Política
O que o COAF viu nas contas da empresa de ACM Neto
Relatório mostra que empresa criada por ACM Neto recebeu transferências milionárias e repassou a maior parte do dinheiro à conta pessoal do ex-prefeito
Quarenta e um dias depois de a Prefeitura de Salvador ampliar para dez anos o prazo máximo de desconto de empréstimos consignados na folha dos servidores municipais, ACM Neto e sua esposa abriram uma empresa de consultoria com capital social de R$ 2 mil. Sessenta e cinco dias depois da abertura da A&M Consultoria Ltda., o Banco Master fez a primeira transferência para a nova pessoa jurídica. Nos catorze meses seguintes, a empresa movimentou R$ 5,75 milhões. Desse total, R$ 4,91 milhões foram transferidos para a conta pessoal do ex-prefeito. Quando essas datas deixam de ficar espalhadas em decretos, cadastros e extratos e passam a ser lidas em sequência, o caso muda de escala. Já não parece apenas uma relação comercial mal explicada. Passa a ter a forma de um circuito: a norma abre o mercado, o mercado prospera e o dinheiro, depois de algumas curvas, encontra o regulador que esteve na origem da arquitetura.
O relatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras não acusa nem sentencia. Seu papel é menos teatral e, por isso mesmo, mais incômodo: registrar padrões, isolar anomalias, mostrar que há fluxos cuja naturalidade depende basicamente de ninguém lhes fazer perguntas. No caso da A&M, a formulação técnica é objetiva. Os dados, diz o documento, são consistentes com a utilização da empresa como interposta para receber recursos de múltiplas fontes e repassá-los à conta pessoal de ACM Neto. A secura da frase não deve enganar. Em linguagem comum, ela descreve uma engrenagem em que a empresa aparece mais como anteparo do que como destino final do dinheiro.
A história começa bem antes da primeira TED. Começa em janeiro de 2014, no primeiro ano da gestão de ACM Neto à frente da capital baiana. Naquele mês, ele assinou o decreto que regulamentou a consignação em folha dos servidores municipais. O texto fixou limites para descontos facultativos e previu, de forma expressa, uma linha de crédito rotativo vinculada à antiga rede da Cesta do Povo. Aquele detalhe administrativo, quase invisível fora do jargão burocrático, ganharia relevância anos depois. Era o embrião regulatório do que se consolidaria como Credcesta: crédito ancorado no contracheque, protegido por desconto em folha, alimentado pela estabilidade de uma remuneração pública. Em 2018, ainda na sua gestão, outro decreto alongou de 72 para 96 meses o prazo máximo de parcelamento. O mercado já não tinha apenas porta de entrada; ganhava profundidade.
A sucessão municipal não alterou o rumo. Sob Bruno Reis, aliado político de ACM Neto, a trilha foi ampliada. Em fevereiro de 2021, a margem total das consignações facultativas subiu de 50% para 60% da remuneração bruta, e o crédito rotativo passou a ter uma faixa própria. Em agosto de 2022, o teto avançou para 65%, e a fatia reservada aos empréstimos financeiros passou de 30% para 35%. Em novembro, veio o último lance: o prazo máximo saltou de 96 para 120 meses. Em menos de uma década, a folha do servidor municipal havia se tornado um território bem mais fértil para o negócio do consignado, com mais espaço para desconto, mais tempo para cobrança e mais previsibilidade para quem operasse nesse nicho.
Quarenta e um dias depois desse último decreto, em 28 de dezembro de 2022, a A&M Consultoria foi aberta. O capital social era de R$ 2 mil. ACM Neto aparecia como administrador. Mariana Almeida Barreto de Magalhães, sua esposa, como sócia. O relatório observa um ponto que, isolado, já seria chamativo: a empresa passou a realizar movimentações de vulto em menos de noventa dias de existência, sem histórico operacional anterior. Em março de 2023, a conta já recebia valores substanciais. Entre 2 de março e 12 de junho daquele ano, os créditos somaram R$ 976.425, distribuídos em onze transações. O maior remetente foi o Banco Master, com R$ 422.325. Reag Investimentos, Empresa Baiana de Jornalismo e JSP Holding completavam o quadro. No mesmo período, R$ 710 mil saíram da empresa e foram para a conta pessoal de ACM Neto no Bradesco. O ex-prefeito concentrou, sozinho, 93,2% dos débitos da A&M naquele intervalo.
