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Subsecretário da Saúde destaca parceria da Fiocruz com a Bahia em reunião do Conselho Deliberativo

O subsecretário da Saúde do Estado da Bahia, Paulo Barbosa, participou, nesta quarta-feira (29), da reunião do Conselho Deliberativo

O subsecretário da Saúde do Estado da Bahia, Paulo Barbosa, participou, nesta quarta-feira (29), da reunião do Conselho Deliberativo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizada no auditório do Instituto Gonçalo Moniz (IGM), em Salvador. 

Com o tema “Papel da Fiocruz nas ações de ciência, tecnologia e inovação em saúde na Bahia”, o encontro reuniu dirigentes das unidades da instituição em 11 estados brasileiros. 

Durante a mesa de abertura, Paulo Barbosa ressaltou a importância da parceria entre a Fiocruz e a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) na formulação de estratégias para o enfrentamento de problemas de saúde pública e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). 

“Nós gozamos do privilégio de ter uma relação muito próxima com a Fiocruz, que tem nos ajudado em vários aspectos, sobretudo no âmbito da pesquisa. A produção científica da instituição nos orienta na tomada de decisões e no ajuste de políticas públicas, especialmente em estudos voltados para populações vulnerabilizadas, como a população negra, LGBTQIA+ e outros grupos historicamente vulnerabilizados”, afirmou. 

Em sua fala, o subsecretário também destacou iniciativas em andamento e perspectivas de novas ações conjuntas, como a formação em gestão e regulação de pesquisas na área da indústria farmacêutica, voltada à Bahiafarma; a capacitação de epidemiologistas de campo; e o apoio a estudos em anatomopatologia e biologia molecular, com ênfase nas áreas de transplantes e doenças infectocontagiosas. Ele citou ainda o desenvolvimento de terapias retrovirais para interromper a transmissão vertical do HTLV. 

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“Com essa união entre academia, produção científica e a atuação da Sesab, temos a certeza de que quem ganha é a população. O que está em pauta é a ampliação da equidade e a incorporação de novas tecnologias capazes de nos ajudar no enfrentamento dos grandes problemas de saúde pública”, concluiu Paulo Barbosa.  

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