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Internacional

Sobe para 1.150 número de mortos após terremoto no Afeganistão

Milhares de pessoas ficaram sem abrigo e colocou em foco as necessidades crescentes do Afeganistão

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Há crescentes temores pela saúde e bem-estar dos sobreviventes do terremoto de quarta-feira (22) no Afeganistão, já que o número de

Há crescentes temores pela saúde e bem-estar dos sobreviventes do terremoto de quarta-feira (22) no Afeganistão, já que o número de mortos subiu para 1.150 e os primeiros carregamentos de ajuda internacional chegaram ao país empobrecido.

“Não há cobertores, barracas, não há abrigo. Todo o nosso sistema de distribuição de água está destruído. Não há literalmente nada para comer”, disse Zaitullah Ghurziwal, 21, a uma equipe da AFP que chegou à sua aldeia na província de Paktika.

Milhares de pessoas ficaram sem abrigo após o terremoto noturno, que colocou em foco as necessidades crescentes do Afeganistão.

“O ministério da saúde não tem medicamentos suficientes, precisamos de ajuda médica e outras necessidades porque é um grande desastre”, disse um funcionário. Ele acrescentou que um tremor secundário na sexta-feira (24) matou cinco pessoas, mas não havia detalhes imediatos sobre a extensão dos novos danos e feridos.

A Índia e o Irã enviaram barracas, cobertores e outros suprimentos para uma equipe distribuir em vilarejos do leste, onde milhares de casas de madeira e pedra foram reduzidas a escombros.

Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Emirados Árabes Unidos disseram que planejam enviar ajuda, enquanto os primeiros suprimentos do Paquistão já cruzaram a fronteira. Alemanha, Noruega e vários outros países também anunciaram que enviariam ajuda, mas enfatizaram que trabalhariam apenas por meio de agências da ONU, não com o Talibã, que nenhum governo reconheceu oficialmente.

A mídia estatal informou que cerca de 3.000 casas foram destruídas ou seriamente danificadas após o terremoto de magnitude 6 atingir uma região montanhosa perto da fronteira com o Paquistão nas primeiras horas da manhã de quarta-feira, destruindo vilarejos inteiros em alguns dos distritos mais afetados.

O Afeganistão continua isolado do sistema monetário internacional, e grupos de ajuda lamentam ter que pagar funcionários locais com sacos de dinheiro entregues em mãos, já que as nações se recusam a lidar diretamente com o Talibã.

Organizações de ajuda, como o Crescente Vermelho local e o Programa Mundial de Alimentos, intervieram para ajudar as famílias mais vulneráveis ​​com alimentos e outras necessidades emergenciais na província de Paktika, acima do epicentro do terremoto, e na província vizinha de Khost.

Ainda assim, os moradores parecem ter sido deixados em grande parte por conta própria para lidar com as consequências, enquanto o governo liderado pelo Talibã e a comunidade internacional de ajuda lutam para trazer ajuda. As estradas de montanha de má qualidade que levam às áreas afetadas foram agravadas pelos danos e pela chuva. Os aldeões estão enterrando os mortos e cavando os escombros à mão em busca de sobreviventes.

O diretor talibã da agência de notícias estatal Bakhtar disse na sexta-feira que o número de mortos subiu para 1.150 pessoas, em comparação com relatórios anteriores de 1.000. Abdul Wahid Rayan disse que pelo menos 1.600 pessoas ficaram feridas.

A tomada do país pelo Talibã no ano passado, quando os EUA se preparavam para retirar suas tropas, levou o governo Biden a congelar cerca de US$ 9,5 bilhões que o banco central afegão tem em bancos americanos, dificultando os esforços dos novos governantes para pagar civis. empregados e mercadorias importadas.

Internacional

Escritor Salman Rushdie é esfaqueado nos EUA

A polícia local informou que Rushdie foi aparentemente esfaqueado no pescoço por um homem

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O escritor britânico Salman Rushdie, autor do livro “Versos satânicos” e jurado de morte do Irã na década de 1980, foi atacado nesta sexta-feira (12) quando estava prestes a dar uma palestra em Chautauqua, no estado de Nova York.
Foto: Carsten Bundgaard/Ritzau Scanpix/Reuters

O escritor britânico Salman Rushdie, autor do livro “Versos satânicos” e jurado de morte do Irã na década de 1980, foi atacado nesta sexta-feira (12) quando estava prestes a dar uma palestra em Chautauqua, no estado de Nova York.

A polícia local informou que Rushdie foi aparentemente esfaqueado no pescoço por um homem que, segundo testemunhas, correu para o palco e cometeu a agressão no momento em que o escritor era apresentado.

Segundo a agência de notícias Associated Press, Rushdie, de 75 anos, levou entre dez e 15 golpes. Ele foi levado em helicóptero a um hospital local, e o autor do ataque foi detido por policiais que estavam no evento e está sob custódia, ainda de acordo com a polícia. Até a última atualização desta reportagem, não haviam sido divulgadas informações sobre o estado de saúde do escritor.

O livro “Os Versos satânicos” foi proibido no Irã em 1988, pois muitos muçulmanos o consideram uma blasfêmia. Um ano depois, o falecido líder do Irã, o aiatolá Ruhollah Khomeini, emitiu uma fatwa, ou edito, pedindo a morte de Rushdie.

