Cultura
Dia da Mulher no Piedade tem Samba Maria
Com mais de 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou com grandes artistas e em grandes eventos
Lugar de mulher é onde ela quiser e, este ano, o melhor lugar é curtindo a banda Samba Maria, no piso L4 do Shopping Piedade, das 17h30 às 20h.
Liderada por Lila brasileiro, e composta só por mulheres, a banda Samba Maria, é a pedida ideal para o dia 8 de Março no Piedade. Samba Maria tem uma sonoridade particular, sempre com a presença marcante do samba, música popular brasileira e da música baiana. Com mais de 10 anos de estrada, o grupo já se apresentou com grandes artistas e em grandes eventos.
“Samba e mulher é uma combinação que tem tudo a ver e, este ano, vamos fazer uma tarde cheia de amor, bate-papo e muito samba para a mulherada do Piedade. Se preparem”, afirma Lila, vocalista da banda, lembrando que todo dia, é dia da mulher! “A gente se liberta a cada ano, se acolhe e se fortalece. Ser mulher nunca foi fácil, mas a gente vai vencendo e agradecendo, a cada dia, a existência neste plano”.
A cantora, com sua voz, simpatia e sorriso largo, promete muita alegria no sábado e pede para que o público compareça com roupa e sapato confortável. O samba no pé, ela garante.
Cultura
Nildão lança livro de poesia dia 8 de maio no Grão Pituba
Evento de lançamento será ao som de Hugo Luna e celebra 21a. obra do autor baiano
“Bandorinhas”, esse é o título do novo livro de Nildão que será lançado com “happy hour”, no restaurante Grão Pituba, no dia 8 de maio, sexta-feira, a partir das 18 horas. “Bandorinhas no pôr do céu” é a nova proposta do cartunista, “um evento que comece no final da tarde, que reúna as pessoas para um encontro descontraído e que se estenda pelo início da noite com a participação musical de Hugo Luna”, convida o autor.
Segundo Nildão, “Bandorinhas”, sua 21ª publicação, reúne dezenas de “nanodelicadezas” recheadas de humor, humanidade e leveza. Os textos são curtos e o pocket book foi pensado e formatado com quatro capítulos: a primeira parte, intitulada “Estilhaços de algodão”, trata de temas relacionados com sentimentos e valores: “descem dos céus / com asas de algodão:/ serenidade/ plenitude/compaixão”. Na segunda parte, “Amor tecendo, a dor cedendo”, como o nome já sugere, faz uma reflexão sobre o amor e as suas variantes. “Amor que dura/ tem mais frescor/ menos frescura”. Na terceira sessão, intitulada “Buquê de abelhas”, o autor brinca com os elementos da natureza e as estações do ano: “Inverno/estação boa/apesar das nuvens/ que choram à toa”. Já no último capítulo da obra, “Leve, jamais leviano”, Nildão brinca com as palavras explorando os mais variados temas: “ética/ não aparece/em ressonância magnética”.
No decorrer dos últimos anos Nildão já lançou inúmeros livros em animadas festas dançantes no Rio Vermelho. O humor sutil é a matéria prima que une as publicações do autor, utilizado nos seus mais variados suportes. De nanodelicadezas a falsas logomarcas, de cartuns não verbais a anúncios fictícios, o afiado e delicado humor de Nildão continua atual e a serviço da leveza, estado de espírito pouco cultivado nos dias de hoje.
Sobre Nildão
Nildão já ganhou inúmeros prêmios em Salões de Humor além de ser premiado no meio publicitário. Desde 2017 participa como autor convidado de diversas festas literárias, tais como as de Barreiras e Feira de Santana, além da Flipelô. Em 2017 foi lançado o documentário “Nildão Pichador de Nuvens”, o filme integra a série “Memórias do Brasil”, produzido pela Têmdendê Produções e exibido no Canal Curta e Art 1. Nildão também faz parte do livro “Literarte – uma livraria fora da ordem na ditadura militar” em parceria com Getúlio Santana. A obra foi escrita por Gonçalo Junior e lançado em 2022 pela editora Noir.
