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Esporte

Djokovic permanece proibido de entrar na Austrália

Os advogados conseguiram impedir a deportação do tenista. Uma audiência no tribunal definirá a situação só na segunda (10)

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Novak Djokovic está aguardando para saber se disputará o Aberto da Austrália em um hotel da imigração em Melbourne, enquanto enfrenta a

Novak Djokovic está aguardando para saber se disputará o Aberto da Austrália em um hotel da imigração em Melbourne, enquanto enfrenta a decisão da Austrália de cancelar seu visto.

Os advogados de Djokovic conseguiram impedir que ele fosse deportado nesta quinta-feira (6), com uma audiência completa no tribunal federal agora marcada para a próxima segunda-feira (10).

O campeão de tênis passou oito horas retido no aeroporto de Melbourne, antes que oficiais da Força de Fronteira Australiana anunciaram que sua entrada no país foi negada na manhã de quinta-feira. Eles citaram uma falha em atender aos requisitos de isenção de vacinação da Covid da Austrália.

Entende-se que o atual campeão do Aberto da Austrália contava com uma infecção anterior da Covid como base para sua isenção para competir – mas isso não é reconhecido pelo governo federal.

Depois de defender sua causa sem sucesso no aeroporto, Djokovic foi transportado para um hotel de imigração no subúrbio de Carlton, em Melbourne.

À medida que as negociações políticas e diplomáticas se desenrolavam, os advogados de Djokovic estavam trabalhando para obter uma liminar provisória para impedir sua deportação.

Em uma audiência rápida perante o juiz Anthony Kelly na noite de quinta-feira, foi acordado que uma audiência completa entre o jogador e o ministro de assuntos internos seria realizada na segunda-feira. Djokovic não pode ser deportado antes dessa audiência.

O tribunal ouviu que a Tennis Australia disse que precisaria saber se Djokovic poderia competir até terça-feira para fins de agendamento. O juiz perguntou se Djokovic poderia ser transferido para um hotel com quadra de tênis para que pudesse praticar.

Kelly disse que tentaria acomodar as partes para chegar a uma resolução, mas ressaltou que o tribunal não será apressado.

“O rabo não vai abanar o cachorro aqui”, disse Kelly. “Se a Tennis Australia decidir fazer o que quer para administrar sua empresa, ela o fará. Tudo o que posso fazer é fornecer todas as facilidades disponíveis para este tribunal para ajudar essas partes a resolvê-lo da melhor maneira possível”.

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Gento, ídolo do Real Madri e maior campeão europeu, morre aos 88 anos

Único jogador da história a vencer seis Copas Europeias e 12 vezes campeão espanhol

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Francisco Gento, lenda do Real Madrid e o único jogador da história a vencer seis Copas Europeias e 12 vezes campeão espanhol, morreu nesta

Francisco Gento, lenda do Real Madrid e o único jogador da história a vencer seis vezes a Liga dos Campeões e 12 vezes campeão espanhol, morreu nesta terça-feira, aos 88 anos.

Gento era atualmente presidente honorário do Real Madrid, cargo que herdou de seu grande amigo e companheiro de equipe Alfredo di Stéfano. Duas lendas que fizeram do Real Madrid uma máquina vencedora na Espanha e na Europa, conquistando cinco Champions League consecutivas, um marco que ninguém conseguiu igualar.

Gento deixou o Real Madrid e o futebol na temporada 1970-71, com 23 títulos oficiais, um recorde que só depois de mais de meio século Marcelo conseguiu igualar com a última conquista da Supercopa da Espanha. Quase duas décadas de futebol a todo vapor pela ala esquerda do Real Madrid, velocidade que lhe valeu o apelido de La Galerna del Cantábrico.

Para quem não o viu jogar, o vídeo abaixo vai fazer você perceber por que ele foi classificado como o melhor lateral esquerdo do mundo. Velocidade, dribles e muitos gols ao serviço da equipe do Real Madrid.

Comunicado Oficial do falecimento

O Real Madrid CF, o seu presidente e o seu Conselho de Administração lamentam profundamente a morte de Francisco Gento, presidente honorário do Real Madrid e uma das maiores lendas do nosso clube e do futebol mundial.

O Real Madrid deseja expressar as suas condolências e o seu amor e carinho à sua esposa Mari Luz, aos seus filhos Francisco e Julio, às suas netas Aitana e Candela e a todos os seus familiares, colegas e entes queridos.

