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Cultura

MAM no TCA resgata legado de Lina Bo Bardi em exposição gratuita no Foyer

Mostra reúne obras históricas do acervo do MAM-BA e celebra a reabertura do Novo TCA com visitação gratuita até 20 de dezembro

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O Teatro Castro Alves (TCA) reabre as portas de seu Foyer, totalmente requalificado, com a exposição “MAM no TCA: Ocupação Lina Bo Bardi”,
Foto: Maurício Serra

O Teatro Castro Alves (TCA) reabre as portas de seu Foyer, totalmente requalificado, com a exposição “MAM no TCA: Ocupação Lina Bo Bardi”, mostra artística e histórica que reúne obras do acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA). A exposição resgata um capítulo fundamental da cultura baiana: o período em que o TCA abrigou a primeira sede do museu no estado, entre 1960 e 1963, sob a direção da arquiteta Lina Bo Bardi, referência pela atuação inovadora e transformadora na cultura brasileira.

Aberta ao público de 1º de julho a 20 de dezembro de 2026, a mostra integra a programação oficial de inauguração do Novo TCA.

Com curadoria de Daniel Rangel e Rose Lima, a exposição reúne 15 obras de artistas presentes no acervo do MAM-BA, originalmente exibidas no Foyer do Teatro Castro Alves há mais de seis décadas. Naquele período, o teatro passava por um processo de reconstrução após o incêndio que atingiu o edifício em 1958. Foi nesse contexto que Lina Bo Bardi transformou o foyer da Sala Principal em um espaço de intensa experimentação artística e cultural.

Mais do que revisitar obras históricas, a exposição propõe uma reflexão sobre a construção de um projeto cultural inovador que contribuiu para a consolidação da arte moderna na Bahia.

“Trazer essas obras de volta para o exato local onde foram expostas no início dos anos 1960 é promover um reencontro profundo com a nossa formação estética e com a memória de uma modernidade singular. Foi dentro do TCA que nasceu o MAM Bahia, estabelecendo-se como o terceiro museu de arte moderna mais antigo do país e o primeiro do Nordeste”, destaca o curador Daniel Rangel.

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A mostra reúne pinturas, gravuras e esculturas de artistas fundamentais da arte moderna nordestina e brasileira, como Agnaldo dos Santos, Mário Cravo, Genaro de Carvalho, Yêdamaria e Sônia Castro, além de nomes de projeção nacional, como Francisco Brennand, Aloísio Magalhães e Antônio Bandeira.

Além das obras expostas, o público poderá conferir uma detalhada Linha do Tempo dedicada à trajetória do Teatro Castro Alves, reunindo fatos marcantes da história do equipamento cultural. A direção de arte da exposição é assinada por Renata Mota e Lanussi Pasquali.

Para a diretora artística do Teatro Castro Alves, Rose Lima, a ocupação reforça o diálogo entre memória e futuro que marca a reabertura do complexo cultural.

“Entregar o Novo TCA com esta ocupação histórica é reafirmar o compromisso de nossa gestão com um complexo cultural democrático, vibrante e acessível para o povo baiano. Essa exposição ajuda a lembrar que o futuro também se constrói a partir da memória. Estamos devolvendo à sociedade um patrimônio vivo e modernizado, celebrando o reencontro definitivo entre arte, memória, design popular e arquitetura viva”, afirma.

A exposição permanece aberta à visitação de quinta a domingo, entre julho e dezembro, ocupando o Foyer do Teatro Castro Alves. Com acesso gratuito, o público poderá visitar a mostra das 13h30 às 17h30, vivenciando uma experiência que conecta arte, arquitetura, memória e patrimônio em um dos espaços mais emblemáticos da cultura baiana.

