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Economia

Shopping da Gente aposta em produtos regionais para fortalecer economia local 

Empreendimento lança agenda estratégica para ampliar presença de produtores locais e oferecer experiências autênticas aos consumidores

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Inserido nesse contexto, o Shopping da Gente (@shoppingdagenteofc) passa a estruturar, ao longo de 2026, uma agenda voltada
Foto: Divulgação

A valorização de produtos locais e sabores regionais tem ganhado espaço nas estratégias de centros comerciais, acompanhando mudanças no comportamento do consumidor e a busca por experiências mais autênticas. Inserido nesse contexto, o Shopping da Gente (@shoppingdagenteofc) passa a estruturar, ao longo de 2026, uma agenda voltada à ampliação da presença de produtores regionais, reposicionando o empreendimento como um ambiente que integra consumo, cultura e sustentabilidade econômica. 

A curadoria dos novos produtos envolve fornecedores regionais e pequenos produtores, garantindo diversidade e qualidade. “Estamos aproximando o público da produção local e incentivando hábitos de consumo mais conscientes, fortalecendo a economia da região”, afirma a direção do empreendimento. 

Especialistas em varejo apontam que a inclusão de produtos regionais em espaços comerciais amplia o engajamento do público, aumenta a frequência de visitas e fortalece o vínculo com a comunidade. Essa dinâmica contribui para que shoppings assumam um papel mais relevante no cotidiano urbano. 

O planejamento prevê ações ao longo do ano, com campanhas e lançamentos que destacam ingredientes locais, gastronomia regional e experiências sensoriais. A proposta alia relevância social e inovação, ampliando a visibilidade de pequenos negócios. 

Segundo a gestão, todas as operações seguem critérios de qualidade, sustentabilidade e viabilidade operacional, incluindo padrões logísticos e sanitários. A iniciativa está alinhada a movimentos de consumo consciente e valorização regional, criando oportunidades de fidelização e impacto positivo no ecossistema local. 

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Com esse posicionamento, o Shopping da Gente projeta fortalecimento da economia regional e consolidação como centro multifuncional. Os próximos meses devem trazer novas parcerias e expansão da presença de produtos regionais, ampliando o papel social e econômico do empreendimento. 

Economia

Mercosul e União Europeia aprovam acordo histórico de livre comércio

Entidades empresariais comemoram avanço que promete ampliar exportações, atrair investimentos e fortalecer a competitividade brasileira

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Depois de mais de duas décadas de tratativas, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia deu um passo decisivo
Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Depois de mais de duas décadas de tratativas, o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia deu um passo decisivo nesta sexta-feira (9), ao receber a aprovação do bloco europeu. Para que isso ocorresse, era necessário o aval de pelo menos 15 dos 27 Estados-membros, representando 65% da população total da UE.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou a decisão como estratégica para inserir o Brasil de forma mais robusta no comércio internacional. Em 2024, a União Europeia foi destino de 14,3% das exportações brasileiras, gerando impacto direto na geração de empregos e na produção industrial. “Esperamos que esse processo seja concluído o quanto antes, para transformar esse avanço institucional em oportunidades concretas de comércio, investimentos e aumento da competitividade”, afirmou Ricardo Alban, presidente da CNI.

Outras entidades também celebraram o acordo. A Abiquim destacou o potencial para reposicionar a indústria química brasileira em cadeias globais de maior valor agregado, enquanto a Abinee projeta aumento de até 30% nas exportações do setor eletroeletrônico para a UE. A CACB vê o tratado como uma “vitória da diplomacia e do setor produtivo”, com expectativa de atração de investimentos para todo o Mercosul.

Federações estaduais como Fiesp, Firjan e Fiemg reforçaram a importância do acordo, mas alertaram para desafios internos, como a necessidade de inovação, produtividade e atenção aos impactos sobre setores sensíveis à concorrência externa. Já a Faesp ressaltou que o Brasil deve adotar salvaguardas para proteger cadeias produtivas locais, como a do leite.

