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Cultura

Micareta de Feira conta com efetivo policial ampliado e portais de abordagem

O evento conta com um efetivo de 6.298 policiais militares, 1.595 bombeiros, 372 policiais civis e 51 servidores do DPT

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O Governo do Estado preparou um esquema especial de segurança para promover uma folia de paz na Micareta de Feira de Santana,
Foto: Feijão Almeida/GOVBA

O Governo do Estado preparou um esquema especial de segurança para promover uma folia de paz na Micareta de Feira de Santana, que começa nesta quinta-feira (1) e encerra na próxima segunda (5), com o tradicional arrastão. Ao todo, são 8,6 mil policiais atuando nos circuitos desde a pré-micareta, uso de tecnologia e inovação nos serviços de investigação, somando R$ 11,6 milhões em investimentos realizados pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A medida também inclui a instalação de oito portais de abordagem equipados com câmeras de reconhecimento facial para possível identificação de foragidos da justiça, apreensão de armas e contagem do público presente na festa, que deve ultrapassar 2 milhões de pessoas. Além disso, 400 câmeras de videomonitoramento e drones estão em operação para garantir a tranquilidade momesca.

Coordenador dos portais de abordagem, o tenente coronel PM Edmilton Ricardo dos Reis, deixou uma mensagem aos foliões que vão curtir a micareta. “Pedimos que a população evite trazer para o circuito objetos que possam vir a causar prejuízo ou danos a terceiros. Por exemplo, garrafas e copos de vidro e todos aqueles que podem ser transformados também em arma branca, como é o caso de tesourinhas, cortadores de unha, prendedores de cabelo com ponta. Esses objetos serão retidos nos portais. Brinquedos que atiram água também são de uso proibido no espaço. Através do reconhecimento facial, vamos também tirar de circulação aqueles indivíduos que têm mandados de prisão em aberto”, avisou.

A ambulante de 51 anos, Lucineide dos Santos Sousa, trabalha no evento e, mesmo sem a presença do marido, se sente segura por conta do sistema de segurança implantado na festa. “Estão de parabéns. Estou me sentindo tranquila, mesmo estando só aqui na avenida”, disse.

O evento conta com um efetivo de 6.298 policiais militares, 1.595 bombeiros, 372 policiais civis e 51 servidores do Departamento de Polícia Técnica (DPT). A SSP também está presente com 296 servidores.

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O Centro Integrado de Comando e Controle Móvel e 85 postos de observação também fazem parte do esquema de segurança. A Polícia Civil está presente com ações específicas, como a recuperação de celulares furtados e a Operação Quitérias, que visa acolher mulheres e crianças.

Além disso, o Serviço de Investigação Local de Crimes está focado em delitos sexuais, no Posto Integrado de Prevenção à Violência (PI/Prev). A ação desenvolvida pela Superintendência de Prevenção à Violência (SPREV) da SSP atua em parceria com demais órgãos estaduais (Sepromi, SPM, SJDH, Seades e Defensoria Pública) e atende vítimas de violações de Direitos Humanos e grupos em situação de vulnerabilidade e pauta ações de valorização profissional.

A Ouvidoria da SSP também fará pesquisas de satisfação sobre o trabalho das Forças na folia. Com essas medidas, o Governo do Estado reafirma o compromisso com a segurança na micareta, proporcionando uma experiência segura para os participantes. “Que as pessoas venham com muita boa vontade, que venham com vontade de curtir, de aproveitar uma festa bonita como é a Micareta de Feira de Santana”, concluiu Reis.

Cultura

Livro de Régis Aragão Leite propõe reflexão sobre ética, propósito e autoconhecimento

Obra “O Homem por Trás do Terno” reúne lideranças baianas e marca a estreia do selo literário da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia

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O cenário cultural e literário baiano ganhou um novo capítulo com o lançamento do livro “O Homem por Trás do Terno”,
Foto: Divulgação

O cenário cultural e literário baiano ganhou um novo capítulo com o lançamento do livro “O Homem por Trás do Terno”, de autoria do advogado, gestor público e estudioso da condição humana Régis Aragão Leite. A obra convida o leitor a uma reflexão sobre autoconhecimento, ética, propósito e desenvolvimento humano, abordando temas relacionados aos valores morais e à construção da identidade pessoal.

Realizado na noite de ontem, o evento de lançamento reuniu lideranças institucionais, representantes do meio jurídico, familiares e amigos em uma sessão de autógrafos marcada por celebração e reconhecimento à contribuição intelectual do autor.

Além do conteúdo da obra, o lançamento teve caráter histórico por marcar oficialmente a criação do selo literário da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB), iniciativa voltada ao incentivo da produção e difusão de conhecimento por meio da literatura.

O livro conta com prefácio assinado por Fabrício Dourado, Grande Secretário de Cultura e Eventos da GLEB, e apresentação institucional do Grão-Mestre Claudiano Fonseca. Com linguagem acessível e reflexiva, a publicação propõe ao leitor uma jornada de introspecção e compreensão das próprias bases éticas, morais e espirituais.

A cerimônia contou ainda com uma mesa de honra formada por importantes lideranças institucionais e jurídicas, composta por Claudiano Fonseca, Grão-Mestre da GLEB e Primaz do Brasil; Diego Lomando, presidente do Tribunal de Justiça Maçônico da GLEB; Joaquim Saback, advogado; e Vanderlito Maia, Grande Secretário de Relações Interiores da GLEB.