Além de Rushdie, um outro participante da palestra, que o entrevistaria no evento, sofreu ferimentos leves no pescoço. Um repórter da Associated Press também testemunhou o homem invadir o palco da Chautauqua Institution e começar a esfaquear Rushdie. O autor caiu no chão, e o homem foi contido.

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Internacional

Acidente em Zaporizhia poderá ser mais grave que o de Fukushima

O acidente nuclear de Fukushima, no Japão, ocorreu em 11 de março de 2011, depois de intenso terremoto de 9 graus na escala Richter

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chinês na Organização das Nações Unidas (ONU), Zhang Jun, alertou o Conselho de Segurança de que um acidente na central nuclear de Zaporizhia
Foto: Reuters

O representante chinês na Organização das Nações Unidas (ONU), Zhang Jun, alertou o Conselho de Segurança de que um acidente na central nuclear de Zaporizhia poderá ser mais grave do que o ocorrido em Fukushima, em 2011.

Segundo comunicado da missão chinesa na ONU, Zhang lembrou, nessa quinta-feira (11), que Zaporizhia, no Leste da Ucrânia, é a maior central nuclear da Europa e disse que não quer que “o mesmo risco” se repita.

O acidente nuclear de Fukushima, no Japão, ocorreu em 11 de março de 2011, depois de intenso terremoto de 9 graus na escala Richter, que provocou ondas de cerca de 15 metros de altura e matou quase 18 mil pessoas.

Em reunião de emergência do Conselho de Segurança, convocada pela Rússia, o representante chinês apelou a russos e ucranianos que exerçam “contenção, atuem com prudência, evitem tomar medidas que comprometam a segurança nuclear”.

Tropas russas controlam atualmente Zaporizhia, que tem sido alvo de bombardeios nesta semana, com Kiev e Moscovu a trocando acusações sobre os recentes incidentes de segurança na central.

O diplomata chinês manifestou apoio à Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) para desempenhar “papel ativo” na promoção de questões de segurança e proteção nuclear.

Zhang Jun pediu também à Rússia e à Ucrânia que removam “obstáculos” à visita de uma equipe de especialistas da AIEA a Zaporizhia.

Ele afirmou que, após cinco meses de guerra e conhecendo os problemas de segurança que o conflito representa para as instalações nucleares, somente com o restabelecimento da paz os riscos nucleares podem ser eliminados.

Na mesma reunião, o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, disse que análises preliminares indicam não haver “ameaça imediata” à segurança nuclear após ataques a Zaporizhia, mas alertou que a situação é grave e “pode mudar” rapidamente.

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Coreia do Sul tem as chuvas mais fortes em 80 anos

As inundações deixaram até agora oito mortos em Seul, três no resto da província ocidental de Gyeonggi e mais três na província oriental de Gangwon

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O número de mortos devido às inundações causadas pelas chuvas mais fortes que atingem o norte da Coreia do Sul em 80 anos subiu para 14 e há ainda seis desaparecidos, informaram hoje (12) as autoridades locais.
Foto: EFE/EPA/YONHAP

O número de mortos devido às inundações causadas pelas chuvas mais fortes que atingem o norte da Coreia do Sul em 80 anos subiu para 14 e há ainda seis desaparecidos, informaram hoje (12) as autoridades locais.

Os serviços de busca encontraram, nessa quinta-feira (11) os corpos de dois moradores da capital, Seul, dentro de um esgoto, disse a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

As inundações deixaram até agora oito mortos em Seul, três no resto da província ocidental de Gyeonggi e mais três na província oriental de Gangwon. Há seis pessoas desaparecidas na capital.

Mais de 6 mil pessoas e quase 3 mil famílias tiveram de ser retiradas de suas casas em 46 cidades, vilas e aldeias, incluindo a capital. Muitas vivem em subsolos inundados pela chuva.

Metade das pessoas que morreram nos últimos dias vivia nesse tipo de habitação. Em Seul existem cerca de 200 mil habitações em subsolos, abrigando 5% de todas as famílias na capital, informou a Yonhap.

Segundo a agência, as autoridades da capital anunciaram que vão pedir ao governo para rever a lei de construção urbana, a fim de proibir a utilização de subsolos para residências.

Seul dará ainda aos proprietários de edifícios um período de 20 anos para converter esses locais para usos não residenciais, como armazéns ou estacionamentos, assim como apoio à população para se mudarem para habitação pública.

Partes de Seul, bem como da cidade portuária de Inchon e da província de Gyeonggi, registraram fortes chuvas de mais de 100 milímetros durante várias horas consecutivas na terça-feira.

A precipitação excedeu 140 milímetros (mm) durante uma hora no distrito de Dongjak de Seul. A chuva mais forte registada em 60 minutos desde 1942.

As fortes chuvas provocaram inundações de casas, veículos, edifícios e estações subterrâneas, de acordo com a Yonhap.

As chuvas atingiram também a Coreia do Norte, onde as autoridades emitiram alertas para o sul e oeste do país, informou terça-feira a televisão estatal KCTV.

O jornal oficial Rodong Sinmun descreveu as chuvas fortes como potencialmente “desastrosas” e apelou a medidas para proteger terras agrícolas e impedir inundações causadas pelo Rio Taedong, que passa pela capital, Pyongyang.

Fonte: RTP

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