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Esporte

COB anuncia 11 atletas para os Jogos de Inverno de Pequim

Os selecionados estão distribuídos por cinco modalidades: esqui cross country, esqui estilo livre, esqui alpino, skeleton e bobsled

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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta segunda (17), os onze integrantes da delegação que vão representar o país nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim (China), de 4 a 20 de fevereiro.
Foto: Divulgação/COI

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta segunda (17), os onze integrantes da delegação que vão representar o país nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim (China), de 4 a 20 de fevereiro.

Os selecionados estão distribuídos por cinco modalidades: esqui cross country, esqui estilo livre, esqui alpino, skeleton e bobsled.

A delegação brasileira possui alguns nomes experientes, como o de Jaqueline Mourão. A mineira de 46 anos vai para a oitava participação dela em Jogos Olímpicos, sendo seis de inverno e dois de verão (competiu no ciclismo mountain bike em Atenas 2004 e Pequim 2008, curiosamente onde volta a competir agora). Ela é um dos três nomes do esqui cross country, junto a Bruna Moura e Manex Silva. Mourão é a atleta brasileira com mais participações em Jogos Olímpicos.

Outro que retorna a Pequim depois de catorze anos – e com outro clima – é Jefferson Sabino. Em 2008, ele defendeu o Brasil no salto triplo. Agora, é um dos cinco integrantes do time brasileiro de bobsled, que também conta com Erick Vianna, Edson Martins, Rafael Souza e Edson Bindilatti. Este último vai à quinta Olimpíada de inverno da carreira. Ele declarou que esta será a derradeira.

Outros nomes da delegação são: Nicole Silveira, do skeleton, Michel Macedo, do esqui alpino e Sabrina Cass, do esqui estilo livre. Cass, de 19 anos, nasceu, cresceu e vive nos Estados Unidos, mas tem mãe brasileira. Competiu pela bandeira norte-americana por muito tempo – foi até campeã mundial juvenil em 2019 – mas passou a defender o Brasil no fim de 2021.

Segundo o cronograma do Comitê Olímpico do Brasil (COB), a partir do dia 20 integrantes da equipe operacional começam a viajar para a China, para fazer os preparativos nas duas vilas olímpicas que receberão atletas do país, em Yanqing (onde ficarão o bobsled, esqui alpino e skeleton) e Zhangjiakou (casa do esqui cross country e esqui estilo livre). A terceira vila, em Pequim, não terá nenhum atleta do Brasil. Ainda de acordo com o COB, a previsão é que os primeiros atletas brasileiros cheguem a partir do dia 27 e a delegação esteja completa no dia 29.

O Brasil esteve presente nas últimas oito edições dos Jogos Olímpicos de Inverno, a partir de 1992, mas nunca obteve um pódio. A maior delegação que o país já levou à competição foi em Sochi, na Rússia, em 2014, quando contou com 13 atletas.

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Djokovic também pode perder Roland Garros

O Parlamento francês aprovou no domingo (16) uma lei que exige certificado de vacinação para entrar em locais públicos

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O tenista número um do mundo, Novak Djokovic, pode ser impedido de jogar no Aberto da França se as coisas permanecerem como estão agora

O tenista número um do mundo, Novak Djokovic, pode ser impedido de jogar no Aberto da França se as coisas permanecerem como estão agora depois do Ministério dos Esportes da França afirmar nesta segunda-feira (17) que não haveria isenção ao atleta da nova lei francesa sobre passaporte de vacina.

Djokovic, que não foi vacinado contra a Covid-19, foi deportado da Austrália no domingo (16) antes do primeiro torneio de Grand Slam do ano, o Aberto da Austrália, após perder um processo judicial para que o cancelamento de seu visto fosse anulado.

A lei francesa sobre passaporte de vacinas, aprovada pelo Parlamento no domingo (16), exigirá que as pessoas tenham um certificado de vacinação para entrar em locais públicos, como restaurantes, cafés, cinemas e trens de longa distância.

“A regra é simples. O passaporte de vacina será imposto, assim que a lei for promulgada, nos estabelecimentos que já estavam sujeitos ao passaporte sanitário”, disse o ministério. “Isto se aplicará a todos que são espectadores ou esportistas profissionais. E isto até segunda ordem”. “Agora, no que diz respeito a Roland Garros, é em maio. A situação pode mudar até lá e esperamos que seja mais favorável. Veremos, mas claramente não há isenção.”

O sérvio Djokovic, que foi impedido de buscar seu 21º título de um torneio de Grand Slam, um recorde masculino, no Aberto da Austrália, recusou-se a tomar a vacina contra a Covid-19 e foi criticado por participar de eventos públicos no mês passado, após ter um teste positivo para o coronavírus.

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