Cultura
Dia da Mulher no Piedade tem Samba Maria
Com mais de 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou com grandes artistas e em grandes eventos
Lugar de mulher é onde ela quiser e, este ano, o melhor lugar é curtindo a banda Samba Maria, no piso L4 do Shopping Piedade, das 17h30 às 20h.
Liderada por Lila brasileiro, e composta só por mulheres, a banda Samba Maria, é a pedida ideal para o dia 8 de Março no Piedade. Samba Maria tem uma sonoridade particular, sempre com a presença marcante do samba, música popular brasileira e da música baiana. Com mais de 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou com grandes artistas e em grandes eventos.
“Samba e mulher é uma combinação que tem tudo a ver e, este ano, vamos fazer uma tarde cheia de amor, bate-papo e muito samba para a mulherada do Piedade. Se preparem”, afirma Lila, vocalista da banda, lembrando que todo dia, é dia da mulher! “A gente se liberta a cada ano, se acolhe e se fortalece. Ser mulher nunca foi fácil, mas a gente vai vencendo e agradecendo, a cada dia, a existência neste plano”.
A cantora, com sua voz, simpatia e sorriso largo, promete muita alegria no sábado e pede para que o público compareça com roupa e sapato confortável. O samba no pé, ela garante.
Cultura
Camerata Opus Lúmen se apresenta na edição de agosto da Terça Musical no MGB
Concerto gratuito acontece no dia 4 de agosto e integra parceria entre o Museu Geológico da Bahia e a Orquestra Sinfônica da Bahia
A Camerata Opus Lúmen será a atração da edição de agosto da Terça Musical, realizada nesta terça-feira (4), às 15h, na sala de cinema do Museu Geológico da Bahia (MGB), no Corredor da Vitória, em Salvador. O concerto tem entrada gratuita e é resultado de uma parceria entre o museu, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), e a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba).
Criada em 2001, a Camerata Opus Lúmen é um dos grupos de música de câmara ligados à Osba e reúne instrumentistas especializados em sopros e percussão, levando ao público repertórios variados e apresentações que aproximam a música de concerto de diferentes públicos.
A formação atual do grupo é composta por Lucas Ferreira (clarinete), Gabriel Paes Marcaccini (oboé), Ilza Cruz (fagote), Paula Guimarães (trompa), Tereza Perfeito (flauta) e Humberto Monteiro (percussão).
A iniciativa integra a programação cultural promovida pelo Museu Geológico da Bahia, que regularmente recebe apresentações artísticas abertas ao público, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e à música instrumental.
Serviço
Terça Musical com a Camerata Opus Lúmen
- Data: 4 de agosto de 2026
- Horário: 15h
- Local: Sala de cinema do Museu Geológico da Bahia
- Endereço: Avenida Sete de Setembro, nº 2.195, Corredor da Vitória, Salvador (BA)
- Entrada: Gratuita
Cultura
Festival de Lençóis chega à 27ª edição e incorpora Festival de Culturas Populares da Chapada
Evento gratuito acontece de 4 a 6 de setembro e amplia programação com música, tradições populares, debates ambientais e valorização dos saberes da Chapada Diamantina
A cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina, sediará entre os dias 4 e 6 de setembro de 2026 a 27ª edição do Festival de Lençóis, um dos mais tradicionais eventos culturais da Bahia. Neste ano, o festival passa por uma ampliação inédita ao incorporar o Festival de Culturas Populares da Chapada, fortalecendo o protagonismo das manifestações artísticas e tradicionais da região.
Após mais de duas décadas reunindo importantes nomes da música brasileira, o evento amplia seu alcance ao integrar, pela primeira vez, uma programação dedicada aos saberes populares, às tradições culturais e à valorização da memória regional. Entre as expressões destacadas está o Jarê Encantado, manifestação espiritual profundamente ligada à formação histórica e cultural da Chapada Diamantina.
Além das apresentações musicais, a programação contará com palestras e atividades voltadas a temas como meio ambiente, qualidade de vida e religiosidade de matriz afro-indígena.
Programação diversificada
Distribuída entre o Palco Principal, o Mercado Cultural e o Coreto, a programação de 2026 mantém o tema que se tornou marca registrada do evento: “Cante. Plante. Proteja.”
Entre as atrações musicais já confirmadas estão Rachel Reis, Larissa Luz, Banjo Novo, Michel Teló e Cidade Negra. O festival contará ainda com espaço dedicado aos artesãos da região, mesas temáticas e palestras, incluindo a participação do psicólogo Alexandre Coimbra, que abordará a importância de desacelerar o ritmo da vida e fortalecer a convivência com a natureza.
