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Três linhas de ônibus são reativadas nesta segunda (3)

A reativação das linhas tem sido feita em caráter experimental, para avaliação técnica da pasta

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Após estudos realizados pelas equipes da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), mais três linhas de ônibus foram reativadas
Foto: Bruno Concha/Secom PMS

Após estudos realizados pelas equipes da Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), mais três linhas de ônibus foram reativadas em Salvador nesta segunda-feira (3). São elas a linha 1206 – Tancredo Neves x Lapa (via Ogunjá), a 1214 – Engomadeira x Terminal Acesso Norte/Lapa (via Baixa dos Sapateiros) e a 1515 – Conjunto Pirajá x Ribeira.

As linhas 1206 – Tancredo Neves x Lapa (via Ogunjá) e 1214 – Engomadeira x Terminal Acesso Norte/Lapa (via Baixa dos Sapateiros) farão cada 61 viagens em dias úteis e 32 aos sábados. Não haverá operação das linhas aos domingos e feriados.

No itinerário de ida para a Lapa da linha 1206, os ônibus saem do Terminal de Tancredo Neves e seguirão pela Rua Nossa Senhora do Rosário, Rua Paraíba, Rua Alagoas, Rua Bahia, Rua Direta de Tancredo Neves, Rua Estrada das Barreiras, Rua Silveira Martins, Rua dos Rodoviários, Avenida Barros Reis, Avenida Heitor Dias, Rótula do Abacaxi, Avenida Antônio Carlos Magalhães, Avenida Mário Leal Ferreira, Avenida General Graça Lessa, Avenida Vasco da Gama, Avenida Centenário, Praça Doutor João Mangabeira, Avenida Vale do Tororó, chegando ao Terminal da Lapa.

Na volta, o trajeto passa pela Avenida Tororó, Praça Doutor João Mangabeira, Avenida Centenária, Avenida Vasco da Gama, Retorno no Assaí, Avenida Vasco da Gama, Avenida General Graça Lessa, Avenida Mário Leal Ferreira, Rua dos Rodoviários, Rua Silveira Martins, Rua Estrada das Barreiras, Rua Direta de Tancredo Neves, Rua Bahia, Rua Paraíba, Rua Nossa Senhora do Rosário, Terminal de Tancredo Neves.

Já a linha 1214 sai do Terminal de Engomadeira e segue pela Rua da Engomadeira, Rua Estrada das Barreiras, Rua Silveira Martins, Rua dos Rodoviários, Terminal Acesso Norte, Rótula do Abacaxi, Avenida Heitor Dias, Rua Cônego Pereira, Largo da Sete Portas, Avenida José Joaquim Seabra, Ladeira de Santana, Rua do Carro, Largo do Campo da Pólvora, Rua Hugo Baltazar da Silva, Rua Boulevard América, Avenida Presidente Costa e Silva, Avenida Vale do Tororó, chegando ao Terminal da Lapa.

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Na volta para o bairro, a linha passa pela Avenida Vale do Tororó, Praça Doutor João Mangabeira, Avenida Centenária, Avenida Vasco da Gama, Viaduto Rômulo Almeida, Avenida Vasco da Gama, Alça do Viaduto dos Engenheiros, Viaduto dos Engenheiros, Avenida Presidente Castelo Branco, Alça de acesso à Avenida José Joaquim Seabra, Largo da Sete Portas, Rua Cônego Pereira, Avenida Heitor Dias, Rótula do Abacaxi, Rua dos Rodoviários, Terminal Acesso Norte, Rua dos Rodoviários, Rua Silveira Martins, Rua Estrada das Barreiras, Rua da Engomadeira, Terminal da Engomadeira.

Conjunto Pirajá

A linha 1515 passa a ter quatro horários por turno: 4h30, 5h, 5h30, 6h, 11h10, 11h40, 12h10, 12h40, 16h20, 16h50, 17h20 e 17h50. Ela, que foi suspensa em 2021, era um pedido recorrente da comunidade. “Era muito longa e tinha poucos horários. Reduzimos o trajeto para a Estação Pirajá, dando maior oferta de ônibus no bairro e na estação com destino à Ribeira”, explica o secretário da Semob, Fabrizzio Muller.

O secretário ressalta ainda que a reativação das linhas tem sido feita em caráter experimental, para avaliação técnica da pasta, e reforça que mantém o conceito de integração como forma de tornar o transporte mais eficiente. “A Semob segue reavaliando as linhas sem perder o conceito de integração, mas buscando aprimorar, cada vez mais, o deslocamento das pessoas”, completa Muller.

Cidade

Metrô de Salvador reforça atendimento a mulheres vítimas de violência

Salas Elas à Frente, nas estações Rodoviária e Pirajá, oferecem acolhimento, orientação e encaminhamento à rede de proteção

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mês de conscientização pelo enfrentamento à violência contra a mulher, as Salas Elas à Frente, instaladas nas estações de metrô
Foto: Jeane Abreu/GOVBA

No Agosto Lilás, mês de conscientização pelo enfrentamento à violência contra a mulher, as Salas Elas à Frente, instaladas nas estações de metrô Pirajá e Rodoviária, em Salvador, reforçam a disponibilidade dos serviços de acolhimento, orientação e encaminhamento para mulheres em situação de violência. Os espaços oferecem atendimento psicossocial, orientação jurídica e assistência social, além de direcionamento para a rede de proteção.

Promovida pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA), em parceria com a CCR Metrô Bahia e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Sedur), as Salas Elas à Frente viabilizam o primeiro acolhimento e, quando necessário, encaminham as mulheres para a rede especializada. Em Salvador, os casos são direcionados para a Casa da Mulher Brasileira, localizada na Avenida Tancredo Neves.