Se a lógica fosse a do recuo, o primeiro alerta do COAF, emitido em 26 de junho de 2023, deveria ter esfriado a operação. O que os números mostram é o contrário. O segundo período analisado, de 15 de junho de 2023 a 3 de maio de 2024, é maior, mais intenso e mais difícil de acomodar numa explicação trivial. Os créditos sobem para R$ 4.773.737,50, crescimento de 389% em relação ao período anterior. O Banco Master volta a aparecer, agora com R$ 1.337.362,50. A Reag Investimentos permanece. Surgem dois novos remetentes, a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal e a COBA Cobranças. JSP Holding e Empresa Baiana de Jornalismo seguem no fluxo. Ao final desse segundo ciclo, outros R$ 4,2 milhões haviam sido transferidos da A&M para a conta pessoal de ACM Neto, em catorze operações com média de R$ 300 mil por transação. A proporção continua eloquente: 84,3% de todos os débitos do período tiveram o mesmo destino.
No consolidado, o retrato é mais duro do que qualquer adjetivo. A A&M recebeu R$ 5.750.162,50 e debitou R$ 5.742.530,71. Desses débitos, R$ 4.910.000 foram para ACM Neto. O número corresponde a 85,4% de tudo o que saiu da empresa ao longo de catorze meses. A pergunta que se impõe não é ideológica nem retórica. É contábil: o que exatamente uma consultoria presta quando quase toda a receita que passa por ela desemboca, pouco depois, na conta pessoal de seu administrador?
É nesse ponto que Daniel Vorcaro deixa de ser personagem lateral. O Banco Master, controlado por ele, foi responsável por R$ 1.759.687,50 em transferências para a A&M nos dois períodos analisados. Todas vieram classificadas sob o mesmo código de finalidade: 00005, “pagamento a fornecedor”. No universo bancário, poucas expressões dizem tão pouco com tamanha eficiência. Houve pagamento, mas a rubrica nada esclarece sobre o objeto, o contrato, o serviço, o escopo, o resultado esperado. O próprio relatório registra a classificação genérica como fator de alerta. Não porque ela prove algo por si, mas porque ela preserva o ponto central numa névoa útil: pagou-se, mas não se sabe, pelos dados do RIF, pelo quê.
Essa é a grande fissura do caso. O documento não identifica, em seus registros, contratos, notas fiscais ou evidências materiais de prestação efetiva de serviços de consultoria que justifiquem os pagamentos. Sem esses documentos, toda tentativa de normalizar a operação se apoia mais na palavra dos envolvidos do que no lastro verificável. E o lastro, por ora, é outro: uma empresa recém-criada, de capital mínimo, que cresce sem período de maturação e canaliza a maior parte dos recursos recebidos para a conta de seu próprio administrador. Não é uma descrição literária. É a morfologia do fluxo.
O dinheiro também não corre em linha reta. O relatório chama atenção para operações com CDB que acrescentam uma camada de distanciamento ao circuito. No primeiro período, a A&M aplicou R$ 1.792.972,65 em CDB, valor superior ao total de créditos identificados na mesma janela, o que indica a presença de recursos anteriores ao recorte temporal do relatório. No segundo, os resgates de CDB superaram as aplicações do período. Em termos simples, parte do dinheiro dá uma volta antes de sair. Essa volta não é irrelevante. Ela embaralha o relógio das operações, dificulta a visualização da origem primária e torna o percurso menos transparente para quem tenta reconstruí-lo depois.