Na área da cultura popular, estão confirmadas apresentações das Baianas de Lençóis, Marujada Quilombola do Remanso, Marujada Barcas em Rios, Reisado da Viola e Percuhitts, entre outros grupos que preservam e difundem tradições culturais da Chapada.
A programação completa, com datas, horários e locais das atividades, será divulgada em breve pela organização.
Valorização da identidade cultural
Para a diretora-geral da Pau Viola Cultura e Entretenimento e idealizadora do Festival de Lençóis, Paula Resende, a união dos dois eventos representa um novo momento para a iniciativa.
“Essa é a junção perfeita para o momento que o Festival de Lençóis vive. Depois de 26 edições consolidando a música brasileira na Chapada Diamantina, abrir espaço para a cultura popular é afirmar que o festival sempre foi, no fundo, sobre pertencimento. Estamos celebrando a força de um território inteiro”, afirmou.
A idealizadora do Festival de Culturas Populares de Lençóis, Lilibeth França, destacou o potencial da parceria para ampliar a visibilidade das tradições locais.
“O Festival de Culturas Populares nasceu para valorizar os mestres, as tradições e as memórias que atravessam gerações em Lençóis. Somar essa trajetória à força que o Festival de Lençóis construiu ao longo de mais de duas décadas é multiplicar o alcance da nossa cultura popular e levar essas manifestações a um público ainda maior”, ressaltou.
Impacto regional
Realizado gratuitamente em praça pública, o Festival de Lençóis reforça seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a preservação do patrimônio material e imaterial da Bahia. A cada edição, o evento contribui para o fortalecimento da economia local, gerando emprego e renda, além de consolidar a Chapada Diamantina como um dos principais destinos culturais e turísticos do país.
O evento é uma realização da Pau Viola Cultura e Entretenimento, com apoio da Prefeitura de Lençóis.
Serviço
Festival de Lençóis e Festival de Culturas Populares da Chapada
- Data: 4 a 6 de setembro de 2026
- Local: Lençóis, Chapada Diamantina (BA)
- Entrada: Gratuita.
Cultura
“Jorge Pra Sempre Verão” encerra temporada na CAIXA Cultural Salvador neste fim de semana
Espetáculo inspirado na vida de Jorge Laffond celebra legado do artista para além da icônica personagem Vera Verão
A curta temporada do espetáculo “Jorge Pra Sempre Verão” chega ao fim neste final de semana na CAIXA Cultural Salvador, com apresentações nesta sexta-feira (31), sábado (1º) e domingo (2). Inspirada em episódios reais da vida de Jorge Laffond (1952-2003), a montagem revisita a trajetória pessoal e artística do ator, comediante, dançarino e drag queen que marcou a história da televisão brasileira com a personagem Vera Verão.
Após a sessão desta sexta-feira (31), o público poderá participar de um bate-papo com o elenco.
Com direção de Rodrigo França, o espetáculo é encenado por Alexandre Mitre/Leonardo Garcez, Aline Mohamad e Aretha Sadick.
Jorge Laffond alcançou projeção nacional em 1992, ao integrar o elenco do programa humorístico “A Praça é Nossa”, do SBT. Por meio da personagem Vera Verão, construiu uma figura que combinava humor, inteligência e enfrentamento ao preconceito, consolidando-se como um símbolo de resistência e representatividade.
Dono de uma presença cênica marcante, Laffond tornou-se um dos artistas mais populares da televisão brasileira, abrindo espaço para a representatividade negra e LGBTQIAPN+ em um período de forte conservadorismo social.
A dramaturgia nasceu de uma carta escrita por Aline Mohamad ao primo, falecido precocemente aos 51 anos. O que começou como um exercício íntimo de afeto e elaboração do luto transformou-se em sua primeira obra teatral, desenvolvida em parceria com Diego do Subúrbio.
A peça destaca como Vera Verão se tornou mais do que um personagem humorístico. No palco, a figura ganha contornos de símbolo de luta contra diferentes formas de discriminação, reforçando a contribuição de Jorge Laffond para a cultura brasileira e para o debate sobre diversidade e inclusão.
Ao revisitar sua trajetória, o espetáculo propõe um olhar sensível sobre a vida, a arte e o legado de um dos grandes nomes da televisão nacional.
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