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Política

Projeto Fênix produz uma tonelada de tilápias em presídio de Feira

O pescado foi extraído nesta segunda (17), de um dos três viveiros instalados no Conjunto Penal de Feira de Santana

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A primeira despesca do Projeto Fênix rendeu mais de uma tonelada de tilápias. O pescado foi extraído nesta segunda-feira (17),
Foto: Vinícius Monteiro/Ascom Bahia Pesca

A primeira despesca do Projeto Fênix rendeu mais de uma tonelada de tilápias. O pescado foi extraído nesta segunda-feira (17), de um dos três viveiros instalados no Conjunto Penal de Feira de Santana e será doado para entidades assistenciais que fazem parte do Programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado.

O Projeto Fênix é uma iniciativa conjunta da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) e da Bahia Pesca que promove a capacitação dos internos do sistema prisional baiano em piscicultura. Além de contribuir para a reintegração social, o projeto oferece uma oportunidade de aprendizado e de inclusão no mercado de trabalho.

Os 40 internos do presídio capacitados para realizar o cultivo dos peixes têm direito de remição de pena de um dia para cada três dias trabalhados. Toda a operação é supervisionada por técnicos da Bahia Pesca. A previsão é de produção de uma tonelada a cada ciclo de 8 meses.

“Estamos muito orgulhosos do que o Projeto Fênix representa para o sistema prisional da Bahia. Essa parceria com a Bahia Pesca tem transformado vidas, oferecendo capacitação profissional e a chance de um futuro mais digno para os internos”, destacou o titular da SEAP, Secretário José Castro.

“O Projeto Fênix é a reafirmação do compromisso com a responsabilidade social e com o desenvolvimento de políticas públicas que promovem a inclusão e o empoderamento de indivíduos em situação de vulnerabilidade social”, acrescentou o presidente da Bahia Pesca, Daniel Victória.

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Feira de Santana foi a primeira unidade prisional do Estado a implantar o projeto Fênix. A próxima será a Colônia Penal de Simões Filho, cuja estrutura já está em fase final de montagem.

Eleições 2026

Vice-prefeito de Aiquara desmente apoio a ACM Neto e reafirma aliança com Jerônimo

Após divulgação de foto nas redes sociais, Brito afirma que imagem foi usada de forma indevida e nega mudança de posicionamento político

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O vice-prefeito de Aiquara, Brito (PP), desmentiu nesta quinta-feira (16) a informação de que teria declarado apoio ao ex-prefeito

O vice-prefeito de Aiquara, Brito (PP), desmentiu nesta quinta-feira (16) a informação de que teria declarado apoio ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). A notícia passou a circular nas redes sociais ligadas à oposição após a divulgação de uma fotografia ao lado do prefeito da capital baiana, Bruno Reis (União Brasil).

Brito participou da Plenária do Programa de Governo Participativo do PT, em Itabuna, onde se reuniu com o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e reafirmou seu apoio ao projeto de reeleição do chefe do Executivo estadual.

Segundo o vice-prefeito, a informação falsa surgiu após ele tirar uma foto com Bruno Reis a pedido do deputado estadual Sandro Régis (União Brasil), com quem mantém amizade e relação política. A imagem, no entanto, teria sido utilizada por terceiros para sugerir um suposto apoio a ACM Neto.

Brito ressaltou que sua proximidade com o deputado não representa alinhamento político com o grupo liderado por ACM Neto. Ele reafirmou que permanece ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e descartou qualquer mudança de posicionamento político.

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Política

Empresa investigada pelo MP-BA liga ACM Neto e Zé Cocá a contratos milionários na Bahia

G3 Polaris, apontada em supostas fraudes licitatórias, acumulou R$ 124,8 milhões em contratos com a Prefeitura de Salvador e recebeu R$ 11 milhões da gestão de Jequié

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a campanha de ACM Neto (União Brasil) ao governo do estado. Segundo o MP-BA, a empresa integra um grupo econômico que teria
Foto: Elias Dantas

A G3 Polaris, alvo de investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) por supostas fraudes em licitações, está no centro de um caso que pode gerar desgastes para a campanha de ACM Neto (União Brasil) ao governo do estado. Segundo o MP-BA, a empresa integra um grupo econômico que teria provocado prejuízo de R$ 38,3 milhões aos cofres públicos. Apenas em Salvador, a G3 Polaris faturou R$ 124,8 milhões entre 2015 e 2026, período que abrange as gestões de ACM Neto e de seu aliado e sucessor, o atual prefeito Bruno Reis.