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A exposição “MAM no TCA: Ocupação Lina Bo Bardi” é uma realização do Teatro Castro Alves, em parceria com o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

SERVIÇO
  • Exposição: MAM no TCA: Ocupação Lina Bo Bardi
  • Local: Foyer do Teatro Castro Alves – Largo do Campo Grande, Salvador (BA)
  • Período: de 1º de julho a 20 de dezembro de 2026
  • Visitação: quinta a domingo
  • Horário: das 13h30 às 17h30
  • Entrada: gratuita
  • Mais informações: www.ba.gov.br/tca

Cultura

Festa Literária Arte e Identidade terá o afrofuturismo como tema da edição 2026 no Pelourinho 

Evento gratuito reúne literatura, arte e ancestralidade entre os dias 16 e 18 de setembro e promove debates sobre representatividade, criatividade e futuros possíveis para a juventude negra

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A 6ª edição da Festa Literária Arte e Identidade já tem tema definido: “O Futuro é Ancestral – Arte e Literatura Afrofuturista”.
Foto: Danillo Gabriel

A 6ª edição da Festa Literária Arte e Identidade já tem tema definido: “O Futuro é Ancestral – Arte e Literatura Afrofuturista”. O evento será realizado entre os dias 16 e 18 de setembro de 2026, em diversos espaços culturais do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, reunindo crianças, jovens, famílias, artistas e educadores em uma programação gratuita voltada à valorização da cultura negra e indígena. 

Inspirada pelo afrofuturismo, movimento artístico, estético e social que conecta ancestralidade, identidade e inovação, a festa propõe reflexões sobre a ficção especulativa afrocentrada, a autoria negra e o protagonismo de personagens negros na literatura infantojuvenil e nas artes. 

Ao longo de três dias, o público terá acesso a palestras, rodas de conversa, oficinas, apresentações artísticas e vivências criativas com convidados da Bahia e de outros estados. A proposta curatorial busca estimular crianças e adolescentes a ampliarem seus repertórios culturais, fortalecerem suas identidades e imaginarem novos futuros a partir de suas origens e referências ancestrais. 

“Quando pensamos no tema desta edição, queríamos conversar diretamente com a juventude. Vivemos um tempo de muitas transformações, em que inovação e tecnologia fazem parte do cotidiano, mas acreditamos que o futuro só faz sentido quando sabemos de onde viemos. O afrofuturismo nos ensina que nossas raízes, nossas histórias e nossos saberes ancestrais são fontes de criatividade, conhecimento e transformação”, afirma Cris Santana, coordenadora-geral do evento. 

Concurso de poesia incentiva estudantes da rede pública 

Pelo terceiro ano consecutivo, a festa promove o concurso de escrita criativa “Versos de Identidade”, ampliando o alcance do projeto para além dos dias de programação no Pelourinho. 

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A iniciativa é voltada para estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, além de alunos do EMITEC em todo o estado da Bahia. Cada instituição poderá inscrever um poema inspirado no tema “O Futuro é Ancestral”. 

As inscrições seguem abertas até 31 de julho, e os finalistas terão a oportunidade de apresentar suas produções no palco principal do evento. O regulamento e o formulário de inscrição estão disponíveis no perfil oficial do festival no Instagram, @arteeidentidadeoficial. 

Ações literárias chegam às escolas 

O diálogo com escolas públicas continua sendo uma das principais marcas da Festa Literária Arte e Identidade. Como parte da programação preparatória, estudantes de Salvador e da Região Metropolitana participam de bate-papos literários e atividades de incentivo à leitura e à escrita criativa. 

As ações serão conduzidas pelo poeta e curador do concurso, Evanilson Alves, em instituições como os colégios estaduais Nelson Mandela, em Periperi, e Governador Lomanto Júnior, em Itapuã, além de unidades do EMITEC e escolas municipais da capital. 

A programação inclui ainda a quinta edição do projeto “Conversas Pretas”, que promoverá uma roda de leitura da obra Olhos d’Água, da escritora Conceição Evaristo, no Instituto Anísio Teixeira (IAT). 

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Inscrições abertas para artistas e empreendedores 

Também estão abertas, até 24 de julho, as inscrições para a Chamada Artística e para a Feira Maria Felipa. 

A seleção artística busca produções autorais de artistas baianos alinhadas à temática desta edição, enquanto a Feira Maria Felipa abre espaço para empreendedores negros e indígenas que atuam em segmentos como literatura, artesanato, moda, gastronomia e produtos culturais. 

As duas iniciativas priorizam participantes pretos, pardos e indígenas de Salvador e da Região Metropolitana. 