O autor teve também poemas selecionados nos projetos Mídia Poesia, veiculado pela Rede Bahia, e Grafias Eletrônicas, veiculado pela TVE e Rádio Educadora. Ele também participou em 2023 do livro “Deixa vir o que vier” de Isis Pristed, organizado por Geraldo Ramos Soares. Nildão, em parceria com sua filha Alice Lacerda, realizaram a curadoria das exposições “Lage, 40 anos de humor” (2009) e “Quem pode, pódio” (2010) na Caixa Cultural Salvador, e “Lugar de Criança é no Museu” (2017) no Museu de Arte da Bahia. Além disso, organizaram em 2017 o livro “Lage, 40 anos de humor”.
Todos os livros de Nildão estão à venda no site do autor: nildao.com.br, na Midialouca no Rio Vermelho e em breve, na lojinha do Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória.
Serviço
- O que: “Happy hour” de lançamento de Bandorinhas.
- Quando: 8 de maio, sexta-feira, a partir das 18 hs.
- Onde: restaurante Grão Pituba – Rua Minas Gerais, 133.
- Quanto: R$ 40,00 (com direito a um livro). Ingressos serão vendidos no local, no início do evento.
Cultura
Rota da Independência 2026 leva celebrações dos 203 anos do Dois de Julho ao interior da Bahia
Projeto do Governo do Estado percorre 24 municípios em sete territórios de identidade, com ações educativas, culturais e uso de tecnologia para valorizar a memória histórica
As comemorações pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia ganharão as estradas do estado com a edição 2026 da Rota da Independência. Após um evento de abertura em Salvador, o roteiro itinerante inicia oficialmente seu percurso pelo interior no dia 4 de maio, a partir das 8h30, na Praça Ubaldino de Assis, em Cachoeira — cidade histórica que teve papel decisivo nas lutas libertárias contra as tropas portuguesas, em 1823.
Realizado pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA), o projeto alcança em 2026 sua maior abrangência histórica, passando por 24 municípios, distribuídos em sete territórios de identidade. A iniciativa busca descentralizar as comemorações do Dois de Julho, levando aulas públicas, bibliotecas móveis e experiências em realidade virtual para o interior do estado.
Segundo o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, a Rota da Independência fortalece a territorialização das ações culturais e reforça o papel da cultura na preservação da memória histórica.
“A Rota da Independência 2026 chega com uma marca histórica: estamos alcançando o recorde de 24 municípios visitados. Nosso compromisso, seguindo as diretrizes do Governo do Estado e da SecultBA, é garantir que a história da Bahia seja contada em todos os cantos. Ao levar aulas públicas e tecnologia para cidades como Cachoeira, onde tudo começou, não estamos apenas celebrando o passado, mas fortalecendo o sentimento de pertencimento e a identidade do povo baiano no presente”, destacou.
Para o diretor do Centro de Memória da Bahia (CMB), a iniciativa integra pesquisa histórica, protagonismo popular e educação patrimonial.
“O Dois de Julho não foi um evento restrito a Salvador; foi uma construção coletiva que envolveu o interior e diversos estratos sociais. O objetivo central do Centro de Memória nesta Rota é dar visibilidade a esse protagonismo popular — dos indígenas aos vaqueiros e às mulheres que lutaram pela nossa liberdade. Por meio de ferramentas como a nova cartilha ilustrada e o game 3D, traduzimos o rigor da pesquisa histórica para uma linguagem acessível, capaz de engajar estudantes e professores e democratizar o acesso à memória documental”, afirmou.
Destaques da programação 2026
Mais do que solenidades, a Rota da Independência aposta na educação patrimonial e em linguagens contemporâneas para aproximar a juventude da história baiana. Entre as ações previstas, estão:
Game 3D sobre a Batalha de Pirajá: experiência interativa que permite ao público vivenciar um dos episódios mais emblemáticos da Independência na Bahia;
Aulas públicas: debates conduzidos por especialistas sobre o contexto histórico do Dois de Julho e o papel de negros, indígenas, mulheres e vaqueiros na expulsão das tropas colonizadoras;
Biblioteca de Extensão (Bibex): unidades móveis de leitura que acompanham o trajeto, ampliando o acesso ao livro;
Cartilha ilustrada: lançamento de material didático voltado à utilização em salas de aula da rede pública.
