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Bahia reduz dívida e mantém investimento em ritmo elevado

O governo da Bahia manteve, em 2025, o ritmo elevado de investimentos registrado desde o início da gestão do governador Jerônimo Rodrigues,

O governo da Bahia manteve, em 2025, o ritmo elevado de investimentos registrado desde o início da gestão do governador Jerônimo Rodrigues, com média anual em torno de R$ 8 bilhões, ao mesmo tempo em que reduziu sua dívida total em 6%, já descontada a inflação do período. Com as contas em dia, o Estado alcançou avanços significativos na ampliação e na melhoria dos serviços públicos, por meio da entrega de novos equipamentos nas áreas de saúde, educação, segurança e infraestrutura. Desde 2023, os investimentos somam R$ 24,04 bilhões, destaca artigo do secretário da Fazenda, Manoel Vitório, publicado na imprensa baiana.

Intitulado “Bahia: dívida em queda, investimento sustentável”, o artigo reúne dados objetivos sobre a condução responsável das finanças estaduais. Segundo o secretário, um dos principais marcos da atual gestão é o cumprimento da diretriz do governador de conciliar, de forma permanente, o equilíbrio fiscal com a garantia de recursos suficientes para ampliar e qualificar os serviços prestados à população baiana.

Como resultado desse esforço, ressalta Vitório, o governo já entregou aos baianos dez novos hospitais, incluindo unidades com inovações como centros de cuidados paliativos e de ortopedia. Também houve avanços na área de segurança pública, com uma polícia mais bem equipada; na educação, com a expansão de uma rede de escolas de tempo integral altamente qualificada; e na infraestrutura, com milhares de quilômetros de rodovias asfaltadas e recuperadas, novos sistemas de saneamento e abastecimento de água, além das obras de implantação do VLT e de ampliação do metrô, entre outras iniciativas. Trata-se de “conquistas que só um Estado com as contas em dia é capaz de assegurar”, afirma o secretário.

Investimento com recursos próprios

Em paralelo à redução da dívida, o volume de investimentos realizados pelo governo baiano em 2025 alcançou R$ 7,97 bilhões, em linha com a média observada ao longo da gestão de Jerônimo Rodrigues. Do total investido desde 2023, observa Vitório, apenas R$ 5,07 bilhões foram provenientes de operações de crédito, enquanto a maior parte — cerca de R$ 18,97 bilhões — foi financiada com recursos do próprio caixa estadual.

“Os números contrastam com especulações de feitio terraplanista que, ao buscar criar um alarme falso em torno da recente contratação de novas operações de crédito, optaram pela desinformação, ignorando indicadores objetivos que demonstram, ao contrário, o controle da dívida, a administração responsável das finanças estaduais e a sustentabilidade dos investimentos”, afirma o texto.

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Dívida em trajetória de queda

A dívida total do Estado, lembra Manoel Vitório, reúne compromissos financeiros assumidos por sucessivas gestões ao longo de décadas, cujos prazos de pagamento ainda estão em vigor. Além da redução em valores absolutos, outro dado considerado fundamental pelo secretário é a trajetória consistente de queda do grau de endividamento do governo baiano, que recuou de 103% da receita corrente líquida, em 2006, para os atuais 37%.

“O teto máximo de 200% para a dívida dos estados, conforme estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal, está hoje muito mais distante sob o grupo político que governa a Bahia do que na época de seus adversários”, ressalta Vitório.

Segundo o artigo, a fórmula para manter a dívida em patamar significativamente abaixo do sinal vermelho é simples, porém eficaz: o pagamento rigoroso, ano após ano, das parcelas de amortização, incluindo juros e principal. “Trata-se de uma conduta inserida em uma agenda mais ampla, que inclui o combate à sonegação, a modernização do fisco e a qualificação do gasto público”, conclui o secretário.

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