ítalo Oliveira/SDR/GOVBA 

Com articulação do Governo da Bahia, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinou, na última terça-feira (24), a suspensão temporária das importações de amêndoas de cacau da República da Costa do Marfim. A decisão, publicada no Despacho Decisório nº 456/2026, foi motivada pelo risco fitossanitário associado ao elevado fluxo de grãos provenientes de países vizinhos para o território marfinense, o que tem resultado na mistura de amêndoas nas cargas destinadas ao Brasil. 

A medida atende a demandas históricas de produtores baianos e é fruto de uma articulação conjunta entre os governos estadual e federal, com a participação do setor produtivo, da Assembleia Legislativa da Bahia, do Congresso Nacional e de órgãos estratégicos da cadeia do cacau. A suspensão integra um conjunto de ações voltadas à proteção da cacauicultura, com o objetivo de reduzir o risco de entrada de pragas e doenças no país e promover maior estabilidade econômica para o setor. 

Na Bahia, especialmente na região do Litoral Sul, a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) tem atuado de forma estratégica como canal de escuta de agricultoras e agricultores familiares. A pasta desempenhou papel central na sistematização de problemas como a queda nos preços das amêndoas, a insegurança regulatória e as ameaças à sanidade das lavouras, levando essas pautas à agenda do Governo do Estado. 

O processo de escuta contou com a participação ativa da Superintendência de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Por meio de agendas territoriais, suporte técnico e diálogo com cooperativas e organizações representativas do setor, foi possível identificar o impacto negativo das importações da Costa do Marfim sobre a cacauicultura baiana. 

A partir desse diagnóstico, o tema ganhou centralidade na agenda estadual e resultou na criação da Comissão para Discussões Iniciais da Cacauicultura. O grupo passou a atuar de forma articulada com o Ministério da Agricultura, acompanhando, inclusive, o envio de uma missão técnica à África, que identificou inconsistências nos fluxos de exportação destinados ao Brasil. 

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Para o secretário de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso, integrante da comissão, a atuação do Estado foi decisiva. “A Bahia puxou esse debate porque não dava para ficar olhando o produtor sofrer calado. A gente ouviu quem está no campo, levou essa preocupação para Brasília e construiu, junto com o Governo Federal, uma resposta que protege não só a Bahia, mas a cacauicultura do Brasil inteiro”, afirmou. 

A suspensão das importações integra um conjunto mais amplo de ações articuladas pelo Governo da Bahia para enfrentar os desafios do sistema produtivo do cacau. Entre os encaminhamentos estão medidas para reduzir distorções de mercado e o deságio nos preços, o debate sobre o regime de drawback, o reforço da fiscalização fitossanitária, a ampliação da assistência técnica aos produtores e a recomposição da capacidade institucional da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), além da articulação de um plano nacional de contenção da monilíase. 

Paralelamente, o Estado também atua junto à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e ao Ministério da Agricultura para ampliar a transparência na divulgação das estimativas oficiais de safra. A iniciativa busca dar maior previsibilidade ao mercado e contribuir para a estabilidade dos preços do cacau. 

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Economia

SDE acompanha avanço das obras e produção da fábrica da BYD em Camaçari

Visita técnica destaca ampliação da capacidade produtiva e fortalecimento da cadeia automotiva na Bahia 

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uma comitiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), liderada pelo secretário Angelo Almeida
Foto: Eduardo Andrade/Ascom SDE

Durante visita técnica à planta da BYD em Camaçari, realizada na última segunda-feira (23), uma comitiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), liderada pelo secretário Angelo Almeida, conheceu as linhas de montagem da unidade fabril e acompanhou o andamento das obras das fábricas de estamparia, soldagem e pintura. As novas estruturas permitirão elevar significativamente o índice de nacionalização dos veículos que serão produzidos no complexo industrial. 

A comitiva foi recebida pelo vice-diretor do Gabinete da Presidência da BYD no Brasil, Pan Swift, e pelo diretor de Novos Negócios da companhia, Alexandre Liu. A visita guiada foi conduzida pelo supervisor de Produção da fábrica de montagem final, Adson Santana. Também participaram da agenda Eliza Requião, diretora de Análise e Monitoramento de Incentivos Fiscais da SDE, e Tatiana Martins, assessora técnica da Superintendência de Gestão Patrimonial. 

“Viemos realizar uma visita técnica para acompanhar de perto tudo o que já foi implantado. Além da linha de montagem em funcionamento, observamos as obras de ampliação da fase 1. A BYD tem cumprido rigorosamente todos os contratos pactuados com o Governo do Estado. A capacidade inicial de produção deverá ser ampliada de 150 mil para 300 mil veículos por ano em uma segunda fase. Estamos muito satisfeitos em saber que o complexo industrial da BYD em Camaçari poderá alcançar, nos próximos anos, a marca de 600 mil veículos por ano”, afirmou o secretário Angelo Almeida. 

Segundo o gestor, esse crescimento é resultado da relação de confiança construída entre o Governo da Bahia e a empresa. “Esse avanço é fruto de muito trabalho, dedicação, confiança e proatividade na parceria com os chineses. Parabenizo o governador Jerônimo Rodrigues e toda a equipe do Governo do Estado por atrair a BYD para a Bahia, um investimento internacional de grande porte, que gera emprego, renda, tecnologia e inovação para o nosso estado”, destacou. 

O vice-diretor do Gabinete da Presidência da BYD no Brasil, Pan Swift, aproveitou a ocasião para agradecer o apoio da SDE na viabilização do projeto, iniciado há cerca de dois anos. 

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Durante a visita, o supervisor de Produção da planta, Adson Santana, explicou que o complexo industrial de Camaçari abriga a maior e mais moderna estrutura fabril automotiva da América Latina. Totalmente conectada e equipada com maquinário de última geração, a unidade produz atualmente três modelos de veículos: o compacto Dolphin Mini, o sedã King e o SUV Song Pro. 

“A BYD chegou para fazer história, alavancar a indústria automotiva na América do Sul e gerar muitos empregos. Estamos em uma região com forte capital humano, e o Senai, assim como outras instituições, tem papel fundamental na capacitação da mão de obra”, afirmou Adson Santana. Atualmente, a planta emprega cerca de 2,5 mil trabalhadores, além de um contingente semelhante atuando nas obras de construção civil. 

Atração de investimentos 

Além de prospectar e atrair novos investimentos, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico acompanha a implantação e ampliação de unidades produtivas beneficiadas pelo Governo do Estado. A atuação da pasta visa promover a diversificação da matriz industrial baiana, estimular a transformação dos recursos naturais, interiorizar o processo industrial e incentivar o aumento da capacitação tecnológica, da qualidade dos bens produzidos e da produtividade do Parque Industrial da Bahia, ampliando sua competitividade. 

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