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Eleições 2026

Bahia mobiliza 34 mil agentes e reforça monitoramento para a Operação Eleições 2026

Planejamento da SSP prevê uso de drones, mais de 4 mil câmeras e atuação integrada das forças de segurança para garantir a normalidade do processo eleitoral

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planejamento da Operação Eleições 2026. A ação reúne forças estaduais e federais de segurança, além do Tribunal Regional Eleitoral (TRE)
Foto: Raí Vitor/GOVBA

A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP) apresentou, nesta quinta-feira (24), no Centro de Operações e Inteligência (COI), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, o planejamento da Operação Eleições 2026. A ação reúne forças estaduais e federais de segurança, além do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e do Ministério Público Eleitoral (MPE), para organizar a atuação durante o processo de votação no estado.

O planejamento prevê a distribuição do efetivo nas seções eleitorais, o acompanhamento do transporte das urnas eletrônicas e a execução de ações de segurança antes e durante o dia da votação. Ao todo, serão mobilizados 34 mil profissionais das forças de segurança em diferentes regiões da Bahia.

A estrutura da operação contará com mais de 4 mil câmeras de monitoramento, entre equipamentos fixos e móveis, além da utilização de drones em áreas de votação. Também serão empregados recursos de inteligência para acompanhar possíveis ocorrências relacionadas a crimes eleitorais e à circulação de desinformação nas redes sociais.

O Disque-Denúncia 181 estará disponível para o recebimento de informações sobre possíveis crimes eleitorais. Gratuito, o serviço permite o envio de denúncias de forma anônima. A operação envolve a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Departamento de Polícia Técnica (DPT), a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA). As instituições atuarão de forma integrada, com troca de informações e atribuições previamente definidas para o período eleitoral.

Além do policiamento nos locais de votação, o planejamento contempla a segurança no deslocamento das urnas eletrônicas e a atuação das equipes em todas as etapas do processo eleitoral. A distribuição do efetivo será definida de acordo com as características e necessidades de cada região.

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Nos dias que antecedem a votação, a Operação Eleições 2026 contará ainda com uma estrutura especial de monitoramento no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), instalado no COI, em Salvador. O acompanhamento será realizado também por outros 18 centros distribuídos pelo interior do estado, garantindo comunicação permanente entre as equipes para o atendimento de ocorrências.

Operação Força Total

Também nesta quinta-feira (24), a Polícia Militar realizou mais uma edição da Operação Força Total, dentro do conjunto de ações de reforço do policiamento que antecede o primeiro turno das eleições.

O emprego das equipes foi definido com base em informações produzidas pela inteligência policial e nas características de cada região, com atenção especial para locais de grande circulação de pessoas, áreas comerciais, corredores viários e outros pontos considerados estratégicos pelo planejamento operacional.

A partir deste fim de semana, o policiamento também será ampliado em alguns locais de votação, principalmente nos municípios com maior concentração de eleitores. O monitoramento leva em consideração possíveis situações de acirramento político e outras ocorrências relacionadas ao processo eleitoral. A operação inclui patrulhamento ostensivo, abordagens e ações preventivas voltadas à manutenção da ordem pública e à segurança dos eleitores.

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Eleições 2026

Roberta Santana rebate ACM Neto e diz que proposta do PIX Saúde revela desinformação e contradição

Secretária da Saúde da Bahia afirma que oposição ignora investimentos já realizados na rede privada e filantrópica e questiona por que medida semelhante não foi adotada em Salvador

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Foto: Erickson Araujo

A secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana, elevou o tom contra ACM Neto na noite desta segunda-feira (21), durante a plenária da saúde realizada no comitê central da campanha de Jerônimo Rodrigues. Diante de Mozart Sales, representante do Ministério da Saúde, e de representantes da rede privada e filantrópica, ela afirmou que o candidato da oposição, ao apresentar a proposta do PIX Saúde, demonstra estar desinformado ou agir de má-fé.

“Nesse caso, ele é as duas coisas”, declarou.

A primeira crítica foi direcionada ao histórico administrativo do ex-prefeito de Salvador. Segundo a secretária, quem governou a capital por oito anos e agora apresenta soluções para o Estado precisa explicar por que não implementou medidas semelhantes quando teve a oportunidade.

“A primeira pergunta é: por que não fez para Salvador? É isso que a gente está falando na mesa”, afirmou.

Roberta Santana também contestou a avaliação de que a ampliação dos contratos com a rede privada seria a solução para os desafios da regulação na saúde pública. De acordo com ela, o governo estadual já mantém uma ampla parceria com hospitais privados e filantrópicos.

