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Política

Angelo Almeida critica gestão Bruno Reis após novos alagamentos e questiona contratos milionários

Deputado aponta falhas na execução de serviços de drenagem em Salvador e diz que falta de planejamento expõe modelo herdado do grupo de ACM Neto

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O deputado estadual Angelo Almeida criticou a atuação do prefeito de Salvador, Bruno Reis, diante dos novos alagamentos

O deputado estadual Angelo Almeida criticou a atuação do prefeito de Salvador, Bruno Reis, diante dos novos alagamentos registrados na capital e questionou a efetividade dos contratos firmados pela gestão municipal. Segundo o parlamentar, mesmo com cifras milionárias destinadas à manutenção preventiva, os transtornos voltaram a se repetir em diversos bairros da cidade.

“É esse o modelo de gestão que o afilhado político de ACM Neto quer levar para toda a Bahia? Contratos milionários com empresas que não resolvem o problema do povo?”, questionou Angelo Almeida.

De acordo com o deputado, R$ 293 milhões foram destinados a contratos de manutenção preventiva que deveriam garantir serviços básicos, como a limpeza de galerias e o funcionamento adequado do sistema de drenagem urbana. “Não faltou dinheiro. Faltou execução”, afirmou.

Angelo Almeida destacou que as empresas contratadas tinham a obrigação de atuar antes do período chuvoso, prevenindo o colapso da infraestrutura da cidade. “É um contrato milionário para fazer o básico. Se a cidade alaga, é porque o serviço não foi entregue como previsto”, criticou.

O parlamentar também chamou atenção para o que classifica como falta de planejamento da administração municipal, que, segundo ele, reage a um problema previsível. “Chuvas em Salvador não são novidade. O que se espera é organização e ação antecipada, não improviso”, disse.

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Para Angelo Almeida, a gestão de Bruno Reis reproduz o modelo político do grupo liderado por ACM Neto, baseado, segundo ele, em contratos que não atendem às necessidades reais da população. “É uma forma de governar que prioriza outros interesses, não resolve os problemas do povo e se repete ano após ano”, concluiu.

Política

PF mira Mario Frias e produtora de filme sobre Bolsonaro em operação contra suposto desvio de emendas parlamentares

A Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã desta quinta-feira (10) a Operação Make Up, que tem como um dos principais focos de investigação o deputado federal Mario Frias (PL-SP)

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A Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã desta quinta-feira (10) a Operação Make Up,
Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã desta quinta-feira (10) a Operação Make Up, que tem como um dos principais focos de investigação o deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a produtora Karina Gama, responsável pelo filme”Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A operação cumpre 49 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal, por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a PF, as investigações apuram um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares destinadas a organizações da sociedade civil. De acordo com os investigadores, os valores teriam sido direcionados para empresas subcontratadas de forma irregular, sem comprovação da efetiva prestação dos serviços contratados.

No centro das apurações está a destinação de recursos para entidades ligadas à produtora Karina Gama, entre elas o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC), que também são alvo da operação. Auditorias apontaram suspeitas sobre a aplicação de uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões indicada por Mario Frias para projetos vinculados às entidades.

As investigações indicam ainda a existência de uma suposta organização criminosa formada por agentes públicos e privados. Levantamentos financeiros da PF identificaram movimentações de centenas de milhões de reais entre empresas que integrariam o esquema investigado. As supostas irregularidades teriam continuado até julho deste ano.

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Além das buscas realizadas nesta quinta-feira, os investigados foram alvo de medidas cautelares determinadas pelo STF. A operação não inclui mandados de prisão.

Em manifestações anteriores ao Supremo, Mario Frias negou irregularidades e afirmou que os recursos destinados às entidades tiveram finalidade social. Até o momento, não houve condenação dos investigados, e as apurações seguem em andamento.

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Eleições 2026

Rosemberg cobra explicações de ACM Neto após reportagem citar acusações envolvendo Banco Master

Líder do governo na Alba afirma que declarações atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro sobre supostas intermediações financeiras precisam ser esclarecidas pelo ex-prefeito de Salvador

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O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), cobrou explicações
Foto: Reprodução Portal UOL

O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), cobrou explicações do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, após reportagem publicada pelo UOL abordar acusações atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro em uma proposta de delação premiada.

Segundo o relato atribuído a Vorcaro, ACM Neto e o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, teriam atuado para viabilizar aportes de institutos de previdência no Banco Master, mediante supostas comissões de 10%. Considerando os R$ 2 bilhões em investimentos mencionados pelo banqueiro, o valor potencial dessas comissões poderia chegar a R$ 200 milhões. Vorcaro, no entanto, não informou quanto teria sido efetivamente pago.

As acusações são negadas por ACM Neto e Antônio Rueda. O relato também não apresenta confirmação independente de que os supostos pagamentos tenham ocorrido. Para Rosemberg, as declarações atribuídas ao banqueiro se somam a informações divulgadas anteriormente que associaram o ex-prefeito de Salvador ao Banco Master e a Daniel Vorcaro.

“Não é a primeira vez que aparecem informações ligando ACM Neto a Daniel Vorcaro e ao Banco Master. Agora surge uma acusação grave, feita pelo próprio Vorcaro, que precisa ser esclarecida”, afirmou o deputado.

O parlamentar também questionou a pretensão do ex-prefeito de disputar o governo da Bahia diante das acusações divulgadas.

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“É esse o histórico que ACM Neto quer apresentar aos baianos para pedir o voto e governar o Estado?”, perguntou.

Para Rosemberg, a existência de suspeitas, ainda que não comprovadas, deveria levar o ex-prefeito a reconsiderar sua candidatura ao Palácio de Ondina.

“A atitude mais digna de ACM Neto seria abdicar da candidatura. A Bahia não pode ser submetida a esse tipo de dúvida”, declarou.

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Política

Lula pede transparência total do Caso Master e defende quebra de todos os sigilos

Em publicação na plataforma X, presidente afirma que o Brasil precisa conhecer toda a verdade sobre o caso e cobra abertura das informações investigadas

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou a plataforma X (antigo Twitter) para defender maior transparência nas investigações
Foto: Reprodução/Instagram 📸 @ricardostuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou a plataforma X (antigo Twitter) para defender maior transparência nas investigações relacionadas ao chamado Caso Master. Em sua publicação, o chefe do Executivo classificou o episódio como o “maior crime financeiro da história do Brasil” e afirmou que o país precisa de explicações e medidas imediatas diante do que considera uma grave crise institucional.

Na mensagem, Lula destacou a importância da transparência na condução das investigações e criticou a divulgação parcial de informações por meio de vazamentos seletivos, que, segundo ele, podem impactar o ambiente político e eleitoral. O presidente argumentou que a sociedade brasileira deve ter acesso amplo aos fatos apurados pelas autoridades.

O mandatário também citou a Operação Spoofing como referência para a divulgação de informações consideradas de interesse público. Segundo Lula, a atuação conduzida pelo então ministro Ricardo Lewandowski representou um exemplo de exposição dos fatos que permitiu maior conhecimento da população sobre acontecimentos de relevância nacional.

Ao final da publicação, o presidente defendeu a quebra completa do sigilo das investigações relacionadas ao Caso Master, abrangendo todos os envolvidos, independentemente de posição política, institucional ou econômica. “O Brasil precisa saber a verdade”, afirmou.

A manifestação acontece em meio ao aumento das discussões sobre transparência, acesso à informação e a condução de investigações que possuem potencial impacto político e institucional no país.

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