Há ainda os pequenos ruídos que, somados, impedem a pacificação do quadro. Quinze autotransferências da própria A&M para a própria A&M, somando R$ 91.110,67, aparecem sem explicação. Uma discrepância de R$ 778,15 entre a soma discriminada dos débitos do segundo período e o total declarado pelo próprio relatório segue sem esclarecimento. Dois remetentes surgem apenas depois do primeiro RIF. E, depois de maio de 2024, toda a movimentação cessa abruptamente. O fluxo some com a mesma velocidade com que havia se instalado.
O elo politicamente mais sensível, porém, continua sendo o mesmo do início: a proximidade entre a expansão regulatória do consignado em Salvador e os pagamentos feitos depois à empresa do ex-prefeito que assinou o decreto fundador dessa arquitetura. ACM Neto foi o agente público que, em 2014, abriu a moldura normativa para o crédito rotativo na folha municipal. Seu sucessor político expandiu a margem, alongou o prazo e aprofundou o mercado. O Banco Master, ator relevante nesse ambiente, tornou-se um dos principais pagadores da A&M. O relatório do COAF não afirma causalidade automática entre essas etapas. Mas a história não exige precipitação para se tornar delicada. Basta a sequência. O poder regula, o mercado agradece, a consultoria nasce, o banco paga, o dinheiro corre para a conta pessoal do regulador de origem.
O que falta para fechar o circuito é justamente o que não veio a público: os contratos que explicariam a natureza da consultoria, as notas fiscais que descreveriam as entregas, os documentos que mostrariam por que uma empresa tão nova passou a receber cifras milionárias, e os extratos da conta pessoal de ACM Neto que permitiriam rastrear o destino final dos R$ 4,91 milhões. O próprio relatório sugere diligências nessa direção: verificar aplicações financeiras, compras de imóveis, transferências a terceiros, doações e saques em espécie. Até lá, a operação permanece num terreno peculiar: sabe-se bastante sobre como o dinheiro entrou e como ele saiu; continua-se sabendo pouco sobre por que entrou e para onde foi depois.
É esse descompasso que dá ao caso sua força. Não se trata apenas de uma movimentação elevada nem apenas de uma coincidência de calendário. Trata-se de uma narrativa financeira que, examinada de perto, encosta onde política, regulação e interesse privado deixam de ser compartimentos estanques. A história da A&M não é poderosa porque contenha um mistério insondável. É poderosa porque seu desenho é nítido demais para ser confortável e incompleto demais para ser inocentado pela pressa. Uma empresa de R$ 2 mil movimenta R$ 5,75 milhões. Um banco beneficiado por um mercado em expansão transfere R$ 1,76 milhão a essa empresa. Quase tudo termina na conta pessoal de ACM Neto. O resto, por enquanto, continua protegido pelo labirinto.
Eleições 2026
Propaganda eleitoral começa em 16 de agosto e terá novas regras para uso de inteligência artificial
Resolução do TSE reforça combate à desinformação, regulamenta conteúdos produzidos com IA e estabelece normas para campanhas na internet, rádio e televisão
Faltando poucas semanas para o início da campanha eleitoral, candidatas, candidatos, partidos políticos, eleitoras e eleitores devem ficar atentos às regras que disciplinam a propaganda eleitoral nas Eleições Gerais de 2026.
A Resolução TSE nº 23.610/2019, atualizada pelas Resoluções nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026, incorporou novas medidas para o enfrentamento da desinformação e para a regulamentação do uso da inteligência artificial (IA) durante o processo eleitoral.
Quando começa a propaganda eleitoral?
A propaganda eleitoral somente será permitida a partir de 16 de agosto de 2026.
Na internet, a divulgação de campanha poderá ocorrer em sites de candidatas e candidatos, partidos, federações e coligações, além de blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais, observadas as normas estabelecidas pela legislação eleitoral.
Os endereços eletrônicos utilizados na campanha devem ser informados à Justiça Eleitoral no Requerimento de Registro de Candidatura (RRC) ou no Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP). Caso sejam criados durante o período eleitoral, a comunicação deverá ser feita no prazo de até 24 horas.