A relação com o ex-prefeito é direta. Em 2018, a empresa prestou serviços ao gabinete de ACM Neto. Desde então, o faturamento da G3 Polaris junto ao município cresceu significativamente, passando de menos de R$ 1 milhão no primeiro ano para cerca de R$ 25 milhões anuais. Os contratos foram distribuídos entre diversas secretarias da capital baiana. O crescimento expressivo da empresa durante as administrações ligadas ao ex-prefeito levanta questionamentos sobre a condução dos processos licitatórios e a compatibilidade dos valores contratados.

A conexão com o interior do estado amplia o alcance político do caso e atinge diretamente a chapa oposicionista. Atual candidato a vice-governador na coligação encabeçada por ACM Neto, Zé Cocá (PP) contratou a G3 Polaris durante sua gestão como prefeito de Jequié. Entre 2023 e 2025, o município destinou R$ 11 milhões à empresa para serviços de pavimentação asfáltica, revitalização de vias públicas e instalação de mobiliário escolar com recursos do Fundeb.

Com contratos ainda em execução ou sem conclusão integral, a relação entre a prefeitura de Jequié e a G3 Polaris também passa a ser alvo de questionamentos. A investigação envolvendo a empresa projeta novos desafios para ACM Neto e seus aliados, ao colocar sob escrutínio contratos firmados tanto na capital quanto no interior do estado, em um momento de forte movimentação política rumo ao Palácio de Ondina.

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Eleições 2026

Bobô acusa oposição de tentar associar Lula a ACM Neto e chama ação de “farsa política” 

Deputado afirma que presidente mantém aliança com Jerônimo Rodrigues na Bahia e diz que publicação de aliados da oposição tenta confundir eleitores 

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O deputado estadual Bobô (PCdoB) classificou como uma “farsa política” a divulgação, por aliados de ACM Neto (União Brasil),
Foto: Reprodução

O deputado estadual Bobô (PCdoB) classificou como uma “farsa política” a divulgação, por aliados de ACM Neto (União Brasil), de postagens nas redes sociais que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao grupo de oposição na Bahia. A publicação foi compartilhada pelo ex-prefeito de Jacobina, Tiago Dias, e inclui também o ex-ministro João Roma (PL), adversário histórico do presidente. 

Segundo Bobô, a estratégia busca confundir o eleitorado ao sugerir uma aliança que não existe. “Lula está fechado na Bahia com o governador Jerônimo Rodrigues. É uma vergonha que ACM Neto e o bolsonarista João Roma, que vivem atacando o presidente da República, agora queiram enganar os eleitores de Lula”, afirmou. 

O parlamentar lembrou que ACM Neto fez reiteradas críticas ao presidente durante as últimas eleições, chegando, segundo ele, a prometer uma “surra” em Lula. “Agora querem posar de aliados de quem sempre combateram. O povo baiano sabe quem esteve ao lado de Lula e quem fez campanha contra ele”, declarou. 

Bobô também destacou que a tentativa de vincular a imagem do presidente ao grupo oposicionista não é inédita. “Só pode ser o desespero batendo mais uma vez. Em 2022, ACM Neto fez a mesma coisa. A surpresa desta vez é João Roma, que certamente não será perdoado pelos bolsonaristas por participar dessa farsa”, disse. 

O deputado reforçou que o palanque de Lula na Bahia segue ao lado de Jerônimo Rodrigues e dos partidos que compõem a base governista. “Não adianta recorrer a montagens e peças de propaganda para reescrever a história. A posição de Lula é pública, conhecida e consolidada no estado”, concluiu. 

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