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“Hoje são mais de 3.700 leitos contratualizados na rede privada e filantrópica na Bahia. E é isso que o opositor diz que vai resolver a regulação. Se fosse isso, nossos desafios já teriam sido vencidos, porque não faltou recurso”, afirmou.

A secretária ressaltou ainda que o governo estadual destinou cerca de R$ 45 bilhões em investimentos e custeio para a saúde nos últimos três anos.

“Se ele não sabe, fique sabendo”

Outro ponto criticado por Roberta Santana foi o principal argumento utilizado para defender o PIX Saúde: a afirmação de que o Estado teria limitações para contratar serviços da rede privada em razão dos valores estabelecidos pela tabela do SUS.

Segundo ela, essa informação não corresponde à realidade da Bahia.

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“É equivocado de novo. A Bahia tem uma tabela diferenciada, e o governo federal do presidente Lula disponibilizou crédito financeiro. Hoje tem até 20 vezes o valor da tabela SUS para garantir o atendimento à população”, explicou.

Ao encerrar sua fala, a secretária enviou um recado direto ao adversário político:

“Se ele não sabe, fique sabendo.”

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Eleições 2026

Documentos contestam associação de helicóptero de campanha a empresário

Jerônimo Rodrigues afirma que a aeronave foi fretada por R$ 207,5 mil junto à RG8 Táxi Aéreo e que a despesa foi declarada à Justiça Eleitoral

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A utilização de um helicóptero durante a campanha do governador Jerônimo Rodrigues voltou ao centro do debate
Foto: Reprodução Instagram / 📸 Adriel Franscisco / Erickson Araújo

A utilização de um helicóptero durante a campanha do governador Jerônimo Rodrigues voltou ao centro do debate após questionamentos sobre a abordagem adotada por uma reportagem da Folha de S.Paulo. Segundo documentos da contratação, a aeronave foi fretada da empresa RG8 Táxi Aéreo pelo valor de R$ 207,5 mil, despesa que foi declarada à Justiça Eleitoral.

De acordo com as informações apresentadas, a documentação referente ao contrato teria sido encaminhada à repórter responsável antes da publicação da matéria. Os registros apontariam que a RG8 era a proprietária da aeronave e que houve pagamento pelo serviço de fretamento.

Ainda assim, críticos da reportagem argumentam que o título publicado induz o leitor a associar o uso do helicóptero a um empresário, sem que haja comprovação, na própria reportagem, de que ele tenha cedido, custeado ou disponibilizado a aeronave para a campanha. O empresário citado também negou participação na contratação.

As críticas destacam que os elementos apresentados na apuração indicariam uma relação comercial formal entre a campanha e a empresa proprietária da aeronave. Para os questionadores, a forma como o tema foi apresentado no título contrasta com os dados expostos ao longo do texto.

O episódio reacende o debate sobre a responsabilidade editorial em períodos eleitorais, quando informações relacionadas a campanhas e agentes públicos costumam ter elevado impacto político. Especialistas em comunicação defendem que a precisão entre manchete e conteúdo é um dos princípios fundamentais da atividade jornalística, especialmente em temas de interesse público.

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Para os críticos da publicação, quando o título não reflete de forma fiel as informações efetivamente comprovadas na reportagem, pode haver prejuízo à compreensão dos fatos pelo leitor e ao acesso da sociedade a informações contextualizadas e precisas.

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Eleições 2026

Voto nas eleições valerá como Prova de Vida para beneficiários do INSS

Dados da Justiça Eleitoral serão utilizados automaticamente pelo INSS, dispensando a verificação anual para quem comparecer às urnas

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem às urnas nas eleições de outubro não precisarão realizar a Prova de Vida em 2026.
Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem às urnas nas eleições de outubro não precisarão realizar a Prova de Vida em 2026.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, a comprovação ocorrerá de forma automática por meio do cruzamento de dados da Justiça Eleitoral com a base de informações do INSS.

A Prova de Vida é um procedimento anual que tem como objetivo confirmar que o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo, garantindo a continuidade dos pagamentos.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, destacou que a medida busca facilitar a vida dos beneficiários.

“A Prova de Vida pode ser realizada por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, sua Prova de Vida já estará feita. O INSS recebe essas informações e as computa automaticamente”, explicou.

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Segundo o ministério, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentados, pensionistas e pessoas que recebem benefícios assistenciais.

Desde 2019, o comparecimento presencial deixou de ser a principal forma de comprovação, como parte das medidas para reduzir filas e custos. Desde então, o INSS passou a buscar, de forma proativa, informações em bases governamentais para confirmar a condição de vida dos beneficiários.

Fonte: Agência Brasil
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