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	<title>Arquivos mapa da fome - Bahia Pra Você</title>
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	<title>Arquivos mapa da fome - Bahia Pra Você</title>
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		<title>Bahia registra menor índice de fome grave em três anos</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 10:07:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Programa Bahia Sem Fome reduz insegurança alimentar em mais de 11% em 2025, com investimentos que ultrapassam R$ 1,8 bilhão no ano</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As políticas de enfrentamento à insegurança alimentar e nutricional, coordenadas pelo Governo do Estado, resultaram na menor taxa de pessoas em situação de fome grave na Bahia dos últimos três anos. Nesta terça-feira (30), foi apresentado o balanço de 2025 pelo Programa Bahia Sem Fome, que aponta para uma redução de 11,6% na insegurança alimentar grave no estado. Somente em 2025, cerca de R$ 1,8 bilhão foi investido em ações como distribuição de alimentos, cozinhas comunitárias, alimentação escolar e outras iniciativas junto às gestões municipais.</p>
<p>Segundo o coordenador do programa, Tiago Pereira, em 2023, quando a iniciativa estadual iniciou ações emergenciais para retirar o Brasil do Mapa da Fome, em parceria com o Governo Federal, a Bahia tinha 1,9 milhão de pessoas em insegurança alimentar grave. Com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta para 760 mil pessoas em situação similar este ano, a Bahia apresenta uma redução de 60% em relação a 2023. O investimento no programa até agora já totaliza R$ 5,2 bilhões.</p>
<p>“Isso significa recursos para a alimentação escolar, para cozinhas comunitárias e solidárias, para a assistência com cestas básicas, para o acesso à água, para a inclusão produtiva, já que a agricultura familiar é de suma importância nesta agenda de combate à fome. É um conjunto de ações estratégicas que ajudam, de fato, a fortalecer o sistema de segurança alimentar em cada canto da Bahia”, enfatizou o coordenador.</p>
<p>Em 2025, 150 cozinhas comunitárias foram instaladas em 95 municípios baianos, por meio do edital Comida no Prato. Cerca de 120 organizações da sociedade civil estiveram à frente das cozinhas, atuando na rede de distribuição de alimentos a 30 mil pessoas até dezembro. Já a Campanha de Arrecadação e Doação de Alimentos registrou 500 toneladas de alimentos entregues e 150 mil cestas básicas distribuídas para municípios com maior vulnerabilidade ou em situação de emergência por seca ou enchentes.</p>
<p>O ano também foi fechado com mais 93 municípios vinculados ao Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), totalizando 189 cidades cadastradas – 40% dos municípios baianos. O sistema amplia o acesso às políticas, que atendem cerca de 5,6 milhões de pessoas em toda a Bahia.</p>
<p>“A dignidade efetiva só se dá a partir do momento em que as famílias têm condições de prover a própria alimentação. O Estado oferece a cesta básica, mas ao mesmo tempo tem se preocupado em dar condições à população em situação de vulnerabilidade, garantindo autonomia para o exercício pleno da cidadania”, reforçou Tiago Pereira. Outras ações foram realizadas pelo governo estadual, por meio da rede de equipamentos integrados de combate à fome, que inclui Mercados Populares, Restaurantes Populares, tecnologias para abastecimento de água, Centros de Referência de Assistência Social e para a População de Rua, Bancos de Leite, Armazéns da Agricultura Familiar e Centros Públicos de Economia Solidária.</p>
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		<title>Jerônimo anuncia novas iniciativas estaduais de combate à fome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bahiapravoce]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 17:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[combate à fome]]></category>
		<category><![CDATA[cozinhas comunitárias]]></category>
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		<category><![CDATA[feira de santana]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Feira de Santana, o Governo do Estado anunciou investimentos para fortalecer a produção local de alimentos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">A Bahia deu mais um passo importante na luta contra a fome ao realizar, nesta quarta-feira (30), em Feira de Santana, o 1º Seminário Estadual do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). Com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, o Governo do Estado anunciou investimentos em programas e editais para fortalecer a produção local de alimentos e apoiar quem mais precisa. O evento reuniu representantes de mais de cem municípios, universidades, conselhos e órgãos dos governos estadual e federal. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as iniciativas, está o Programa Estadual de Agricultura Urbana e Periurbana, que será enviado à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), e incentiva hortas em bairros e periferias, valorizando quem já cultiva e alimenta suas comunidades.  