O tratado cria a maior zona de livre comércio do mundo e promete abrir novas frentes de negócios, especialmente em áreas como tecnologia, bioeconomia e energia limpa, além de diversificar parcerias em um cenário global marcado por tensões geopolíticas.

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Economia

Desconto de 15% já está disponível para o IPVA 2026 na Bahia

Contribuintes têm até 10 de fevereiro para pagamento à vista; parcelamento em até cinco vezes também é opção

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Já está valendo o desconto de 15% para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 em parcela
Foto: Thuane Maria/GOVBA

Já está valendo o desconto de 15% para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 em parcela única até o dia 10 de fevereiro. Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA), o abatimento — um dos maiores do país — é aplicado automaticamente no momento do pagamento, que pode ser feito via Pix, de forma rápida e prática, pelo portal http://www.ba.gov.br.

Para isso, basta acessar a página, entrar com usuário e senha, escolher o serviço “Pagar Licenciamento Cota Única”, informar o número do Renavam e gerar o Documento de Arrecadação Estadual (DAE), que já vem com código de barras e QR Code para pagamento via Pix.

Outra alternativa é quitar o imposto pelos canais das instituições parceiras da Sefaz-BA: Banco do Brasil, Bradesco e Bancoob. O calendário completo está disponível em http://www.sefaz.ba.gov.br. Há também a opção de pagar com 8% de desconto, em datas que variam conforme o final da placa do veículo.

Além disso, é possível parcelar o imposto em cinco vezes mensais, sem desconto, desde que o valor mínimo seja de R$ 120,00. Os débitos referentes à taxa de licenciamento e multas devem ser quitados até a última parcela.

Em 2026, os valores utilizados para cálculo do IPVA tiveram variação média abaixo da inflação, conforme dados da Fipe, responsável pela Tabela de Valores Venais.

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Economia

Cesta Básica em Salvador fecha 2025 com queda anual, apesar de alta em dezembro 

Preço subiu 2,69% no último mês do ano, puxado pela cebola, mas acumulado de 2025 registrou recuo de 0,41%

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A Cesta Básica de Salvador, calculada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) com base em 3.513 cotações
Foto: Jean Vagner/ Ascom SEI

A Cesta Básica de Salvador, calculada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) com base em 3.513 cotações realizadas em 92 estabelecimentos comerciais, passou a custar R$ 557,62 em novembro de 2025. O valor representa uma elevação de 2,69% em relação ao mês anterior, um aumento nominal de R$ 14,98. 

Apesar da alta em novembro, no acumulado de 2025 a Cesta Básica apresentou redução de 0,41%, após registrar aumento em sete dos doze meses do ano. 

Dos 25 produtos que compõem a cesta, 16 tiveram alta, com destaque para a cebola (66,17%), seguida por banana prata (9,25%), flocão de milho (8,47%) e macarrão (5,15%). Por outro lado, oito itens caíram, como cenxoura (-4,73%), linguiça calabresa (-4,20%) e feijão (-2,20%). O ovo manteve-se estável. 

Segundo o economista Denilson Lima, fatores climáticos e a redução da oferta foram determinantes para a alta em dezembro, especialmente da cebola, cuja produção foi afetada pelas chuvas em Irecê (BA) e no Vale do São Francisco (BA/PE). 

O subconjunto dos ingredientes do almoço soteropolitano (feijão, arroz, carnes, farinha, tomate e cebola) subiu 3,31% e respondeu por 33,16% do valor da cesta. Já os itens do café da manhã (café, leite, açúcar, pão, manteiga, queijos e flocão) aumentaram 1,09%, representando 35,52% do total. 

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Por fim, um trabalhador precisou de 89 horas e 42 minutos para adquirir a cesta, comprometendo 40,78% do salário mínimo líquido (R$ 1.404,15), já descontada a contribuição previdenciária. 

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