Horário eleitoral gratuito
Além da propaganda realizada nas ruas e na internet, a campanha contará com o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.
A veiculação ocorrerá nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno, em emissoras previamente definidas pela Justiça Eleitoral. A programação será distribuída entre as candidaturas aos diferentes cargos em disputa.
Nas eleições gerais, os programas em rede são exibidos em dias alternados para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital, conforme calendário e horários definidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Nesse período, as emissoras também deverão reservar 70 minutos diários para inserções de 30 e 60 segundos, distribuídas ao longo da programação, de acordo com os critérios previstos na legislação.
O que é permitido na pré-campanha?
Antes de 16 de agosto, a legislação autoriza diversas atividades de pré-campanha.
Entre elas estão a participação em entrevistas, debates, seminários, encontros e eventos políticos, além da divulgação da pré-candidatura e da apresentação de ideias, propostas e projetos.
Também é permitido solicitar apoio político e divulgar ações que se pretende implementar, desde que não haja pedido explícito de voto.
As atividades podem ocorrer presencialmente ou por meio de transmissões ao vivo (lives) nos perfis e canais de pré-candidatas, pré-candidatos, partidos e federações.
O que caracteriza propaganda antecipada?
A propaganda eleitoral antecipada ocorre quando há pedido explícito de voto antes do período autorizado pela legislação ou quando são utilizados meios vedados durante a pré-campanha.
A manifestação de apoio político, a divulgação de pré-candidaturas e a apresentação de propostas, por si só, não configuram irregularidade.
No entanto, o pedido explícito de voto antes de 16 de agosto pode resultar em sanções previstas na legislação eleitoral.
Mensagens eletrônicas
As mensagens eletrônicas enviadas por campanhas eleitorais deverão identificar o remetente e disponibilizar mecanismo para que o destinatário solicite o descadastramento.
Após a solicitação, a exclusão dos dados deverá ser realizada em até 48 horas.
Carreatas exigem comunicação prévia
Carreatas, desfiles de veículos e outros atos de campanha que envolvam custeio de combustível por candidatas, candidatos, partidos, federações ou coligações deverão ser comunicados à Justiça Eleitoral com antecedência mínima de 24 horas.
A medida busca ampliar o controle e a fiscalização dos gastos eleitorais.
Combate à desinformação e uso de IA
As eleições de 2026 contarão com regras específicas para o combate à desinformação e para a utilização de inteligência artificial na propaganda eleitoral.
A regulamentação determina medidas para identificação de conteúdos produzidos com IA, proíbe o uso de deepfakes e fortalece mecanismos destinados a coibir a divulgação de informações falsas ou gravemente descontextualizadas que possam comprometer a integridade do processo eleitoral.
Fonte: TSE
Política
TCE aprova por unanimidade contas de 2025 do governo Jerônimo Rodrigues
Parecer favorável destaca transparência fiscal, cumprimento de obrigações constitucionais e investimentos em áreas estratégicas
As contas do governo da Bahia referentes ao exercício de 2025, terceiro ano da gestão do governador Jerônimo Rodrigues, foram aprovadas por unanimidade pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) nesta quinta-feira (30), durante sessão plenária presidida pelo conselheiro Gildásio Penedo Filho.
Relatora do processo, a conselheira Carolina Matos apresentou parecer favorável à aprovação das contas do chefe do Executivo estadual. O voto foi acompanhado pelos conselheiros João Bonfim, Otto Alencar Filho, Josias Gomes, Inaldo Araújo e Marcus Presídio.
Com a decisão do TCE-BA, o processo segue agora para apreciação da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), responsável pelo julgamento final das contas do governador.
Durante a leitura do voto, Carolina Matos destacou a adoção do relato integrado pelo governo estadual como instrumento de prestação de contas à sociedade e aos órgãos de controle.
“O cuidado contínuo na clareza das informações contábeis e fiscais demonstra autêntico compromisso com a melhoria contínua da administração pública. Assim, declaro plena satisfação diante da disposição do chefe do Poder Executivo estadual e de seus secretários em manter interlocução profícua e transparente com este Tribunal de Contas”, afirmou a relatora.
