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Embasa avança com captação de R$ 5,5 bilhões do Novo PAC para ampliar saneamento na Bahia 

Com a sanção da lei que autoriza o Estado da Bahia a prestar contragarantia à União, a Embasa poderá dar seguimento aos trâmites

Com a sanção da lei que autoriza o Estado da Bahia a prestar contragarantia à União, a Embasa poderá dar seguimento aos trâmites para a captação de R$ 5,5 bilhões em recursos do Novo PAC, que possibilitarão à empresa promover um avanço inédito no saneamento do estado. Os recursos serão destinados à execução de até 35 obras de implantação ou ampliação de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em diversas regiões baianas. 

Entre os empreendimentos previstos para futura execução estão a ampliação dos sistemas de abastecimento de municípios como Amargosa, Seabra, Miguel Calmon, Piritiba, Mundo Novo, Itaberaba, Irecê, Ruy Barbosa, Macajuba e Baixa Grande, além de localidades do Litoral Norte. Na área de esgotamento sanitário, estão previstas intervenções em cidades como Feira de Santana, Eunápolis, Lauro de Freitas, Ilhéus, Brumado e Pojuca, entre outros municípios. 

“O financiamento pela Caixa Econômica Federal, contratado com menores juros graças à contragarantia do Governo da Bahia, permitirá à Embasa promover uma expansão inédita do esgotamento sanitário no estado, além de ampliar e melhorar os sistemas de abastecimento de água”, destaca o presidente da Embasa, Gildeone Almeida. 

A contragarantia oferecida pelo Governo da Bahia funciona como uma segurança adicional para a operação de crédito contratada pela Embasa junto à Caixa. Trata-se de um dos requisitos exigidos pelo Governo Federal para viabilizar a contratação com taxas de juros mais baixas dentro do Novo PAC 2025. O desembolso dos recursos por parte da Caixa ocorrerá de forma progressiva, à medida que as obras forem executadas. 

A captação desses R$ 5,5 bilhões integra uma estratégia robusta de investimentos que a Embasa vem implementando para alcançar as metas de universalização do abastecimento de água e do esgotamento sanitário até 2033. Essa estratégia se baseia na sustentabilidade financeira e na gestão responsável dos recursos, fatores que têm possibilitado a evolução contínua da nota de crédito da companhia pela Moody’s, uma das três principais agências de classificação de risco do mundo. 

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