Protagonismo popular em evidência
Ao destacar personagens historicamente invisibilizados, a Rota da Independência busca ressignificar a noção de identidade nacional, evidenciando o papel fundamental do povo baiano na consolidação da liberdade do país. A iniciativa fortalece o sentimento de pertencimento e valoriza a memória coletiva como elemento central da cultura e da educação.
Cronograma das primeiras cidades (maio)
- 04/05 – Cachoeira: Praça Ubaldino de Assis
- 05/05 – São Félix: Centro Cultural Dannemann
- 06/05 – Maragogipe: Casa de Cultura
- 07/05 – Governador Mangabeira: Praça 2 de Julho
- 08/05 – São Francisco do Conde: Secretaria Municipal da Educação (Seduc)
O itinerário segue até junho, com encerramento no dia 30 de junho, em Salvador, por meio de uma aula itinerante em locais históricos como Pirajá, Lapinha e Campo Grande.
Agricultura
Governo da Bahia reúne mais de 600 produtores em Ilhéus para fortalecer cadeia do cacau e do chocolate
Encontro promovido pela CAR, no âmbito do projeto Parceiros da Mata, discutiu assistência técnica, agregação de valor e sustentabilidade da produção cacaueira
O Governo da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), promoveu, nesta quarta-feira (29), na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, uma reunião com cooperativas e representantes da cadeia produtiva do cacau e do chocolate, no âmbito do projeto Parceiros da Mata.
O encontro reuniu mais de 600 produtores, além de cooperativas, técnicos, gestores públicos e instituições parceiras, com o objetivo de alinhar estratégias, fortalecer a produção regional e ampliar as oportunidades de desenvolvimento sustentável. Entre os temas debatidos, estiveram a assistência técnica e a extensão rural, bem como a agregação de valor, a exemplo da Indicação Geográfica (IG) do cacau.
O diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, destacou a importância do evento como um espaço de diálogo e construção coletiva, reunindo cooperativas, agricultores familiares, chocolateiros, equipes técnicas da CAR e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), além de instituições parceiras como a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), prefeituras e consórcios intermunicipais. “Reunimos produtores organizados em cooperativas e associações para debater temas estratégicos, como assistência técnica e agregação de valor. Essas ações são fundamentais para ampliar a produção, gerar renda e fortalecer a qualidade do cacau baiano”, afirmou.
Durante o evento, foi assinado o Memorando de Entendimento para a continuidade do projeto Cacau+ nos municípios do Baixo Sul, por meio da parceria entre o Consórcio Ciapra, a CAR/SDR, a Bahiater e outros parceiros, como a World Cocoa Foundation, o Instituto Arapyaú e o Instituto Clima e Sociedade (ICS). A iniciativa tem contribuído para o aumento da qualidade, da produtividade e da sustentabilidade da produção de cacau na região.
A agricultora Damiana Martins, da Associação de Mulheres Agricultoras Familiares de Duas Barras do Fojo, ressaltou a relevância das políticas públicas para o desenvolvimento rural. “Para nós e para a Bahia, a CAR é um divisor de águas na perspectiva do desenvolvimento e da implementação de políticas públicas que fortalecem e empoderam mulheres e homens do campo. Participar de um evento como esse, discutindo novos investimentos e a possibilidade de produzir nossa própria manteiga de cacau, é muito importante. O apoio do Governo do Estado tem sido fundamental, mas também é essencial que os produtores se reconheçam como protagonistas na busca por soluções”, destacou.
Programação
A programação do encontro incluiu a apresentação e o debate de temas estratégicos, como o Projeto Cacau e Chocolate, no âmbito da ação Agroindústria Familiar da Bahia, apresentado pelo diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro; a Assistência Técnica e Extensão Rural na Bahia, com foco na região cacaueira, apresentada por Lanns Almeida, diretor-geral da Bahiater; e o Projeto Cacau+, apresentado como experiência de sucesso no Baixo Sul por Leandro de Jesus, do Ciapra.
Também foi discutido o projeto de Indicação Geográfica (IG) do cacau, com apresentação de Angélica Anunciação e Cristiano Santana, da Cooperativa de Pequenos Produtores de Cacau, Mandioca e Banana do Centro-Sul da Região Cacaueira (Coopercentrosul).
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