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Cultura

Saudade: 25 anos sem Renato Russo

A banda Legião Urbana se tornou referência para a juventude da época e continua sendo nos dias de hoje

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m Renato Manfredini Júnior dizia adeus aos 36 anos de idade, devido a AIDS. Entretanto sua obra ainda continua viva e atemporal para aqueles
Foto: Ricardo Junqueira

Hoje (11) completa-se 25 anos em que um dos maiores poetas do rock brasileiro despedia-se de milhares de fãs. Foi num dia como este, em que Renato Manfredini Júnior dizia adeus aos 36 anos de idade, devido a complicações com a Aids. Entretanto sua obra ainda continua viva e atemporal para aqueles que tanto se identificam com suas letras e reflexões sobre a “tchurma”, termo usado por ele para o grupo de amigos com quem conviveu a adolescência e a juventude; sobre as cidades onde viveu, em especial, a musa Brasília dos anos 70 e 80; sobre o Brasil; e sobre os sentimentos que fazem, de cada um de nós, humanos.

Apesar de ser conhecido como um ícone do rock de Brasília, Renato Manfredini Júnior nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de março de 1960. Morou por lá até os seis anos, na Ilha do Governador, zona norte da cidade, quando se mudou com a família para Nova York. Foi apenas em 1973, bem no início da adolescência, que Renato chegou em Brasília. Até entrar de vez no mundo da música, fez de tudo um pouco: estudou inglês e, logo depois, se tornou professor do idioma. Além disso, trabalhou como locutor numa rádio, apresentando programas de jazz e sobre os Beatles.

Renato teve a ideia de aposentar o Manfredini e adotar o nome artístico Renato Russo. Segundo ele próprio, foi homenagem ao inglês Bertrand Russell e aos franceses Jean-Jacques Rousseau e Henri Rousseau.

Legião Urbana

Cinco anos depois de chegar na capital brasileira, em 1978, Renato conheceu Fê Lemos. Esse encontro foi a semente que faltava para começarem uma banda: Aborto Elétrico. Com clara influência do punk rock americano, a banda conseguiu certo reconhecimento na região de Brasília, integrando o Turma da Colina, movimento de bandas do Planalto Central criadas durante esse período. Com o fim precoce do Aborto Elétrico, Renato Russo se juntou a Marcelo Bonfá, Eduardo Paraná e Paulo Guimarães – e posteriormente com Dado Villa-Lobos assumindo a guitarra do grupo – para formar a banda Legião Urbana, em 1982 e se tornar referência para a juventude da época e continua sendo nos dias de hoje.

Cultura

Daniela não vai participar do Carnaval 2022

A cantora anunciou que estará fora das festas de rua, abertas ao público, por conta das incertezas da Covid-19

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2022 ainda é dúvida, mas uma das grandes estrelas da festa já decidiu que não irá participar. Nesta sexta-feira (3), a cantora Daniela Mercury
Foto: Reprodução Instagram

A realização do Carnaval 2022 ainda é dúvida, mas uma das grandes estrelas da festa já decidiu que não irá participar. Nesta sexta-feira (3), a cantora Daniela Mercury anunciou que estará fora das festas de rua, abertas ao público, justamente por conta das incertezas da pandemia da Covid-19.

“Sinto muito em anunciar isso, mas avaliamos bem a situação e chegamos à conclusão que o cenário é muito incerto”, informou a cantora.

Na nota, Daniela informou que mesmo sem o anúncio oficial de cancelamento da festa, ela considera que na Bahia, o governo e a prefeitura de Salvador não vão realizar o carnaval no próximo ano.

Disse ainda que apesar de estar mantido o carnaval de São Paulo e a Pipoca da Rainha ser tão tradicional na folia paulistana, ela não vai desfilar em 2022.

Caso seja mantida a liberação das autoridades sanitárias, a cantora informou que vai tentar realizar shows e eventos durante o verão, sempre com limitação de público e com a exigência das duas doses da vacina contra Covid-19.

A artista lançou nesta sexta-feira, em todas as plataformas digitais, a música “As Rendas do Mar” uma homenagem a todas as mulheres na figura de Iemanjá.

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Cultura

Largos do Pelô retomam as atividades culturais

O palco do Largo Pedro Archanjo recebe o sambista Walmir Lima, um dos artistas mais conceituados da Bahia

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Paralisadas desde março de 2020, por conta da pandemia da Covid-19, as apresentações nos largos do Pelô serão retomadas a partir
Foto Tacila Mendes

Paralisadas desde março de 2020, por conta da pandemia da Covid-19, as apresentações nos largos do Pelô serão retomadas a partir desta sexta-feira (3). A programação é gratuita e coloca em destaque neste primeiro fim de semana de shows, o samba e a música instrumental.