A localização das salas dentro das estações aproxima o atendimento da rotina das usuárias do metrô e facilita o acesso à rede de proteção. Os espaços também podem ser procurados por mulheres que estejam vivenciando ou tenham presenciado situações de violência durante o deslocamento.

Salas Elas à Frente

A primeira unidade foi inaugurada na Estação Pirajá, em março de 2024, e a segunda começou a funcionar na Estação Rodoviária, em março de 2025. Na Rodoviária, o atendimento ocorre às segundas e quartas-feiras, das 9h às 17h. Em Pirajá, o serviço funciona às terças e quintas-feiras, no mesmo horário.

Além das Salas Elas à Frente já instaladas, a atuação da SPM também busca alcançar mulheres de diferentes regiões da Bahia, ampliando o acesso a informações sobre políticas públicas, direitos e mecanismos de proteção. Para isso, a secretaria desenvolve ações nos 417 municípios baianos, fortalecendo a divulgação dos serviços disponíveis e da rede de atendimento às mulheres.

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Cidade

Obras de contenção de encostas beneficiam mais de 12 mil moradores no Pau Miúdo e Cidade Nova

Intervenções executadas pela Conder avançam em áreas de risco de Salvador e incluem ações de urbanização e criação de espaços de convivência para a comunidade

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Os bairros do Pau Miúdo e da Cidade Nova, em Salvador, estão sendo beneficiados por obras de contenção de encostas.
Foto: Anderson Fonseca/GOVBA

Os bairros do Pau Miúdo e da Cidade Nova, em Salvador, estão sendo beneficiados por obras de contenção de encostas. As intervenções integram as ações executadas pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), com foco na redução de riscos e na proteção de famílias que vivem em áreas vulneráveis.

Ao todo, três obras estão sendo realizadas na região do Sertanejo, beneficiando cerca de 12.310 moradores. Neste sábado (15), o governador Jerônimo Rodrigues visitou os locais onde as intervenções estão sendo executadas.

As obras estão localizadas nas ruas Graciete Leal, Dr. Esteves de Assis e Alto do João Pompílio. Na Rua Dr. Esteves de Assis, duas intervenções fazem parte de uma mesma área de atuação e apresentam 98,5% e 71% de execução física. Já na Rua Graciete Leal, as duas intervenções previstas foram concluídas, assim como a obra de contenção realizada na Rua Alto do João Pompílio.

O projeto reúne diferentes soluções de engenharia para a estabilização de áreas de solo e rocha, ampliando a segurança das comunidades. Além disso, prevê a urbanização dos espaços remanescentes após as obras, com a implantação de equipamentos de lazer definidos em diálogo com os moradores.

Na Rua Graciete Leal, uma área que anteriormente servia como ponto de descarte irregular de lixo está sendo transformada para ampliar os espaços de convivência e lazer da comunidade.

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Cidade

Mais de 6 mil crianças aguardam vaga em creches e escolas municipais de Salvador, aponta documento da Prefeitura

Dados da Secretaria Municipal de Educação revelam que 4,5 mil crianças estão na fila sem sequer ter uma unidade de referência definida pela rede municipal

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Documento oficial da própria Prefeitura de Salvador confirma que a capital baiana possui atualmente 6.096 crianças
Foto: Reprodução

Em Salvador, uma fila que afeta a vida de milhares de famílias não para de crescer. Documento oficial da própria Prefeitura de Salvador confirma que a capital baiana possui atualmente 6.096 crianças aguardando vagas em creches e escolas de educação infantil da rede municipal. Os dados são do Sistema de Matrículas da Secretaria Municipal de Educação (Smed), atualizados até 12 de agosto.

O cenário é ainda mais preocupante do que os números gerais sugerem. Das 6.096 crianças que aguardam matrícula, 4.502 não possuem sequer uma escola ou creche de referência definida pela Prefeitura. Na prática, quase 75% da fila de espera é composta por crianças para as quais a rede municipal ainda não apresentou uma solução de atendimento.

O drama enfrentado pelas famílias se repete em diferentes regiões da cidade. Em Barragem de Ipitanga, a Escola Municipal Coração de Maria registra 87 crianças na fila de espera. No Cassange, a Creche e Pré-Escola Primeiro Passo concentra 69 crianças aguardando vaga, sendo 53 apenas no Grupo 2, destinado a crianças de 2 anos.

A demanda reprimida também é expressiva em outros bairros da capital baiana, como Águas Claras (83 crianças), Bonfim (64), Plataforma (60), Engenho Velho de Brotas (56) e Nova Brasília (55), entre outros.

A existência de milhares de crianças sem matrícula em creches e escolas municipais evidencia os desafios enfrentados pela educação infantil em Salvador. O aumento da fila ocorre mesmo após a implementação do programa Pé na Escola, criado durante a gestão do ex-prefeito ACM Neto e posteriormente ampliado pelo atual prefeito Bruno Reis.

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O programa, que prevê o encaminhamento de estudantes da rede municipal para instituições particulares, é alvo de investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e do Ministério Público Federal (MPF). As apurações envolvem suspeitas de superfaturamento e questionamentos sobre uma possível transferência gradual de responsabilidades da educação pública para a iniciativa privada.

Denúncias encaminhadas ao Ministério Público apontam ainda que o fechamento da Escola Municipal Paulo Mendes de Aguiar teria ocorrido após estudantes da região serem direcionados para escolas particulares, ao mesmo tempo em que unidades da rede pública municipal estariam sendo desativadas.

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