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Agricultura Familiar inicia nova etapa de fornecimento para escolas da rede estadual

Uma nova etapa do fornecimento de produtos da Agricultura Familiar para a alimentação escolar da rede estadual teve início nesta segunda-feira (31), no Colégio Estadual de Tempo Integral de Catu, no município de Catu. A iniciativa faz parte da 2ª Chamada Pública Centralizada, realizada em parceria entre a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) e a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

A ação prevê a aquisição e distribuição de alimentos produzidos por agricultores familiares para mais de 1.700 unidades escolares da rede estadual, fortalecendo a alimentação dos estudantes e ampliando as oportunidades de comercialização para os produtores rurais.

A chamada pública reúne a produção de mais de 15.500 famílias agricultoras, que passam a fornecer alimentos destinados à merenda escolar em diferentes regiões da Bahia. A iniciativa estabelece uma conexão direta entre a produção rural e a demanda das escolas públicas estaduais.

Entre os produtos adquiridos estão arroz, feijão, leite em pó, mel, cuscuz, tapioca e polpas de frutas, além de outros itens que compõem os cardápios oferecidos aos estudantes. Ao todo, são 16 produtos destinados à alimentação escolar.

Além de contribuir para a oferta de refeições mais diversificadas e nutritivas, a iniciativa fortalece a economia rural ao garantir mercado para a produção da agricultura familiar.

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Segundo o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Jeandro Ribeiro, a ação beneficia tanto os estudantes quanto os agricultores.

“A aquisição dos produtos da agricultura familiar para a alimentação escolar estabelece uma conexão importante entre quem produz e quem consome. Os alimentos chegam às escolas e, ao mesmo tempo, as famílias agricultoras têm um canal de comercialização para sua produção”, destacou.

A qualidade dos alimentos também é percebida pelos estudantes. O aluno Ítalo Vinícius ressaltou os benefícios da iniciativa para a alimentação e para os produtores rurais.

“A gente percebe que os produtos são de qualidade e que tem uma variedade maior para a nossa alimentação. É muito bom saber que esses alimentos vêm da agricultura familiar e que, ao mesmo tempo em que estamos recebendo uma alimentação boa na escola, também estamos ajudando os agricultores que produzem esses alimentos”, afirmou.

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