Na sexta-feira (3), o palco do Largo Pedro Archanjo recebe o sambista Walmir Lima, um dos artistas mais conceituados da Bahia, que neste ano completou 90 anos de idade. Conservando muita energia e amor pelo samba, o artista irá se apresentar a partir das 19h. Na mesma noite, o músico Parah Monteiro coloca a sua guitarra baiana para fazer o Largo Quincas Berro D’Água voltar a ferver, também às 19h.

Protocolos

O acesso do público aos largos do Pelourinho está condicionado à capacidade definida de acordo com o decreto estadual 20.013, de 29 de novembro de 2021, limitando-se ao quantitativo de 500 pessoas. É preciso comprovar as duas doses da vacinação contra a Covid-19 ou dose única, mediante apresentação do documento de vacinação fornecido no momento da vacinação ou do Certificado Covid, de preferência impresso, obtido por do aplicativo Conecte SUS, do Ministério da Saúde, ou dos links conectesus.saude.gov.br e cvd.saude.salvador.ba.gov.br (para residentes/vacinados no município de Salvador), e o documento de identificação com foto.

O uso de máscara facial (cobrindo a boca e o nariz) é obrigatório durante o período de permanência nos largos. É proibida a venda e consumo de alimentos e bebidas para quem não estiver em cumprimento do protocolo para bares e restaurantes de acordo com o decreto municipal 34.424 de 10 de setembro de 2021 (público sentado).

Programação – Pelourinho (3 a 5/12)

Walmir Lima
Quando: 3/12, às 19h
Onde: Largo Pedro Archanjo

Parah Monteiro
Quando: 3/12, às 19h
Onde: Largo Quincas Berro D’Água

Sangue Brasileiro
Quando: 4/12, às 16h
Onde: Largo Pedro Archanjo

Gal do Beco
Quando: 4/12, às 18h30
Onde: Largo Pedro Archanjo

Salada Mista
Quando: 4/12, às 16h
Onde: Largo Quincas Berro D’Água

Conexão Negra
Quando: 4/12, às 18h30
Onde: Largo Quincas Berro D’Água

Os Ingênuos
Quando: 5/12, às 16h
Onde: Largo Pedro Archanjo

Grupo Casa 4
Quando: 5/12, às 16h
Onde: Quincas Berro D’Água

Fonte: Ascom/Secult

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Cultura

Terreiro promove festival cultural em Cajazeiras

Pela primeira vez, a programação será aberta ao público e seguirá todos os protocolos de segurança contra a Covid-19

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A 15ª edição do Sòkpè – Festival Cultural da Pedra do Trovão, realizado pelo terreiro Vodún Kwe Tò Zò, acontece de 10 a 12 de dezembro, a partir das 10h,

A 15ª edição do Sòkpè – Festival Cultural da Pedra do Trovão, realizado pelo terreiro Vodún Kwe Tò Zò, acontece de 10 a 12 de dezembro, a partir das 10h, na Rua Professora Julieta Fahel Guimarães, na Travessa do Sossego, 180 A, no bairro da Fazenda Grande II.

O festival afro-brasileiro tem como objetivo promover práticas culturais coletivas que contribuirão nas ações religiosas, culturais e socioambientais. Pela primeira vez, a programação será aberta ao público em geral e a expectativa é que cerca de 350 pessoas passem diariamente pelo evento. O festival seguirá todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

Dentre as atividades culturais estão programadas palestras, rodas de capoeira, rodas de conversa, workshop etnogastronômico, trilha ecocultural pela área verde do terreiro e uma roda de samba com o grupo Barlavento, com a participação das Sambadeiras de Cajazeiras e do Quadrado de Mutá. Além disso, durante os dias de festival, o tabuleiro do Tò Zò também estará funcionando e o público poderá adquirir quitutes afro-brasileiros.

“Temos uma expectativa de que essa 15ª edição do Festival seja repercutida e se torne um indicador de força da região de Cajazeiras como um grande propulsor cultural da cidade. Além disso, esperamos a aceitação e engajamento de toda a população, e que, futuramente, o festival seja incluído no calendário cultural de Salvador”, disse a idealizadora do festival e sacerdotisa do Terreiro, Gayaku Sinay.

O evento tem o apoio da Prefeitura de Salvador, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e da Fundação Gregório de Mattos (FGM).

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