Literatura, identidade e representatividade 

Ao apresentar narrativas que rompem estereótipos e colocam personagens negros como protagonistas de histórias ligadas à ciência, tecnologia, criatividade e inovação, a Festa Literária Arte e Identidade busca ampliar as possibilidades de representação para as novas gerações. 

Ao longo de seis edições, o evento consolidou-se como um espaço de formação cidadã, incentivo à leitura e valorização das produções negras e indígenas, fortalecendo também a economia criativa e o acesso democrático à cultura. 

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A programação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, intérpretes de Libras e estrutura adaptada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

A Festa Literária Arte e Identidade tem apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio do Fundo de Cultura, da Secretaria de Cultura e da Secretaria da Fazenda. 

Serviço 
  • Festa Literária Arte e Identidade – 6ª edição
  • Data: 16, 17 e 18 de setembro de 2026
  • Local: Espaços culturais do Pelourinho, Centro Histórico de Salvador
  • Tema: “O Futuro é Ancestral – Arte e Literatura Afrofuturista”
  • Informações: @arteeidentidadeoficial
  •  Entrada: Gratuita. 
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Cultura

Espetáculo sobre Jorge Laffond chega a Salvador e celebra legado além de Vera Verão 

Montagem em cartaz na CAIXA Cultural revisita a trajetória do artista e promove reflexões sobre racismo, homofobia, representatividade e memória

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“JORGE pra Sempre Verão”, montagem inspirada na trajetória do ator, humorista, dançarino e drag queen Jorge Laffond (1952-2003).
Foto: Guará Siqueira

A CAIXA Cultural Salvador recebe, entre os dias 25 de julho e 2 de agosto, o espetáculo “JORGE pra Sempre Verão”, montagem inspirada na trajetória do ator, humorista, dançarino e drag queen Jorge Laffond (1952-2003). A peça constrói uma narrativa ficcional baseada em episódios reais da vida do artista, ampliando o olhar sobre sua história para além da icônica personagem Vera Verão, que o consagrou nacionalmente. 

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada), com vendas pela plataforma Sympla. 

Pela primeira vez em cartaz na capital baiana, o espetáculo já foi assistido por mais de 20 mil pessoas em seis estados brasileiros e chega a Salvador após uma temporada de destaque na CAIXA Cultural Recife. 

Dirigida por Rodrigo França, a montagem conta com atuações de Alexandre Mitre, Aline Mohamad e Aretha Sadick. Mais do que uma biografia, a dramaturgia utiliza a experiência de vida de Jorge Laffond para abordar temas como racismo, homofobia, pertencimento, memória, identidade e resistência. 

Homenagem a um pioneiro 

Jorge Laffond tornou-se uma das personalidades mais marcantes da televisão brasileira a partir de 1992, quando ganhou projeção nacional no programa humorístico A Praça é Nossa, com a personagem Vera Verão. 

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Conhecido pelo humor irreverente e pela presença de palco marcante, o artista transformou Vera Verão em um símbolo de enfrentamento ao preconceito, conquistando espaço em um período em que a representatividade negra e LGBTQIAPN+ era ainda mais limitada na mídia brasileira. 

A peça resgata tanto os momentos de sucesso quanto os episódios de discriminação e violência simbólica enfrentados por Laffond ao longo da carreira, destacando seu papel na abertura de espaços para futuras gerações de artistas. 

Nascido no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e criado na Penha, Jorge Luiz de Souza Lima formou-se em Teatro pela Uni-Rio e estudou dança afro e balé clássico. Seu nome artístico surgiu durante a universidade, inspirado na atriz e modelo Monique Lafond. 

Texto nasce de experiência pessoal 

A dramaturgia foi criada por Aline Mohamad em parceria com Diego do Subúrbio. A ideia surgiu a partir de uma carta escrita por Aline para um primo que faleceu precocemente, aos 51 anos. 

O que começou como um exercício íntimo de elaboração afetiva transformou-se em sua primeira obra teatral, propondo uma reflexão sobre a maneira como o Brasil historicamente tratou pessoas negras, LGBTQIAPN+ e dissidentes dos padrões sociais impostos. 

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Para os idealizadores, o espetáculo busca estimular reflexões sobre exclusão, coragem, afeto, representatividade e liberdade. 

