Segurança
Bahia investe em tecnologia para agilizar exames de DNA em crimes sexuais
Nova plataforma automatizada amplia capacidade pericial e reforça combate à violência sexual no estado
A Polícia Técnica da Bahia (DPT) passou a contar com uma plataforma automatizada para processamento de amostras de DNA em casos de crimes sexuais, aumentando a produtividade e fortalecendo as investigações. A iniciativa integra os investimentos do Governo do Estado na modernização da Segurança Pública, com foco na proteção das vítimas e na elucidação de crimes.
O equipamento automatiza uma das etapas mais complexas do exame genético, antes realizada manualmente, e foi adquirido pela Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) por R$ 2,7 milhões. Fabricado na Europa, o sistema é utilizado por apenas seis estados brasileiros e pela Polícia Federal, colocando a Bahia entre as unidades com tecnologia de ponta em genética forense.
Segundo Luís Rogério, coordenador de Genética Forense, a plataforma representa um avanço expressivo:
“O equipamento aumenta a produtividade, a padronização e a segurança dos exames de DNA, especialmente nos casos de crimes sexuais”, destacou.
O diretor-geral do DPT, Osvaldo Silva, reforçou o impacto direto na produção da prova pericial, enquanto o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, afirmou que a modernização garante respostas mais rápidas e qualificadas à sociedade.
A instalação ocorre nesta semana, seguida de treinamento especializado para peritas criminais. A meta é zerar, até fevereiro de 2026, o passivo de amostras pendentes de exames de DNA em crimes sexuais.
Segurança
Polícia Militar confronta facção e quatro suspeitos são baleados no Nordeste de Amaralina
Ação ocorreu durante patrulhamento de rotina; armas, munições e drogas foram apreendidas
Guarnições da Polícia Militar alcançaram, na tarde desta quinta-feira (5), quatro integrantes de uma facção criminosa com atuação na região do Nordeste de Amaralina, em Salvador.
As equipes realizavam patrulhamento de rotina quando avistaram cerca de dez homens armados. Durante a tentativa de cerco, os suspeitos atiraram contra as viaturas, dando início a um confronto. Após a troca de tiros, quatro suspeitos ficaram feridos.
Com o grupo, foram apreendidas armas de fogo, munições, carregadores e drogas. Os feridos foram socorridos para o Hospital Geral do Estado (HGE). Os demais integrantes do bando conseguiram fugir.
O policiamento permanece reforçado em todo o Complexo do Nordeste de Amaralina. Informações que possam auxiliar na localização dos demais suspeitos podem ser repassadas, de forma anônima e sigilosa, pelo Disque Denúncia 181. O anonimato é garantido por lei.
Se quiser, posso encurtar para nota policial, ajustar para boletim institucional ou adaptar para redes sociais.
Segurança
Operação Ágora investiga sonegação fiscal de mais de R$ 10 milhões na Bahia
Força-tarefa cumpre mandados em Salvador e Alagoinhas contra grupo suspeito de fraudar o recolhimento de ICMS no comércio varejista de alimentos
A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou, na manhã desta quinta-feira (5), a Operação Ágora, que investiga a prática de sonegação fiscal por empresários do setor de comércio varejista de alimentos. Segundo as apurações, o grupo teria sonegado mais de R$ 10 milhões em ICMS aos cofres do Estado da Bahia.
Foram cumpridos um mandado de prisão e dez mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas. Neste último município, houve tentativa de fuga por parte de um dos investigados, mas as equipes policiais realizaram diligências e efetuaram a prisão.
De acordo com a investigação, o grupo estruturou um esquema baseado na constituição e encerramento simulados de empresas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, dificultar a cobrança de créditos de ICMS e blindar o patrimônio dos reais beneficiários.
As apurações conduzidas pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), em conjunto com o Ministério Público da Bahia (MPBa) e a Polícia Civil, apontam que os investigados deixavam de recolher, de forma contínua, o ICMS declarado, utilizando manobras como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas em nome de interpostas pessoas sem capacidade econômico-financeira, com o objetivo de ocultar os verdadeiros proprietários e manter a atividade empresarial.
O grupo também teria criado uma holding patrimonial após o ajuizamento de execuções fiscais, com a finalidade de dissimular a estrutura empresarial ilícita e proteger bens contra a cobrança judicial.
Segundo a Força-Tarefa, a operação é resultado da intensificação do combate às fraudes tributárias, especialmente à prática de declarar o ICMS e não repassar o imposto à Fazenda Estadual, conduta que configura crime contra a ordem tributária. Essas práticas causam prejuízos significativos à coletividade, uma vez que o imposto é pago pelo consumidor final, mas não é destinado aos cofres públicos, comprometendo o financiamento de políticas públicas e serviços essenciais.
A Operação Ágora contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 14 delegados de Polícia, 60 policiais do Necot/Draco, 10 servidores do Fisco Estadual, 10 servidores do MPBa e 16 policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).
Força-Tarefa
A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, pela Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip) da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) e pelo Núcleo Especializado no Combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco) da Polícia Civil da Bahia.
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Segurança
Bahia registra queda nas mortes violentas e projeta expansão do Bahia Pela Paz
Programa apresenta redução dos índices em 2025 e define metas de ampliação das ações territoriais até 2026
A redução dos índices de mortes violentas na Bahia e as metas para 2026 no âmbito do programa Bahia Pela Paz foram apresentadas nesta terça-feira (3), durante a primeira reunião do ano do Comitê de Governança da iniciativa. Os dados consolidados de 2025 apontam queda nos principais indicadores de violência no estado e indicam a ampliação das ações nos territórios mais vulneráveis.
Em 2025, a Bahia registrou redução de 13% nos crimes violentos letais intencionais e de 9,5% no total de mortes violentas intencionais, além de estabilidade nas mortes por intervenção de agentes do Estado. Já na comparação entre janeiro e fevereiro de 2026 e o mesmo período de 2025, houve queda de 13,7% nas mortes por intervenção policial, índice superior à meta de redução de 10% por semestre estabelecida pelo programa.
O governador Jerônimo Rodrigues destacou o caráter estruturante do Bahia Pela Paz. Segundo ele, a iniciativa fortalece a atuação integrada do governo no enfrentamento à violência, com acompanhamento permanente dos resultados e ampliação das ações que apresentam impacto positivo nos territórios.
O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, ressaltou que os números refletem o monitoramento contínuo das políticas públicas. Para ele, os resultados iniciais de 2026 indicam que a estratégia adotada vem produzindo efeitos concretos na redução da letalidade.
A importância da articulação institucional também foi enfatizada durante a reunião. O procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, e o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador José Rotondano, destacaram que a integração entre Executivo, Ministério Público e Judiciário é fundamental para a efetividade das ações e para a prevenção da violência.
Expansão nos territórios
Atualmente, o Bahia Pela Paz conta com 150 profissionais atuando de forma permanente nos bairros, com agenda semanal de atividades e articulação com o sistema de Justiça. Em 2025, os dois Coletivos já implantados realizaram mais de 22 mil atendimentos, incluindo acompanhamento psicossocial, encaminhamentos à rede pública e ações formativas.
A meta do governo é chegar a 24 Coletivos implantados até o final de 2026, consolidando a presença contínua do programa nos territórios e o monitoramento sistemático dos indicadores de violência.
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