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Bahia registra queda nas mortes violentas e projeta expansão do Bahia Pela Paz

A redução dos índices de mortes violentas na Bahia e as metas para 2026 no âmbito do programa Bahia Pela Paz foram apresentadas

A redução dos índices de mortes violentas na Bahia e as metas para 2026 no âmbito do programa Bahia Pela Paz foram apresentadas nesta terça-feira (3), durante a primeira reunião do ano do Comitê de Governança da iniciativa. Os dados consolidados de 2025 apontam queda nos principais indicadores de violência no estado e indicam a ampliação das ações nos territórios mais vulneráveis.

Em 2025, a Bahia registrou redução de 13% nos crimes violentos letais intencionais e de 9,5% no total de mortes violentas intencionais, além de estabilidade nas mortes por intervenção de agentes do Estado. Já na comparação entre janeiro e fevereiro de 2026 e o mesmo período de 2025, houve queda de 13,7% nas mortes por intervenção policial, índice superior à meta de redução de 10% por semestre estabelecida pelo programa.

O governador Jerônimo Rodrigues destacou o caráter estruturante do Bahia Pela Paz. Segundo ele, a iniciativa fortalece a atuação integrada do governo no enfrentamento à violência, com acompanhamento permanente dos resultados e ampliação das ações que apresentam impacto positivo nos territórios.

O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, ressaltou que os números refletem o monitoramento contínuo das políticas públicas. Para ele, os resultados iniciais de 2026 indicam que a estratégia adotada vem produzindo efeitos concretos na redução da letalidade.

A importância da articulação institucional também foi enfatizada durante a reunião. O procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, e o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador José Rotondano, destacaram que a integração entre Executivo, Ministério Público e Judiciário é fundamental para a efetividade das ações e para a prevenção da violência.

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Expansão nos territórios

Atualmente, o Bahia Pela Paz conta com 150 profissionais atuando de forma permanente nos bairros, com agenda semanal de atividades e articulação com o sistema de Justiça. Em 2025, os dois Coletivos já implantados realizaram mais de 22 mil atendimentos, incluindo acompanhamento psicossocial, encaminhamentos à rede pública e ações formativas.

A meta do governo é chegar a 24 Coletivos implantados até o final de 2026, consolidando a presença contínua do programa nos territórios e o monitoramento sistemático dos indicadores de violência.

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