Investimentos e gestão fiscal
Ao longo de 2025, o governo estadual manteve a prestação dos serviços públicos essenciais e deu continuidade aos investimentos em áreas consideradas estratégicas, com destaque para saúde, segurança pública e educação.
No parecer prévio, a relatora também ressaltou a capacidade da gestão de transformar o planejamento orçamentário em ações concretas voltadas ao atendimento das demandas da população.
Segundo Carolina Matos, o governo demonstrou competência na execução das políticas públicas e na condução da administração estadual.
Evolução na transparência
Durante a sessão, a procuradora-geral do Estado, Bárbara Camardelli, destacou que a Bahia cumpriu os limites e as obrigações previstos na Constituição, mantendo capacidade financeira para honrar compromissos e assegurar a continuidade das políticas públicas.
“O relatório de auditoria mostrou uma evolução do governo. Se fizermos um comparativo, o documento apresenta avanços em transparência, na oferta de informações e até mesmo no cumprimento das recomendações do próprio Tribunal. Neste último ano, foi nítida essa mudança, e o próprio relatório reconheceu isso”, afirmou a procuradora-geral.
De acordo com a avaliação apresentada ao TCE-BA, o Estado registrou melhorias nos mecanismos de transparência e na qualidade das informações disponibilizadas, além de avanços no atendimento às recomendações formuladas pelo órgão de controle.
Eleições 2026
Jerônimo é aprovado pelos baianos porque tem entregas efetivas”, diz Augusto Vasconcelos
Levantamento da Genial/Quaest também aponta liderança de Rui Costa e Jaques Wagner na disputa pelas duas vagas ao Senado
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) aponta que 57% dos baianos aprovam a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT), enquanto 52% consideram que ele merece ser reeleito. O levantamento também mostra a liderança de Rui Costa e Jaques Wagner na disputa pelas duas vagas ao Senado, reforçando a força política do grupo que governa a Bahia.
Para o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Augusto Vasconcelos, os números refletem o reconhecimento da população às políticas públicas implementadas em todo o estado.
“A aprovação de Jerônimo não é fruto de discurso, mas de entregas concretas que chegam à vida das pessoas. São investimentos em saúde, educação, infraestrutura, geração de emprego, esporte e inclusão social que transformam a realidade dos baianos e fazem com que a população reconheça quem trabalha pela Bahia”, afirmou.
Augusto destacou ainda que a pesquisa demonstra a confiança da sociedade na continuidade do projeto liderado por Jerônimo Rodrigues e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“A Bahia sabe que avançou muito nos últimos anos e quer seguir nesse caminho. O povo rejeita a ideia de retrocesso porque enxerga resultados, obras e programas que melhoram a vida de quem mais precisa. Essa aprovação é consequência de um governo presente, que dialoga com os municípios e trabalha para reduzir desigualdades”, disse.
O secretário também ressaltou que o desempenho de Rui Costa e Jaques Wagner na corrida ao Senado evidencia o apoio da população a um projeto político integrado.
“Os baianos reconhecem a importância de manter uma bancada forte, comprometida com os interesses do estado e alinhada ao presidente Lula. A liderança de Rui e Wagner confirma a confiança em quem já demonstrou capacidade de trabalho e compromisso com o desenvolvimento da Bahia”, declarou.
Além da aprovação da gestão, estudos de monitoramento de promessas de governo colocam Jerônimo Rodrigues entre os governadores com maior número absoluto de compromissos integralmente cumpridos no país, reforçando a percepção de uma administração voltada para resultados.
Para Augusto Vasconcelos, esse conjunto de ações ajuda a explicar os índices apresentados pela Quaest.
“Quando um governo entrega resultados, a população responde com confiança. É isso que essa pesquisa revela: o reconhecimento de um trabalho sério, que gera oportunidades, amplia direitos e prepara a Bahia para continuar avançando”, concluiu.
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