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	<title>Arquivos combate ao racismo - Bahia Pra Você</title>
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	<title>Arquivos combate ao racismo - Bahia Pra Você</title>
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		<title>Trio Pipoca das Pretas exalta protagonismo negro e combate ao racismo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 12:53:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A atração levou para as ruas a mensagem de valorização da diversidade e reverência à ancestralidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Circuito Campo Grande recebeu, na noite desta segunda-feira (3), a segunda edição do Trio Pipoca das Pretas, uma celebração da cultura afro-brasileira e do protagonismo feminino negro na música baiana. Com um repertório potente e um desfile carregado de representatividade, a atração levou para as ruas a mensagem de combate ao racismo, valorização da diversidade e reverência à ancestralidade.</p>
<p>Com apresentações da cantora Ludmillah Anjos e da banda percussiva feminina Yayá Muxima, o desfile contou com a participação de diversas artistas, como Larissa Luz, Majur, Savannah e Lilica Rocha. O Pipoca das Pretas, neste ano, homenageou mulheres negras e indígenas que marcaram a história da música e da cultura afro-brasileira, como Mariene de Castro, Marinez de Jesus, Ana Mametto, Graça Onasilê e Márcia Short.</p>
<p>Ludmillah Anjos ressaltou a emoção de estar, pelo segundo ano consecutivo, como uma das atrações. “Fazer parte desse projeto que traz à tona toda a ancestralidade da música da mulher negra é uma honra. Agradeço por essa oportunidade de celebrar a potência artística dessas gigantes que fizeram e fazem história com uma arte voltada para o nosso povo.”</p>
<p>Já a cantora Mariene de Castro destacou a importância do evento em reunir artistas que contribuíram e contribuem para o crescimento e a qualidade da música baiana. “É um encontro de mulheres, de pessoas e de mentes que se comunicam, que se conectam. Estou feliz de estar aqui. O projeto fala de temas que são a nossa luta diária, a minha luta de vida, a luta de todas essas mentoras e artistas que estão aqui. O Carnaval também é isso: uma forma de se comunicar. E a Pipoca das Pretas vem para falar sobre assuntos importantes, que precisam chegar a todos os públicos.”</p>
<p>A secretária da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), Ângela Guimarães, falou sobre a importância dessa ação no Carnaval, que, nesta edição, homenageou mulheres precursoras até as expressões contemporâneas.</p>
<p>“Esse trio traz uma mensagem muito forte, que busca resgatar e fortalecer a presença das mulheres negras na construção da nossa economia criativa, sobretudo no Carnaval. É muito importante dizer que estamos celebrando os 40 anos da Axé Music, e não existiria essa marca identitária da cultura baiana e afro-baiana sem a presença das mulheres que vieram dos blocos afro, que cantavam em barzinhos, tocavam em bandas de vários estilos, como rock e frevo. Toda essa confluência resultou nesse caldo representativo e potente, que impulsionou a música baiana para um plano nacional e internacional. Para nós, é um momento de celebração, afirmação e representatividade.”</p>
<p>Para os foliões, o trio representou mais do que um show: foi um momento de reafirmação cultural e reconhecimento da importância da luta antirracista. A professora Romélia Lima dançou e cantou ao som da pipoca e destacou a representatividade do momento. “Está maravilhoso. É o sinal do despertar para as mulheres, mostrando o nosso poder. Imaginem um Carnaval com mulheres negras em um trio sem cordas. O que pode ser melhor do que isso? Esse momento serve para que as mulheres que ainda não se reconhecem se sintam representadas e comecem a ter orgulho do que somos, sabendo que podem alcançar altos lugares na sociedade.”</p>
<p>Quem também esteve na pipoca e aprovou a iniciativa foi a sambista Manoela Freitas, que veio de Cachoeira para acompanhar o evento. “Esse é um momento importante, no qual temos, em nossas mãos, o protagonismo na musicalidade, na cultura e na identidade cultural da Bahia. As mulheres pretas, que já lutam o tempo inteiro, conquistaram um espaço no Carnaval, liberando nossa alegria e nos permitindo encontrar com outras pretas, fazendo a nossa política cultural.”</p>
<p><a href="https://bahiapravoce.com.br/governador-anuncia-grandes-atracoes-para-a-grande-festa-da-bahia/" target="_blank" rel="noopener">A ação foi promovida pelo Governo do Estado</a>, coordenada pela Sepromi, com recursos da Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Sufotur), da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur-BA) e da Bahiagás. Pelo segundo ano consecutivo, o Trio Pipoca das Pretas consolidou seu espaço como um dos mais importantes do Carnaval, reforçando que a maior festa de rua do mundo também é palco de resistência, identidade e transformação social.</p>