“JORGE pra Sempre VERÃO” propõe um exercício de cura, redenção e análise crítica dos preconceitos e comportamentos reproduzidos individual e coletivamente na sociedade brasileira. 

Programação acessível 

A temporada contará com sessões acessíveis em Libras aos sábados e um bate-papo especial entre artistas e público após a apresentação de sexta-feira, 31 de julho. A iniciativa pretende ampliar o debate sobre diversidade, memória e inclusão a partir dos temas abordados na montagem. 

Serviço 
  • Espetáculo: JORGE pra Sempre Verão
  • Local: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro
  • Período: 25 de julho a 2 de agosto de 2026
  • Horários: Sextas e sábados: 20h; Domingos: 19h 
  • Ingressos: R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia-entrada) 
  • Vendas: A partir das 12h do dia 21 de julho, pela Sympla 
  • Acessibilidade: Sessões com intérprete de Libras aos sábados 
  • Bate-papo com o público: Após a sessão de 31 de julho 
  • Classificação indicativa: 14 anos 
  • Duração: 75 minutos. 
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Cultura

OSBA encerra projeto de retorno ao TCA com espetáculo dedicado ao amor

Concerto reúne Assucena, Rachel Reis, Rosa Passos, Ruan Vitor Vaqueirinho e o Balé Teatro Castro Alves em apresentação especial no próximo sábado

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A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) apresenta, no próximo dia 25 de julho, às 20h, o “Concerto do Amor”,
Foto: Taylla de Paula

A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) apresenta, no próximo dia 25 de julho, às 20h, o “Concerto do Amor”, espetáculo que marca o encerramento do projeto “OSBA de Volta ao TCA”, série de apresentações que celebra o retorno da orquestra à Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador.

Os ingressos estarão à venda a partir das 14h do dia 21 de julho, com comercialização simultânea pela plataforma Sympla e na bilheteria da Concha Acústica do TCA. Os valores são de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

Com uma proposta voltada para canções que abordam os afetos em suas mais diversas formas, o concerto contará com participações especiais de importantes nomes da música e das artes cênicas baianas. A OSBA receberá no palco as cantoras Assucena, Rachel Reis e Rosa Passos, além de Ruan Vitor Vaqueirinho e do Balé Teatro Castro Alves (BTCA).

O espetáculo também terá participações de Leandro Tranquilino e da peça teatral “Se Acaso Você Chegasse”, enquanto a atriz e humorista Maria Menezes será a mestre de cerimônias da noite.

Com patrocínio da CAIXA, o projeto “OSBA de Volta ao TCA” apresenta uma programação temática inspirada em diferentes olhares sobre a Bahia. A série tem direção artística de Elísio Lopes Jr., regência do maestro Carlos Prazeres e direção musical compartilhada entre Carlos Prazeres e Manno Góes.

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A programação começou com o “Concerto da Folia”, em 4 de julho, seguido pelo “Concerto das Cidades”, em 12 de julho, e pelo “Concerto Afro”, realizado em 18 de julho. O “Concerto do Amor” encerra o ciclo de apresentações.

Todas as apresentações do projeto contam com transmissão ao vivo pela TVE Bahia e pelo canal da OSBA no YouTube.

Além da programação artística, o projeto integra a fase de Operação Teste da Sala Principal do Teatro Castro Alves, período destinado à realização de ajustes técnicos e operacionais para a retomada completa das atividades no espaço. A previsão é que essa etapa se estenda até fevereiro de 2027.

Serviço

OSBA de Volta ao TCA – Concerto do Amor

📅 Data: 25 de julho (sábado)
🕗 Horário: 20h
📍 Local: Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA)
🎟️ Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
🛒 Vendas: A partir das 14h de 21 de julho, pela Sympla e na bilheteria da Concha Acústica do TCA

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  • Atrações: Assucena, Rachel Reis, Rosa Passos, Ruan Vitor Vaqueirinho e Balé Teatro Castro Alves (BTCA)
  • Participações especiais: Leandro Tranquilino e peça Se Acaso Você Chegasse
  • Mestra de cerimônia: Maria Menezes
  • Direção artística: Elísio Lopes Jr.
  • Direção musical: Carlos Prazeres e Manno Góes
  • Regência: Carlos Prazeres
  • Patrocínio: CAIXA.
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