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O lançamento reforça a valorização da produção intelectual baiana e amplia o espaço para debates sobre desenvolvimento humano, ética e responsabilidade social por meio da literatura.

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Cultura

Gastronomia do Subúrbio ganha impulso com imersão de empreendedores e marisqueiras no restaurante Ori

Iniciativa vinculada às obras do VLT aproxima comerciantes locais de referências da gastronomia brasileira e fortalece a preparação para o futuro Mercado São Brás

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Empreendedores e marisqueiras do Subúrbio Ferroviário de Salvador participaram, nesta quinta-feira (22), de uma imersão no restaurante Ori,
Fotos: Raí Vitor/GOVBA

Empreendedores e marisqueiras do Subúrbio Ferroviário de Salvador participaram, nesta quinta-feira (22), de uma imersão no restaurante Ori, na capital baiana. A iniciativa é promovida pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), em parceria com o Grupo Origem e o Instituto Ori, com o objetivo de qualificar comerciantes da região e fortalecer o potencial gastronômico da Suburbana.

A ação integra o conjunto de medidas de compensação social relacionadas às obras do VLT de Salvador e Região Metropolitana e proporcionou a empresários do setor gastronômico uma experiência prática sobre o funcionamento de um restaurante de grande porte.

O secretário da Casa Civil, Eracy Lafuente, destacou a importância da troca de experiências e da valorização das identidades culturais dos diferentes territórios da cidade.

“O que nós estamos fazendo é promover a relação de uma cidade que é diversa, para que a gente possa se conhecer. Estamos trazendo o Subúrbio para cá, para que depois o Ori possa ir para o Subúrbio também”, afirmou.

Durante a visita, os participantes tiveram acesso a conteúdos sobre gestão, operação de negócios e organização de processos de trabalho. A programação incluiu atividades teóricas e práticas, visita à cozinha do restaurante e degustação de pratos elaborados com insumos oriundos da orla da Suburbana.

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Para Juliana Morais, responsável pelo restaurante Boca de Galinha, a experiência representa uma oportunidade de preparação para novos desafios e oportunidades de crescimento.

“Quando a gente for para o polo gastronômico, já teremos essa estrutura e aprimoramento”, destacou.

Além dos empreendedores, marisqueiras da região também participaram da atividade e acompanharam novas formas de apresentação e valorização dos produtos extraídos por elas.

A marisqueira Rosana Araújo ressaltou a importância do aprendizado para ampliar horizontes e agregar valor aos produtos da Suburbana.

“Era um produto marginalizado e chegar aqui e ver a transformação dele em um prato totalmente diferente, que tem qualidade, é surreal. Eu também preparo bolinho. Não é igual a esse, mas uma hora dessas chega. Estamos aprendendo”, relatou.

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Fortalecimento da cultura e do turismo

A parceria entre a CTB, o Grupo Origem e o Instituto Ori faz parte de um projeto que vem sendo desenvolvido há cerca de um ano para fortalecer a cultura, o turismo e a gastronomia do Subúrbio Ferroviário.

Ao todo, 20 instituições foram mapeadas por especialistas em turismo gastronômico e participam de um processo de capacitação voltado ao fortalecimento da identidade culinária da região.

Como resultado da iniciativa, a CTB deve lançar um Chamamento Público para selecionar empreendimentos com capacidade técnica para integrar o Mercado São Brás, equipamento que será implantado na Estação Maria Garcia do VLT.

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Cultura

Livro aborda temas pouco explorados na formação médica e destaca papel da arquitetura na saúde

Obra organizada pelo professor da UFBA José Tavares-Neto reúne reflexões sobre aspectos negligenciados no ensino da Medicina

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reúne discussões sobre áreas que, embora relevantes para a prática profissional, costumam receber pouca atenção durante a formação médica.
Foto: Divulgação

Lançado em 18 de outubro, Dia do Médico, o livro “Temas Negligenciados no Ensino da Medicina”, organizado pelo infectologista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), José Tavares-Neto, reúne discussões sobre áreas que, embora relevantes para a prática profissional, costumam receber pouca atenção durante a formação médica.

Entre os capítulos da publicação está “A Arquitetura na Formação Médica”, de autoria do arquiteto Walter Schimmelpfeng e coautoria de Mila Liberato. O texto propõe uma reflexão sobre a influência dos espaços físicos na formação dos profissionais de saúde e na qualidade da assistência prestada aos pacientes.

O capítulo aborda como fatores como iluminação, acústica, conforto ambiental, acessibilidade e segurança impactam diretamente a rotina de estudantes, professores, profissionais de saúde e usuários dos serviços. A discussão evidencia que o planejamento arquitetônico dos ambientes de ensino e atendimento não está relacionado apenas à infraestrutura, mas também às condições de trabalho, ao processo de aprendizagem e à humanização do cuidado.

Ao destacar a arquitetura como um elemento estratégico para a saúde, os autores defendem que hospitais, ambulatórios, clínicas e instituições de ensino devem ser pensados para favorecer tanto o desenvolvimento profissional quanto o bem-estar dos pacientes, contribuindo para uma assistência mais qualificada e acolhedora.

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