Também foram lançados editais com mais de R$ 66 milhões em investimentos, incluindo apoio a cozinhas comunitárias e projetos de inovação em educação alimentar. Além disso, o governador autorizou o lançamento do 3º Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (PLANSAN), que define metas e diretrizes para o combate à fome na Bahia nos próximos anos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Na Bahia, conseguimos tirar cerca de um milhão de pessoas da situação de insegurança alimentar. Essa conquista é fruto de um esforço coletivo, que envolve universidades, movimentos sociais, prefeitos, deputados e o governo do Estado. Não se trata de um trabalho isolado, mas de uma grande mobilização em que diversas mãos se unem para garantir o direito humano à alimentação digna e saudável para toda a população, especialmente para quem vive nas comunidades mais vulneráveis”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<h5><span data-contrast="auto">Hortas, cozinhas comunitárias e ciência</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Um dos destaques do evento foi o lançamento do programa Hortas Comunitárias da Bahia, que vai beneficiar cem municípios com adesão ao SISAN. Cada cidade recebeu um kit com sistema de irrigação, caixa d’água de 10 mil litros, EPIs, ferramentas e sementes. O investimento total é de R$ 7 milhões. Já o edital “Comida no Prato”, promovido pela CGCFOME e pela Casa Civil, vai apoiar a estruturação de cozinhas comunitárias em cem municípios, com investimento de R$ 60 milhões. Cada unidade poderá servir até 200 refeições por dia, durante um ano, alcançando mais de 41 mil pessoas diariamente.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outra iniciativa apresentada no seminário foi o “Ciência na Mesa Nutricional”, fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb). O objetivo é apoiar projetos que aproximem a ciência do dia a dia das pessoas, com foco em alimentação saudável e sustentável. Os projetos devem usar linguagens acessíveis como vídeos, podcasts, jogos, cordéis e oficinas, facilitando a compreensão de temas como agroecologia, justiça alimentar e segurança nutricional. O coordenador do programa, Handerson Leite, explicou que a ideia é “mobilizar pesquisadores e instituições para pensar soluções práticas para o cotidiano alimentar das comunidades vulneráveis”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<h5><span data-contrast="auto">Brasil fora do Mapa da Fome</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">As ações do Governo da Bahia se somam aos programas federais, como o Bolsa Família e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ampliados e reestruturados desde 2023. Esse esforço conjunto foi fundamental para que o Brasil saísse novamente do Mapa da Fome, segundo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), na última segunda-feira (28). De acordo com a FAO, agência da ONU que atua no combate à fome e na promoção da segurança alimentar, menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subalimentação, o que retira o país da lista de nações com insegurança alimentar grave.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O coordenador geral do programa Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, destacou a importância do trabalho conjunto. “A articulação intersetorial é a única saída para garantir alimentação digna para quem mais precisa. Com o PLANSAN, pactuamos metas concretas e construímos uma nova base de proteção social”, afirmou. O seminário segue até esta quinta-feira (31), com oficinas, rodas de conversa e a construção dos planos municipais de segurança alimentar em parceria com os gestores locais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559731&quot;:1134,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>O post <a href="https://bahiapravoce.com.br/jeronimo-anuncia-novas-iniciativas-estaduais-de-combate-a-fome/">Jerônimo anuncia novas iniciativas estaduais de combate à fome</a> apareceu primeiro em <a href="https://bahiapravoce.com.br">Bahia Pra Você</a>.</p>
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		<title>Relatório da ONU diz que Brasil saiu do Mapa da Fome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[bahiapravoce]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 20:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[relatório da ONU]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório apresentado nesta segunda-feira (28) durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da Organização das Nações Unidas (ONU) (UNFSS+4), na Etiópia, revela que o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. O país está abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficiente.</p>
<p>Os dados constam do estudo O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), produzido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU).</p>
<p>O Mapa da Fome é um indicador global da FAO que identifica países em que mais de 2,5% da população sofre de subalimentação grave (insegurança alimentar crônica).</p>
<p>Estar no Mapa da Fome significa que uma parcela significativa da população do país não tem acesso regular a alimentos suficientes para uma vida saudável. O relatório SOFI divulga esse indicador sempre na forma de médias trienais, considerando as informações dos últimos três anos.</p>
<p>O Brasil alcançou esse patamar em 2014, mas tinha retornado ao Mapa da Fome no triênio 2018/2020. Agora, no triênio 2022/2024, voltou a ficar abaixo de 2,5%.</p>
<p>Nota divulgada, em Brasília, pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome destaca que “a conquista foi alcançada em apenas dois anos, tendo em vista que 2022 foi um período considerado crítico para a fome no Brasil”.</p>
<p>“A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à agricultura familiar, o fortalecimento da alimentação escolar e o acesso à alimentação saudável&#8221;, explica a nota.</p>
<p>Como é calculado o Mapa da Fome</p>
<p>A FAO adota alguns indicadores para monitorar a situação alimentar nos países. O principal deles é a Prevalência de Subnutrição (Prevalence of undernourishment – PoU), utilizado na construção do Mapa da Fome. Esse indicador identifica, em cada país, o percentual da população em risco de subnutrição.</p>
<p>O PoU é calculado a partir de três variáveis: quantidade de alimentos disponíveis no país, considerando produção interna, importação e exportação; o consumo de alimentos pela população, considerando as diferenças de capacidade de aquisição (a renda) e a quantidade adequada de calorias/dia, definida para um indivíduo médio representativo da população.</p>
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