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		<title>Bahia inaugura primeira delegacia de combate ao racismo e à intolerância religiosa</title>
		<link>https://bahiapravoce.com.br/bahia-inaugura-primeira-delegacia-de-combate-ao-racismo-e-a-intolerancia-religiosa/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 20:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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		<category><![CDATA[delegacia especializada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Decrin foi inaugurada nesta terça (21), em Salvador, e começa a funcionar após sanção assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e Intolerância Religiosa (Decrin) da Bahia foi inaugurada nesta terça-feira (21), em Salvador, e começa a funcionar após sanção assinada pelo governador Jerônimo Rodrigues, durante entrega da unidade, no Engenho Velho de Brotas, onde antes funcionava a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). A unidade funcionará dentro do Centro Policial de Cidadania e Diversidade (CPCD), investigando e reprimindo crimes de racismo e intolerância religiosa de forma complexa, atendendo especificidades como LGBTfobia e violências direcionadas a pessoas idosas.</p>
<p>“Aqui tem segurança pública, mas tem assistência social, tem direitos humanos, com uma missão, muito forte, de garantir o direito de quem queira fazer uma denúncia. Para aqueles que não tiverem coragem, nós vamos preparar, cada vez mais, a sociedade baiana. Agora temos mais um instrumento, inicialmente, aqui, em Salvador, mas nos próximos 10 anos vamos garantir que a intolerância religiosa seja banida do nosso estado. Preparamos nossas forças, tem muita competência nesse serviço. A gente vai trabalhar para zerar isso”, frisou o governador Jerônimo Rodrigues, sobre a política baiana de combate aos crimes de racismo.</p>
<p>A delegacia funcionará 24h, todos os dias da semana, com serviço de investigação, assistência social e psicologia, cartório, sala de reconhecimento e apoio integrado dos Núcleos Especializado de Atendimento à Mulher (Neam), de Combate aos Crimes Cibernéticos (Cyber), de Diversidade e da Delegacia Especial de Atendimento ao Idoso (Deati), que também atenderão na estrutura de segurança. No local também terá um posto SAC, com oferta de serviços de cidadania.</p>
<p>“Nesse Centro vamos aglutinar diversos serviços para proteção dos grupos vulnerabilizados. Mais uma vez, a Bahia sai na dianteira, reforçando o seu compromisso com a defesa da nossa liberdade de expressão, da liberdade religiosa, onde todas as pessoas possam ter seus direitos devidamente garantidos. Entendemos que a gente consegue vencer o preconceito através da difusão do conhecimento e do respeito às pessoas. E é que vamos fazer”, reforçou Heloísa Brito, delegada-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA).</p>
<p>Liderança religiosa e diretor da Associação Mesa de Ogãs de Camaçari, Antônio Passos entende a delegacia como um instrumento de reparação, que ultrapassa o combate ao racismo e à intolerância religiosa.</p>
<p>“Muita gente já sofreu muito! Muitos terreiros já foram atacados, muitas pessoas morreram, por conta do racismo religioso. Eu vejo a delegacia como um start, como um novo momento político e social para a Bahia, sendo referência também para outros estados. Infelizmente, é uma realidade presente em todo o Brasil. Mesmo em Salvador, na cidade mais preta fora de África, ainda vivenciamos isso. Espero que essa e outras políticas continuem sendo fomentadas para que nós possamos defender a nossa ancestralidade, ter o direito de professar a nossa fé e viver bem em comunidade”, compartilhou.</p>
<p>De acordo com dados da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), só em 2024 foram registrados 500 casos de racismo e 350 de intolerância religiosa na Bahia. Os números representam um aumento de 11% e 9%, respectivamente, na violência direcionada a pessoas negras ou de religiões de matrizes africanas e não cristãs.</p>
<p>“É um dado que, com certeza, justifica muito a existência da criação dessa delegacia. Por isso, é um instrumento para que a gente, por meio de ações preventivas e também repressivas, contribua para que o Estado fortaleça sua missão de ser um Estado laico, onde todas as pessoas são respeitadas em sua dignidade, independente da cor da sua pele e da sua condição religiosa”, pontuou a secretária Ângela Guimarães, à frente da Sepromi.</p>
<p>Ela ainda destaca que a delegacia funcionará junto a uma rede de assistência e combate a esses crimes, que atua há mais de dez anos na Bahia, através da administração estadual.</p>
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